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  • Que aconteceu aos nossos jovens?

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  • Que aconteceu aos nossos jovens?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1982
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1982
w82 1/12 pp. 3-4

Que aconteceu aos nossos jovens?

Eles têm sido chamados de “geração perdida”, “geração desamparada”, “geração possessiva”, “geração postergadora”, e de “garotada de rua”. Quem são eles? Os adolescentes de hoje. Que fazem para merecer tais nomes, e por que?

NÃO raro os jovens agem dum modo que os adultos não compreendem. Tem sido assim com freqüência, no decorrer da história. Mas, os jovens de hoje parecem ser diferentes dos do passado. Os adultos queixam-se de que o idealismo, os altos princípios, o otimismo e a esperança — qualidades geralmente associadas aos jovens — pereceram em muitos dos adolescentes. Parece que perderam a fé no futuro.

Todavia, é isso surpreendente? Quantos adultos têm fé no futuro? Quem é que pode estar confiante, em vista das incertezas causadas pela inflação, pela corrida armamentista nuclear, pela propagação corrosiva da poluição, pela crescente visibilidade do fanatismo na política do mundo e pelo crescimento explosivo mundial da fome, do crime e da amoralidade geral? Talvez a confiança neste sistema de coisas tenha perecido na maioria de nós, portanto podemos culpar os jovens por isso?

Sir Mark Oliphant, físico nuclear, observou: “Os jovens não são bobos. Eles percebem o mal no ar, embora não o compreendam. Ressentem-se de seu futuro econômico incerto e dos problemas que a atual geração está legando para eles. Acham que sua instrução não se relaciona com suas necessidades, pois não lhes garante nada, nem um emprego, nem uma cultura satisfatória.” Daí, revelando sua própria falta de fé no futuro, ele advertiu: “Está ficando evidente que a menos que os valores humanos substituam os da praça do mercado, a civilização, como a conhecemos, poderá entrar em colapso sob a pressão do próprio conhecimento que a criou.”

Sim, se os adolescentes de hoje têm de viver com o futuro que os adultos estão criando para eles, não estão numa situação invejável. Como reagem?

OS JOVENS REAGEM

Alguns reagem de maneiras extremistas, retirando-se do sistema. Envolvem-se em seitas religiosas excêntricas, ou se tornam hippies. Ou refugiam-se no vício dos tóxicos e no alcoolismo. Recentes distúrbios destrutivos causados por jovens na Alemanha, Holanda, Suíça e Inglaterra forneceram evidência adicional de sua dessatisfação. Mais trágicos são os que cometem suicídio para escapar do presente ou da incerteza do futuro. Nos Estados Unidos, alguns relatórios classificam o suicídio como a segunda causa mais comum de morte entre adolescentes.

Outros fomentam a filosofia do “aqui e agora”. “Os jovens na minha escola”, disse certo escolar de 15 anos na Austrália, “não conseguem conceber que o sistema dure mais 10 anos . . . O que quer que você deseje fazer na vida, é melhor que o faça logo”. Isso leva alguns a postergar compromissos, a negar-se a ter filhos, ou mesmo a casar-se, para evitarem assim ser “apanhados” na armadilha econômica e “perder sua liberdade”. Exigem tempo para o ‘desenvolvimento pessoal’, mais lazer e evitam qualquer estilo de vida que envolva fixar metas a longo prazo e atingi-las.

Depois, há o modo em que os estudantes entrevistados na Universidade de Oxford, na Inglaterra, encaram o assunto. Confessaram não ter nenhum forte idealismo. Enxergam corrupção em todos os sistemas — no capitalismo, no comunismo e no socialismo. Sem alternativa, cinicamente resolvem aproveitar ao máximo o sistema em que vivem. ‘Já que não se pode mudar o mundo, pode-se ao menos usá-lo’ é sua atitude.

“Em 1950”, diz o colunista Graham Turner, “quando fui para Oxford, havia bastante Crença . . . agora . . . Oxford é um cemitério de sonhos não realizados e deuses caídos. Onde, há apenas cinco anos, qualquer coisa parecia ser possível, agora até mesmo os otimistas prevêem a deterioração”.

PODE-SE FAZER ALGUMA COISA?

Pode entender por que tantos jovens agem como uma “geração perdida”? Se for pai ou mãe de adolescentes, sabe como ajudá-los nestes tempos difíceis? Talvez o próprio leitor seja adolescente. Neste caso, descobriu um modo de viver num sistema que se está desintegrando, sem dar vazão ao cinismo e à desilusão? Será que ainda há lugar para idealismo e esperança? O artigo que se segue poderá ajudá-lo a responder a essas perguntas.

[Quadro na página 4]

Atitudes e Valores Comuns Hoje

O colunista William Shannon escreveu sobre as atitudes e os valores que o mundo incentiva os jovens a ter, e as conseqüências:

“A Nova Sofisticação incluiu a iniciação de crianças cada vez mais novas à maconha, aos tóxicos fortes, ao álcool e à experiência sexual. . . . Meninas de 13 e 14 anos que se negam a ter relações sexuais são acusadas de serem ‘frias’. Meninos da mesma idade que se negam a provar a maconha ou o álcool são ridicularizados como covardes. . . .

“Seus efeitos maléficos podem ser vistos hoje nas assustadoras estatísticas de suicídio, agora a segunda principal causa de morte entre pessoas da idade de 13 a 24 anos, e ocorrendo a uma taxa duas vezes maior do que há uma década. Pode-se ver também nos índices vertiginosos das doenças venéreas, do vício de tóxicos e do alcoolismo entre os jovens.” — Free Press de Detroit, E.U.A.

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