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    • soma sendo então entregue ao pai dela. (Deut. 22:13-21) A prostituição da filha dum sacerdote trazia o descrédito ao cargo sagrado dele. Ela devia ser morta, daí queimada, como algo detestável. (Lev. 21:9; veja também Levítico 19:29.) A fornicação entre pessoas casadas (adultério) era violação do sétimo mandamento e trazia a pena de morte para ambas as partes envolvidas. — Êxo. 20:14; Deut. 5:18; 22:22.

      Caso um homem cometesse fornicação com uma serva que tinha sido designada a outro homem, mas que não tinha sido redimida nem liberta, eles deviam ser punidos, mas não deviam ser mortos. (Lev. 19:20-22) Evidentemente isto se dava porque a mulher ainda não estava livre, tendo pleno controle de suas ações, como aconteceria com uma jovem noiva livre. O preço de redenção não tinha ainda sido pago, ou, pelo menos, não tinha sido plenamente pago, e ela ainda era uma escrava de seu amo.

      PROIBIDA PARA OS CRISTÃOS

      Jesus Cristo restaurou o padrão original de Deus — a monogamia (Mat. 5:32; 19:9) — e mostrou a perversidade da fornicação por classificá-la no mesmo nível que os raciocínios iniquos, os assassínios, o roubo, o falso testemunho e a blasfêmia, indicando que tais coisas provinham de dentro do homem, de seu coração, e o maculavam. (Mat. 15:19, 20; Mar. 7:21-23) Mais tarde, o Corpo Governante da congregação cristã, composto dos apóstolos e dos anciãos em Jerusalém, escreveu aos cristãos, em 49 E.C., avisando-os sobre a fornicação, e colocando-a ao lado da idolatria e do comer sangue. — Atos 15:20, 29 ; 21:25.

      O apóstolo Paulo indica que a fornicação é uma das obras da carne, o oposto dos frutos do espirito de Deus, e avisa que a prática das obras carnais impedirá a pessoa de herdar o Reino. (Gál. 5:19-21) Ele aconselha o cristão a amortecer seu corpo “com respeito à fornicação, . . . que é idolatria”. (Col. 3:5) Com efeito, avisa que não devia ser um tópico de palestra entre os cristãos, que deviam ser santos, assim como os israelitas não deviam usar os nomes dos deuses pagãos das nações que os cercavam. — Efé. 5:3; Êxo. 23:13.

      A fornicação é uma ofensa pela qual um indivíduo pode ser expulso (desassociado) da congregação cristã. (1 Cor. 5:9-13; Heb. 12:15, 16) O apóstolo explica que o cristão que comete fornicação peca contra seu próprio corpo, usando os órgãos reprodutivos para uma finalidade pervertida. Ele sofre grandes influências adversas em sentido espiritual, traz a impureza para dentro da congregação de Deus e se coloca abertamente em perigo de contrair mortíferas doenças venéreas. (1 Cor. 6:18, 19) Ele usurpa os direitos de seus irmãos cristãos (1 Tes. 4:3-7) por (1) trazer a impureza e a tolice vergonhosa, junto com vitupério, para a congregação (Heb. 12:15, 16), (2) privar aquele com quem comete fornicação de uma posição moral limpa e do direito de ser limpo, a fim de contrair um casamento puro e limpo, e (3) privar sua própria família dum registro moral limpo, bem como por transgredir contra os pais, o marido ou noivo da pessoa com quem comete fornicação. Desconsidera, não o homem, cujas leis podem permitir ou não a fornicação, mas a Deus, que exigirá a punição pelo pecado de tal pessoa. — 1 Tes. 4:8.

      EMPREGO SIMBÓLICO

      Jeová Deus falou da nação de Israel, que estava em relação pactuada com ele, como sendo uma “esposa”. (Isa. 54:5, 6) Quando aquela nação se tornou infiel a Ele, ignorando-o e voltando-se para outras nações, tais como o Egito e a Assíria, em busca de ajuda, e fazendo alianças com elas, Israel era como uma esposa infiel, uma adúltera, uma prostituta, alguém que comete fornicação promiscuamente. (Eze. 16:15, 25-29) Semelhantemente os cristãos, que se acham numa relação dedicada com Deus ou professam manter tal relacionamento, caso sejam infiéis por se empenharem na adoração falsa ou por serem amigos do mundo, são chamados de adúlteras. — Tia. 4:4.

      Babilônia, a Grande, descrita no livro bíblico de Revelação como uma meretriz, representa assim, simbolicamente, algo religioso. Suas várias seitas, “cristãs” e pagãs, afirmam ser organizações da adoração verdadeira. Mas ela se consorcia com os regentes deste mundo em busca de poder e das riquezas materiais, e, “os reis da terra cometeram fornicação” com ela. Seu proceder impuro e aviltado de fornicação tem sido detestável aos olhos de Deus, e tem provocado grande derramamento de sangue e angústia na terra. (Rev. 17:1-6; 18:3) Devido a seu proceder, ela sofrerá o julgamento de Deus sobre aqueles que praticam a fornicação, a saber, a destruição. — Rev. 17:16; 18:8, 9.

  • Forno
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    • FORNO

      Câmara aquecida para cozer ou assar alimentos. O forno (Heb. , tannúr; gr. , Klíbanos) dos hebreus e de outros era de vários tipos.

      Fornos de considerável tamanho, consistindo em um buraco redondo no chão, têm sido usados no Oriente Médio até os tempos modernos, alguns tendo até c. 1, 50 ou 1, 80 m de fundo, e c.1 m de diâmetro. Num forno deste tamanho, era possível assar uma ovelha inteira, por suspendê-la sobre pedras quentes ou brasas.

      O forno em forma de tigela era usado nos tempos bíblicos e era provavelmente similar ao empregado pelos campônios palestinos nos tempos modernos. Grande taça ou tigela de barro é colocada em posição invertida sobre pequenas pedras, o pão sendo colocado e assado sobre elas. A taça é aquecida pela combustão de algo ajuntado sobre ela e ao redor dela.

      Cada casa hebréia provavelmente possuía um portátil forno de jarra, tipo ainda usado na Palestina. Tratava-se de grande jarra de barro, com c. 90 cm de altura, tendo uma abertura no topo e alargando-se em direção ao fundo. Para aquecê-lo, queimava-se dentro dele algum combustível, tal como lenha ou mato, as cinzas sendo removidas por meio de um buraco provido para esse fim. Fechava-se o topo e, quando a jarra estava suficientemente quente, espalhava-se a massa de pão ao redor de sua parte interna ou externa. O pão cozido dessa forma era bem fino.

      Os arqueólogos têm desenterrado grande número de fornos de covas. Tratava-se, como é evidente, de melhoramentos do forno de jarra. Este tipo, em parte enfiado no chão e em parte acima do solo, era construído de argila e era revestido cabalmente. Afinava-se em direção ao topo e o combustível era queimado dentro dele. Monumentos e pinturas revelam que os egípcios colocavam a massa junto à parede externa destes fornos. Como combustível, os hebreus que utilizavam este tipo de forno talvez empregassem raminhos ou mato secos. (Compare com Mateus 6:30.) Em tal forno podia-se também assar carne. É interessante que os fornos agora usados pelos camponeses da Palestina diferem pouco dos encontrados nas antigas ruínas, ou dos representados nos relevos e nas pinturas assírios e egípcios. Na antiga Caldéia os fornos se localizavam nos pátios das casas, e, atualmente, podem ser encontrados em pequenas “padarias” nos quintais das moradias, embora os fomos também possam ser agrupados em uma certa área do povoado. Grandes fornos públicos ainda são utilizados.

      USO ILUSTRATIVO

      O forno é usado numa expressão que denota a escassez, em Levítico 26:26, que reza: “Quando eu [Jeová] vos tiver quebrado os varais em que se penduram os pães de forma anular, então é que dez mulheres cozerão vosso pão em apenas um forno e darão vosso pão de volta pelo peso; e tereis de comer, mas não vos fartareis.” E Oséias 7:4-7 compara os israelitas adúlteros a um forno de padeiro, aparentemente por causa dos desejos iníquos que ardiam dentro deles.

  • Forno De Calcinação
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    • FORNO DE CALCINAÇÃO

      Uma câmara de aquecimento feita para o processamento de vários materiais. (Gên. 19:28; Êxo. 9:8, 10) Os fornos de calcinação dos tempos antigos eram usados para o cozimento de tijolos, para cozer cerâmica e para processar cal. Diferente do significado moderno da expressão portuguesa, o vocábulo hebraico kivshán não abrange estruturas classificadas como fornos para alimentos. — Veja FORNO.

      Em vista do progresso feito nos tempos pré-diluvianos no forjamento de ferramentas de cobre e de ferro (Gên. 4:22), os fornos de calcinação provavelmente foram inventados num ponto bem remoto da história humana. Embora não sejam diretamente mencionados, há evidência de seu uso nos dias de Ninrode. Quando prestes a construir a cidade de Babel e sua torre na terra de Sinear, o povo pós-diluviano disse: “Vamos! Façamos tijolos e cozamo-los por um processo de queima.” (Gên. 11:3) Antigas ruínas babilônias revelam que tijolos cozidos no forno já eram usados desde os tempos antigos. Tais tijolos duráveis eram usados nas estruturas mais importantes, para paredes revestidas e para áreas pavimentadas.

      Os fornos egípcios para cerâmica eram como uma chaminé que se vai afilando, tendo um dispersor perfurado entre o buraco da chama embaixo e a câmara de combustão acima. A cerâmica era colocada nesta câmara antes de se provocar a ignição do combustível. A alimentação correta do forno era um segredo comercial entre os oleiros egípcios, e era preciso perícia para conseguir as qualidades desejadas nos produtos acabados. A corrente criada pelo ar que subia da lareira pelo tubo da caldeira empurrava a chama pelas perfurações do dispersor e permitia que circulasse em torno da cerâmica, antes de sair pela chaminé.

      Fornos de calcinação ou fornalhas palestinos, descobertos em Megido, medindo c. 2, 5 por 3 m, têm a forma dum “U”. Neste tipo, a lareira se situa na curva da câmara. Evidentemente, a corrente que entrava abaixo da porta da lareira empurrava as chamas pelas duas câmaras de cozimento e as fazia sair pelos dois tubos de caldeira situados nos fundos do forno de calcinação.

  • Foro
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    • FORO

      Veja ÁPIO, FEIRA DE.

  • Fortificações (Praças Fortes)
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    • FORTIFICAÇÕES (PRAÇAS FORTES)

      Ao passo que as fortificações e os sistemas de defesa eram basicamente os mesmos no decorrer da história bíblica, a competição entre os métodos de defesa e de ataque resultavam continuamente em mudanças e em novos inventos.

      Visto que a fortificação de uma cidade pequena era algo custoso e difícil, exigindo uma força adequada de defesa, nem todas as pequenas cidades eram fortificadas. As cidades maiores eram usualmente muradas, as cidades menores daquela área, conhecidas como aldeias dependentes, não sendo muradas. (Jos. 15:45, 47; 17:11) Os habitantes destes povoados podiam fugir para a cidade murada no caso de uma invasão inimiga. As cidades fortificadas serviam assim como refúgio para as pessoas da área.

      Três quesitos essenciais eram necessários para uma cidade fortificada: (1) muros para agir como barreira contra o inimigo, (2) armas, de modo que as forças defensivas pudessem retaliar, a fim de repelir os atacantes, e (3) adequada reserva de água. Gêneros alimentícios podiam ser estocados durante épocas de paz; mas uma fonte constante e acessível de água era essencial para que uma cidade suportasse um sítio de qualquer duração.

      MÉTODOS DE ATAQUE

      A fortificação das cidades tinha de levar em conta os vários métodos de ataque. Havia o método de (a) um estratagema, ou ataque de surpresa, tal como a estratégia empregada por Josué em Ai, atraindo os defensores dela para

Publicações em Português (1950-2026)
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