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  • Perguntas dos Leitores
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
w61 15/5 pp. 318-320

Perguntas dos Leitores

● Quais são os princípios bíblicos que governam a educação dos filhos em lares onde um dos pais é uma dedicada testemunha cristã de Jeová e o outro não é? — Baseado em muitas perguntas recebidas.

Segundo as Escrituras, o marido e pai é o chefe da casa. Se ele for dedicada testemunha cristã de Jeová, recai sobre ele a responsabilidade de cuidar de que sua família receba provisões espirituais bem como materiais. (1 Tim. 5:8) Mesmo que sua esposa seja descrente, ele deve cuidar de que seus filhos recebam a devida educação cristã, treinando-os tanto em casa como no Salão do Reino e deverá fazer tudo ao seu alcance para ajudar a sua esposa a apreciar a verdade da Palavra de Deus. Por outro lado, deve conceder à esposa liberdade de adorar a Deus à maneira dela, e, às vezes, ela talvez insista em levar as crianças para o lugar de adoração dela. Conceder-lhe liberdade de adoração pode até significar permitir que ela coloque uma árvore de Natal num dos quartos da casa naquela época, embora o marido crente não permita que os outros quartos da casa ou o lado de fora sejam decorados. Concedendo assim liberdade de adoração à sua esposa, ele mostra que a ama como a si mesmo. — Efé 5:28, 29.

Da mesma forma, o pai descrente, visto que é o chefe da casa, pode ditar a religião de seus filhos. Todavia, visto que a mãe é responsável pela conduta dos filhos na ausência do pai, ela deve inculcar neles princípios justos e pode testemunhar-lhes à medida que surjam as oportunidades. No caso em que o marido se opõe severamente, talvez ela não possa levá-los ao serviço ou às reuniões, se ele o proíbe. Mas ela pode continuar, por vários meios, a ensinar das crianças princípios e verdades da Bíblia. Se os filhos fizerem perguntas, ela tem o direito de responder a estas.

Suponhamos que o pai insistisse na questão da saudação à bandeira. Visto que todo cristão é instruído pela Palavra de Deus a fazer uma defesa de sua crença e de seu proceder, a mãe dedicada tem o direito de fazer tal defesa e de dar uma explicação, não só a seus filhos, mas também a seu marido, de modo que todos na família entendam a sua fidelidade para com os princípios cristãos. (1 Ped. 3:15) Visto que neste caso o pai se opõe a que a mãe obrigue os filhos a cumprir este princípio bíblico quanto si saudação da bandeira, então, a não ser explicar aos filhos qual é a posição bíblica quanto ao, assunto, a mãe não teria o direito de insistir em que os filhos cumpram o principio bíblico neste respeito, porque o, pai, como chefe da casa, exige que os filhos participem na cerimônia. Os filhos teriam de considerar o que o pai quer, e a mãe não pode interferir, enviando um recado para as professoras, pedindo que seus filhos sejam dispensados quando se realiza a cerimônia na escola. Todavia, se, depois de os filhos aprenderem a posição da mãe e apreciarem que isso é bíblico e por conseguinte a vontade de Deus, e, se de sua própria consciência, tomarem a sua posição na escola e em outra parte, recusando participar em tais cerimônias, então; naturalmente, tal ação não é devida a insistência da parte da mãe, mas é a própria decisão dos filhos, e o marido não poderá achar falta nela. Afinal de contas, a criança teia a responsabilidade de tomar a sua própria atitude, segundo a sua consciência, e se o pai a castigar se, por causa da consciência, ela recusar participar em cerimônias patrióticas, então a criança estará sofrendo por causa da justiça. — 1 Ped. 2:19, 20.

Em harmonia com o conselho que se acha em 1 Pedro 3:1-8, a dedicada esposa cristã de um descrente será exemplar na sua conduta e mostrará profundo respeito pelo seu marido é ensinará o mesmo a seus filhos. Não obstante, ela não deixará de participar ativamente na adoração verdadeira, e, mediante a sua conduta fiel e as coisas sobre as quais ela fala, ela exercerá uma influência poderosa tanto sobre o marido como sobre os filhos, para que eles também sejam salvos. — 1 Cor. 7:14, 16.

No caso em que a criança mostre apreciação das verdades bíblicas que aprendeu do genitor crente, os princípios cristãos também governam o proceder que deve seguir. O pai descrente ainda assim pode insistir em que o filho freqüente a igreja, e a criança menor, corretamente submissa ao pai, estará obrigada a fazer isso; mas, na igreja, não poderá participar conscienciosamente nas cerimônias idólatras, e, quando surgir oportunidade, durante as aulas, ela defenderá a Palavra de seu Pai celestial. Quando o pai descrente exigir dele que, faça algo que é diretamente uma violação da lei de Jeová Deus, a criança será guiada pelo conselho da Bíblia: “Importa antes obedecer a Deus que aos homens.” “Quem ama seu pae ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim.” “Filhos, obedecei a vossos paes no Senhor; pois isto é justo.” — Atos 5:29; Mat. 10:37; Efé. 6:1.

Portanto, em todas as situações, os membros dedicados de casas divididas avaliam corretamente as suas circunstâncias. Reconhecem que a sua primeira responsabilidade é para Deus, e, em harmonia com isso, cumprem as instruções dadas por Deus sobre reconhecer a chefia na família e mostram o devido amor e profundo respeito.

● Na página 129 do livro Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado se diz que João estava sozinho quando Jesus veio a ele para ser batizado. Por que se faz esta declaração?

Não há texto que faça especificamente esta declaração, mas toda a evidência bíblica aponta nesta direção. Jeová Deus comissionou João Batista a apresentar Jesus como o Cordeiro de Deus. Para que João estivesse capacitado a identificar o Messias quando este viesse e assim o pudesse apresentar convincentemente aos outros judeus, Jeová Deus disse a João que aquele sobre quem visse descer o espírito de Deus seria o Messias prometido, aquele que batizaria com espírito santo. — João 1:29-34.

Segue-se daí que, visto ter este sido um sinal dado a João, para torná-lo qualificado para executar a sua comissão, outros não foram assim feitos testemunhas, visto que não foram comissionados para isso. De fato, se uma grande multidão tivesse estado ali e presenciado o que ocorreu — a descida do espírito santo em forma corporal duma pomba, pousando sobre Jesus, e a própria voz de Jeová proclamando do céu: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado” — teria criado tal sensação, que teria sido proclamado logo em toda a parte, e toda a Galiléia e Judéia teriam sabido disso. Ainda mais, se este tivesse sido o caso, certamente pelo menos um dos escritores do Evangelho teria registrado o efeito que este milagre teve sobre a multidão que o testemunhou. Portanto, embora não haja texto bíblico especifico que declare em tantas palavras que João e Jesus estavam sozinhos por ocasião do batismo de Jesus, esta é a inferência lógica do testemunho bíblico que se refere ao assunto. — Mat. 3:16, 17, NM.

Neste respeito é de interesse notar que, quando Jeová escolheu novamente dar testemunho similar a respeito de Jesus, este tomou consigo apenas três dos seus apóstolos preferidos para testemunharem este milagre. Isto se deu no monte da transfiguração, onde Jeová falou palavras similares: “Este é o meu Filho, o Amado, a quem aprovei; a ele ouvi.” — Mat. 17:1-5, NM.

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