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  • Um tema bíblico que temos de aprender
    A Sentinela — 1965 | 1.° de agosto
    • exposta como sendo inimiga de Deus.b Esta antevisão profética de Isaías mostra que Babilônia pisaria sob os pés a Israel, povo de Jeová, mas que um fiel restante sobreviveria a esta ‘debulha’. A par do entendimento desta visão acha-se o conhecimento de que o povo de Jeová verá cair Babilônia, a Grande, para alegria sua; no ínterim, ajudam a muitas outras pessoas a obter liberdade e a sobreviver, por ensinar a elas agora as boas novas. Estas também se regozijarão com a vindicação de Deus sobre sua antiga inimiga e o estabelecimento da verdadeira adoração de modo exclusivo na terra, sem ter rival. Estarão indo bem adiantadas no caminho da vida eterna. Aqueles que se apegam à Babilônia até a destruição dela, farão isso apesar da pregação das boas novas do Reino, e porque desejam e amam Babilônia e seus modos ímpios. Desaparecerão para sempre.

      20. Qual é a excelente conclusão do tema a respeito de Babilônia?

      20 Então, muitas das vítimas de Babilônia, nas eras passadas, retornarão por meio duma ressurreição, a fim de regozijar-se de que ela desapareceu e que Deus, em sua grande misericórdia, as fez voltar para terem oportunidade de aprender a adoração verdadeira e a servir o grande Rei, com a perspectiva de vida eterna. Que excelente conclusão para o tema, e quão favorecidos são os que o aprenderem! Adicional consideração das profecias de Isaías e Jeremias, nesta revista, nos ajudarão a aprender o tema de forma mais cabal.

  • A confusão do alto criticismo
    A Sentinela — 1965 | 1.° de agosto
    • A confusão do alto criticismo

      Uma carta interessante foi publicada na edição de setembro de 1962 de Discovery, uma publicação científica inglesa. A carta foi escrita por um homem de ciência, o Dr. T. R. Griffiths, que está associado com uma faculdade de ciência, a Faculdade Técnica de Northeast, Colchester, Essex, Inglaterra. Esta carta indica a confusão do alto criticismo. A prática de empregar a palavra “mito” para descrever o livro bíblico de Gênesis, escreve ele, está “assumindo como base a forma de pensamento conhecida como Alto Criticismo, um método textual que tem estado sob violento fogo desde a década de 1930, sendo agora geralmente abandonado”. Como é que tal alto criticismo, pelo menos na Inglaterra, tem sido “geralmente abandonado”? Escreve ele: “As modernas descobertas e pesquisas arqueológicas têm sido a causa disto, com o resultado de que agora argumentos convincentes podem ser apresentados para a crença de que Gênesis se baseia em fato narrado com precisão e não é mito; assim, as comparações com histórias verdadeiramente míticas não têm significado.”

  • “Jeová dos exércitos”
    A Sentinela — 1965 | 1.° de agosto
    • “Jeová dos exércitos”

      ◆ Já observou esta expressão em sua Bíblia? O que lhe significa? Não é desconhecida dos leitores da Bíblia, porque aparece no texto hebraico 281 vezes. Deve lembrar-lhe de que Jeová não só é o Criador do exército visível de corpos celestes, mas o Comandante-Geral das hostes ou exércitos invisíveis, angélicos, que pode usar contra seus inimigos para cumprir seu irresistível propósito. Essa expressão é uma das que devem fortalecer o povo de Deus, quando estiver sendo fustigado por número aparentemente irresistível de pessoas que se opõem a ele. Deve lembrar-nos de que não temos que nos erguer em nossa própria força, que não estamos sós. — Isa. 47:4.

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