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    Anuário das Testemunhas de Jeová de 1974
    • de Jeová Deus, não podemos deixar de exclamar: “Por certo, isso não é obra de nenhum homem; é a obra de Jeová.”

      E, assim, as 16.093 testemunhas de Jeová em Gana, 16 das quais professam ser da classe do restante ungido, e os muitos milhares que, esperamos, ainda se juntarão a elas como servos dedicados do Altíssimo, antes de irromper a “grande tribulação”, farão ressoar para sempre as palavras do livro bíblico de Salmos, dizendo:

      “Magnificai comigo a Jeová, exaltemos juntos o seu nome.” Vou louvar o nome de Deus com cântico, e vou magnificá-lo com agradecimento.” “Agradecei a Jeová, porque ele é bom; pois a sua benevolência é por tempo indefinido.” — Sal. 34:3; 69:30; 107:1.

  • Guatemala
    Anuário das Testemunhas de Jeová de 1974
    • Guatemala

      A GUATEMALA é um lindo país da América Central, dotado de eterna primavera, montanhas altaneiras, vulcões ativos, lagos azuis e muitas variedades de plantas e de animais. A maior parte de seus mais de 5.169.000 habitantes residem na região montanhosa central, onde a capital, Cidade de Guatemala, situa-se num platô a mais de 1.500 metros de altitude. Quase a metade da população descende dos maias e vive em comunidades agrícolas. Quase todos os outros guatemaltecos são ladinos, pessoas de ancestrais espanhóis e índios misturados. O espanhol é a língua oficial deste país escarpado, porém grande proporção da população só compreende um dialeto indígena.

      As montanhas altaneiras, os lagos a cerca de mil e quinhentos metros de altitude, a vegetação tropical e o gostoso clima da Guatemala dão testemunho silencioso da Divindade de Jeová. Mas, aqui, como em todas as outras partes, ele suscitou testemunhas vivas e inteligentes para si mesmo. Têm tido de enfrentar formidáveis problemas para disseminar a boa-nova do Reino. Entre estes, um alto índice de analfabetismo. Também, o reduzidíssimo poder aquisitivo e o salário baixo do trabalhador, colocaram as viagens, os bons meios de comunicações e os luxos comuns além do alcance da maioria. A instabilidade política pouco tem feito para promover o progresso. Ademais, o próprio solo montanhoso apresenta seus problemas.

      Os muitos dialetos indígenas, não relacionados com o espanhol, também impedem o progresso da obra de pregar o Reino. Indicando a dificuldade de traduzir a Bíblia nestes dialetos, The Book of a Thousand Tongues (Livro das Mil Línguas), da Sociedade Bíblica Americana, declara. “Em Cakchiquel (Guatemala), qualquer verbo poderá assumir cerca de 100.000 formas possíveis, por meio da variedade de partículas que podem ser acrescentadas à sua raiz.” Por conseguinte, os duma tribo indígena amiúde não entendem a linguagem de seus vizinhos, que moram atrás duma cordilheira.

      Assim, houve muitos obstáculos. Todavia, há anos atrás, ‘grande porta que conduzia à atividade’ se abriu para a declaração da boa-nova do Reino na Guatemala. Podemos entrar agora por ela, em retrospecto. — 1 Cor. 16:8, 9.

      COMEÇA A OBRA DE PREGAÇÃO

      Rememorando, podemos diferençar vários grupos separados que aprendiam a verdade de Deus por lerem as publicações da Sociedade Torre de Vigia. Estas publicações vieram primeiro da Espanha, em forma da Torre de Vigia (Sentinela) em espanhol. Associado com o primeiro destes grupos, havia um cavalheiro inglês chamado Fred Cutforth, que morava no povoado isolado de El Rancho, a cerca de oitenta quilômetros a leste da Cidade de Guatemala. Em 1910, visitou seu irmão, Charles Cutforth, nas Planícies de Gilbert, Manitoba, Canadá. Charles lia O Plano Divino das Épocas, escrito por Charles Taze Russell, o primeiro presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA). Este foi o primeiro contato de Fred Cutforth com o verdadeiro cristianismo. Mais uma vez, em 1919, junto com sua família, viajou para o Canadá, onde assistiu às reuniões realizadas em casa de seu irmão mais velho, Herbert. Mais tarde, enquanto ele e sua família residiam brevemente em San Antonio, Texas, EUA, Fred assistiu às reuniões e foi batizado.

      Por volta dessa mesma época, outra pessoa na Guatemala lia, pelo que parece, as publicações da Sociedade. Sabemos disto porque a Torre de Vigia em espanhol, de 1.º de abril de 1919, fornece seu nome e endereço: G. A. Tavel, Caixa Postal 44, Quezaltenango, Guatemala. Este endereço desapareceu da Torre de Vigia em espanhol desde seu número de 1.º de setembro de 1920.

      Em fins de 1920, Fred Cutforth e família voltaram para El Rancho, Guatemala. Usando as publicações da Sociedade, começou a espalhar a verdade. Viajava pela ferrovia de bitola estreita, então a melhor forma de transporte, visto que as estradas quase que não existiam então. O irmão Cutforth distribuía o tratado “A Queda de Babilônia”. Até mesmo despachava publicações pelo correio, convidando os interessados a entrar em contato com ele. O irmão Cutforth também continuou a estudar com sua família, e seu filho Robert ainda se lembra de como seu pai tocava hinos dos Estudantes da Bíblia em seu acordeão, enquanto o resto da família cantava.

      Em 1930, Fred Cutforth e sua família retornaram ao Canadá. No entanto, algumas sementes da verdade que semeara na Guatemala produziram frutos.

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