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Revigoramento espiritual em CuraçauA Sentinela — 1978 | 15 de novembro
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que recebem estas revistas em papiamento, holandês, espanhol, inglês, francês, árabe, chinês, português e em outros idiomas. Isto mostra a composição cosmopolita da população. Pelos esforços diligentes das Testemunhas, as novas revigorantes sobre o reino de Deus e suas bênçãos para a humanidade têm penetrado em cada canto da ilha. Até recentemente, porém, havia um lugar — uma penitenciária — que era impenetrável. Ao se fazerem esforços para visitar os detentos, o diretor da prisão respondeu: ‘O padre cuida dos católicos aqui e o pastor cuida dos protestantes. Vocês não têm ninguém aqui.’ De modo que se negou a permissão para a visita.
Mas, em 1976, um cidadão dos Estados Unidos, de Nova Iorque, foi preso com drogas, quando estava de passagem por Curaçau, e foi sentenciado a três anos e meio de prisão. Certo dia, este homem estava sentado na prisão, lendo a Bíblia, quando um guarda, que estudava a Bíblia com as Testemunhas de Jeová, o observou e lhe perguntou se entendia o que estava lendo. O preso disse que estava lendo o livro de Ezequiel. O guarda levou à cela dele o livro “As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?, que trata da profecia de Ezequiel. Quando chegou até a metade do livro, o preso já reconheceu que era a verdade, e, assim, escreveu uma carta à Sociedade Torre de Vigia, pedindo mais informações. Um missionário, do escritório da Sociedade em Curaçau, apresentou a carta na penitenciária, pedindo permissão para visitar o preso e realizar um estudo da Bíblia com ele. A permissão foi concedida e o estudo progrediu bem, por cerca de um ano.
No ínterim, o preso havia falado a outros detentos sobre a Bíblia, e então 17 deles enviaram uma petição ao diretor, pedindo que se lhes permitisse estudar a Bíblia com as Testemunhas de Jeová. O pedido foi negado. Quando a Testemunha foi à penitenciária para o estudo semanal, foi informada pelo guarda na portaria de que sua permissão para ver o seu estudante havia sido cancelada. Ele foi para casa e telefonou para o diretor, solicitando uma entrevista. Na entrevista, o diretor estava muito perturbado. Disse que tanto o missionário como o preso haviam falado a outros na prisão e causado um problema, porque a norma da penitenciária era que quem entrava nela com certa religião tinha que sair com a mesma religião. Mas a Testemunha não se contentou em deixá-lo nisso. Entrou em contato com dois membros da junta penitenciária, ambos assinantes de A Sentinela e Despertai! já por vários anos, e com o Ministro da Justiça, assinante da Despertai!. O resultado foi que se concedeu permissão para a continuação do estudo na penitenciária.
A Bíblia diz: “A palavra de Deus é viva e exerce poder, e é mais afiada do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e da sua medula, e é capaz de discernir os pensamentos e as intenções do coração.” (Heb. 4:12) Visto que esta poderosa Palavra opera agora em cada canto da ilha, aguardamos um revigoramento espiritual ainda maior da parte de Deus para a população de Curaçau.
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Um servo leal terminou sua carreira terrestreA Sentinela — 1978 | 15 de novembro
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Um servo leal terminou sua carreira terrestre
O irmão A. Pryce Hughes, nascido em 12 de junho de 1895, era adolescente quando se tornou discípulo batizado de Jesus Cristo, em 1.º de abril de 1913. Através dos anos desde então empenhou-se vigorosamente para obter a herança celestial. (2 Tim. 4:7, 8) Em 19 de julho de 1978, o irmão Hughes completou sua carreira terrestre em Londres, Inglaterra, após ter gasto mais de 55 anos no serviço de tempo integral, na maior parte como membro da família de Betel em Londres. Era também vice-presidente da Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia. Ele foi deveras um excelente exemplo de perseverança cristã.
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