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  • Por que há infelicidade na vida familiar?

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  • Por que há infelicidade na vida familiar?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1971
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1971
w71 15/3 pp. 161-164

Por que há infelicidade na vida familiar?

ESTA pergunta é feita muitas vezes hoje em dia. Sim, mais ainda do que antigamente. Mas por que é hoje a vida familiar tantas vezes infeliz?

Ora, o que se precisa para se ser feliz? Para alguém ser feliz, é preciso satisfazer suas necessidades físicas, emocionais e espirituais. Mas como se consegue isto? Consegue-se isto sempre por se esforçar em prol de coisas materiais? Se fosse assim, seria de se esperar que os países com um alto padrão de vida usufruíssem a vida familiar mais feliz. Mas o que mostram os fatos?

Em países prósperos, tais como a Dinamarca, há evidência de crescente infelicidade na vida familiar. Disse a professora dinamarquesa Estrid Nielsen: “Muitos lares se tornaram simples pensões pequenas, em que cada membro da família cuida de si do melhor modo possível.”

E em muitos países em que as pessoas usufruem as “coisas boas” da vida, inclusive um lar agradável, há amiúde uma alta proporção de suicídios entre os membros das famílias. Um diário de Copenhague disse recentemente: “Na Dinamarca atual a situação é que o suicídio subiu ao terceiro lugar nas causas da morte de pessoas entre 15 e 45 anos de idade.” Sobre o significado disso, escreveu um jornalista no Berlingske Tidende de Copenhague: “Há uma coisa importante de que não nos devemos esquecer neste aparentemente tão despreocupado país de bem-estar social, e esta é que temos a segunda proporção mais elevada de suicídios no mundo. Para mim, isto constitui evidência triste de que o bem-estar material não é o mesmo que felicidade.”

Apesar dos confortos materiais, há também infelicidade entre os membros da família por causa do alcoolismo. Na Dinamarca, o número de pessoas tratado por alcoolismo é de 25.000 por ano. “Não me surpreende”, declara a conselheira social Brigitte Winkel, “que os maridos cedam sob a tensão — resultado natural das contínuas demandas maiores do seu trabalho, quanto a maior produção, e de sua esposa, quanto a maior capacidade de remuneração. Nem fico surpresa de que a dona-de-casa doméstica fique com os nervos arruinados por causa das tarefas domésticas monótonas e insípidas, que não lhe fornecem contato suficiente com outras pessoas, e assim amiúde procure refúgio nas trevas do alcoolismo e das pílulas.”

Além disso, que dizer da infelicidade dos membros jovens da família, que se evidencia, por exemplo, no freqüente abuso das drogas? O Ministro da Justiça dinamarquês declarou que o número de pessoas, em Copenhague, envolvidas em casos de abuso de drogas aumentou em mais de 1400 por cento de 1963 a 1968! O maior aumento ocorreu entre os jovens.

A culpa do abuso das drogas entre os jovens tem sido lançada sobre o problema habitacional, entre outras coisas. Mas o chefe da Divisão de Narcóticos da polícia de Copenhague declarou: “Estes abusadores não costumam vir de apartamentos pequenos e ruins. A maioria deles vem de habitações maiores e melhores, onde têm os seus próprios quartos, gravadores, fonógrafos e tudo o mais que desejam. Os que usam drogas nem sempre procedem do que chamamos de lares ruins. . . . sua relação com os pais é insegura. . . . A verdade é que os pais não se preocupam em saber onde estão os seus filhos.”

Portanto, o que se evidencia? Que a infelicidade entre os membros jovens das famílias se relaciona muitas vezes com a falta de supervisão parental e especialmente com a falta de um objetivo digno na vida. A ênfase excessiva em coisas materiais, em muitos países, tem resultado numa vida familiar desequilibrada.

Muitas famílias se desviaram da Bíblia. Em resultado disso, desfizeram-se os valores morais e muitas famílias virtualmente não têm nenhuma orientação moral.

Por isso, algumas autoridades acreditam que a causa real de tanta infelicidade na vida familiar seja que as pessoas abandonaram a igreja. Na Dinamarca, cerca de 97 por cento da população está registrada como membros da igreja, mas acredita-se que menos de 3 por cento freqüentam a igreja, e isso nem mesmo regularmente.

Mas é a razão disso a apatia de freqüentar a igreja? É a igreja um baluarte contra a imoralidade? Defende e sustenta ela realmente os elevados princípios da Bíblia, tais como o conselho: “Fugi da fornicação”? (1 Cor. 6:18) Ou contribui a igreja para a decadência moral?

Pois bem, que espécie de ajuda moral recebe a família e especialmente os jovens da parte da igreja? A maioria dos clérigos na Dinamarca diz o mesmo que o deão da igreja Holmens em Copenhague: “Todos precisam elaborar as suas próprias normas de moral . . . Se procurarmos leis de moral no Novo Testamento, procuraremos em vão.” Quando a Bíblia é tão deturpada pela igreja, que ajuda pode receber a família?

Por exemplo, quem tiraria proveito de procurar conselho sobre a vida familiar duma igreja em que o ministro declara na revista paroquial: “Nada adianta limitar todo o sexo ao casamento. . . . Do ponto de vista ético e cristão pode ser correto que os jovens tenham relações sexuais antes do casamento, e pode ser igualmente correto para pessoas casadas . . . terem relações sexuais fora do matrimônio. Não digo que seja sempre correto, mas pode ser correto, sim, necessário”? — Vedbœk-Gl. Holte Kirkehilsen, julho-agosto de 1964.

Não é de se admirar que outro clérigo dissesse: “Os jovens, na Dinamarca, dificilmente podem esperar qualquer ajuda da Igreja.” E outro clérigo escreveu um artigo num jornal, sob o título “A Igreja não Tem Moral”, dizendo: “Neste tempo de confusão moral, a Igreja só tem uma coisa a dizer: Seus pecados estão perdoados.” — Rødovre Avis, 12 de março de 1964.

Em vista disso, pode-se perguntar: Ajudaram as igrejas da cristandade realmente a criar uma vida feliz em família? Ajudaram às famílias a evitar o excesso de ênfase às coisas materiais, negligenciando-se a instrução da Palavra de Deus? Satisfizeram as necessidades espirituais do povo? Não!

Embora as famílias se sintam abandonadas pelas igrejas, não foram abandonadas por Deus, nem pelo verdadeiro cristianismo. A Palavra de Deus tem ajudado a centenas de milhares de famílias a encontrar a verdadeira felicidade, conforme poderá saber pelo artigo que segue.

[Capa na página 161]

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