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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1980
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Perguntas Perenes

● Há pouco tempo, Vermont Royster, editorialista vencedor do Prêmio Pulitzer, tratou do alcance do conhecimento humano na sua coluna “Reflexos Sobre as Coisas”, no Wall Street Journal. “Em pouco mais de meio século, fizemos avanços prodigiosos em nosso conhecimento sobre as partículas infinitésimas que constituem o mundo físico e sobre as forças poderosas que governam o espaço infinito no qual este mundo flutua como minúsculo pontinho”, escreveu ele. “No entanto, há nisso algo curioso. Na contemplação do próprio homem, de seus dilemas, de seu lugar no universo, estamos pouco mais avançados do que quando começou o tempo. Ainda temos perguntas sobre quem somos, e por que existimos, e para onde vamos.”

Royster sugere que os homens precisam ir além da ciência fria para obter as respostas a tais perguntas, porque, “apesar de todo este crescente conhecimento, ainda ficamos com o antigo clamor do Livro de Jó: ‘Onde se pode achar sabedoria? E onde está o lugar do entendimento?’” As respostas a estas perguntas são encontradas no mesmo livro de Jó, apenas alguns versículos mais adiante. Diz: “Eis o temor de Jeová — isso é sabedoria, e desviar-se do mal é compreensão.” — Jó 28:12, 20, 28.

Bebês Inteligentes

● Um neurologista pediátrico na Universidade de Chicago, E. U. A., talvez tenha encontrado indícios do motivo de criancinhas aprenderem tão depressa e poderem prontamente aprender idiomas adicionais. Usando um microscópio eletrônico, o Dr. Peter Huttenlocher verificou que bebês entre um e dois anos de idade têm cerca de 50 por cento mais sinapses, ou relações entre neurônios no seu córtex frontal (“região do pensamento”) do que os adultos. Depois de atingir o auge à idade de dois anos, a densidade sináptica diminui constantemente até a idade de 16 anos, quando continua mais ou menos a mesma até à velhice. O relatório publicado no periódico Brain Research diz que isso talvez explique por que o cérebro dos bebês é mais “maleável” e se restabelece melhor de ferimentos.

Os pais, sem dúvida, poderiam aproveitar melhor esta capacidade inicial de aprendizado dada por Deus. Por exemplo, o Professor Archil Alkhazishvili da Academia de Ciências de Geórgia, na União Soviética, diz que se pode ensinar às crianças a ler desde a infância, observando que suas próprias duas filhas começaram a ler com dois anos de idade e já tinham “devorado” muitos dos clássicos à idade de sete anos. Segundo os seus comentários no sumário soviético Sputnik, os pais deveriam “pendurar na parede quadros mostrando letras, palavras e frases”. Isto atrai a atenção da criança, e os pais podem casualmente lê-las em voz alta. “A criança se lembrará delas involuntariamente”, disse Sputnik, afirmando que “tal ensino latente é muito mais eficiente do que o intencional”.

Essas descobertas estão em harmonia com a direção do conselho bíblico sobre o valor do ensino desde a infância, como no caso de Timóteo, sobre quem se disse: “Desde a infância tens conhecido os escritos sagrados, que te podem fazer sábio.” — 2 Tim. 3:15; Pro. 22:6.

“A Noite Caiu em 1914”

● No seu número de 4 de agosto de 1979, o periódico The Economist de Londres fez algumas observações editoriais sobre os eventos que abalaram o mundo 65 anos antes: “Os eventos postos em movimento em 4 de agosto de 1914 — há dois terços de século, duas gerações do homem e todo um salto da imaginação — destruíram uma ordem moral e política, romperam o equilíbrio de poder internacional, acabaram com o papel da Europa como criadora de eventos do mundo, e mataram, neste processo, várias dezenas de milhões de pessoas. . . . em 1914, o mundo perdeu a coerência, que não conseguiu recapturar desde então.”

Descrevendo o período desde 1914, The Economist disse que “este tem sido um tempo de extraordinária desordem e violência, tanto cruzando fronteiras nacionais como dentro delas. . . . Esta qualidade dos últimos dois terços de século destaca-se em nítido contraste com o período imediatamente precedente a ele”, período que o artigo chamou de “‘bela época’, sobre a qual a noite caiu em 1914”.

Novamente respeitados observadores contemporâneos identificam um grande ponto decisivo da história com a Primeira Guerra Mundial e os acontecimentos que começaram em 1914. Mais notável é que os estudantes da Bíblia, à base de profecias seculares, já tão cedo como em 1876 declararam que o período que Jesus chamou de “tempos dos gentios” terminariam então, com espantosas conseqüências para a humanidade. — Luc. 21:24, Almeida.

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