-
Benefícios e recompensas por estar espiritualmente seguroA Sentinela — 1975 | 15 de março
-
-
no Har-Magedon, e entrar aqui na terra na nova ordem justa de Jeová. (Veja The Watch Tower, de 15 de dezembro de 1928, página 376, parágrafos 35, 36.) E agora, no ano de 1975, alguns milhares dos do restante ungido, ainda vivos nesta terra, aguardam o cumprimento desta perspectiva alegre. A crescente “grande multidão” de seus companheiros semelhantes a ovelhas aguarda com eles entrar na Nova Ordem sem interrupção de vida. Na Nova Ordem, Jeová Deus aumentará a “longura de dias” do restante ungido na terra ao ponto de fartar os membros dele. Resta a ver se serão ainda retidos aqui na terra para ver o começo da ressurreição dos mortos terrestres e para conhecer testemunhas fiéis dos tempos antigos, pré-cristãos. Gostariam disso, antes de serem tirados do cenário terrestre para a recompensa celestial junto a Cristo.
37. Com que “longura de dias” será possível fartar os membros da “grande multidão”?
37 Os da “grande multidão”, ao permanecerem fiéis ao Soberano Universal Jeová Deus até mesmo durante a prova decisiva após o fim do reinado milenar de Cristo sobre a humanidade, serão fartados com “longura de dias” pela vida eterna, vida sem fim no terrestre Paraíso de Prazer, sob a soberania universal de Jeová. Oh! quão recompensadora é a adoração de Jeová.
38. Se alguém dos que ‘moram no lugar secreto’ morrer em fidelidade antes do fim da guerra de Deus, no Har-Magedon, e do lançamento de Satanás no abismo, por que não refuta isto a toda importância da segurança espiritual?
38 Apreciamos e desejamos agora sinceramente a segurança espiritual provida por Jeová Deus? Não é esta espécie de segurança toda-importante, se quisermos ser protegidos para as gloriosas recompensas que Ele tem em reserva para todos os seus adoradores fiéis? Todos os que em confiança permanecerem no lugar de segurança espiritual de Jeová, ‘morando no lugar secreto do Altíssimo’, serão levados a “ver a salvação por mim”, por Jeová (Sal. 91:16) Isto se cumprirá, mesmo que os dias da pessoa em fidelidade sejam cortados pela morte antes de a Nova Ordem justa ser realmente introduzida, após a “guerra” de Jeová no Har-Magedon e o encarceramento de Satanás e seus demônios no abismo. (Rev. 20:1-6) O Deus Todo-poderoso ainda pode prover salvação da morte em fidelidade pela prometida ressurreição dos mortos. Os que abandonarem o lugar divino de segurança espiritual nunca atravessarão a vindoura “grande tribulação” com a aprovação de Deus, nem verão a salvação por Ele!
39. Que prazer devemos querer que Jeová tenha no caso de cada um de nós, e como podemos fazer com que Ele o tenha?
39 Jeová terá prazer em fazer-nos ver a salvação por Ele e mediante Jesus Cristo, seu Filho. Deixemos amorosamente que Ele tenha este prazer divino, no caso de cada um de nós. Podemos fazer isso por permanecermos dignos no “lugar secreto” de segurança espiritual, que ele proveu para Seus adoradores fiéis. — Pro. 21:31; Rev. 7:9-17.
-
-
Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 15 de março
-
-
Perguntas dos Leitores
● Qual é o conceito das testemunhas de Jeová sobre assistir ao casamento de conhecidos ou parentes do mundo?
No caso de menores que pretendem estar presentes, a decisão final cabe aos pais. Senão, é uma questão de decisão pessoal, para a qual cada cristão deve estar disposto a assumir a sua própria responsabilidade. No entanto, há princípios bíblicos e uma ampla variedade de circunstâncias que devem ser tomados em consideração.
A cerimônia de casamento talvez seja realizada num edifício religioso e por um clérigo. Isto a tornaria bastante diferente duma cerimônia puramente civil. O verdadeiro cristão não pode com boa consciência juntar-se ou participar em quaisquer orações ou atos religiosos de que sabe que são contrários ao ensino bíblico. Nem está interessado em ver quão perto pode chegar aos atos apóstatas sem ultrapassar a linha de demarcação. Ele tem a obrigação de acatar a ordem bíblica: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? . . . Ou que quinhão tem o fiel com o incrédulo? . . . ‘Portanto, saí do meio deles e separai-vos’, diz Jeová, ‘e cessai de tocar em coisa impura’.” — 2 Cor. 6:14-17.
Entende-se assim que o convidado ao casamento de parentes ou conhecidos mundanos pode às vezes enfrentar um problema bastante grande. Por exemplo, o convite talvez seja feito a uma esposa cristã e seu marido incrédulo. Ele talvez ache que ambos devam estar presentes para o casamento. Ela, porém, talvez fique perturbada com isso. Talvez raciocine que, se fosse assistir ao casamento numa igreja, a pressão emocional das circunstâncias poderia induzi-la a fazer alguma coisa errada. Por outro lado, talvez conclua que, em consideração para com os desejos de seu marido, ela possa acompanhá-lo apenas como observadora respeitosa, estando, porém, decidida a não participar em nenhum ato religioso.
Não importa como a esposa encare o assunto, é de proveito que ela explique sua posição a seu marido. Se ele, à base da explicação dela, chegar a conclusão de que a presença de sua esposa possivelmente possa criar uma situação desagradável para ele, talvez prefira ir sozinho. Ou talvez ainda queira que o acompanhe, mas como observadora quieta, caso em que ela terá de decidir se deve ir ou não.
Algo que merece consideração é o efeito que assistir ao casamento num edifício religioso possa ter sobre concrentes. Causaria dano a consciência de alguns? Enfraqueceria sua resistência ao empenho em atos idólatras por causa desta ação sua? O princípio bíblico que entra nisso é: “Que vos certifiqueis das coisas mais importantes, para que sejais sem defeito e não façais outros tropeçar, até o dia de Cristo.” — Fil. 1:10; veja também 1 Coríntios 8:9-13.
O convite a um casamento pode às vezes incluir ficar envolvido ativamente como membro do cortejo nupcial. E se isso exigir participar em certos atos religiosos? É evidente que aquele que deseja agradar a Deus não pode participar em atos da religião falsa; é preciso agir em harmonia com a Palavra Dele. Mas o cristão poderia explicar o que pensa e salientar que não quer de modo algum prejudicar a alegria do dia de casamento por se tornar responsável por algo que poderia ser embaraçoso.
Em questões desta natureza, os cristãos precisam pesar cuidadosamente todos os fatores envolvidos. Em certas circunstâncias, talvez concluam que não haveria dificuldade se assistissem como observadores quietos. Por outro lado, as circunstâncias talvez sejam tais que o cristão raciocine que o provável dano causado a sua consciência e a de outros, por assistir a tal casamento mundano, ultrapasse os possíveis benefícios da sua presença. Qualquer que seja a situação, o cristão deve certificar-se de que a sua decisão não interfira em ele preservar uma boa consciência perante Deus e os homens.
● Por que não indica a Tradução do Novo Mundo, no seu prefácio, os nomes e as qualificações acadêmicas de seus tradutores?
No decorrer dos anos, a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados de Pensilvânia tem impresso muitas traduções diferentes da Bíblia. Neste respeito, não temos desconsiderado os desejos dos tradutores. Por exemplo, em 1972 publicamos em inglês A Bíblia em Inglês Vivo, no estilo e formato desejados pelo seu tradutor. — Veja o frontispício.
Em 3 de setembro de 1949, A Comissão da Tradução do Novo Mundo da Bíblia presenteou-nos com uma tradução completa das Escrituras Gregas Cristãs. Este manuscrito, junto com sua obra referente às Escrituras Hebraicas que se seguiu, tornou-se nossa propriedade legal. Sobre isso observa-se no livro As Testemunhas de Jeová no Propósito Divino, página 258 da edição inglesa: “O único pedido da comissão de tradução foi que seus membros permanecessem anônimos, mesmo depois de sua morte.” Nós mantivemos nosso acordo e respeitamos seus desejos.
Por que se fez esta estipulação? Esses tradutores não procuravam destaque; não desejavam chamar atenção para si mesmos. No espírito de ‘fazer todas as coisas para a glória de Deus’, queriam que o leitor baseasse sua fé na Palavra de Deus, não nas suas “qualificações” mundanas. (1 Cor. 10:31) Outras comissões de tradução adotaram um conceito similar. A sobrecapa da Edição de Referências (1971) da Nova Bíblia Normal Americana, em inglês, declara: “Não usamos o nome de nenhum erudito para referência ou recomendações, porque cremos que a Palavra de Deus deve destacar-se pelo seu próprio mérito.”
Os méritos da Tradução do Novo Mundo são facilmente estudados. Suas edições inglesas de letras grandes contêm numerosas notas ao pé das páginas. Muitas delas mostram quais os manuscritos bíblicos envolvidos nas decisões sobre determinadas traduções. E estas notas ao pé das páginas, junto com um extensivo prefácio, fornecem ao estudante atento mais informações sobre as fontes e a obra da comissão de tradução do que se encontram na maioria das traduções.
Além disso, em 1969 imprimimos A Tradução Interlinear ao Reino das Escrituras Gregas, que é também obra da Comissão da Tradução do Novo Mundo da Bíblia. Esta obra em grego e inglês oferece a todos a oportunidade de examinar de perto os empenhos da comissão de tradução naquela parte da Bíblia.
-