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  • Resposta à convocação — de mais missionários
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Despertai! — 1985
g85 22/2 pp. 25-27

Resposta à convocação — de mais missionários

“AGUARDÁVAMOS todo dia a chegada do carteiro”, afirma Andrew Reed, “cheios de esperança”. Para Andrew e sua esposa, Miriam, chegou a tão ansiada carta — o convite para cursarem a 77.ª turma da Escola de Gileade, a escola de treinamento para missionários da Sociedade Watchtower, em Brooklyn, Nova Iorque, EUA. Estavam prontos para partir.

Paul e Pamela Worcester também estavam prontos para partir. “Estávamos de mudança para servir onde havia mais necessidade”, afirma Paul, explicando que se mudavam para uma pequena congregação no estado de Kansas. Pamela acrescenta: “Já nos tínhamos organizado, vendendo certas coisas e livrando-nos de outras. Assim, ao recebermos o convite para cursar Gileade, simplesmente concluímos os assuntos, e, em vez de ir para Kansas, viemos para cá.”

O que têm em comum estes homens e mulheres jovens que cursaram recentemente a Escola de Gileade? Eles, como seus colegas — 37 estudantes ao todo — estavam prontos, sim, ansiosos, de ir a Brooklyn para receber treinamento missionário. “Este é um sonho que se tornou realidade”, disse um dos estudantes. Todos eles, sem exceção, estavam dispostos a fazer ajustes na vida para responder a tal convocação.

Era certamente assim que se sentiam Mark e Patrícia Noumair, membros desta turma, ao receberem o convite para Gileade. “Mas”, afirma Patrícia, “não foi difícil, porque há muito já estávamos trabalhando para isso. Conservávamos bem simples a nossa vida. Fazíamos serviços de limpeza o suficiente para o sustento de nós dois. Se surgiam oportunidades de novos negócios, que não podíamos cuidar, passávamos para outros.” Em questão de duas semanas, venderam sua casa-móvel e sua microempresa. Afirma Mark: “Estávamos prontos para partir.”

Um espírito assim caracteriza cerca de 6.100 ministros que já cursaram a Escola de Gileade desde 1943, ano em que tal escola foi inaugurada. Mas, por que buscar servir como missionário quando poderiam seguir carreiras mais confortáveis, ou até mesmo pregar por tempo integral mais perto de casa?

“É uma boa pergunta”, afirma Karen Enns, uma das seis jovens solteiras da 77.ª turma, que disse adeus a seus bons amigos de Alma, Quebec, Canadá. “Eu gostava das pessoas de Alma e apreciava muito aquele território. Tudo era simplesmente fantástico. Todavia, disse para mim mesma: ‘Pode fazer mais.’ Não estava satisfeita.”

Terry e Karen Medley também apreciavam seu ministério antes de cursarem a Escola de Gileade. Mas, procuravam novo desafio. Afirma Terry: “Não queria ficar numa situação confortável demais.” Michael e Tracy Berkeley pensavam do mesmo modo. “Não podíamos, em sã consciência, ficar acomodados”, afirma Michael. Como muitos cristãos da primeira centúria, desejavam dispor-se a prestar mais serviço a Deus.

Desejosos de Ir a Qualquer Parte

Todos dessa turma foram para Gileade sem saber para onde seriam designados. Por que a possibilidade de serem designados a um país distante, tendo, talvez, condições deficientes de saúde pública, não eram obstáculos para tais estudantes? “As pessoas precisam ouvir a verdade”, foi a resposta sobrepujante da turma.

Admitidamente, alguns dessa turma, como Mark e Patrícia Noumair, nutriam reservas ao preencherem sua petição para Gileade. Mas, vieram a avaliar, afirma Mark, que “existem prós e contras em cada designação”. Mark e Denise Brandon também ficaram imaginando o tipo de condições que talvez enfrentassem. “Mas”, relata Mark, “conversamos com alguns missionários”. Ficaram surpresos de quanta confiança estes missionários depositavam simplesmente em Jeová. Estes quatro estudantes ficaram muito felizes de ir servir agora como missionários na África.

Inquestionavelmente, estes homens e mulheres jovens têm fé que Jeová cuidará deles. Por certo, por oferecerem seus préstimos como missionários, eles procuram, não os seus próprios interesses, mas, primariamente, os do Reino de Deus. (Mateus 6:33) Contudo, como cultivaram, em primeiro lugar, este desejo de servir como missionários?

“Foi a criação que recebemos”, disseram vários estudantes. A guisa de exemplo, considere Miriam Reed, designada com o marido a servir no Peru. “Quando saiu a série de artigos na revista Sentinela que incentivava as pessoas a ir para a América Central”, afirma ela, “papai se mudou para lá, e nós todos fomos juntos como uma só família”. A família — com seis filhos — estabeleceu-se na Nicarágua. Miriam explica mais: “Quando chegamos inicialmente ali, costumava trabalhar junto com algumas das missionárias. E servir onde há mais necessidade, e trabalhar junto com missionárias, acho eu, foi o que me fez desejar ser missionária.”

Nem todos da 77.ª turma de Gileade tiveram o benefício de ser educados por pais que os incentivaram a se tornar pregadores de tempo integral, muito menos missionários. Alguns, como Mark Noumair e Mark Brandon, vieram a nutrir apreço pelo ministério cristão sem nenhum apoio inicial da família. Ambos disseram que os programas dos congressos da Sociedade Watchtower (e congêneres) estimularam seu interesse pelo serviço missionário. Outros, como Tracy Berkeley e Larisa Krysuik, foram influenciados por colegas zelosos na congregação. É evidente que não se pode apontar nenhum fator singular para explicar o zelo que a 77.ª turma sente pelo serviço missionário. Simplesmente amam o ministério e sentem a disposição de ir até os confins da Terra a fim de ajudar o próximo.

Afirma Andrew Reed: “Muitos e muitos apreciariam muitíssimo fazer o que nós estamos fazendo. Mas, devido à idade, à família, ou por vários motivos legítimos, simplesmente não podem ser missionários.” Todavia, os estudantes da 77.ª turma podiam. Responderam à convocação. À medida que estes 37 estudantes assumem suas designações em 13 países diferentes, estamos confiantes de que Jeová abençoará os esforços deles.

[Quadro na página 25]

PERFIL DA TURMA

Total de estudantes...........................37

Número de países representados.................7

Número de países a que foram designados.......13

Número de irmãos solteiros.....................7

Número de irmãs solteiras......................6

Número de casais..............................12

Média de idade..............................30,9

Média de anos de batismo....................13,9

Média de anos de serviço de tempo integral...8,7

[Foto na página 26]

Escola Bíblica de Gileade da Watchtower 77.ª Turma — Setembro de 1984

Na lista abaixo, enumeram-se as fileiras da frente para trás, e alistam-se os nomes da esquerda para a direita, em cada fileira.

1) Joe, L.; Noumair, P.; Simms, M.; McCaslin, R.; Berkeley, T.; Sahuque, B. 2) Enns, K.; Medley, K.; Brandon, D.; Reed, M.; Sauvageau, S., Näslund, M.; Krysuik D. 3) Porter, J; Deering, D.; Magnusson, K.; McCaslin, R.; Thomas, A.; Noumair, M.; Pole, H.; Krysuik, L. 4) Worcester, P.; Worcester, P.; Medley, T; Thompson, S.; Woodson, A.; Pole, N.; Brandon, M.; Turner, M. 5) van Bussel, H.; Sauvageau, C.; Berkeley, M.; Reed, A.; Thompson, K.; Deering, J.; Rogers, S; Berry, E.

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