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  • g81 8/6 pp. 6-7
  • O fascínio pelo ocultismo

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  • O fascínio pelo ocultismo
  • Despertai! — 1981
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  • O Que os Fascina
  • Resultados de um Passatempo Doméstico
  • Quão Fidedignas São as Predições?
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Despertai! — 1981
g81 8/6 pp. 6-7

O fascínio pelo ocultismo

“SOMENTE um homem tolo ou ignorante se recusaria, hoje em dia, a aceitar o fato de que existem algumas forças ou influências a respeito das quais pouco conhecemos, e sobre as quais não temos controle”, acautelou Peter Underwood, no prefácio de seu livro Into the Occult (Aprofundando-se no Ocultismo).

Muitas pessoas estão interessadas em tais forças. Conforme certo ex-membro de uma agremiação de feiticeiros do Canadá colocou a questão: “Cada vez que viajo para Vitória (Canadá) encontro-me com pelo menos uma dúzia de feiticeiros. Muitos deles são importantes homens de negócios . . . durante o dia não se pode diferençá-los de qualquer outra pessoa.”

Nas Ilhas Britânicas existem agora 6.000 feiticeiros conhecidos, e uma pessoa, em cada 20, está ativamente envolvida no ocultismo. Na Alemanha, mais de 50.000 praticam a bruxaria. Embora a feitiçaria seja ilegal na África do Sul, calcula-se que de 40 a 90 mil membros da população branca estejam envolvidos na “magia negra”.

Por que é o ocultismo tão popular?

O Que os Fascina

“Gostaria de ter uma gorda conta bancária? Uma vida amorosa de fazer inveja a um sultão? Poder absoluto para esmagar seus inimigos e recompensar seus amigos? . . . A feitiçaria pode satisfazer o desejo de seu coração!”

Esta publicidade dum livro sobre magia mostra por que muitas pessoas são, originalmente, atraídas ao ocultismo. Acena-se-lhes com dinheiro, sexo e poder. Outros talvez desejem desesperadamente contatar entes queridos falecidos, ou conhecer o futuro. Ainda outros, não passam de curiosos.

Muitos afirmam obter resultados. Um fotógrafo britânico e sua esposa juntaram-se a um grupo satanista após uma “iniciação com muito sexo” e, de repente, seus negócios começaram a dar muito lucro. Tão logo abandonaram o grupo, seu negócio faliu.

Outros não se saem tão bem assim. Na Libéria, país africano, o filho dum importante político e vários outros tentaram usar a feitiçaria a fim de obter força política. O rapaz queria ser embaixador. O grupo assassinou um pescador local e usou partes de seu corpo para fazer feitiços e poções, mas sua magia não os ajudou. Após um espalhafatoso julgamento, sete pessoas foram enforcadas.

Resultados de um Passatempo Doméstico

Pessoas simplesmente curiosas a respeito do ocultismo são muitas vezes atraídas a um ativo envolvimento por meio de coisas alegadamente inofensivas, tais como pranchetas Ouija. As conhecidas pranchetas são anunciadas e vendidas como sendo um inofensivo passatempo doméstico. Não restam dúvidas de que as pranchetas rendem um bom dinheiro para os fabricantes — mas, são elas inofensivas? Muitas pessoas acham que não.

Uma popular cantora canadense tentou várias vezes o suicídio após ter sido convidada por sua prancheta a “passar para o nosso lado”. Uma mulher solitária, em Alberta, Canadá, foi informada de que encontraria ‘o homem de seus sonhos’ numa boate em Calgary (Canadá). Ao invés disto, foi espancada e violentada. Em 1979, em Miami, Flórida, E.U.A., irrompeu uma histeria de massa quando estudantes jovens, brincando com uma prancheta Ouija, afirmaram estar possuídos pelos demônios. “A escola inteira endoideceu”, disse um policial. Os estudantes abriram buracos nas paredes, aos pontapés, e arrancaram uma porta de suas dobradiças. Segundo um professor: “Havia moças chorando e berrando que havia um espírito dentro da prancheta Ouija.”

Obviamente, as pessoas engodadas a usar a prancheta Ouija como se fosse um ‘inofensivo passatempo doméstico’ muitas vezes não estão preparadas para o que lhes possa acontecer. Seu fascínio pelo ocultismo produz resultados mesmo, mas, serão resultados que desejaria?

Quão Fidedignas São as Predições?

As incertezas da vida provocam na maioria das pessoas o desejo de conhecerem o futuro. O ocultismo promete tal conhecimento.

Às vezes, parece que dá certo. Uma feiticeira da Carolina do Norte, E.U.A., predisse que uma vizinha morreria numa certa data. A mulher morreu mesmo, naquela data — vítima do excesso de álcool e de comprimidos.

A famosa astróloga, Jeanne Dixon, reivindica ter predito a morte do presidente John Kennedy em Dallas, Texas, em 1963 — mas ela pouco se refere à sua predição de que a guerra do Vietnã terminaria em 1966. Um grupo de cientistas, ao examinar a inteira atuação dela, concluiu que suas predições não eram mais acertadas do que as de qualquer pessoa comum que adivinhasse à base de boas informações.

Está o futuro sendo revelado — ou estão os que se dedicam ao ocultismo simplesmente em comunhão com forças invisíveis que às vezes fazem com que as predições dêem certo e às vezes não?

Entes Queridos Falecidos?

A tentativa de contatar entes queridos falecidos é o que originalmente leva muitas pessoas a recorrer ao ocultismo. A supracitada feiticeira da Carolina do Norte fez sua predição numa sessão espírita à qual a família compareceu a fim de evocar um falecido genro. O resultado foi a tragédia.

Em outros casos, o “parente falecido” parece falar através do médium, fornecendo evidência convincente de sua identidade. Contudo, muitas vezes a personalidade do espírito evocado é vingativa ou caprichosa. Um pesquisador das pranchetas Ouija caracterizou as entidades evocadas como sendo “tipicamente sádicas e psicopatas”. Por que razão parentes que eram amorosos em vida se tornariam cruéis ao morrerem? Poderiam ser impostores os espíritos que afirmam ser os entes queridos falecidos?

Um casal canadense ficou envolvido num grupo de ocultismo, apenas para debandar aterrorizados com a mudança de personalidade e maldade dos membros. “Quaisquer pessoas que pensam estar-se divertindo com a feitiçaria — estão brincando é com dinamite”, disseram.

Mesmo se tivessem tido dúvidas antes, os que se envolvem no ocultismo convencem-se de que forças sobre-humanas estão envolvidas. Mas, tendo-se envolvido, muitos se sentem presos numa teia maligna.

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