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  • O conhecimento moderno vindica a Bíblia

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  • O conhecimento moderno vindica a Bíblia
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
w68 15/9 pp. 551-552

O conhecimento moderno vindica a Bíblia

A BÍBLIA afirma ser a palavra do único Deus verdadeiro, Jeová. “Tôda a Escritura é inspirada por Deus.” (2 Tim. 3:16) Òbviamente, essa afirmação pressupõe a existência do Autor da Bíblia. Vindica o conhecimento moderno a fé na existência real de Deus? Vindica, sim.

Como criaturas racionais, sabemos que todo efeito tem uma causa competente. Assim, ao notarmos a imensidão, a ordem e o traçado dos céus estrelados, conforme vistos pelo visor das lentes do Monte Palomar, ao notarmos as maravilhas e as belezas da natureza, visíveis ao nosso ôlho nu, e, ao considerarmos o mundo que se torna visível por meio do microscópio eletrônico, não podemos deixar de concluir que todo êste efeito tem deveras de ter uma causa que disponha de infinito poder e sabedoria.

À medida que o homem aprende cada vez mais a respeito de seu próprio corpo, como seus vários sistemas funcionam e cooperam uns com os outros, como produz enzimas e hormônios, como funciona seu cérebro, etc., tem cada vez mais razão de concluir que esta máquina mais maravilhosa de tôdas não poderia simplesmente ser produto do acaso ou de uma fôrça cega, sem inteligência, tal como a “natureza”.

E, ao considerarmos as muitas condições imperativas para que o homem exista na terra, a distância da terra ao sol, a velocidade com que a terra gira ao redor do sol e gira em seu próprio eixo, a composição da atmosfera da terra, a distância da terra à lua, o modo que os reinos vegetal e animal se completam na produção e no uso do oxigênio e do bióxido de carbono, perguntamos: Como poderiam todos êstes fatôres, e muitos outros, ter acontecido por acaso em um só planêta? Não poderiam, e, portanto, fornecem ampla prova de que, usando as palavras de A. Cressy Morrison, ex-presidente da Academia de Ciências de Nova Iorque, O homem não está sòzinho. Na verdade, à luz de tôda esta evidência, afirmar que não existe Deus faz da pessoa um tolo. — Sal. 14:1.

Será que o conhecimento moderno vindica tão completamente a fé na autenticidade da Bíblia quanto vindica a fé na existência do Ser Supremo, Jeová Deus? Vindica, sim.

A Palavra de Deus, a Bíblia, não fornece a idade do universo; o conhecimento moderno apenas recentemente dobrou seu cálculo, de 1.8 bilhões de anos para 3.5 bilhões de anos. Na preparação da terra para o homem, o conhecimento moderno tem comprovado a ordem fornecida na Bíblia, iniciando com o aparecimento da luz, daí, de terra, então da vegetação, daí, das criaturas marinhas, aves e animais terrestres e, por fim, do homem. A evidência da geologia não confirma a teoria da evolução, mas, citando o falecido cientista francês, Lecomte du Noüy, apresenta “tôdas as características insatisfatórias da criação absoluta”. (Human Destiny, páginas 72, 75, 79) A paleontologia comprova a declaração da Bíblia de que Deus fêz que a terra produzisse os vários animais ‘cada um segundo a sua espécie’. (Gên. 1:21, 24, 25) O falecido Lucien Cuenot, um dos destacados biólogos de França, escreveu que “a seiva evolucionária não mais circula”, destarte admitindo que, no presente, não há evidência de evolução; e, pouco antes de sua morte, rejeitou por completo a teoria da evolução, para grande consternação de seus colegas científicos. Visto que, segundo Sir Arthur Keith e o Professor D. M. S. Watson, a única alternativa para a teoria da evolução é a “criação especial”, conforme registrada na Bíblia, Lucien Cuenot destarte lançava seu pêso em favor da Bíblia.

A Bíblia declara que com Jeová Deus está a fonte da vida. (Sal. 36:9) O homem, em certo tempo, pensava que a vida começara por “geração espontânea”, mas agora sabe que tôda vida provém de vida precedente, a chamada “lei da biogênese”.

Os homens de ciência nos tempos passados sustentavam que o dilúvio dos dias de Noé era apenas local em escopo, mas o conhecimento moderno, em especial conforme representado pela geologia e arqueologia, fornece evidência de que o mundo de mamutes e de outros monstros semelhantes sofreu fim cataclísmico, e os cientistas descobriram na Itália, Suíça, Inglaterra e Estados Unidos, “até mesmo no cume de montanhas elevadas, árvores inteiras enterradas fundo no solo, bem como dentes e ossos de animais, peixes inteiros, conchas do mar, espigas de milho, etc., petrificados”; o que jamais poderia ocorrer a não ser por um dilúvio mundial. — Encyclopedia of Religious Knowledge.

O conhecimento moderno também vindica a sabedoria de muitas modalidades da lei de Moisés. Entre os animais que estavam proibidos quais alimentos achava-se o porco, sujeito à triquinose; o coelho, sujeito à tularemia, certos peixes, sujeitos a tênias, etc. Inspecionavam-se as carnes, e não podiam ser comidas se já passassem de dois dias. Nenhum animal que morresse por si mesmo devia ser comido; as vítimas de certas doenças, eram postas em quarentena; eram compulsórias as condições sanitárias.

Nos séculos dezoito e dezenove, muitos críticos da Bíblia surgiram e atacaram suas muitas modalidades históricas, mas o conhecimento moderno tem confundido os críticos da Bíblia e a vindica. Diz J. G. Duncan em Accuracy of Old Testament in Light of Recent Palestinian Archaeology (Exatidão do Velho Testamento à Luz da Recente Arqueologia Palestina): “Não acho que será possível ainda por muito tempo, mesmo que fôsse agora possível, negarmos a notável exatidão dos pormenores nas narrativas do Velho Testamento. Incidentes até agora considerados como lenda têm-se provado históricos por meio de descobertas recentes. . . . Há história real por trás de tôdas as narrativas.” E, afirma o falecido Sir Frederic Kenyon, em seu The Bible and Archaeology: “A arqueologia ainda não disse a sua última palavra; mas os resultados já conseguidos confirmam o que a fé sugeriria, que a Bíblia não pode senão lucrar com o aumento do conhecimento.”

Devido a que os manuscritos originais da Bíblia não mais existem, muitos têm questionado a autenticidade das cópias existentes. Mas, nos anos recentes, foram descobertos manuscritos em papiro das Escrituras Gregas Cristãs que datam de uma época tão perto da data dos originais que, conforme se expressa Sir Kenyon, “a autenticidade e a integridade geral dos Livros do Nôvo Testamento podem ser consideradas como finalmente estabelecidas”. Impressionante prova da autenticidade do “Velho Testamento” foi descoberta em 1947, no Rôlo do Mar Morto, de Isaías, o qual, salvo pequenas variações, foi comprovado como sendo idêntico ao melhor texto massorético, embora escrito mil anos antes. Mil anos de feitura de cópias sem nenhuma diferença apreciável no texto!

Na verdade, o conhecimento moderno vindica a Bíblia.

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