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  • É sua dádiva boa, melhor ou a melhor?

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  • É sua dádiva boa, melhor ou a melhor?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1981
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1981
w81 1/2 pp. 3-4

É sua dádiva boa, melhor ou a melhor?

NÃO percebeu como o contentamento contribui para a paz mental, bem como para a paz com outros? Foi por isso que o apóstolo Paulo pôde escrever: “É meio de grande ganho, esta devoção piedosa junto com a auto-suficiência. Pois não trouxemos nada ao mundo, nem podemos levar nada embora. Assim, tendo [alimento] e [roupa], estaremos contentes com estas coisas.” De fato, foi mais além, exortando cada um a se contentar com sua própria sorte, quer escravo, quer homem livre, quer casado, quer solteiro. — 1 Tim. 6:6-8; 1 Cor. 7:12-27.

Entretanto, em se tratando da expressão de virtudes cristãs, tais como a generosidade, poderíamos muito bem perguntar se deveríamos estar inclinados a nos contentar com o nosso desempenho. Estamos satisfeitos em simplesmente fazer o que poderia ser qualificado como “bom”, quando poderíamos fazer aquilo que é melhor, ou até mesmo o melhor?

Por exemplo, o que dizer de contribuir para uma causa realmente digna ou de ajudar uma pessoa necessitada que mereça? Fazer uma contribuição modesta tal vez seja considerado bom, visto que certamente é melhor do que não dar nada; e sem levar em conta a quantia, fará algum bem. Neste respeito, alguns se orgulham de dar o dízimo, ou a décima parte, de sua renda. Certamente, isso poderia ser considerado como bom, embora não haja nada na Palavra de Deus que exija que os cristãos paguem o dízimo. No entanto, o fato é que, para os bem pobres ou os quase indigentes, o dízimo talvez represente uma verdadeira privação, enquanto que para o rico não represente absolutamente nenhum sacrifício.

Se toda essa dádiva pudesse ser considerada como “boa”, então o que se consideraria como dádiva “melhor”? Seria dar proporcional aos recursos da pessoa. Isto é o que Jeová Deus exigia dos israelitas em conexão com suas festividades anuais. Ele lhes ordenou: “Três vezes no ano, todo macho teu deve comparecer perante Jeová, teu Deus, no lugar que ele escolher: na festividade dos pães não fermentados [em conexão com a Páscoa], e na festividade das semanas [na ocasião de Pentecostes], e na festividade das barracas [no fim do período da colheita], e ninguém deve comparecer perante Jeová de mãos vazias. A dádiva da mão de cada um deve ser proporcional à bênção de Jeová, teu Deus, que ele te tiver dado.” — Deu. 16:16, 17.

Este é certamente um requisito justo, e foi reconhecido como tal pelo apóstolo Paulo. Assim, ao incentivar os cristãos prósperos em Corinto a fazerem contribuições para seus irmãos necessitados em Jerusalém, ele escreveu: “Pois, se houver primeiro a prontidão, é especialmente aceitável segundo o que a pessoa tem, não segundo o que a pessoa não tem. Porque não tenciono que seja fácil para os outros, mas difícil para vós; mas que o vosso excedente, por meio duma reciprocidade, contrabalance agora mesmo a deficiência deles, a fim de que o excedente deles também venha a contrabalançar a vossa deficiência, para que haja reciprocidade. Assim como está escrito: ‘Quem teve muito, não teve de mais, e quem teve pouco, não teve de menos.’” — 2 Cor. 8:12-15.

Esta questão de dar segundo o que a pessoa tem pode ser considerada um princípio tanto consolador como esquadrinhador do coração. Como? É um princípio consolador para o cristão que tem pouco para dar. Conquanto o que ele dê seja proporcional ao que ele tem, pode estar contente. Por outro lado, é um princípio esquadrinhador do coração para o cristão que tem muitos bens, que é rico, pois ele pode bem perguntar a si mesmo se sua dádiva, ainda que maior que a dos outros, é proporcional às suas riquezas.

Se o dar segundo os recursos da pessoa pode ser considerado uma dádiva “melhor”, então o que poderia ser qualificado como “a melhor” no que tange a expressar generosidade? Seria dar com grande sacrifício pessoal. Neste respeito, o Criador, Jeová Deus, nos dá o mais excelente exemplo, pois, o que lemos em João 3:16? “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito”, seu tesouro e bem mais caros, “a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” E o Filho de Deus, Jesus Cristo, deu da mesma forma, pois, como disse: “Ninguém tem maior amor do que este, que alguém entregue a sua alma a favor de seus amigos.” — João 15:13.

Nisto Jesus serve de modelo para seguirmos de perto seus passos, assim como ele mesmo declarou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” — João 13:34, 35; 1 Ped. 2:21.

Os cristãos em Filipos expressaram esta espécie de amor. Lemos em 2 Coríntios 8:1-4: “Agora, deixamo-vos saber, irmãos, com respeito à benignidade imerecida de Deus, que tem sido concedida as congregações da Macedônia, que, durante uma grande prova, sob atribulação, a abundância da alegria e a profunda pobreza deles fizeram abundar as riquezas de sua generosidade. Pois, isso foi segundo a capacidade real deles, sim, testifico que foi além de sua capacidade real, ao passo que nos rogavam espontaneamente, com muita súplica, pelo privilégio de dar bondosamente e pela participação no ministério destinado aos santos”, isto e, aos cristãos necessitados em Jerusalém. Não foi sem boa razão que Paulo aconselhou àqueles cristãos ricos em Corinto: “Que abundeis também nesta espécie de dar.” — 2 Cor. 8:7.

Por que não deveríamos contentar-nos em fazer uma dádiva simplesmente nominal, ou simbólica, quando podemos dar o que é melhor ou até mesmo o melhor? Porque esta e a obrigação imposta aos cristãos pela Palavra de Deus, tanto por instrução como por exemplo, assim como vimos. Além disso, há uma certa satisfação em a pessoa saber que superou o instinto egoísta de ajuntar riquezas e que deu generosamente. E, mais do que isso, há também o princípio bíblico que governa tais assuntos, de cujo efeito não podemos escapar, a saber: “Quem semear parcimoniosamente, ceifará também parcimoniosamente; e quem semear generosamente, ceifará também generosamente.” Ceifará o quê? Não recompensas materiais, mas espirituais, ao guardar as palavras de Jesus: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” — 2 Cor. 9:6; Atos 20:35.

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