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  • A opressão acabará
    A Sentinela — 1982 | 1.° de março
    • Porque Acaz despojou a casa de Jeová e a casa do rei e dos príncipes, e assim deu um presente ao rei da Assíria; mas isso não lhe era de auxílio.” — 2 Reis 16:5-9; 2 Crô. 28:20, 21.

      Outras nações, na esperança de manter certa medida de independência, foram similarmente atraídas a fazerem alianças com a Assíria. Mas essas alianças só resultaram em se confrontarem com a opressão da Assíria e a perda da liberdade. Visto que as alianças prometiam muita ajuda e proteção, mas finalmente levavam a situações penosas, fala-se de Nínive como prostituta que “enlaça nações”. (Naum 3:4) Suas ofertas de amizade eram atraentes. Mas ai da nação que as aceitava!

      Quando Ezequias, filho e sucessor real de Acaz, procurou livrar-se do jugo assírio, o Rei Senaqueribe invadiu o reino de Judá, apoderando-se de uma cidade fortificada após outra. Jerusalém foi salva da destruição só pela intervenção divina. O anjo de Jeová abateu 185.000 da tropa assíria, obrigando Senaqueribe a desistir dos planos de sitiar a cidade. — 2 Reis 18:13; 19:32-36.

      PREDITO O FIM DE NÍNIVE

      As invasões assírias de Judá interferiam nas operações agrícolas e nas viagens às festividades anuais realizadas no templo em Jerusalém. Portanto, quão grande seria o alívio trazido pela queda de Nínive! Prevendo isso, o profeta Naum foi inspirado a dizer: “Eis sobre os montes os pés daquele que traz boas novas, aquele que publica a paz. Ó Judá, celebra as tuas festividades. Paga os teus votos; porque não mais passará por ti nenhum imprestável. Certamente será decepado na sua inteireza.” — Naum 1:15.

      O que podia Nínive esperar no dia de sua calamidade? O profeta Naum descreve a cidade como estando sob sítio. O rei da Assíria procura em vão os seus “majestosos”, seus poderosos militares, para ter proteção. (Naum 2:5) Os defensores da cidade seriam como mulheres fracas. A profecia desafia a Nínive: “Puxa para ti água para o sítio. Fortifica as tuas praças fortes. Entra na lama e pisa no barro; agarra a forma para tijolos.” No entanto, todos os esforços de fortalecer as defesas da cidade se mostrariam inúteis. A profecia prossegue: “Até mesmo ali te devorará o fogo. A espada te decepará.” — Naum 3:13-15.

      Nínive havia sido “como um reservatório de águas”, para o qual fluíam os povos e as riquezas das nações. “Mas”, diz Naum, “eles estão fugindo. ‘Parai! Parai!’ Mas não há quem se vire”. (Naum 2:8) Os povos que haviam lucrado com Nínive fugiriam assim para todos os lados. Os clamores feitos a eles para que permanecessem e ajudassem a cidade cairiam em ouvidos surdos. Os enormes estoques de prata e de ouro cairiam nas mãos de conquistadores saqueadores. — Naum 2:9.

      Que a “cidade de derramamento de sangue” sofreria tal sorte talvez parecesse incrível a muitos. Todavia, o acontecimento predito não estava sem precedente. Naum trouxe isso à atenção com as seguintes palavras: “És tu melhor do que Nô-Amom, assentada junto aos canais do Nilo? Havia águas ao redor dela, cuja riqueza era o mar, cuja muralha era o mar. A Etiópia era a sua plena força, também o Egito; e isso sem limite. Pute e os próprios líbios mostraram-se de auxílio para ti. Também ela se destinava ao exílio; ela foi ao cativeiro. Também as suas próprias crianças foram despedaçadas à cabeceira de todas as ruas; e lançaram-se sortes sobre os seus homens glorificados e todos os seus grandes foram presos com grilhões.” — Naum 3:8-10.

      Os assírios sabiam muito bem o que sobreviera a Nô-Amom, ou Tebas. Seus exércitos, sob o comando do Rei Assurbanipal, haviam arrasado Tebas. A “muralha” da cidade — suas defesas, inclusive o Nilo e seus canais — haviam falhado. Nem mesmo o apoio militar dos etíopes, dos líbios e dos homens de Pute pôde salvar Tebas.

      Assim também nada poderia salvar Nínive. Ela havia estabelecido antecedentes tão ruins por meio de suas guerras e alianças, que sua queda seria aclamada com júbilo. “Todos os que ouvem as notícias a teu respeito”, escreveu Naum, “hão de bater palmas sobre ti; pois, sobre quem foi que a tua maldade não passava constantemente?” — Naum 3:19.

      Em cumprimento da profecia de Naum, Nínive caiu diante das forças conjuntas do rei babilônico Nabopolassar e de Ciaxares, o Medo, em 632 A.E.C. As Crônicas Babilônicas dizem: “O grande despojo da cidade e do templo eles levaram e [transformaram] a cidade num monte de ruínas.”

      O lugar da antiga Nínive continua sendo hoje uma ruína desolada, vindicando o Deus da verdadeira profecia, Jeová. Assim como a opressora Nínive veio a ficar reduzida a nada, assim se dará com todos os opressores na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, que se aproxima rapidamente. (Rev. 16:14) Quão grande será o alívio que isso dará! Sejamos então encontrados entre os que procuram refugiar-se no Soberano Supremo.

  • “O coração sobrepuja tudo”
    A Sentinela — 1982 | 1.° de março
    • “O coração sobrepuja tudo”

      Os cardiologistas acreditam agora que cerca de um terço dos pacientes que sofrem do coração têm problemas emocionais após a cirurgia. Estes amiúde começam no segundo dia depois da operação e podem durar por uma semana. Alguns pacientes ficam delirando; outros têm sonhos estranhos e alucinações; mais outros têm severos acessos de ansiedade e depressão. Para lidar com os problemas emocionais que alguns pacientes têm após a cirurgia, os cirurgiões cardiologistas e os psiquiatras em todo o mundo fundaram um consórcio internacional. Este consórcio gostaria de que os médicos e as enfermeiras dessem uma atenção tão cuidadosa ao estado emocional do paciente após a cirurgia do coração como dão às batidas dele.

      Os especialistas falam sobre a importância psicológica do coração. Por exemplo, o psiquiatra Richard S. Blacher, do Centro Médico Tufts — Nova Inglaterra, em Boston, E.U.A., diz sobre o coração: “É um órgão muito especial. As pessoas costumam encará-lo como sede das emoções. Na nossa mente, o coração sobrepuja tudo.” — Newsweek, 25 de maio de 1981, p. 63.

      Quão veraz é que o coração tende a dominar a cabeça, a sede do intelecto! Em vista disso, acima de tudo o mais, é o coração que precisa ser disciplinado e treinado para acatar a orientação bíblica. Precisa ser instruído a apreciar qualidades espirituais. Estas qualidades originam-se de Deus. “Mais do que qualquer outra coisa a ser guardada”, diz a Palavra de Deus, “resguarda teu coração, pois dele procedem as fontes da vida”. — Pro. 4:23; veja Mateus 15:19.

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