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    A Sentinela — 1983 | 1.° de setembro
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      ‘Os Médicos São Humanos’

      O velho ditado de que “errar é humano” foi recentemente citado num esforço de acalmar a crescente tendência de descontentamento por parte do público para com a classe médica.

      Uma nota publicada pela Associação Médica de Dourados, no estado de Mato Grosso do Sul, no sentido de que “o médico é humano, assim como o erro”, reconheceu que os médicos, assim como todo mundo, são humanos e sujeitos a erros. A necessidade de se fazer tal admissão se deu por causa da publicidade nacional dada à morte de Clara Nunes, uma das grandes cantoras de samba no Brasil, em 2 de abril de 1983. Segundo a autópsia, ela morreu por “lesão cerebral causada por insuficiência cardíaca pré-operatória” induzida por uma reação adversa a anestésicos. Uma onda de indignação e consternação varreu o país e a classe médica veio a sofrer ataques como nunca visto.

      Extremamente preocupados com os muitos casos que agora começam a aparecer e a ser divulgados pela imprensa, nos quais os médicos são acusados de incompetência, descuido ou negligência no exercício de sua profissão, o presidente da sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro foi citado como dizendo: “Os cirurgiões e anestesistas estão com medo de realizar operações. Vamos discutir a situação, pois não se pode crucificar toda uma categoria profissional.”

      No Brasil, assim como em muitas outras partes do mundo, os médicos sempre gozaram da mais alta estima, devido à sua devoção abnegada e aos seus incansáveis esforços para aliviar a dor e o sofrimento. Tanto é que, para muitos, a palavra do médico é a palavra final. Ele é encarado como aquele que conhece todas as respostas, é colocado num pedestal como se fosse um deus. Essa tendência, segundo Nelson Proença, presidente da Associação Paulista de Medicina, é responsável por muitas situações delicadas: “O paciente passa a ver o médico como o homem que tem poder da vida e da morte, quando ele é apenas alguém com razoável domínio de conhecimento, e bom senso para trazer algum nível de ajuda e, em certos casos, até a cura.”

      É certamente elogiável quando homens altamente experientes em algum ramo do empenho humano fazem uma avaliação honesta de si mesmos e não permitem que seus semelhantes os encarem como deuses, mas, em vez disso, admitem, como fez o apóstolo Paulo numa certa ocasião: “Homens, por que estais fazendo estas coisas? Nós também somos humanos, tendo os mesmos padecimentos que vós.” — Atos 14:11-15.

      Exortação dum Cardeal

      Numa carta publicada no Hoja Diocesana, o cardeal Tarancón, de Madri, Espanha, exortou os bispos a “lembrar aos cristãos os seus deveres, não só para com Deus e a Igreja, mas também para com a comunidade política”. Por quê? O cardeal disse: “Acredito que a época em que vivemos [pouco antes das eleições gerais] requer uma palavra de esclarecimento para que ninguém se esqueça do seu dever. A abstenção [nas eleições] por motivos religiosos ou patrióticos não pode ser justificada.” Daí ele acrescentou: “Nós, bispos, desejamos o melhor para a nossa pátria . . . e precisamos ajudar a alcançá-lo.”

      Como isso se contrasta com as palavras de Jesus Cristo! Aos que seriam verdadeiros pastores do rebanho cristão ele disse: “Porque não sois do mundo e minha escolha vos separou do mundo, o mundo, por isso, vos odeia.” Em vez de exortar seus seguidores a buscar “o melhor para a nossa pátria”, Jesus instou: “Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus.” — João 15:19, Mateus 6:33, A Bíblia de Jerusalém, católica.

  • Diplomado para uma tarefa mais elevada
    A Sentinela — 1983 | 1.° de setembro
    • Diplomado para uma tarefa mais elevada

      Amigo internacional de muitos, Maxwell G. Friend faleceu em 10 de fevereiro de 1983, aos 92 anos de idade. Nasceu na Áustria, de pais judeus, em 7 de dezembro de 1890, com o nome de Max Freschel. Depois duma formação ortodoxa, começou a estudar a Bíblia com Testemunhas na Suíça. Por fim, foi batizado em 9 de maio de 1913, e tornou-se israelita cristão ungido. Em 1914, serviu no Betel da Alemanha. Mais tarde, após o seu casamento com Irma, os dois passaram a servir no Betel na Suíça, em Berna. Em 1926 foram transferidos para o Betel de Brooklyn, onde mais tarde mudou o nome para Maxwell G. Friend.a

      Nos Estados Unidos, serviu como tradutor, orador viajante e diretor de dramas bíblicos na rádio WBBR. Em 1943, tornou-se um dos instrutores fundadores da Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia, em South Lansing, Nova Iorque, EUA. Durante 17 anos, serviu a 34 classes, tornando-se querido para mais de 3.600 estudantes missionários. Ensinava Oratória Publica e Pesquisa Bíblica. Nos últimos anos sua voz tornou-se bem conhecida a milhares de pessoas pelos muitos dramas em congressos. Ele falava muitas vezes de algum dia ser “diplomado” para a sua tarefa mais elevada junto a Cristo, no Reino celestial. — Revelação 14:13.

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