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    A Sentinela — 1961 | 15 de outubro
    • A madureza é a condição de se estar plenamente desenvolvido, completamente crescido ou perfeito. A madureza física, mental, emocional e espiritual são de interesse especial para os cristãos. — Pág. 536.

      ●Qual era a diferença entre “estranho” e “estrangeiro” no antigo Israel?

      O estranho era o residente não-israelita que habitava na Terra Prometida; estrangeiro era o cidadão de outro país que visitava a Palestina apenas como viajante. — Pág. 501.

      ●Que exemplo superlativo de paciência deve mover-nos a exercer esta qualidade?

      A de Jeová para com a humanidade. — Pág. 587.

      ●O que, em especial, faz da sobrevivência do homem o maior problema nos nossos dias?

      Não apenas as armas desenvolvidas pelo homem. Antes, o fato de que já se passaram agora mais de quarenta anos do tempo do fim predito na Bíblia, e tudo indica que o dia de Jeová executar o juízo sobre este mundo iníquo está perto, dentro desta geração. — Pág. 624.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1961 | 15 de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Como se explica 1 Coríntios 14:2. — J. M., Estados Unidos.

      O versículo em questão reza: “Pois aquele que fala numa língua fala, não aos homens, mas a Deus, pois ninguém escuta, mas ele, pelo espírito, fala segredos sagrados.” Este texto deve ser entendido à luz dos versículos 13-19 do mesmo capítulo, que rezam:

      “Portanto, o que fala numa língua, ore para que possa traduzir. Pois, se eu estiver orando numa língua, é o meu dom do espírito que está orando, mas o meu entendimento é Infrutífero. O que se deve fazer então? Orarei com o dom do espírito, mas orarei também com o meu entendimento. Cantarei louvor com o dom do espírito, mas cantarei também louvor com o meu entendimento. Outrossim, se ofereceres louvor com um dom do espírito, como dirá Amém aos teus agradecimentos o homem que ocupa o lugar da pessoa comum, visto que não sabe o que dizes? Deveras, dás graças de modo correto, mas o outro homem não está sendo edificado. Dou graças a Deus, que falo línguas mais do que todos vós. Todavia, na congregação, eu antes quero falar cinco palavras com o meu entendimento, para que também possa instruir outros verbalmente, do que dez mil palavras numa língua.”

      Em outras palavras, qualquer pessoa que fala numa outra língua fala a Deus antes que aos homens, se não houver ninguém para interpretar o significado de sua fala aos homens que estão ouvindo. A fala fica sem significado para os ouvintes, que não entendem a língua estrangeira da mensagem, conforme dada pelo poder milagroso do espírito santo de Deus. Por esse motivo, o apóstolo Paulo diz: “Ninguém escuta”, porque ninguém entende. Talvez se dê também que até o que fala em língua estrangeira não entenda a sua própria mensagem; do contrário, por que diria o apóstolo Paulo que aquele que fala numa língua deve orar para que a possa traduzir? Ele, então, não entenderia nem mesmo o que ele próprio estivesse falando pelo espírito, se não houver outro para traduzir para ele.

      De modo que, se não houvesse ninguém para traduzir ou interpretar a sua mensagem, ele certamente estaria falando só a Deus, antes que aos homens. É por isso que o apóstolo Paulo diz que, se não houvesse intérpretes presentes, então o que falava em língua estrangeira devia orar para que pudesse também traduzir, e assim, pela sua tradução, pudesse falar também aos homens de modo edificante e para o louvor de Deus.

      Quão diferente é o apóstolo Paulo das seitas modernas que afirmam poder falar em línguas! Elas não estão absolutamente interessadas em que seus ouvintes entendam o que eles balbuciam, mas querem meramente que fiquem impressionados com a sua fala Ininteligível. Além disso, Paulo predisse que “quer haja línguas, cessarão”. E de fato cessaram. O dom miraculoso de línguas, junto com outras manifestações miraculosas do espírito santo, foi necessário para firmar a congregação cristã. A verdadeira congregação cristã, uma vez que atingiu a madureza, ‘acabou com as características de criancinha’. — 1 Cor. 13:8, 11, NM.

      ● Como se explica o texto em Isaías 29:4? — P. M., E. U. A.

      Isaías 29:4 (NM) reza: “E tu terás de ficar tão baixa, que falarás da própria terra, e do pó soará. baixa a tua fala. E a tua voz tem de tornar-se semelhante a um médium espírita, procedente da terra, e do pó chilrará a tua própria fala.”

      O versículo inicial de Isaías mostra que estas palavras se dirigem a Ariel (também Al), palavra a respeito da qual diz a nota marginal da Tradução do Novo Mundo: “‘Ariel.’ Significando, talvez, ‘a lareira do altar de Deus’; ou, ‘o leão de Deus’. Designa aqui Jerusalém.” Esta profecia se aplicaria, portanto, à Jerusalém espiritual, conforme representada na terra pelo restante.

      Estas palavras mostram que a, organização terrestre de Deus sofreria um ataque e seria reduzida a uma condição muito baixa pelos inimigos do reino de Deus. O povo de Deus ficaria, como que, esmagado na terra, no tempo do ataque de Gog contra eles, de modo que qualquer proferimento deles, qualquer som vocal feito por eles, viria de muito baixo, no seu estado de rebaixamento. Soaria como que vindo do pó da terra. Seria como se um médium espírita falasse com voz que viesse do pó da terra. No entanto, os próximos versículos mostram que Deus voltaria a sua atenção ao seu povo fiel, que ficou tão rebaixado, e que ele obraria milagres a seu favor, para libertá-los do poder do inimigo, para que seus inimigos e opressores se tornassem como pó e palha, ràpidamente levados por um vendaval.

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    A Sentinela — 1961 | 15 de outubro
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      MINISTÉRIO DE CAMPO

      “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de toda a alma como a Jeová”, recomendou o apóstolo Paulo aos colossenses. (3:23, NM) E com este empenho que as testemunhas de Jeová visitam este mês as pessoas nos seus lares, para fazê-las conhecer a Jeová e sua promessa dum novo mundo e assim alcançar a vida eterna. Oferecem este mês uma. assinatura anual da revista Despertai!, com um prêmio de três folhetos, pela contribuição de Cr$ 200, 00, como meio de divulgar este conhecimento vitalizador.

      ESTUDOS DA “SENTINELA” PARA AS SEMANAS

      19 de novembro: A Bíblia Sagrada e Nosso Problema de Sobrevivência, § 1-18. Página 613.

      26 de novembro: A Bíblia Sagrada e Nosso Problema de Sobrevivência, § 19-32; e: A Esperança de Sobrevivência Resolve o Problema, § 1-7. Página 618.

      3 de dezembro: A Esperança de Sobrevivência Resolve o Problema, § 8-26. Página 622.

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