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A maravilha moderna da amplificação sonoraDespertai! — 1980 | 8 de dezembro
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amplificador. Realiza-se isto por selecionar a derivação de impedância apropriada, atrás do amplificador, que se adapta mais de perto à impedância do alto-falante. A maioria dos amplificadores modernos dispõem do que é chamado de sistema de “voltagem constante” para adaptação de múltiplos alto-falantes. Usa-se freqüentemente a saída de 25 volts ou 70 volts, atrás do amplificador. Em alguns países é popular um sistema de 100 volts. Na voltagem mais baixa não é necessário embutir os fios do alto-falante em conduítes. O sistema de voltagem permanente exige que se instale um pequeno transformador em linha com cada alto-falante para adaptar o alto-falante ao sistema. Agora está pronto para operar seu sistema sonoro.
Sugestões de Sonora Utilidade
O microfone deve ser ajustado a uma distância de cerca de 15 centímetros da boca do orador, levando-se em consideração a elevação e o abaixamento de sua cabeça. Deve estar suficientemente perto para proporcionar um volume adequado sem qualquer vestígio de realimentação acústica, contudo, não tão perto que torne o orador desconfortável ou que o movimento normal da cabeça provoque flutuação no volume. Um microfone ajustado perto demais do orador está também sujeito ao “estampido” irritante devido à característica explosiva do sopro do orador quando certas palavras são pronunciadas.
Nível apropriado e boa qualidade de som são extremamente importantes. O volume e os controles de tonalidade do amplificador devem ser ajustados a fim de que a voz de cada orador seja reproduzida em tom nítido, inteligível e natural, permitindo que todos a ouçam confortavelmente e sem muito esforço. Se o volume for insuficiente, ou a qualidade for deficiente, algumas palavras não serão ouvidas, obrigando o ouvinte a se esforçar a fim de entender. Depois de algum tempo, o cansaço mental pode prevalecer, pois a tendência natural é parar de escutar em vez de continuar esforçando-se para compreender a mensagem. Por outro lado, o som excessivamente alto se torna cansativo e perturbador, resultando na “fadiga do ouvinte”. Aqui o ouvinte novamente “desliga” sua atenção e é privado da mensagem.
Se um microfone não for usado durante vários minutos, deve-se abaixar seu volume a fim de evitar que capte alguma conversação ou ruídos estranhos. Logicamente, é proveitoso ter um operador do sistema sonoro durante todo o tempo. Se o operador estiver alerta e for informado de antemão quanto às necessidades do volume de cada orador, todos tirarão benefícios do programa.
Devem-se usar “microfones volantes”, que são microfones móveis, para a participação da assistência? Isso depende do tamanho da assistência, das qualidades acústicas do salão, e da capacidade de todos ouvirem. Se cada pessoa que comenta for incentivada a falar num volume adequado, isto, naturalmente, será preferível a se perder tempo levando os microfones volantes até os comentadores na assistência.
Há muitos anos, Salomão comparou uma palavra construtiva, falada no tempo certo, a “maçãs de ouro em esculturas de prata”. (Pro. 25:11) Se a assistência for grande, isto é verídico quanto a palavras que têm que ver com a vida, quando elas são facilmente ouvidas e entendidas por meio da maravilha moderna da amplificação sonora.
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Os samaritanos e a leiDespertai! — 1980 | 8 de dezembro
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Os samaritanos e a lei
O professor de línguas semíticas da Universidade de Harvard, EUA, Frank M. Cross, reconstruiu e traduziu fragmentos de rolos de papiro encontrados numa caverna ao norte de Jericó. Diz-se que datam do quarto século A. E. C. Nobres samaritanos levaram os rolos para a caverna, ao fugirem dos soldados de Alexandre Magno, depois de se rebelarem contra a regência dele. Os rolos eram documentos de transações legais que continham contratos para empréstimos e vendas de escravos e de propriedades.
Cross observa que “não existe nenhuma referência, nestes contratos sobre escravos, às ordens bíblicas de que os escravos hebreus deviam ser libertos após o sétimo ano que se acham no Pentateuco, o qual os samaritanos usavam como seu texto religioso básico”. O professor especula que esta falha em honrar a lei de Deus “é evidência de que os nobres ricos se consideravam acima da lei e a ignoravam. Eles não queriam perder seus escravos; eles queriam retê-los para sempre”.
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