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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1975
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  • Quão “Espertos” São os Computadores?
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1975
w75 15/5 p. 299

Por dentro das notícias

A Honestidade Ainda É Apreciada

● O país africano de Zâmbia realiza cada ano uma Feira de Amostras que dura seis dias. Durante os últimos quatro anos, os portões da Feira foram cuidados por testemunhas de Jeová. Por quê?

Um artigo no jornal “Times de Zâmbia” diz que a administração da Feira usara no passado certas outras organizações, mas que estas haviam “demonstrado uma singular desconsideração para com a honestidade”. Os déficits nas receitas das entradas ascendiam a tantos quantos de 400 a 500 “kwacha” (ou de Cr$ 4.650,00 a 5.700,00). Para ilustrar a honestidade das Testemunhas, o artigo declarou que, este ano, o déficit nas receitas com as entradas, durante os seis dias, ascendeu à soma “espantosa de 40n [cerca de Cr$ 4,70].”

Quão “Espertos” São os Computadores?

● Os computadores modernos manejam problemas matemáticos com velocidade espantosa. Armazenam enormes quantidades de informação nos seus “bancos de memória”. Há uns vinte anos atrás, os cientistas predisseram que a automação controlada por computadores revolucionaria a sociedade humana, sendo que a produção aumentada demitiria milhões de trabalhadores. Outros previram computadores futuros que “pensariam” melhor do que pessoas, substituindo até mesmo os homens no governo. O que aconteceu?

No número de agosto de 1974 da revista “Atlantic”, o repórter científico Fred Hapgood mostrou que a proporção da produtividade não era em nada diferente na década dos 1960 do que na dos 1950, apesar do acréscimo de quase 200.000 computadores.

Quanto aos computadores ‘pensarem’, os que promoveram a idéia evidentemente preferiram desconsiderar o tempo e os esforços que os homens precisam gastar na preparação dos “dados” (algarismos e fatos) para alimentar os computadores e preparar a “programação”, que diz à máquina como manejar os dados. A mais ligeira mudança no problema pode significar que todo este trabalho complexo precisa ser feito de novo, para que o computador funcione corretamente. Salientando que não há nenhuma “inteligência” envolvida nas operações mecânicas do computador, o autor Hapgood diz: “O que quer que a inteligência possa ser além disso, certamente subentende a capacidade de se relacionar com o mundo real, seguir algum objetivo ou aplicar a competência pelo menos sobre um pequeno campo de experiência natural.”

Um exemplo clássico citado a respeito da capacidade limitada dos computadores são os leitores automáticos de códigos de endereçamento postal, usados em algumas agências do correio. Depois de anos de desenvolvimento, o modelo mais sofisticado (custando US$ 800.000,00) pode manejar com bom êxito “apenas 9, 5 por cento da correspondência”.

O número de maio de 1974 do periódico “Psychology Today” cita outra ilustração. Certa firma usa as seguintes sentenças para testar a capacidade do computador de “entender” a linguagem: “Zezinho acabava de receber uma nova coleção de cubos de brinquedo. Estava abrindo a caixa quando viu Jaiminho entrar.” Fazem-se então três perguntas ao computador: “Quem abriu a caixa? O que havia na caixa? Quem entrou?” O artigo diz: “Embora qualquer aluno de primeiro ano pudesse facilmente responder a estas perguntas, o computador acha-as surpreendentemente difíceis.” Precisa que se lhe soletrem os dados em termos ainda mais simples, mais específicos.

Outra boa pergunta é: Se a ciência moderna não pode produzir inteligência numa máquina, como podia o acaso cego em que se estriba a teoria da evolução, tê-la produzido no homem?

Declínio nas Escolas Dominicais

● No Canadá, a assistência à escola dominical caiu “catastroficamente” nos últimos dez anos. O Jornal “Toronto Star” noticia que o declínio geral é de perto de 50 por cento, sendo que algumas igrejas grandes tiveram decréscimos ainda maiores. As matrículas da Igreja Unida alistavam 648.354 crianças em 1962. Em 1972, o algarismo havia diminuído a 293.900. Nas escolas presbiterianas desceram de 109.864 em 1963 para 63.362 em 1973.

O bispo anglicano L. S. Garnsworthy, de Toronto, disse: “A menos que os pais cristãos comecem a ensinar eles mesmos seus filhos, o cristianismo não será transmitido a mais outra geração. As escolas dominicais, conforme as conhecemos, estão definhando.”

Alguns grupos religiosos relatam um aumento na assistência às escolas dominicais, mas a maioria deles o consegue apenas por trazer as crianças de ônibus, e por coisas assim como competições de recordes de assistência ou esportes antes da escola dominical, e métodos similares.

A Bíblia, em parte alguma, fornece base para se isolarem as crianças em escolas dominicais. Ela mostra que os próprios pais são responsáveis por criar seus filhos “na disciplina e no conselho de autoridade de Jeová”, e de levá-los consigo às reuniões congregacionais. — Deu. 6:4-7; 31:12, 13; Efé. 6:4; Mat. 15:32, 38.

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