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  • Despertai! — 1986
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  • Ser Apenas Bons Amigos
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Despertai! — 1986
g86 22/8 p. 28

De Nossos Leitores

Ser Apenas Bons Amigos

Tenho apreciado muito a série “Os Jovens Perguntam . . .” pois mostram amorosa preocupação conosco, jovens. Especialmente os artigos “Podem um Rapaz e Uma Moça Ser ‘Apenas Bons Amigos’?” e “Que Mal Há em Sermos ‘Apenas Bons Amigos’?” nas edições de março de 1986 de Despertai!. Realmente me abriram os olhos. Para os jovens parece sem importância o conselho dos mais velhos, de não nos tornarmos íntimos demais em nossas amizades com o sexo oposto. Parece antiquado. Mas com essa explanação clara sobre o assunto, creio que muitos jovens, assim como eu, serão ajudados a pensar diferente. Realmente não escondem a verdade e a defendem com coragem e franqueza. Deveras amo esse arranjo que Jeová fez para nossa instrução!

V. M. O., Minas Gerais, Brasil.

Não podem imaginar minha surpresa quando recebi a revista com o artigo “‘Não Podemos Ser Apenas Bons Amigos?’”. (22 de abril de 1986) Sabem, neste momento eu enfrento o mesmíssimo problema. Tenho 20 anos, e um rapaz com quem trabalho acha que está apaixonado por mim, mas eu não estou por ele. Agora tenho a solução, no artigo supracitado.

M. W., R. F. da Alemanha.

Crianças Excepcionais

O artigo “Trinta Anos de Amor e Devotamento” (8 de fevereiro de 1986) foi excelente e encorajador para os pais de crianças portadoras da síndrome de Down, mas não gostei da frase: “Pessoas estranhas amiúde imaginam que cuidar de uma criança excepcional deve ser uma responsabilidade pouco gratificante. Quão erradas estão!” Como mãe de uma filha que padece de grave deficiência física, posso, com toda honestidade, afirmar que os senhores podem estar errados ao colocarem todas as crianças excepcionais numa única categoria.

Minha filha não consegue andar, nem falar, nem ver, nem comer sozinha, ou ficar sem fraldas. É preciso escovar os dentes dela, e lhe dar banho todo dia. Alimentá-la é uma tarefa que ocupa o dia todo. Consultas feitas a terapeutas, nutricionistas, pediatras e outros, levam muitas horas, e é uma constante luta obter a ajuda e os serviços apropriados que se fazem necessários. Os pais de crianças excepcionais amam muitíssimo a seus filhos, mas o que estou tentando dizer é que, se não puderem entender a situação, não tentem confortar ou justificar a situação por dizerem: “Bem, os pais obtêm muita alegria e felicidade.”

J. B., Canadá.

Através dos anos, temos publicado diversos relatos personalizados sobre pais que cuidam de filhos excepcionais. Achamos que havia muitas informações valiosas que poderiam beneficiar outros numa situação similar, e que, por publicarmos tais artigos, estaríamos incentivando outros. Certamente não desejamos aumentar as aflições das famílias que têm de enfrentar um problema dificílimo. No seu relato, Anna Field reconhece que cada caso é diferente, e que as circunstâncias domésticas variam. Embora no caso dela também tenha havido ocasiões provadoras, e tristezas, ela sinceramente acha que sua filha excepcional lhes trouxe muito mais alegrias do que tristezas. Ficamos felizes de que isto aconteça. Ao mesmo tempo, compreendemos que pode haver casos muito mais complicados, em que a criança não consegue responder, de nenhum modo que traga felicidade a seus pais. Pais que têm um filho assim certamente merecem a compreensão condolente de todos, bem como a ajuda apropriada de seus amigos íntimos. Compadecemo-nos verdadeiramente de todos os pais que se acham nessa difícil situação. — RED.

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