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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
w85 15/9 p. 13

Por dentro das notícias

Violência nos Esportes

“Os estádios de futebol da Europa fazem lembrar cada vez mais as arenas dos gladiadores.” Assim observou a revista Time numa reportagem sobre a trágica violência que em maio último envolveu torcedores de futebol britânicos e italianos, e que resultou em 38 mortes nas finais da Copa Européia, em Bruxelas. A violência por parte de torcedores também constitui crescente problema em outras partes do mundo. Em maio, torcedores chineses em Pequim provocaram distúrbios — destruindo ônibus, virando carros e ameaçando estrangeiros — quando seu time de futebol foi eliminado por Hong Kong dos jogos da Copa do Mundo.

Por que os torcedores perdem o controle? As autoridades afirmam que é porque muitos entusiastas dos esportes são pobres, estão entediados e mal preparados para enfrentar a derrota ou a humilhação. “Mas, o nível social ou as razões econômicas não são as principais causas”, afirma o Dr. Jeffrey H. Goldstein, especialista em violência ligada aos esportes. “É nacionalismo puro e simples. Numa era de comunicações instantâneas, as pessoas fazem cada vez mais dos eventos esportivos internacionais uma questão nacionalista, e as pessoas são incitadas pelas ações da imprensa, das autoridades esportivas, dos políticos e dos próprios atletas.” Goldstein acrescenta que, para os torcedores, os “eventos esportivos internacionais tornaram-se testes da validade ou da invalidade de ideologias”.

Embora o nacionalismo possa incitar muitos torcedores à violência, os verdadeiros cristãos, neutros e amantes da paz, são defensores do Reino de Deus. Além disso, evitam ser enlaçados pelo espírito competitivo do mundo. — João 17:16; Romanos 12:18; Gálatas 5:26.

“Confronto” dos Batistas do Sul

Houve muita emoção numa reunião religiosa realizada em junho no Centro de Convenções de Dallas, EUA. Mais de 45.000 delegados batistas reuniram-se para o que The New York Times Magazine chamou de “confronto entre as facções fundamentalista e as mais moderadas pelo controle da presidência da Convenção dos Batistas do Sul”, a maior denominação protestante dos Estados Unidos. Por fim, o líder efetivo fundamentalista, Charles Stanley, foi eleito, vencendo seu rival mais moderado, Winfred Moore. Mas, a convenção fez pouca coisa para abrandar a discórdia entre os membros da igreja.

Ao passo que os batistas do sul crêem que a Bíblia é inspirada, os mais moderados entre eles, a quem os fundamentalistas chamam de liberais, não crêem que as Escrituras sejam necessariamente inerrantes. Os fundamentalistas temem que os moderados estejam comprometendo a tradicional teologia batista. Por outro lado, os moderados se ressentem do fato de que seus irmãos fundamentalistas não aderem à separação estrita entre Igreja e Estado, mas envolvem-se na política, tal como por tentarem influenciar os parlamentares em prol da prática da oração nas escolas e da proibição do aborto. As diferenças entre essas facções não estão de modo algum perto de serem resolvidas. portanto, a situação não se harmoniza com a exortação do apóstolo Paulo no sentido de que os verdadeiros cristãos ‘falem de acordo’ e ‘estejam aptamente unidos na mesma mente e na mesma maneira de pensar’. — 1 Coríntios 1:10.

Não ‘se Apegam ao Seu Papel’

“Uma das coisas curiosas a respeito de nossos bem verbosos bispos políticos é que parecem não ter absolutamente nenhum senso de prioridades cristãs”, escreve o colunista Paul Johnson no The Daily Telegraph de Londres, Inglaterra. Os bispos da Igreja gastam tempo demais com assuntos políticos, afirma ele, e desconsideram um problema muito mais significativo. Johnson diz: “Tanto nos Estados Unidos como na Grã-Bretanha, a maior causa individual de pobreza é a família de um só genitor”, resultante muitas vezes da imoralidade de adolescentes. “Contudo, estranho como pareça, faz muito tempo que não ouço algum clérigo, para não dizer bispo, pregar um sermão a respeito dos males da fornicação.” Se os bispos “tão-somente se apegassem ao seu papel fundamental e tradicional de guardiães da moralidade”, conclui ele, poderiam “ter uma importante parte a desempenhar na redução das dificuldades econômicas”.

Os comentários de Johnson trazem à lembrança certa situação que existiu no antigo Israel. Os líderes religiosos daquele tempo também deixaram de ensinar a Palavra de Deus, para que as pessoas “recuassem do seu mau caminho”. Sobre tais homens Deus disse: “Sou contra os profetas . . . aqueles que furtam as minhas palavras, cada um do seu companheiro.” (Jeremias 23:22, 30) De modo similar, os clérigos de hoje que deixam de ensinar a moralidade cristã correta, chegando talvez a fazer uma aplicação errônea de textos da Bíblia para fins políticos ou outros, podem esperar ganhar o desfavor de Deus. — Veja Lucas 11:52.

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