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  • A busca da verdade sempre é recompensada

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  • A busca da verdade sempre é recompensada
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1976
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  • EX-MACUMBEIROS SERVEM AGORA A DEUS
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1976
w76 1/11 pp. 652-655

A busca da verdade sempre é recompensada

NESTE mundo, a vida às vezes parece mais uma “roda-viva”, não se chegando a lugar nenhum. Os que buscam a verdade perguntam: Qual é o objetivo da vida? Qual é a finalidade de tudo isso? Há um modo mais feliz de passarmos nossa vida — algo que tenha objetivo?

Jesus Cristo disse: “Persisti em buscar, e achareis.” (Mat. 7:7) E o apóstolo Pedro disse: “Certamente percebo que Deus não é parcial, mas, em cada nação, o homem que o teme e que faz a justiça lhe é aceitável.” — Atos 10:34, 35

Não faz diferença onde se vive. Aqueles que hoje buscam a verdade a encontram e mudam de conceito sobre a vida. Em nenhuma parte é isso mais evidente do que aqui, neste enorme Brasil, uma terra de 8.511.965 quilômetros quadrados, onde as pessoas vivem quase que em todas as situações — nas grandes cidades modernas, nas regiões tropicais e nas mais temperadas, em lugarejos afastados, da densa floresta amazônica, nas montanhas e até mesmo em leprosários. Apesar de tudo, as boas novas da Bíblia estão chegando a tais pessoas.

Atualmente, numa população de uns 107 milhões no Brasil, há provavelmente não mais de 20 por cento que ainda não foram alcançados ou que não têm pelo menos acesso às boas novas do reino de Deus e seu vindouro reinado justo para a terra.

VISITAS A POVOAÇÕES NA BACIA AMAZÔNICA

Na Amazônia, há populações esparsas e enormes distâncias, mas assim mesmo, em alguns dos povoados mais afastados há congregações ou representantes das Testemunhas de Jeová Apesar da escassez de estradas, do perigo de animais selvagens, de cobras e chuvas torrenciais, as Testemunhas fazem grande empenho em se congregar nas suas reuniões bíblicas, pois, muitas delas moram muito longe dos povoados onde se realizam as reuniões.

O único meio de transporte na densa mata amazônica são pequenos barcos a motor e canoas. Essas pessoas mostram verdadeiro apreço pela verdade bíblica que aprendem. Sempre que possível, vão a territórios ainda virgens. Em certa ocasião, dois barcos cheios de homens e mulheres cristãos partiram para visitar povoados e casas isoladas às margens dos igarapés. Visto que não havia eletricidade ali, tomaram emprestado um gerador portátil, a fim de apresentar um discurso bíblico com projeção de diapositivos. Pararam num povoado chamado Botafogo e em vários outros lugarejos, perto do Lago Castanho, falando ali a uma assistência total de 719 pessoas. Em Jaiteua, onde moram quatro Testemunhas de Jeová, o pastor da igreja Assembléia de Deus advertiu seu rebanho para não assistir ao discurso. Apesar disso, setenta e três pessoas vieram, inclusive a própria filha dele!

EX-MACUMBEIROS SERVEM AGORA A DEUS

Boa Vista, Roraima, situada a menos de três graus de latitude ao norte do equador, está à margem dum grande tributário do Amazonas. Ali, uma Testemunha visitou certo homem e sua esposa, que eram macumbeiros já por trinta e quatro anos, e providenciou para eles um estudo bíblico. Este casal passou a compreender que Deus condena a macumba e todas as outras práticas espíritas, e pararam imediatamente com seus ritos de macumba. (Deu. 18:10-12; Isa. 8:19) Leram também Atos 19:18, 19, que fala sobre aqueles a quem o apóstolo Paulo pregara, na cidade asiática de Éfeso: “Muitos dos que se tinham tornado crentes vinham e confessavam, e relatavam abertamente suas práticas. Deveras, um número considerável dos que haviam praticado artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram diante de todos.” Este homem sincero, e sua esposa, prontamente apanharam todos os seus objetos de macumba e fizeram exatamente isso.

Aconteceu exatamente o mesmo que na antiga Éfeso, sobre a qual o relato prossegue: ‘A palavra de Jeová crescia e prevalecia assim de modo poderoso.” Sim, a congregação de Boa Vista aumentou em vinte e um proclamadores ativos das boas novas nos seis meses seguintes. — Atos 19:20.

JOVENS BUSCAM E ACHAM A VERDADE

Assim como em outras partes da terra, os jovens no Brasil, especialmente nas regiões mais povoadas, amiúde ficam bastante perturbados e confusos, inclinando-se muitos a ser rebeldes. Procuram algo que ofereça esperança e um objetivo satisfatório na vida. Para os professores, portanto, é animador e um alívio encontrar jovens que os respeitam e que querem aprender. Estes jovens muitas vezes conseguem ajudar outros desiludidos a achar a verdade e o incentivo para tornar sua vida produtiva.

No Rio de Janeiro, uma professora pediu que uma das Testemunhas de Jeová, mãe de dois filhos, de seis e sete anos de idade, fosse visitá-la em sua casa. A professora conversou por cerca de duas horas com a mãe sobre o bom comportamento de seus filhos e a boa educação que recebiam dos pais. A professora observou: “Sua conduta é exemplar. Nunca participam em motins, nem acusam seus colegas. Não mentem, nem participam em festejos que sejam contrários à sua consciência.”

No fim do ano letivo, a professora dividiu a turma em grupos. Cada grupo tinha a incumbência de falar sobre determinada religião. Um grupo trouxe um padre para responder às perguntas preparadas pela professora. A professora fez perguntas relacionadas com a atitude cristã para com certas questões. Estas haviam surgido na sua palestra com a mãe dos dois meninos. O sacerdote, incapaz de dar respostas específicas, ficou muito embaraçado e foi vaiado pela turma. Aborrecido, chamou a atenção da turma e disse: “Vocês são todos uns capetas, exceto aquelas duas crianças que, como bons católicos, se comportaram muito bem, não desrespeitando um padre!” A professora respondeu: “Aquelas crianças são bem comportadas porque não são católicas, mas Testemunhas de Jeová.” A turma aplaudiu, dizendo: “Queremos ser Testemunhas de Jeová.” Esta ocasião forneceu oportunidade para posteriores palestras bíblicas com muitas das crianças.

Em Curitiba, no Paraná, um professor de português pediu que seus alunos fizessem um trabalho, com tema de sua própria escolha, a ser apresentado em forma oral. Um dos alunos era Testemunha de Jeová. Escolheu falar sobre “A Origem do Homem”. O professor permitiu que os alunos trouxessem pessoas para ser entrevistadas, de modo que o jovem das Testemunhas trouxe consigo um membro maduro da congregação. O tempo concedido era de cinqüenta minutos, mas a palestra foi tão absorvente, que se usaram dois períodos. Quando tocou o sinal para o recreio, todos os alunos ficaram sentados para fazer perguntas. Queriam saber onde as Testemunhas obtinham suas respostas. Foi explicado que a Bíblia tinha as respostas e que um livro que possuíam, intitulado “Veio o Homem a Existir por Evolução ou por Criação?” fornecia as respostas bíblicas, além de apresentar argumentos lógicos e científicos. Usou-se mais outro período para a palestra, e, no fim, quarenta e três dos quarenta e seis estudantes aceitaram o fato de Deus ter criado o homem, e ficaram com muitas Bíblias e livros das Testemunhas. A jovem Testemunha conta: “Iniciamos diversos estudos bíblicos e pelo menos um dos estudantes presentes, que não acreditava antes na criação, crê agora, pois tornou-se Testemunha de Jeová.”

Um jovem estudante de engenharia, em Itajubá, Minas Gerais, ficou interessado nos simbolismos usados no livro bíblico de Revelação (Apocalipse). Ninguém lhe pôde dar respostas convincentes, e ele continuou a orar a Deus, para que alguém viesse ajudá-lo a entender os simbolismos. De volta ao lar, nas férias, foi visitado por Testemunhas de Jeová. Explicaram-lhe alguns pontos e ajudaram-no a reconhecer a necessidade de saber mais sobre a Bíblia inteira. Ele passou a estudar com as Testemunhas, usando o compêndio bíblico A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, e agora já dá testemunho a outros.

A VERDADE CHEGA A PRISÃO

A verdade das boas novas está disponível mesmo aos que haviam levado uma vida ruim. O apóstolo Pedro escreveu aos cristãos: “Já basta o tempo decorrido para terdes feito a vontade das nações, quando procedestes em ações de conduta desenfreada, em concupiscências, em excessos com vinho, em festanças, em competições no beber e em idolatrias ilegais.” (1 Ped. 4:3) Deus ajuda aqueles que se desviam de seu proceder anterior e tomam a vereda certa sob a direção da Bíblia.

Esta verdade é bem demonstrada na Penitenciária Estadual na cidade de São Jerônimo, no Rio Grande do Sul. O diretor da penitenciária pediu que uma das Testemunhas de Jeová proferisse discursos bíblicos, semanais, perante grupos escolhidos de vinte e quatro a trinta detentos. Mais tarde, o diretor comentou a notável mudança em três dos presos. Um deles, que havia sido líder de revoltas e de fugas organizadas, depois de estudar a Bíblia com as Testemunhas, passou a ter a inteira confiança do diretor. Por este motivo, os administradores da penitenciária pediram que os discursos fossem proferidos mais de uma vez por semana, se possível.

OPOSIÇÃO RESULTA NA DIVULGAÇÃO DAS BOAS NOVAS

O apóstolo Paulo disse a cristãos que sofriam forte oposição que o conhecimento de Deus, que divulgavam, era como ‘cheiro de morte’ para os opositores, mas ‘cheiro fragrante de vida’ para os que buscam a verdade que conduz à salvação. — 2 Cor. 2:14-16.

Quando uma das Testemunhas de Jeová, pregadora por tempo integral, se mudou para Mandaguaçu, no Paraná, havia apenas uma família de Testemunhas de Jeová na cidade. A crescente proclamação das boas novas enfureceu o sacerdote local. Aos domingos, durante a Missa, ele mostrava do púlpito as revistas das Testemunhas e avisava os paroquianos a não escutarem as pessoas que pregavam de casa em casa. Em resultado disso, muitos perguntavam às Testemunhas: “Por que o padre faz isso? O que contêm as revistas?”

Uma de tais famílias, de bastante destaque na localidade, estava realmente interessada em saber. Aceitaram ter um estudo bíblico com as Testemunhas. Um pouco mais tarde, quando começaram a freqüentar as reuniões das Testemunhas, outros tomaram ânimo e passaram a estudar. O homem convidou alguns amigos às reuniões. Um deles, católico convicto, depois de ouvir o discurso “As Igrejas Vistas de Perto”, com projeção de dispositivos, foi direto falar com o sacerdote. “Olha”, disse ele, “eu não quero que me engane. Quero que me diga a verdade. É Deus uma trindade? Morreu Jesus numa cruz?” O sacerdote respondeu: “O senhor quer saber mesmo a verdade? Então vá e estude com as Testemunhas de Jeová. Estas lhe mostrarão a verdade.” Em resultado do interesse na Bíblia, suscitado nesta pequena cidade, a congregação aumentou de quatro para dezesseis proclamadores ativos da verdade.

PREGAÇÃO NUM LEPROSÁRIO

Quando Jesus andou na terra, curou toda espécie de doenças, inclusive a temível lepra. (Mat. 11:5) Tais milagres foram apenas um indício do que ele fará durante seu iminente reinado de mil anos. — Rev. 21:3, 4.

Esta esperança certa tem penetrado no coração de muitos nas colônias de leprosos do país, tais como a Colônia Padre Damião, em Minas Gerais. Situada numa zona rural, cercada de morros, o lugarejo tem o aspecto duma pequena cidade típica. A entrada há a enfermaria e outros prédios para o tratamento. A colônia tem uma população de cerca de 800 pessoas, muitas das quais levam uma vida normal em família. Embora estejam ali principalmente para receber tratamento, a maioria faz algum trabalho na colônia. Alguns cuidam dum pequeno pedaço de terra, outros fabricam tijolos, e ainda outros trabalham na padaria local ou na enfermaria. Apenas em casos muito adiantados de lepra é que os pacientes são evidenciados pelas deformações da face e das mãos.

A congregação local das Testemunhas de Jeová é formada por um grupo de quarenta e dois membros alegres, que falam regularmente sobre a Bíblia aos outros. Em adição, um número igual de interessados freqüenta as reuniões no seu Salão do Reino. Quanto valor eles dão ao conhecimento de que em breve não haverá mais doença! (Isa. 33:24; 25:8) Há muitos outros interessados, pois a um discurso assistiram 387 pessoas.

Alguns, ao saberem que têm lepra, caem num estado de total desânimo. As boas novas da Bíblia têm tirado alguns desta condição deprimida. Uma das pacientes estava prestes a suicidar-se, quando foi visitada por uma Testemunha de Jeová, que lhe mostrou na Bíblia a gloriosa esperança para o futuro próximo. A palavra arraigou-se no seu coração, e agora ela fala a outros sobre como podem tornar-se espiritualmente sadios. Houve também um homem apelidado de “terror da colônia”. Sem esperança, enchia seus dias com brigas, desordens e conduta imoral. Mas, ele aceitou a verdade, mudou completamente e tem agora verdadeiro objetivo na vida. Ele serve como um dos anciãos da congregação local, cuidando amorosamente dos interesses espirituais dos outros.

Torna-se assim bem evidente que, não importa onde alguém viva, não importa qual a sua formação ou situação atual na vida, sim, mesmo que sofra as conseqüências mais desfavoráveis duma doença debilitante, os que buscam a verdade não passam sem recompensa. É assim como lemos em Atos 17:26, 27: “[Deus] fez de um só homem toda nação dos homens, para morarem sobre a superfície inteira da terra, e decretou as épocas designadas e os limites fixos da morada dos homens, para buscarem a Deus, se tateassem por ele e realmente o achassem, embora, de fato, não esteja longe de cada um de nós.”

[Mapa na página 652]

(Para o texto formatado, veja a publicação)

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