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  • Maria não é a mãe de Deus
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
w68 15/8 pp. 487-488

Maria não é a mãe de Deus

PARA aproximadamente 590 milhões de católicos-Romanos através do mundo esta declaração constituirá sem dúvida um choque, mas, é o que afirma a Bíblia Sagrada. Por que recear considerar o seu testemunho? Como a Palavra inspirada de Deus, a Bíblia é a verdade, e a verdade jamais o poderá desorientar.

Se pesquisar toda a Bíblia, não poderá encontrar uma única declaração que até mesmo sugira que Maria seja a mãe de Deus. Por que, então, tantas pessoas crêem nisso? Porque é um ensino oficial de sua igreja. O arrazoamento por trás do ensino é revelado na publicação oficial católico-Romana A Catechism of Christian Doctrine (Catecismo da Doutrina Cristã), publicado em 1949. Declara, na página 61: “Embora a conceição e o nascimento de Cristo fossem milagrosos, Ele, como os outros homens, veio ao mundo como bebê, tendo a Maria por Sua Mãe. Visto que Sua origem da Virgem Bendita é verdadeira geração, Maria é a Mãe de Jesus Cristo, que é Deus, e ela é, por conseguinte, verdadeiramente a Mãe de Deus.”

A primeira vista, isto parece ser são arrazoamento, mas, baseia-se numa suposição que não é correta, e, portanto, a conclusão é errada. É por isso que a Bíblia não apóia a conclusão. O erro reside em presumir que Jesus Cristo seja Deus. Jesus jamais considerou-se Deus e nem os seus discípulos. Isto pode ser visto prontamente do que a Bíblia diz.

CRISTO ESTÁ SUJEITO A DEUS

Considere o que o Registro Sagrado declara quanto a como Jesus se considerava. Todas as citações da Bíblia serão da Tradução do Centro Bíblico Católico, a menos que se indique outra. Para os lideres religiosos oponentes de seus dias, disse Jesus: “Como acusais de blasfemo aquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, porque eu disse: Sou o Filho de Deus” (João 10:36) Note que não afirmou ser Deus, mas o Filho de Deus. Jesus sempre considerava a si mesmo como inferior a seu Pai celeste e como sujeito a ele. Conforme demonstra do em João 14:28, Jesus reconheceu isto ao afirmar: “O Pai é maior do que eu.” Também mostrou isso por indicar que não viera à terra fazer sua própria vontade, o que certamente estaria fazendo caso fosse Deus. Conforme registrado em João 6:38, disse: “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” Em outra ocasião, observou: “Se Deus fosse vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí de Deus. É dele que eu provenho, porque não vim de mim mesmo, mas foi ele que me enviou:” (João 8:42) Se fosse Deus, teria vindo de si mesmo.

Torna-se, portanto, evidente pelo testemunho do próprio Jesus que ele não se considerava como Deus nem tentava igualar-se a Deus. Por referir-se repetidas vezes a si mesmo como o Filho de Deus, indicava que era uma das criações de Deus, como o eram os anjos e Adão. São todos chamados de filhos de Deus. — Jó 1:6; Luc. 3:38.

O fato de Jesus Cristo reconhecer a Deus como seu Pai indica que Deus o trouxe à existência, dando-lhe um começo. Depois de sua ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo testificou sobre isto na revelação que forneceu ao apóstolo João, afirmando: “Assim fala o Amém, a testemunha fiel e veraz, o princípio das criaturas de Deus.” (Rev. 3:14, PIB) Que Jesus Cristo falava aqui é indicado em Revelação 1:5.

Em certa ocasião, Jesus falou sobre seu Pai como sendo seu Deus, o que não poderia fazer caso fosse realmente o próprio Deus. A Maria Madelena, disse: “Não me retenhas, porque ainda não subi a meu Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes:Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” (João 20:17) Visto que Jesus subia para seu Deus, Aquele que o enviara, como podia Maria, a mãe de Jesus, ter sido a mãe de Deus?

TESTEMUNHO DOS DISCÍPULOS DE JESUS

O que dizer, porém, dos discípulos de Jesus Cristo que foram inspirados a escrever sobre ele? Qual é seu testemunho? O apóstolo Paulo foi inspirado a testificar, em 1 Coríntios 11:3, sobre a posição inferior que o ressuscitado Jesus Cristo mantém no céu com respeito a seu Pai, dizendo: “Mas quero que saibais que Cristo é o chefe de todo homem, e que o homem é o chefe da mulher, e Deus é o chefe de Cristo.” Se Jesus Cristo fosse Deus, não teria a ninguém qual chefe, especialmente depois de voltar aos céus.

Mostrando ademais sua sujeição a Deus, depois de subir para o céu, 1 Coríntios 15:28 declara: “Quando tudo lhe estiver sujeito, então também o próprio Filho renderá homenagem [submeter-se-á, PIB] àquele que lhe sujeitou todas as coisas. Assim Deus será tudo em todos.”

Mas, talvez diga: “O que dizer de João 1:1, que afirma que ‘o Verbo era Deus’”? A primeira vista, isto pareceria indicar que Jesus Cristo é Deus, mas, essa seria uma conclusão errônea, visto que não se harmonizaria com os outros textos que acabamos de considerar da Bíblia católica. A dificuldade provém de se traduzir o texto grego para o português. Uma tradução da Bíblia intitulada “O Novo Testamento em Versão Melhorada”, que foi publicado em inglês em 1808, traduz este trecho duma forma harmoniosa com o resto do testemunho que a Bíblia dá com respeito a Jesus Cristo. Diz: “A Palavra estava no começo, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era um deus.” Isto concorda com o versículo logo a seguir, que diz que a Palavra estava “com Deus”.

Por presumir erroneamente que Jesus Cristo é Deus, é possível concluir que Maria, a mãe de Jesus Cristo, é a mãe de Deus. Mas, visto que as Escrituras testificam que Jesus Cristo não é o Deus Onipotente, mas é o Filho de Deus, a primeira criação do Pai, a conclusão é errônea. Desencaminha todos os milhões de pessoas que veneram Maria como a mãe de Deus. Induz a se colocarem entre aqueles, mencionados em Romanos 1:25, que “trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em lugar do Criador, que é bendito pelos séculos”.

As organizações religiosas que desencaminham as pessoas a adorar uma criatura não são os verdadeiros representantes de Deus na terra, segundo afirmam. Antes, são parte do império mundial da religião falsa, chamado na Bíblia de “Babilônia, a Grande”. Para as pessoas honestas, desencaminhadas por Babilônia, a Grande, que desejam fazer o que é certo aos olhos de Deus, é fornecida a ordem em Apocalipse 18:4: “Meu povo, sai de seu meio para que não participes de seus pecados, e não tenhas parte nas suas pragas.”

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