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    Despertai! — 1979 | 22 de julho
    • se tencione fazer uma distinção entre ‘edháh, como a inteira comunidade, e qahál, como seleto corpo judicial de anciãos, mas isto é incerto.

      Reuniões íntimas de vários tipos são designadas pela palavra hebraica sohdh, que significa “conversação íntima, amigável”. É traduzida “grupo íntimo” no Salmo 89:7, que declara: “Deve ter espanto reverente ante Deus entre o grupo íntimo dos santos; ele é grandioso e atemorizante sobre todos em volta dele.”

      A palavra grega ekklesía (de ek, “fora de”, e klésis, “uma chamada”) é usualmente usada na Septuaginta para traduzir a palavra hebraica qahál (congregação) e, às vezes, é empregada para ‘edháh (assembléia), embora, para essa última, também seja usada a palavra grega synagogé (que significa “trazer juntas”, de syn, “junto”, e ágo, “trazer”). Nas Escrituras Gregas Cristãs, ekklesía é geralmente traduzida “congregação”. Em Atos 7:38, é usada com referência à congregação de Israel. A palavra grega synagogé aparece em Atos 13:43 (“reunião da sinagoga”) e em Tiago 2:2 (“assembléia pública”). Outra palavra grega, panégyris (de pan, “todos” e agorá, designando qualquer tipo de assembléia) é traduzida “assembléia geral” em Hebreus 12:23. — Tradução do Novo Mundo; Rei Jaime e Normal Americana, em inglês; “universal assembléia”, Almeida, rev.; atualizada.

      [Continua]

  • Entenda e aprecie a música
    Despertai! — 1979 | 22 de julho
    • Entenda e aprecie a música

      ALGUÉM certa vez disse: “A música e o ruído são dois meninos diferentes — um tão deleitoso, e outro, horroroso.” Embora sejam diferentes como Abel e Caim, e tão opostos como o dia e a noite, todavia, originam-se do mesmo fenômeno físico, o “som”. Ao passo que talvez associemos o ruído com o som dissonante e transtornador (às vezes horroroso), a música pode ser suavizante e descontraente (às vezes deleitosa). Já não notou como a música pode estimular dentro de nós emoções enlevantes de alegria e animação, bem parecida a uma corrente ascendente que transporta uma ave que sobe muito? Outras vezes, porém, a música pode trazer-nos uma sensação de melancolia, até mesmo de tristeza e de lágrimas.

      O Que É Música

      A música tem sido chamada de “linguagem internacional”. Por quê? Porque as pessoas que não falam a mesma língua podem comunicar-se pelo usufruto da mesma música. Ademais, a música tem atrativo mundial, porque toca em quase todo aspecto da vida humana. Temos canções de amor, de casamento, de ninar, de “rapaz e moça”. Temos música popular e clássica, música oriental e ocidental, canções folclóricas e o “rock”. Há música sofisticada, às vezes com “ritmo latino”. Há também a lindíssima e cativadora valsa. E, já não tamborilou com a ponta dos pés e bateu palmas em sintonia com uma polca viva ou uma marcha estimulante? É bem provável que tenha feito isso. Sim, uma linda canção que emprega alguns acordes musicais atrai nossos ouvidos tanto quanto uma excelente combinação de cores agrada aos nossos olhos. Ora, até mesmo a propaganda comercial tenta “conseguir um lugarzinho” por combinar os anúncios com música!

      De alguma forma, devido à nossa constituição humana, sons melodiosos e harmônicos podem exercer profundo e emocional impacto sobre nós. Isto se dá especialmente quando são coordenados no ritmo certo, e, talvez, acompanhados de letra apropriada. A música é “som organizado”. Alguns dos ingredientes utilizados para organizar o som incluem a pauta musical de cinco linhas paralelas e seus respectivos sinais de “identificação” ou “clave”. Daí, há os “sustenidos” e “bemóis” que alteram o caráter e diapasão das notas, sem alterar seus nomes. As diferentes figurações das notas indicam a variação do valor ou duração dos sons que representam. Colocadas mais para cima ou para baixo das linhas da pauta, significam sons mais agudos ou mais graves. Trata-se de música escrita. E o som da música é o resultado de alguém tocar o arranjo, feito por um compositor, destes ingredientes, em padrões apropriados. Por conseguinte, a música é uma forma artística que existe nos domínios do som e do ritmo.

      Quando o som chega aos nossos ouvidos, algo vibra — uma corda de violino, uma pele de tambor, a palheta de uma flauta. O que acontece é que o ar se movimenta. Como a superfície perturbada de uma plácida piscina quando se lança nela uma pedrinha, as ondulações e ondas de ar circulam de uma fonte até que façam pulsar nossos tímpanos — e ouvimos o som! Sem ar, não haveria som. Podemos agradecer a Deus nossa maravilhosa audição e toda a criação relacionada ao nosso redor, que torna possível tal comunicação.

      Uma variedade de instrumentos musicais fazem soar sons em diferentes diapasões, a voz humana sendo, sem dúvida, o mais antigo destes instrumentos. Quando os sons são dispostos num padrão reconhecível para uma voz, o resultado é “melodia”. Visto que a voz flui como uma corrente, pode-se dizer que a melodia é “música horizontal”. Se diferentes diapasões sonoros forem ouvidos simultaneamente, como num acorde, produziu-se “harmonia”, e talvez imaginamos a harmonia como sendo “música vertical”.

      A harmonia musical é primariamente de dois tipos: “consonância” e “dissonância”. Sim, isso mesmo! A discordância, ou “dissonância”, como é às vezes chamada, é essencial à música. Por quê? Porque sem dissonância haveria pouco ou nenhum senso de ação ou movimento na música. Por exemplo, quando uma peça musical chega a seu fim, isso nos dá a sensação de “encerramento” ou de repouso. Atingiu-se o fim, e sentimos uma sensação de satisfação.

      Contra-Melodia

      Quando a “música vertical” ou a harmonia flui de acordo com regras fixas de progressão musical, pode-se suprir um acompanhamento bem apropriado para uma melodia bem conhecida, ou peça de “música horizontal”. Dando-se atenção especial aos padrões de harmonia, pode-se inventar uma “contra-melodia”. Nosso entendimento e apreciação da música são destacados quando escutamos à espreita de tais padrões de melodia sustentadora ao irem se desenvolvendo junto com, ou se moverem em sentido contrário à melodia principal. Por exemplo, à medida que os violinos duma orquestra estão tocando uma melodia bem reconhecida, escute-a para ver se poderá captar uma melodia sustentadora conforme é tocada por uma trompa de pistões ou um oboé. Emocione-se ao ouvir um trecho em que as flautas repetem um escore previamente tocado!

      Desta forma, somos ajudados a avaliar o “fluxo”, ou movimento adiante, da música. A repetição dos padrões serve como “marcos”, por assim dizer; ficamos cônscios deles, esperamos sua volta, e apreciamos a satisfação de seu cumprimento. Como profecias da Bíblia, estimulam-nos, ao aprendermos sobre elas; aguardamos ansiosamente seu cumprimento, e oh, que satisfação temos com suas bênçãos!

      A Dádiva da Audição

      Sem que Deus nos tivesse suprido nossa maravilhosa audição não haveria música, ou, pelo menos, não poderíamos usufruí-la. Para entender e apreciar a música, toda ela tem de soar dentro dos limites de nossa capacidade. Embora a mesma varie, de pessoa para pessoa, aceita-se, em geral, que os limites humanos da capacidade de audição variam de 16 vibrações, ou “ciclos”, por segundo, até 20.000 ciclos por segundo (abreviação “CPS”). Um termo mais recente, usado atualmente na eletrônica, para “ciclos por segundo” é “Hertz” (Hz). As notas produzidas por todos os instrumentos musicais caem bem dentro destes limites. Por exemplo, o limite do violino é de simples 180 Hz até 2.500 Hz. O violão vai um pouco abaixo, variando de 80 CPS até 1.200 CPS. O que consegue ir mais alto? Bem, os címbalos podem produzir vibrações até de 20.000 Hz. Numa orquestra, o piano usualmente possui a distinção da mais ampla amplitude de freqüência, indo de 27 CPS a 4.000 CPS.

      Os Harmônicos Emprestam Qualidade ao Som

      A maioria das pessoas concordarão que a música “ao vivo”, “em pessoa” é muitíssimo deleitosa. Já ficou imaginando por quê? Bem, quem já viu um quadro ou foto que pudesse igualar-se à cena original? Algo está sempre faltando numa cópia. Muito embora uma foto reproduza todas as cores e os pormenores do original, falta-lhe profundeza. Mais ou menos da mesma forma, há algo sobre a música ao vivo que possui uma plenitude, uma riqueza e uma profundeza difíceis de igualar. Por quê?

      A luz que vemos e o som que ouvimos são todos vibrações. No som, não existe apenas uma vibração principal ou básica, mas há também vibrações parciais ou secundárias em relação à “fundamental”, como é chamada. E são estas parciais ou “harmônicos” que emprestam riqueza, plenitude e profundeza ao original, tão difícil de reproduzir numa cópia. Como assunto de interesse, é o destaque, ou a inibição, destes harmônicos no original que nos faz entender que a música que ouvimos é música de cordas, ou música de flauta, ou, então, pode ser a nota idêntica tocada numa gaita de foles! Esta qualidade do som pode ser identificada pela combinação dos

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