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  • Quando todas as nações entrarem em choque com Deus
    A Sentinela — 1972 | 15 de abril
    • dos mínimos destes meus irmãos, a mim o fizestes.” — Mat. 25:40; 24:3.

      O CHOQUE OS SOBREVIVENTES DELE!

      48. O que se segura forçosamente, e em que lugar profético?

      48 Forçosamente seguir-se-á o choque com Deus. O que significará isso? Nada menos do que a “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. Naquele tempo, as nações já terão chegado ao campo da batalha final, quer dizer, ao estágio crítico dos desenvolvimentos mundiais, chamado profeticamente de “lugar que em hebraico se chama Har-Magedon [Armagedom, Almeida]”. — Rev. 16:14-16.

      49. Para onde marcham todas as nações, a que as convida Deus e o que são para ele, talando-se comparativamente?

      49 Todas as nações estão agora em marcha para o Har-Magedon! Isto se pode dizer inequivocamente, segundo a tabela de tempo da Bíblia e segundo os acontecimentos mundiais em cumprimento da profecia bíblica. O confronto com Deus é iminente! Para ele, conforme ele mesmo diz, todas as nações juntas são apenas como uma gota caída dum balde de água esvaziado. (Isa. 40:15) Visto que já chegou o seu tempo devido para agir, convida desafiadoramente todas as nações, na linguagem da profecia de Joel 3:9-12, a se apresentarem para o encontro. Não importa quão cabalmente se preparem, não importa quão fortes se sintam, quanto a poder desafiar a Deus e seu Governo por Cristo, a situação das nações seria igual à duma formiga que se colocasse firmemente no trilho ferroviário e gritasse desafiadoramente para a enorme locomotiva diesel que se aproxima: ‘Pare! Não me pode atropelar! Não se atreva a fazer isso!’

      50. Como se dará então o Enoque, e o que mostra a profecia quanto a se as Nações Unidas salvarão a situação da “estátua” de regência política?

      50 Dá-se então o choque direto! Veja ali a organização das Nações Unidas! Poderá ela manter-se firme e repelir o ataque divino? A profecia divina diz que não! A pedra do Reino, cortada do monte universal de Deus e lançada pela própria mão de Deus, golpeará então a simbólica “estátua” do domínio da terra pelo homem. Quando a pedra golpeia o ferro, há um estrondo ensurdecedor! Escute! Algo está sendo esmagado! É a pedra que está sendo esmagada? Não! Mas a pedra esmaga todos os que pretendiam ter o domínio do mundo por meio de governantes humanos, e que são semelhantes ao ferro! Escute só aquele ruído estridente de trituração! É a Pedra que esmiúça a inteira “estátua” caída da regência política controlada pelo Diabo, que teve início com a “cabeça de ouro de Babilônia!

      51. O que acontecerá aos vestígios de pó da “estátua” simbólica, e quem remanescerá vitorioso no campo de batalha?

      51 O vendaval da justa ira de Deus eliminará todos estes vestígios de pó da “estátua” política contrária a Deus, igual à pragana da eira. Todos os vestígios do velho sistema de coisas terão desaparecido para todo o sempre! A “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon, conforme descrita no último livro da Bíblia (Rev. 19:11-21), acabará deixando a Jeová Deus e suas forças militares do céu como os únicos remanescentes no campo de batalha, gloriosamente vitoriosos. A questão do domínio do mundo terá sido decidida para sempre, a favor de Jeová!

      52, 53. Onde haverá um lugar de refúgio para os sobreviventes na terra? Tomarão parte ativa na “guerra”? E que oração pela supremacia divina verso respondida?

      52 Quando este tremendo choque ocorrer, haverá algum lugar de segurança na terra? Haverá homens sobreviventes do choque? Sim, e isto se dará somente do lado de Jeová Deus. É somente aos que se colocam do Seu lado e do lado de seu Reino por Cristo que se aplica a promessa divina: “Apenas estarás olhando com os teus olhos e estarás vendo a própria retribuição feita aos iníquos. Visto que disseste: ‘Jeová é meu refúgio’, fizeste do próprio Altíssimo a tua habitação; nenhuma calamidade te acontecerá.” (Sal. 91:8-10) Os que tomam posição firme, em apoio da soberania universal de Jeová, ficarão de lado e não tomarão parte ativa naquela “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. No seu lugar de refúgio, sob a proteção divina, verso Jeová e seu Cristo obter a vitória sobre todas as nações opositoras. Verão assim o cumprimento da profecia: “Espalhou os povos que se agradam em pelejas.” (Sal. 68:30) Observarão a resposta divina à oração do Salmo 83:17, 18, contra os inimigos de Deus:

      53 “Fiquem envergonhados e perturbados para todo o sempre, e fiquem encabulados e pereçam; para que as pessoas saibam que tu, cujo nome é Jeová, somente tu és o Altíssimo sobre toda a terra.”

      54. Quão extensivo se tornará então o reino vitorioso de Deus, conforme representado pela pedra que golpeou a estátua?

      54 O reino vitorioso de Deus, representado pela pedra que golpeia os pés da estátua simbólica, aumentará então assim como fez a pedra, e tornar-se-á semelhante a um “grande monte”, que enche a terra inteira. (Dan. 2:35) O reino de Deus por seu Cristo estará em toda parte da terra. Quão grande será o privilégio de sobreviver ao choque final das nações com Deus e viver naquele monte régio !

      55. Que profecias foram escritas em Isaías a respeito dos que então hão de morar naquele “monte”?

      55 Com respeito aos que hão de morar felizes naquele mesmo monte, escreveu-se na profecia de Isaías 11:9: “Não se fará dano nem se causará ruína em todo o meu santo monte; porque a terra há de encher-se do conhecimento de Jeová assim como as águas cobrem o próprio mar.” Acrescenta-se a isso a profecia que satisfaz a alma: “E Jeová dos exércitos há de fazer para todos os povos, neste monte, um banquete . . . Ele realmente tragará a morte para sempre, e o Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces. E de toda a terra ele tirará o vitupério de seu povo, pois o próprio Jeová falou isso.” — Isa. 25:6-8.

      56. Devemos temer a zombaria dos homens, por tomarmos a posição certa? E semelhantes a quem, da antiguidade, devemos ser no nosso andar, e com que recompensa?

      56 Portanto, não tema agora a zombaria dos homens, por tomar posição ao lado do Senhor Soberano Jeová e do seu reino por Cristo. Não ande com as nações num rumo contrário ao de Deus, para o inevitável choque mais à frente. Seja como o homem obediente Noé, que desdenhava a zombaria dos homens e que ‘andava com o verdadeiro Deus’. (Gên. 6:9) Daí, semelhante a ele, poderá alegrar-se com a esperança de sobreviver ao fim deste sistema internacional de coisas e de viver no seu eterno novo sistema de coisas, sob o reino de seu Rei reinante Jesus Cristo. Verá ali Deus tragar até mesmo a morte em vitória, para que possa usufruir a vida eterna, e servir e adorar a ele em perfeita saúde e felicidade, num paraíso interminável em toda a terra.

  • Por que não impede Deus o choque?
    A Sentinela — 1972 | 15 de abril
    • Por que não impede Deus o choque?

      PARA a pessoa de reflexão é evidente que a terra é uma coisa muito pequena para o Criador do universo. Portanto, as nações da terra são insignificantes em comparação com ele. Não poderia ele fazê-las desviar-se do choque ou não poderia ele mesmo afastar-se para evitar a colisão? Age ele, com seu poder superior, como tirano para causar o choque?

      Não. Deus não pode impedir o choque dentro dos requisitos de sua própria dignidade e justiça. Concedeu às nações tempo para experimentarem toda sorte de regência humana. Deixou-as agir, acumulando durante milhares de anos da história evidência de que as nações não podem governar a terra em paz. Não obstante, elas querem seguir o caminho que tomaram, e Deus se refreia de intervir na sua liberdade de ação, até chegar seu momento exato.

      Não obstante, as próprias nações poderiam ter voluntariamente evitado o caminho mau e desastroso. Já tiveram esta oportunidade. Deus mostrou às nações o caminho a tomar. Até mesmo os governantes pagãos têm alguma medida de consciência dada por Deus, conforme explicou um dos apóstolos de Cristo:

      “Pois, sempre que pessoas das nações, que não tem lei, fazem por natureza as coisas da lei, tais pessoas, embora não tenham lei, são uma lei para si mesmas. Elas é que são quem demonstra que a matéria da lei está escrita nos seus corações, ao passo que a sua consciência lhes dá testemunho e nos seus próprios pensamentos são acusadas ou até mesmo desculpadas.” — Rom. 2:14, 15.

      Agora, no que se refere às nações chamadas cristãs, são ainda menos desculpáveis, porque têm diante de si, na Palavra de Deus, a Bíblia, os princípios de governo correto e de justiça claramente especificados, e elas professam estar sujeitas às suas leis. Mas, em grande parte, elas têm rejeitado os princípios bíblicos.

      Em vista destes fatos, Deus não lida com as nações de modo arbitrário ou precipitado. Ninguém pode acusá-lo de agir contra uma nação justa. Antes, ele sempre tem seguido o princípio que declarou em Jeremias 18:7, 8:

      “Em qualquer momento em que eu falar contra uma nação e contra um reino, para a desarraigar, e para a demolir, e para a destruir, e esta nação realmente recuar da sua maldade contra a qual falei, também eu vou deplorar a calamidade que pensei em executar sobre ela.”

      Deus tem mostrado às nações que ele é o Dono legítimo da terra. Ele diz: “Minha é toda a terra.” (Êxo. 19:5) O homem não estaria na terra se Deus não o tivesse colocado nela. As próprias nações reconhecem seu direito de propriedade, protegendo zelosamente o território que tomaram por compra, descoberta ou conquista. Mas elas se negam a reconhecer os direitos de propriedade de Deus. Negam-lhe a autoridade de estabelecer normas segundo as quais as nações deviam agir.

      Mas, Deus deixou as nações saber que existe um limite de tempo para a autoridade delas, e que a regência da terra será exercida pelo Seu Rei messiânico. (Sal. 2:6-8) As nações, ao contrário, preferem que a terra continue dividida em centenas de governos em conflito, com desassossego, ciúmes nacionais, lutas e guerras. Em vez de voluntariamente reconhecerem que seus governos não trouxeram felicidade aos seus povos e assim pedirem que Deus assuma a regência da terra, elas persistem nos mesmos velhos métodos políticos para se apoiarem à sua própria regência. Poderiam evitar o choque com Deus, se estivessem dispostas a se sujeitarem, assim como ele advertiu bondosamente:

      “E agora, ó reis, usa de perspicácia; deixai-vos corrigir, ó juízes da terra. Servi a Jeová com temor e jubilai com tremor. Beijai ao filho, para que Ele não se ire e não pereçais no caminho.” — Sal. 2:10-12.

      DEUS AGE EM BENEFÍCIO DA TERRA E DO HOMEM

      Entrementes, os governos da terra mostram realmente uma falta condenável de preocupação com a arruinação da terra, a qual se torna de dia em dia cada vez menos própria para a habitação humana. Admitem que perderam o controle sobre o crime, a poluição, a ameaça de fome mundial e muitas outras situações más. Muitos acham que a qualquer momento poderia ocorrer uma terceira guerra mundial, praticamente despovoando a terra. No entanto, apesar destas coisas, seus princípios e métodos de operação continuem basicamente iguais. Ainda se empenham em intrigas políticas, em mentiras diplomáticas e em espionagem internacional.

      Assim como faria qualquer proprietário que se interessa na sua propriedade, Deus não ficará ocioso, presenciando a destruição da terra e ser ela tornada inabitável. Seria realmente faltoso se permitisse tal coisa. Não agiria de modo fiel para com os que odeiam a corrução e as coisas repugnantes que acontecem na terra, querendo uma vida melhor e correta. Sabendo que caminho as nações tomariam, ele predisse que viria o tempo para se por um paradeiro nisso, dizendo:

      “As nações ficaram furiosas, e veio teu próprio furor e o tempo designado para os mortos serem julgados, e para dar a recompensa aos teus escravos, os profetas, e aos santos e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e para arruinar os que arruínem a terra.” — Rev. 11:18.

      Na realidade, Deus, por meio de sua ação firme a favor de princípios retos, adota um rumo positivo que é oposto ao das nações, de modo que haverá um choque frontal, como única maneira de impedir que as nações levem toda a humanidade ao completo extermínio próprio. Faz isso principalmente para resolver a seu próprio favor a questão da soberania. Mas ele se lembra também dos que querem a justiça e o juízo, e que querem aceitar a soberania dele.

      Em conseqüência, podemos sentir-nos felizes de que Deus tem à sua disposição sua onipotência e que, embora a terra seja muito pequena em comparação com o universo, ele se interessa nos homens sobre ela. Podemos alegrar-nos de que Deus está disposto a dar atenção a este pequeno planeta e usar seu grande poder para com ele, para o bem-estar eterno dos seus habitantes.

      Mas, é a regência política corruta das nações o único motivo do desagrado de Deus? Não. Há motivos ainda mais fortes, conforme mostrará o artigo que segue.

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