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  • g82 22/8 pp. 17-19
  • A prosperidade — é isso tudo o que há na vida?

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  • A prosperidade — é isso tudo o que há na vida?
  • Despertai! — 1982
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Despertai! — 1982
g82 22/8 pp. 17-19

Os Jovens Perguntam . . .

A prosperidade — é isso tudo o que há na vida?

“TEMOS de cuidar de nós mesmos”, diz um jovem de 16 anos que trabalha por período parcial numa lanchonete em Boston, Massachusetts, E.U.A. “Nenhum outro cuidará — nem os políticos nem quaisquer outros. O principal é a pessoa cuidar de seus negócios, ter um emprego e saber o que fazer com o pagamento no fim da semana.”

Do outro lado do país, na Califórnia, Joana, que terminou recentemente o segundo grau na escola, diz assim: “Parece que todos os que conheço têm emprego de tempo parcial para manter um carro. Naturalmente, um carro facilita a locomoção na Califórnia, mas, todas essas horas de trabalho! E para quê? Não para qualquer meta a longo prazo como custear os estudos. Só para manter o carro.”

Agitação Cedo na Vida

Cada vez mais jovens em países ricos parecem trabalhar fora hoje em dia. Não há nada de errado com o trabalho, mas, conforme Joana perguntou: “Quais são as metas a longo prazo? Como jovem, está você disposto a trabalhar para ajudar sua família? É excelente e altruísta. Está trabalhando para ganhar experiência valiosa na carreira que escolheu? Isso pode ser sábio. Por outro lado, se está trabalhando só para manter seu próprio carro, uma coleção de discos ou compromissos sociais dispendiosos, quão prudente e altruísta é isso?

Um professor do segundo grau fez uma enquête sobre 148 estudantes norte-americanos da classe média com relação a seus hábitos de trabalho. Setenta e sete por cento dos estudantes tinham empregos de período parcial, os empregos tomando em média 20 horas por semana do tempo dos estudantes. A maioria dos estudantes admitiu que seus estudos na escola eram prejudicados por causa de seus empregos de período parcial. Mas, para que todos esses empregos?

“Apenas 24% dos estudantes abrangidos na enquête indicaram que trabalhavam para ajuntar dinheiro para custear seus estudos na faculdade ou para necessidades futuras; outrossim, só um estudante indicou que o dinheiro ganho no emprego de período parcial era contribuído para o orçamento da família”, observa o professor. Em que é gasto o dinheiro? “Grande parte é para satisfazer os sofisticados gostos materialistas dos estudantes do segundo grau.”

O resultado é que os adolescentes estão começando cedo a ter o que os mais velhos chamam de “vida agitada”. “São como homens de meia-idade”, diz um conselheiro de educação em Michigan, “que tentam saldar dívidas de seus carros e competir com os outros. Parece que nunca ficam em dia”. Acontece isso com você?

Conselho Prático

Uma destacada autoridade sobre a natureza humana examinou certa vez a questão do trabalho. Ele não obteve a sua informação sobre o assunto de terceiros, mas, conforme disse ele: “Construí para mim casas; plantei para mim vinhedos. Fiz para mim jardins e parques, plantei neles toda sorte de árvores frutíferas. Fiz para mim reservatórios de água para irrigar com eles a floresta em que crescem árvores.” — Eclesiastes 2:4-6.

Após ter aprendido por experiência própria sobre o trabalho, esse sábio fez diversas observações equilibradas:

N.º 1 — As pessoas foram feitas para trabalhar, precisamos trabalhar. “Eis que a melhor coisa que eu mesmo vi . . . é que a pessoa coma, e beba, e veja o que é bom por toda a sua labuta . . . pois este é seu quinhão.” — Eclesiastes 5:18.

N.º 2 — O trabalho motivado por desejos materialistas não trará felicidade. “O mero amante da prata não se fartará de prata, nem o amante da opulência, da renda.” (Eclesiastes 5:10) Se cultivar um desejo ardente de coisas materiais em idade jovem, poderá estar caminhando para uma vida inteira de infelicidade e dessatisfação com aquilo que possui.

Nancy pode atestar a veracidade deste princípio bíblico. “Cresci num lar desfeito”, diz ela. “Não tínhamos muitas coisas, e sempre pensei que, se tão-somente pudesse ganhar muito dinheiro depois de crescer, eu seria então feliz. Tinha por alvo na vida ganhar muito dinheiro.

“Atingi esse alvo. Não demorou muito para eu encontrar um trabalho que, embora contrário à ética, me habilitava a ganhar US$ 50.000 [Cr$ 8,5 milhões] por ano, além de férias adicionais e viagens de negócio. Materialmente, eu tinha tudo o que podia desejar — um carro luxuoso, roupas, mas com tudo isso eu não era feliz.

“Sentia-me infeliz com minha vida pessoal, e todas as minhas posses não me traziam consolo. Sentia que estava enlaçada. Quanto mais dinheiro eu ganhava, tanto mais eu gastava, até o ponto de por fim estar com dívidas de US$ 80.000 [Cr$ 14 milhões]!

“Alguns membros de minha família eram Testemunhas de Jeová, e eu notava que eram mais felizes do que eu, embora possuíssem menos bens do que eu. Quisera eu ter essa felicidade, mas não parecia haver esperança. Eu sabia que tinha de encontrar outro tipo de serviço se me tornasse Testemunha, e então como poderia pagar minhas dívidas? Mesmo que eu pagasse minhas dívidas, poderia eu ser realmente feliz sem dinheiro?

“Após anos de estudo bíblico, finalmente larguei o hábito de fumar, e isso me convenceu de que eu podia realmente mudar minha vida com a ajuda de Jeová. Portanto, deixei meu ramo de serviço, vendi meu automóvel e outros objetos de valor, e fui batizada como Testemunha de Jeová. Vivo com muito menos agora, mas sou muito mais feliz! As coisas que eu possuía nunca me deram felicidade. Ter verdadeiros amigos e conhecer a Jeová Deus como sendo uma pessoa real que se interessa por mim fez toda a diferença.”

N.º 3 — Finalmente, o trabalho não deve ser motivado por um desejo competitivo de suplantar os outros. “Eu mesmo vi todo o trabalho árduo e toda a proficiência no trabalho, que significa rivalidade de um para com o outro; também isto é vaidade e um esforço para alcançar o vento.” (Eclesiastes 4:4) Talvez conheça jovens que se sentem inúteis porque não conseguiram entrar numa famosa faculdade ou porque não se qualificaram para uma equipe atlética na escola. A competição nesses campos pode ser intensa. Para os poucos que ganham, há muitos perdedores. É boa idéia fixar suas esperanças em tais metas?

A Bíblia — um Livro Prático

Conforme já deve ter percebido, a autoridade que fez esses comentários práticos e equilibrados a respeito do trabalho foi Salomão. O livro de Eclesiastes, que ele escreveu sob inspiração divina, encontra-se na Bíblia. Sabia que a Bíblia é um livro tão prático?

Se você está na escola e se sente tentado a trabalhar fora por período parcial sem realmente precisar, lembre este conselho de Salomão: “Para tudo há um tempo determinado, sim, há um tempo para todo assunto debaixo dos céus.” (Eclesiastes 3:1) Pergunte a si mesmo: Neste período de minha vida, o que eu devo estar fazendo? É a juventude o tempo de começar a acumular carros, aparelhos estereofônicos, roupa, ou é tempo de acumular conhecimento? O que lhe causará maior benefício a longo prazo — uma coleção de discos ou a habilidade de ler bem e de escrever claramente? Mais importante ainda, por que não tomar algum tempo para aumentar sua educação na Bíblia? Os conselhos sobre os problemas da vida que se encontram nela, quando seguidos, revelarão ser mais valiosos para você do que todos os bens que poderia adquirir. — Provérbios 8:12-21.

[Fotos na página 17]

“A maioria dos estudantes entrevistados admitiu que seus estudos na escola eram prejudicados por causa de seus empregos de período parcial. Será que vale a pena isso?”

[Fotos na página 18]

“São como homens de meia-idade que tentam liquidar dívidas de seus carros e competir com os outros. Parece que nunca ficam em dia.”

[Foto na página 19]

“Sentia-me infeliz com minha vida pessoal, e todas as minhas posses não me traziam consolo.”

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