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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • com Paulo para a Palestina no fim dessa viagem missionária (Atos 21:7, 8, 15) e, enquanto o apóstolo esteve preso, por cerca de dois anos, em Cesaréia, Lucas provavelmente escreveu seu relato do Evangelho ali (por volta de 56-58 EC). Ele acompanhou a Paulo na viagem deste a Roma para ser julgado (Atos 27:1; 28:16), provavelmente concluindo o livro de Atos em Roma, por volta de 61 EC, visto que abrange eventos até aquele ano, mas não registra o resultado do recurso feito por Paulo a César.

      Lucas juntou-se a Paulo em enviar cumprimentos aos cristãos em Colossos, quando Paulo lhes escreveu de Roma (c. 60-61 EC), e o apóstolo o identificou como “o médico amado”. (Col. 4:14) Ao escrever de Roma para Filêmon (por volta de 60-61 EC), Paulo incluiu cumprimentos de Lucas, referindo-se a ele como um de seus “colaboradores”. (Filêm. 24) Que Lucas se apegou a Paulo e estava junto com ele pouco antes do martírio do apóstolo é evidente da observação de Paulo: “Apenas Lucas está comigo.” — 2 Tim. 4:11.

      Alguns sustentam que Lucas era gentio, baseando tal alegação mormente em Colossenses 4:11, 14. Visto que Paulo primeiro mencionou os “circuncisos” (V. 11) e mais tarde se referiu a Lucas (V. 14), infere-se que Lucas não era da circuncisão e, assim sendo, não era judeu. Mas isto não é, de forma alguma, evidência conclusiva, e existe evidência específica contra tal argumento em Romanos 3:1, 2, onde Paulo mostra que Deus confiou suas declarações inspiradas aos judeus. Lucas é um daqueles a quem foram confiadas tais declarações inspiradas.

  • Lucas, As Boas Novas Segundo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • LUCAS, AS BOAS NOVAS SEGUNDO

      Um relato que narra primariamente os eventos do ministério terrestre de Jesus. Seu propósito era apresentar um registro exato, em ordem lógica, comprovando a certeza daquilo que Teófilo aprendera de forma oral. (Luc. 1:3, 4) Conforme sugerido por constar do cânon da Bíblia, tal registro devia também beneficiar muitas outras pessoas, tanto judias como não-judias. Ao passo que o arranjo tópico pareça predominar às vezes, este Evangelho segue uma ordem cronológica no seu esboço geral.

      ESCRITOR E ÉPOCA DA ESCRITA

      Embora não seja citado nominalmente nele, o médico Lucas (Col. 4:14) tem recebido em geral o crédito pela composição deste relato. Existe evidência escrita neste sentido já desde o segundo século EC, o Evangelho sendo atribuído a Lucas no Fragmento Muratoriano (c. 170 EC). Certos aspectos deste Evangelho também podem ser considerados como indicando que seu escritor era um médico bem instruído. O vocabulário nele encontrado é mais extenso do que o dos outros três Evangelhos combinados. Às vezes, as descrições das doenças curadas por Jesus são mais especificas do que nos outros relatos. — Compare com Mateus 8:14; Marcos 1:30; Lucas 4:38; Mateus 8:2; Marcos 1:40; Lucas 5:12.

      Foi evidentemente antes de escrever o livro de Atos que Lucas concluiu seu Evangelho. (Atos 1:1, 2) Visto que havia acompanhado Paulo a Jerusalém, ao fim da terceira viagem missionária do apóstolo (Atos 21:15-17), Lucas estaria em boas condições de rebuscar, com exatidão, as coisas relativas a Jesus Cristo na própria terra em que o Filho de Deus realizara suas atividades. Depois da prisão de Paulo em Jerusalém, e durante o encarceramento posterior de Paulo em Cesaréia, Lucas teria muitas oportunidades de entrevistar testemunhas oculares e de consultar alguns registros. Assim, é razoável concluirmos que o Evangelho pode ter sido escrito em Cesaréia, em algum tempo durante o confinamento de Paulo ali, por cerca de dois anos (c. 56-58 EC). — Atos 21:30-33; 23:26-35; 24:27.

      PONTOS EM QUE É ÍMPAR

      Como no caso dos três outros Evangelhos, o relato de Lucas fornece evidência abundante de que Jesus é deveras o Cristo, o Filho de Deus. Revela Jesus como tendo sido um homem de oração, alguém que confiava plenamente em seu Pai celeste. (Luc. 3:21; 6:12-16; 11:1; 23:46) Contém inúmeros pormenores suplementares, que, quando combinados com os outros três Evangelhos, fornecem-nos um quadro mais completo dos eventos ligados a Cristo Jesus. Os capítulos 1 e 2 quase que inteiros não têm paralelo nos outros Evangelhos. Sete milagres específicos, e mais do que o dobro desse número de ilustrações, são uma exclusividade desse livro. Os milagres são: Jesus fez com que alguns de seus discípulos pescassem uma safra miraculosa de peixes (5:1-6), ressuscitou o filho duma viúva em Naim (7:11-15), e curou uma mulher completamente encurvada (13:11-13), um homem afligido de hidropisia (14:1-4), dez leprosos (17:12-14) e a orelha do escravo do sumo sacerdote (22:50, 51). Entre as ilustrações há as seguintes: os dois devedores (7:41-47), o prestativo samaritano (10:30-35), a figueira estéril (13:6-9), a lauta refeição noturna (14:16-24), a moeda perdida de uma dracma (15:8, 9), o filho pródigo (15:11-32), o mordomo injusto (16:1-8), o homem rico e Lázaro (16:19-31), e a viúva e o juiz injusto (18:1-8).

      A matéria cronológica que aparece neste Evangelho ajuda a determinar quando João, o Batizador, e Jesus nasceram e quando iniciaram seus respectivos ministérios. — Luc. 1:24-27; 2:1-7; 3:1, 2, 23; veja REGISTRO.

      AUTENTICIDADE

      Indicando a autenticidade do Evangelho de Lucas, e a harmonia entre este e outros livros da Bíblia, há as numerosas referências às Escrituras Hebraicas que ele contém, e as citações das Escrituras Hebraicas feitas nele. (Compare Lucas 2:22-24 com Êxodo 13:2; Levítico 12:8; Lucas 3:3-6 com Isaías 40:3-5; Lucas 7:27 com Malaquias 3:1; Lucas 4:4, 8,

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