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    • seguinte anúncio: “O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.” (Rev. 11: 15) Assim sendo, o segredo sagrado de Deus chega ao término na época em que Jeová inicia o Seu reino por meio de seu Messias ou Cristo. Jesus Cristo falou muita coisa a seus discípulos, os “escravos” de Deus, sobre o reino de Deus, e disse que as “boas novas do reino” continuariam a ser pregadas até bem o fim (télos, em grego) do “sistema de coisas”. Depois de ‘o segredo sagrado de Deus ter sido levado a término’, as “boas novas” a serem pregadas incluiriam, por conseguinte, o que as vozes no céu anunciaram: “O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo.” — Mat. 24:3, 14.

      Quanto ao “mistério daquilo que é contra a lei” (2 Tes. 2:7) veja o verbete HOMEM QUE É CONTRA A LEI. Quanto ao “Mistério: ‘Babilônia, a Grande’”. (Rev. 17:5), veja BABILÔNIA, A GRANDE.

  • Seio, Peito
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    • SEIO, PEITO

      O seio (busto) ou peito (colo; regaço) humano é empregado em sentido figurado nas Escrituras para indicar proximidade, intimidade e favor (Cân. 1:13; João 13:25; 21:20); madureza (Cân. 8:8, 10; Eze. 16:7); formosura, símbolo de beleza espiritual (Cân. 4:5; 7:3, 7, 8); relações sexuais (“entre os seus seios” [Osé. 2:2]; “apertaram-lhes . . . os peitos”, ‘premeram-lhe os seios’ [Eze. 23:3, 21]); fertilidade (Gên. 49:25; Osé. 9:14); exultação e prosperidade. (Isa. 60:16; 66:11) ‘Bater nos peitos’ ou ‘arrancar os peitos’ significava extrema humilhação, angústia e pesar. — Isa. 32:12; Eze. 23:34; Luc. 18:13; 23:48.

      Certa mulher, que ouvia Jesus falar, bradou: “Feliz é a madre que te carregou e os peitos em que mamaste!” Visto que toda mulher desejava ter um filho digno, e as mulheres judias desejavam ter o privilégio de serem a mãe dum profeta, e especialmente do Messias, é compreensível que esta mulher judia fizesse tal observação. Mas a resposta de Jesus: “Não, antes: Felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” mostrava que aquilo que contava não era ser achegado a Jesus de modo carnal; a espiritualidade era o que importava. Este princípio elimina qualquer veneração a Maria como sendo a mãe de nosso Senhor. — Luc. 11:27, 28.

      SEIO (PEITO; REGAÇO; DOBRA DA VESTE)

      Esta palavra é empregada dum modo bem similar a peito (regaço; colo), embora se refira mais especificamente à dobra da parte superior do manto do que ao próprio peito. Uma pessoa mui querida ou prezada seria segurada junto ao seio ou regaço, como Noemi fez com Obede, bebezinho de Rute, ao reconhecê-lo como o herdeiro legal de Elimeleque, falecido marido de Noemi. (Rute 4:16) Ao se seguir o costume de reclinar-se à mesa, às refeições, a pessoa que estivesse em frente ao regaço ou seio de outra estava numa posição de intimidade com ela, em geral a posição favorecida. (João 13:23) Jesus utilizou este costume bem-conhecido para ilustrar que Lázaro se achava na “posição junto ao seio de Abraão”, significando o favor de Deus. (Luc. 16:22, 23) O apóstolo João descreveu Jesus como estando “na posição junto ao seio do Pai“, como sendo o íntimo de Jeová, a pessoa específica que podia explicar a Deus na medida mais plena e mais cabal do que qualquer outra. — João 1:18; veja SEIO, POSIÇÃO JUNTO AO.

      O traje usado pelos israelitas nos tempos bíblicos era bem volumoso sobre o tórax, de modo que, em suas dobras, a pessoa podia esconder as mãos, colocar dinheiro ou outros objetos, e até mesmo carregar um bebê ou um cordeirinho. — Êxo. 4:6, 7; Núm. 11:12; 2 Sam. 12:3.

  • Seio, Posição Junto Ao
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    • SEIO, POSIÇÃO JUNTO AO

      Numa parábola, Jesus mencionou um mendigo pobre, chamado Lázaro, que foi levado ao morrer para a “posição junto ao seio de Abraão”, e João se refere a Jesus como estando na “posição junto ao seio do Pai”. (Luc. 16:22, 23; João 1:18) A expressão “posição junto ao seio” faz alusão àquele que se reclina em frente de outra pessoa no mesmo divã, numa refeição.

      Os judeus adotaram dos romanos este costume de reclinar-se à mesa, nas refeições, sendo que os romanos o herdaram, por sua vez, de Cartago, depois das guerras púnicas. Os convidados se reclinavam no seu lado esquerdo, com uma almofada apoiando o cotovelo esquerdo, deixando livre o braço direito. Geralmente três pessoas ocupavam cada divã, mas podia haver até cinco delas. A cabeça de cada um ficava como que pousada, ou próxima, do peito ou seio da pessoa logo atrás dele. Quem não tinha ninguém às suas costas era considerado como estando na posição mais elevada, e a pessoa próxima dele ocupava o segundo lugar de honra. Em vista da proximidade dos convidados em relação um ao outro, era costumeiro que se colocasse um amigo junto do outro, o que tornava mais fácil travar uma palestra confidencial, caso isto fosse desejado. Ocupar tal “posição junto ao seio” de outrem, num banquete, significava deveras ocupar uma posição especial de favor quanto àquela pessoa. Assim, o apóstolo João, a quem Jesus amava ternamente, “recostava-se na frente do seio [peito, BJ; IBB; JDG; MH] de Jesus” e, em tal posição, “se encostou no peito de Jesus” e lhe fez em particular uma pergunta, durante a celebração da última Páscoa. — João 13:23, 25; 21:20.

  • Seir
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    • SEIR

      [cabeludo, peludo]. A região montanhosa entre o mar Morto e o golfo de Acaba. (Gên. 36:8, 30; Deut. 2:1, 8) No tempo de Abraão, os horeus habitavam Seir. (Gên. 14:6) Posteriormente, Esaú, neto de Abraão, criou interesses em Seir, ao passo que Jacó, irmão gêmeo dele, residia em Padã-Arã. (Gên. 32:3) Mas, parece que Esaú não concluiu sua mudança para Seir senão algum tempo depois de Jacó voltar a Canaã. (Gên. 36:6-9) Por fim, os descendentes de Esaú, os edomitas, desapossaram os horeus (Deut. 2:4, 5, 12; Jos. 24:4), e a terra passou a ser chamada de Edom. Não obstante, o seu nome mais antigo, “Seir”, também era aplicado aos descendentes de Esaú, e à área em que viviam. (Núm. 24:18; compare com 2 Reis 14:7; 2 Crônicas 25:11.) Parece que, durante o reinado do Rei Ezequias, homens da tribo de Simeão dirigiram-se ao monte Seir, e, depois de terem aniquilado o restante dos amalequitas, os simeonitas passaram a residir ali. (1 Crô. 4:41-43) Quanto aos pormenores sobre a geografia e a história de Seir, veja EDOM, EDOMITAS; HOREU.

  • Seis
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    • SEIS

      Veja NÚMERO, NUMERAL.

  • Sela, I
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    • SELA, I

      Numerosas referências bíblicas mencionam a colocação de selas em jumentos (Gên. 22:3; Núm. 22:21; 2 Sam. 17:23; 19:26; 1 Reis 2:40; 13:13, 27; 2 Reis 4:24), mas nenhuma descrição é provida a respeito de selas. À base da evidência de monumentos antigos, parece que as selas antigas para os cavalos eram pouco mais do que um acolchoado de pano ou de couro. O verbo hebraico “selar” significa, basicamente, “prender”, indicando que as selas eram amarradas por tiras ao animal. Um relevo antigo representa uma sela em forma de caixa amarrada por tiras à traseira de um camelo de uma só corcova. Não se pode afirmar nada definido sobre o ‘cesto da sela do camelo’, mencionado em Gênesis 31:34.

      Sob a Lei, tornava-se impura qualquer pessoa que tocasse numa sela sobre a qual estivera montado alguém que tinha uma secreção, como também a pessoa que tocasse num artigo sobre o qual se sentara uma mulher menstruada. — Lev. 15:9, 19-23.

  • Sela, Ii
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    • SELA, II

      [rocha]. Uma das principais cidades edomitas que foi capturada pelo Rei Amazias, de Judá, e rebatizada de Jocteel. (2 Reis 14:7) Sela pode ser a “cidade fortificada”, cujo nome não é revelado, a que o Salmo 108:10 se refere.

      Esta cidade é comumente identificada com Umm el-Bayyarah, uma acrópole rochosa situada a c. 80 km ao S da ponta meridional do mar Morto. Este sitio se localiza no canto O da planície, onde a cidade nabatéia de Petra foi mais tarde erguida. Acessível por meio de uma garganta estreita e serpenteante, e cercada de penhascos precipitosos, compostos de arenito, esta planície é bem protegida. As impressionantes ruínas de Petra, incluindo templos, túmulos e moradias escavadas na rocha, não faziam parte da antiga cidade edomita de Sela.

  • Selá
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    • SELÁ

      Uma expressão hebraica transliterada, encontrada com frequência nos Salmos e que também aparece em Habacuque, capítulo 3. Embora em geral se concorde que é um termo técnico para música ou declamação, desconhece-se seu significado exato. Sustenta-se que significa uma “pausa, suspensão, ou restrição”, quer do entoar do salmo — para haver um interlúdio musical — quer tanto do canto como da música instrumental — para a meditação silenciosa. Em qualquer dos casos, a pausa era, sem dúvida, empregada para tornar mais impressivo o fato ou o sentimento que se acabara de expressar, permitindo que penetrasse o pleno sentido da última declaração. A tradução de Selá pela Septuaginta é diápsalma, termo definido como “interlúdio musical”. Selá sempre surge no fim de uma cláusula e, geralmente, no fim de uma estrofe, cada ocorrência da palavra sendo num cântico que contém algum tipo de orientação ou de expressão musical. No Salmo 9:16, é acompanhada

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