Observando o Mundo
‘As Igrejas Têm de Compartilhar a Culpa’
◆ O Bispo Donald Caird, da Igreja da Irlanda, declarou que as igrejas têm de compartilhar parte da culpa pela violência que grassa na Irlanda do Norte. Falando na Catedral de Westminster, durante um ofício ecumênico no dia de São Patrício, ele explicou: “As igrejas, amiúde, ajustaram-se as atitudes tradicionalmente vinculadas à política, e falharam em criticar e em ser independentes dos partidos polípticos, e falharam em encontrar uma posição cristã comum em face da violência e da injustiça.”
Impacto da Honestidade
◆ O jornal Métro, de Charleroi, Bélgica, publicou o seguinte item noticioso: “No outro dia, enquanto fazia entregas, o filho de Franz André, açougueiro em Ransart, perdeu uma carteira que continha a receita do dia: 22.000 francos belgas [cerca de Cr$ 45.000,00]. Visto que a carteira não continha nenhuma identificação, nosso açougueiro ficou convicto de que perdera toda esperança de recuperá-la. No entanto, na manhã de segunda-feira, quando se dirigiu à delegacia de Ransart para comunicar sua perda, poderá imaginar a surpresa dele quando soube que sua carteira, junto com seu precioso conteúdo, estavam esperando por ele! Foi uma das Testemunhas de Jeová, quando pregava em Ransart, que achou a carteira, e imediatamente a entregou ao policial M. Defosse, que morava em Ransart. Que excelente exemplo de honestidade! E constitui uma razão adicional, no futuro para se ter mais consideração com as Testemunhas de Jeová, a quem nem sempre recebemos com a bondade que elas geralmente merecem.”
Inimigo Mortífero
◆ Fumar, segundo o Daily Post, de Atenas, Grécia, é um inimigo tão mortífero que mata, pelo menos, um milhão de pessoas todo ano. A Organização Mundial de Saúde (OMS) proclamara o ano de 1980 como o ano contra o fumo, e lançara o lema: “Fumar ou ter boa saúde? A escolha é sua.” A OMS publicou os seguintes fatos: Fumar é responsável por 90 por cento de todas as mortes provocadas por câncer pulmonar; por 25 por cento de todas as mortes causadas por doenças cardíacas, por paradas cardíacas e especialmente por distúrbios vasculares; e por 75 por cento de todas as mortes causadas por bronquite crônica.
Disse o Daily Post: “O fato é que os danos causados ao corpo humano pelo fumo têm sido tão bem estudados e determinados que, se o hábito de fumar acabasse de ser estabelecido, teria sido proibido por lei, do mesmo modo que os entorpecentes são proibidos na maior parte do mundo.”
Arrastando os Pés, ao Invés de Amotinar-se
◆ A polícia na cidade à beira-mar de Brighton, Inglaterra tem seu próprio jeito de impedir a reocorrência dum motim por parte dos jovens. Ela se lançou sobre dezenas de jovens que chegavam para as férias da primavera setentrional e confiscou os cordões de suas botas. “Não há meio de poderem correr nem chutar, sem os cordões das botas”, explicou uma autoridade policial. Eles simplesmente caminham pelas ruas, arrastando os pés.
Boas Novas Para os Viajantes
◆ A Organização Mundial de Saúde anunciou, numa conferência de notícias, que a varíola já tinha sido eliminada da terra. Afirmava-se ser a primeira vez que isto acontecia com qualquer doença. Quando a organização de saúde iniciou seu programa de erradicação, lá em 1967, tal doença, naquele ano, matou 2.000.000 de pessoas, deixou marcas e cegou outros 8.000.000, e comunicava-se como existindo em 42 países Este anúncio trouxe boas-novas para os viajantes: “Ninguém”, disse o Times de Nova Iorque, “precisará mostrar evidência de ter sido vacinado contra varíola para viajar para qualquer país, a qualquer tempo”.
Largar o Hábito de Fumar
◆ No periódico World Smoking & Health (Fumo & Saúde Mundiais), dois cientistas relatam que o melhor modo de se parar de fumar é o método “abrupto”: largar de uma vez. Este é melhor porque, quando se deixa aos poucos, as agonias da abstenção se prolongam. O problema da síndrome da abstenção, segundo se diz, é o mais agudo durante as duas primeiras semanas, e especialmente às 19 horas. Isto provoca a volta ao hábito entre muitos que tentam deixar pouco a pouco de fumar. Outra vantagem de largar o hábito de uma vez por todas é que há um abrandamento da síndrome de abstenção nos primeiros dias. Isto, por sua vez, torna mais fácil suportar até que os sintomas diminuam.
Expectativa de Vida e Divórcio
◆ O Instituto Nipônico de Problemas Demográficos do Ministério da Saúde e Bem-Estar verificou, num recente estudo estatístico, que a expectativa de vida dos divorciados é mais curta do que a dos que continuam casados. O estudo envolvia quatro grupos: casados, divorciados, pessoas com cônjuge falecido, e pessoas que nunca se casaram. A expectativa de vida, segundo se verificou, era a mais longa para os homens e as mulheres que continuavam casados. A expectativa de vida era de cinco anos a menos para as mulheres divorciadas, e de até 12 anos a menos para os homens divorciados. Verificou-se que oito vezes mais homens divorciados cometiam suicídio do que as pessoas casadas.