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  • Será que é bom conselho?
    A Sentinela — 1964 | 1.° de setembro
    • ser ouvidos pelos juízes. Isto se encontra em Deuteronômio 19:17, 18 (Maredsous): ‘Ambos os contendores comparecerão diante do Senhor, na presença dos sacerdotes e dos juízes que estiverem em exercício naqueles dias. Depois de uma cuidadosa investigação feita pelos juízes: É necessário que, faça uma decisão neste caso, mas, antes de fazê-la, faça uma pesquisa cabal. Ouça o meu lado. A Bíblia diz que é uma vergonha se não o fizer: ‘Quem responde antes de ouvir, passa por tolo e se cobre de confusão.’ — Pro. 18:13, Maredsous.

      “Isto é que é justo. Contudo, mais do que é justo, é o que o cristão deve fazer. Se eu estiver errado, compete-lhe como cristão que acha estar certo, mostrar-me o meu êrro. A Bíblia diz em Provérbios 3:27 (Maredsous):‘Não negues um benefício a quem é devido, quando está em tuas mãos fazer isto.’ Se acha que tem a verdade, por favor, não a negue a mim. Se Deus lhe tem confortado com a verdade, le fêz isso para que pudesse confortar a outros com a verdade: ‘O Deus de todo o consôlo, que nos consola em tôda a nossa tribulação, para que possamos consolar os [que estiverem] em qualquer sorte de tribulação, por intermédio do consôlo com que nós mesmos estamos sendo consolados por Deus.’ (2 Cor. 1:3, 4) Se tiver a verdade de Deus e eu não, conforte-me com ela. Isaías 1:18, (ALA) diz: ‘Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados são como a escarlate, êles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.’ Se meus pecados são como a escarlate, arrazoe comigo e mostre-me meus erros de modo que possa embranquecer e me tornar como a neve, à vista de Deus.

      “A Bíblia diz que façamos aos outros o que queremos que êles nos façam. Se não tivesse a verdade e outros a tivessem, quereria que essas outras pessoas lhe falassem dela. Se acha que a possui e eu não, por favor, fale-me dela. Faça comigo o que gostaria que lhe fizessem. Acho que tenho a verdade; vim aqui para lhe falar dela. Se eu não a tiver, eu quero obtê-la. Pedro mudou de religião para se tornar cristão. Eu também mudarei da minha para me tornar cristão, se fôr necessário. Até agora tenho sido franco consigo. Queira também ser franco comigo no espírito de justiça e de amor cristão, e diga-me quais são suas objeções, de modo que eu possa refutá-las ou ser ajudado!”

      Crê-se que tal apêlo bíblico toque no coração das pessoas semelhantes a ovelhas e acabe com quaisquer ares polidos e pretensos de cabeça-de-vento, oriundos de maus conselhos e de hipocrisia.

  • Da boca dos pequeninos
    A Sentinela — 1964 | 1.° de setembro
    • Da Bôca dos Pequeninos

      O filhinho de uma família dedicada das testemunhas de Jeová olhou pela janela e viu passar uma procissão, com um caixão enfeitado de flôres e um bonequinho em cima, e todos com vela acêsa e cantando hinos. Tendo ouvido o pai ler o Salmo 115 e explicar que tal era prática de idolatria, a qual é repugnante a Jeová, o garoto pôs a cabeça para fora da janela e começou a gritar: “Isso não adianta nada. Isso é idolatria. ‘Têm bôca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem.’” Nesta altura seus pais o chamaram e lhe explicaram que não devia fazer isso. Nascido em família dedicada, aprendera a obedecer aos pais. Êles lhe ensinaram a ler e escrever.

      Aos sete anos se tornou publicador, às vêzes fazendo mais de cinqüenta horas por mês no campo, pregando com bons resultados. Assim que recebia o Ministério do Reino, aprendia o nôvo sermão com entusiasmo.

      Quando os pais o levaram a uma Assembléia de Distrito em São Paulo, simbolizou a sua dedicação pela imersão em água.

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