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JebuseuAjuda ao Entendimento da Bíblia
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tal promessa, Jeová tirou seu povo escolhido do Egito, e, ao cruzarem o Jordão, Deus mandou seu anjo à frente deles, ordenando que se mostrassem fortes e expulsassem todos os que resistissem a eles. (Êxo. 13:3-5; 23:23; 33:1, 2) Não deviam celebrar nenhum pacto e nenhum conúbio matrimonial com os jebuseus e outros cananeus, mas, em vez disso, deviam devotá-los à destruição total, não deixando vivo nada que respirasse, ‘a fim de eles não lhes ensinarem a fazer segundo todas as suas coisas detestáveis’. — Êxo. 34: 11-16; Deut. 20:16-18.
Ao observar os êxitos israelitas na tomada da terra — a captura de Jericó, de Ai e a capitulação dos gibeonitas — Adoni-Zedeque, rei jebuseu, encabeçou uma confederação de cinco reis que estavam determinados a parar tal invasão. (Jos. 9:1, 2; 10:1-5) Na batalha que se seguiu, em que Jeová fez com que o sol e a lua ficassem imóveis, foram derrotados os exércitos confederados, sendo capturados e mortos os reis deles, e seus cadáveres foram pendurados em estacas para que todos os vissem. (Jos. 10:6-27; 12:7, 8, 10) Pode ter sido após esta vitória que os israelitas incendiaram Jebus, arrasando-a totalmente. — Juí. 1:8.
Com o término da campanha de conquista de Josué, nas partes S e central da Terra Prometida, ele voltou sua atenção para a parte setentrional a O do Jordão. Mais uma vez, os jebuseus se arregimentaram para resistir aos israelitas, desta vez sob o comando de Jabim, rei de Hazor, e, de novo, foram derrotados, graças à ajuda de Jeová. (Jos. 11:1-8) Entrementes, depois do incêndio de Jebus e algum tempo antes da divisão da terra, os jebuseus assumiram de novo o controle das elevações estratégicas de Jerusalém, que conseguiram manter por 400 anos. — Jos. 15:63.
A cidade de Jebus foi consignada a Benjamim, quando a terra foi distribuída, e situava-se nos limites dos territórios tribais de Judá e Benjamim. (Jos. 15:1-8; 18:11, 15, 16, 25-28) Não obstante, os israelitas não expulsaram os jebuseus, mas, antes, permitiram que tanto seus filhos como suas filhas se casassem com eles, e até mesmo adotaram a adoração dos deuses falsos dos jebuseus. (Juí. 1:21; 3:5, 6) Durante este período, Jebus continuou sendo “uma cidade de estrangeiros”, em que um levita certa vez se recusou a pernoitar. — Juí. 19:10-12.
Por fim, em 1070 AEC, Davi conquistou Sião, a fortaleza dos jebuseus. (2 Sam. 5:6-9; 1 Crô. 11:4-8) Mais tarde, Davi comprou a eira, que se situava mais para o N, de um jebuseu chamado Araúna (Ornã), e ali construiu um altar e ofereceu sacrifícios especiais. (2 Sam. 24:16-25; 1 Crô. 21:15, 18-28) Foi neste local que, anos depois, Salomão construiu o custoso templo. (2 Crô. 3:1) Depois disso, Salomão fez que os descendentes dos jebuseus trabalhassem quais escravos no seu grande programa de edificações. — 1 Reis 9:20, 21; 2 Crô. 8:7, 8.
Na última referência que dispomos sobre os jebuseus, ficamos sabendo que, como grupo étnico, ainda estavam presentes para contaminar a adoração dos israelitas quando da volta destes do cativeiro babilônico. — Esd. 9:1, 2.
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JeconiasAjuda ao Entendimento da Bíblia
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JECONIAS
Veja JOAQUIM.
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JedidiasAjuda ao Entendimento da Bíblia
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JEDIDIAS
Veja SALOMÃO.
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JedutumAjuda ao Entendimento da Bíblia
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JEDUTUM
[louvador]. Um músico levita. Pelo que parece, Jedutum era antes chamado Etã, pois, antes da chegada da Arca em Jerusalém, “Etã” é relacionado com outros músicos, Hemã e Asafe, ao passo que “Jedutum” é depois usado nessa mesma associação de nomes. (1 Crô. 15:17, 19; 25:1) Não se fornece nenhum ancestral de Jedutum, como acontece no caso de Etã. (1 Crô. 6:44-47) E não se mencionam descendentes de Etã; como acontece no caso de Jedutum. (1 Crô. 9:16) A mudança do nome de Etã [que significa “longevo, permanente, sempre fluente”] para Jedutum [que significa “louvador”] certamente estava de acordo com a designação que lhe foi dada. — 1 Crô. 16:41.
Jedutum (ou Iditum, BJ; CBC) e sua família de músicos participavam de várias celebrações, quando era apropriado “agradecer e louvar a Jeová”. (1 Crô. 16:1, 41, 42; 25:1, 3, 6, 7, 9, 11, 15, 17, 19, 21) Três dos salmos mencionam Jedutum em seus cabeçalhos. Dois deles (39, 62) rezam: “Ao regente de Jedutum” (“segundo o modo de [do coro de] Jedutum”, nota da Rotherham, em inglês, sobre o cabeçalho do Salmo 39; nota dos SLH), ao passo que o terceiro (77) reza: “Ao regente, segundo Jedutum.” (NM; MC; Rotherham [“sobre”, An American Translation (Uma Tradução Americana)] Em cada caso, atribui-se a composição do salmo a outrem — os primeiros dois a Davi e o terceiro a Asafe; assim, não se faz nenhuma sugestão de que Jedutum os compôs, embora seja em outras partes chamado de “visionário do rei”, e se diga também que ele “profetizava com a harpa”. (2 Crô. 35:15; 1 Crô. 25:1, 3) Por conseguinte, os cabeçalhos destes três salmos são, evidentemente, instruções para sua execução, talvez identificando um estilo ou até mesmo um instrumento musical que estava, de algum modo, ligado a Jedutum, ou que ele ou seus filhos talvez tenham inventado, introduzido, aperfeiçoado ou tornado comum, através do uso.
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JeftéAjuda ao Entendimento da Bíblia
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JEFTÉ
[ele abrirá ou libertará]. Um juiz de Israel, da tribo de Manassés. (Núm. 26:29; Juí. 11:1) Administrava a justiça no território de Gileade durante seis anos, talvez no juizado de Eli e nos primeiros anos de vida de Samuel. (Juí. 12:7) A referência de Jefté aos “trezentos anos” de controle israelita a E do Jordão pareceria situar o início de seu juizado de seis anos por volta de 1173 AEC. — Juí. 11:26; veja CRONOLOGIA (gráfico), p. 389.
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