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  • “Estamos trabalhando arduamente e nos esforçamos”
    A Sentinela — 1981 | 1.° de abril
    • “Estamos trabalhando arduamente e nos esforçamos”

      “Estamos trabalhando arduamente e nos esforçamos, porque baseamos a nossa esperança num Deus vivente que é salvador de toda sorte de homens especialmente dos fiéis.” — 1 Tim. 4:10

      1-3. Por que é apropriado que os cristãos dêem hoje atenção à sua atitude para com o trabalho?

      GOSTA de trabalhar arduamente? Aprecia esforços e realizações meritórios? Neste caso, é diferente de muitos de hoje em dia.

      2 Talvez tenha notado que, embora sempre tenha havido pessoas preguiçosas, o desagrado com o trabalho parece estar aumentando. (Pro. 20:4; 19:24; 2 Tes. 3:11) Vemos isso em conselhos tais como: ‘Sossegue. Não se esforce demais.’ O que talvez comece apenas com o desagrado com o trabalho duro pode facilmente desenvolver-se em desprezo por todo o tipo de trabalho.

      3 Nós, como cristãos, sem dúvida, achamos que não temos tal espírito. No entanto, não seria realístico achar que somos imunes, quando o mundo em geral tem uma atitude tão poderosa e tão difundida. Podemos tirar proveito de examinarmos periodicamente o nosso conceito sobre o trabalho, porque ele pode afetar nossa participação nas atividades cristãs que são importantes para Deus.

      TRABALHADORES A IMITAR

      4. Quão importante é o trabalho?

      4 Muitos homens que têm observado a vida e seus valores comentaram a importância do trabalho. O estadista alemão, Karl W. von Humboldt disse: “O trabalho é tão necessário ao homem como comer e dormir.” Já este fato em si dá a muitos um motivo para se atarefarem e serem produtivos. Os cristãos, porém, têm um motivo adicional para cultivar apreço pelo trabalho árduo: Jeová e Jesus Cristo deram-nos neste respeito um modelo a imitar. — Efé. 5:1; 1 Cor. 11:1.

      5, 6. Que exemplo de trabalho é dado por Jeová e por Jesus?

      5 O universo inteiro — desde o espantoso sol termonuclear até a delicada borboleta — atesta que Deus é trabalhador. Todas as suas criações visíveis são os seus “trabalhos”. Também a constante proteção e orientação que dá aos seus servos são “trabalhos” que devemos apreciar. (Sal 145:4-6, 10; 8:4-9) Seu Filho também é trabalhador esforçado. Abandonando sua carpintaria numa cidade Galiléia, Jesus percorreu centenas de quilômetros de território quente e poeirento para ajudar as pessoas: para curar, pregar e ensinar. (Mat. 4:17, 23-25; Luc. 8:1; 9:57, 58) Embora fosse perfeito, Cristo se cansava e ficava faminto por trabalhar longas horas e até tarde. — Mat. 21:18; Mar. 1:32, 35; 6:32-34; João 4:3-6, 34.

      6 Podemos assim ter a certeza de que nem Deus, nem Jesus, têm a atitude de ‘sossegar’. Cristo declarou: “Meu Pai tem estado trabalhando até agora e eu estou trabalhando.” (João 5:17) De fato, ele explicou que suas “obras” — aquilo que fazia com o apoio de Deus — forneciam a evidência de que tinha a aprovação de Deus. (João 10:25, 38) Tampouco isso deixa de relacionar-se com a nossa vida. Toda a nossa esperança baseada na Bíblia depende do cumprimento do que Jesus fez como adorador trabalhador de Deus.

      7. De que maneira devemos refletir no nosso conceito sobre o trabalho?

      7 Cada um de nós pode e deve refletir no conceito e no sistema que tem referente ao trabalho. Neste respeito, não precisamos ser críticos ou exigentes demais com nós mesmos. Todos temos as nossas limitações físicas, bem como situações restritivas. Também, o proceder de Jesus mostra que podemos corretamente ter descanso, recreação, companhia agradável e alguns confortos. (Mar. 6:31; Luc. 5:29; 7:34; João 2:2-10; 12:2, 3) Mas a mesmíssima imperfeição que salienta nossa necessidade de descanso pode induzir-nos a levar a folga ao extremo, conforme salientam as advertências bíblicas sobre a preguiça. O fato é que, assim como a fome faz com que a comida tenha melhor sabor, assim o trabalho árduo torna o descanso e a recreação mais agradáveis. — Ecl. 2:24; 5:12, 18.

      8, 9. Quando é que os cristãos devem trabalhar arduamente?

      8 A palavra “trabalho” talvez faça lembrar especialmente o trabalho secular em que muitos de nós se empenham para ganhar a vida. O conselho bíblico mostra que, neste respeito, temos de ser conscienciosos e diligentes. (Pro. 10:4; 22:29) Isto se deve dar também com os trabalhos da casa ou mesmo com os nossos estudos na escola, porque todos os aspectos da nossa vida podem refletir a melhora que fizemos pela aplicação dos princípios cristãos. O apóstolo Paulo escreveu: “O que for que fizerdes, trabalhai nisso de toda a alma como para Jeová, e não como para homens, pois sabeis que é de Jeová que recebereis a devida recompensa da herança.” — Col. 3:23, 24.

      9 No entanto, examinemos agora uma parte específica da vida do cristão: o louvor que dá a Deus pela pregação e pelo ensino. Este trabalho é vital, porque por meio dele ‘podemos salvar tanto a nós mesmos como aos que nos escutam’ — 1 Tim. 4:16.

      10, 11. Que motivos especiais temos para trabalhar arduamente na divulgação da fé cristã?

      10 Note que Paulo não sugeriu que o cristão se interesse apenas na sua própria salvação. Deve preocupar-se com ajudar outros a aceitarem Jesus como o Cristo e a praticarem a devoção piedosa que “tem a promessa da vida agora e daquela que há de vir”. (1 Tim. 4:8) Depois de mencionar esta perspectiva, Paulo escreveu:

      “Pois, para este fim estamos trabalhando arduamente e nos esforçamos, porque baseamos a nossa esperança num Deus vivente que é Salvador de toda sorte de homens especialmente dos fiéis.” — 1 Tim. 4:10.

      11 Imagine só. A salvação da parte de Deus — vida eterna em felicidade — está disponível a “toda sorte de homens”. Mas, quem será finalmente salvo? Somente os “fiéis”, os que desenvolvem e exercem a fé. Reconhecendo isso, o apóstolo não podia sossegar, levar uma vida bastante normal e às vezes, quando conveniente, falar a uns poucos sobre esta possível salvação. Não! A perspectiva de outros poderem saber da mensagem cristã e tomarem o caminho da salvação impressionava tanto a Paulo, era de tanta importância para ele, que ‘trabalhava arduamente e se esforçava’. É assim que você se sente? Reflita na sua própria atividade durante o último mês ou os últimos seis meses. É bem evidente para você — e para outros, inclusive Deus — que está trabalhando arduamente e se está esforçando?

      TRABALHO ÁRDUO NA DIVULGAÇÃO DA MENSAGEM DO REINO

      12. Que relação tem a obra com a salvação?

      12 Os cristãos sabem que não podem ser salvos apenas por fazerem certas obras, como se assim merecessem a justiça e a salvação. (Rom. 3:28) No entanto, é verdade que, se tivermos genuína fé, produziremos obras em resultado de tal fé. (Tia. 2:18-26) É apropriado que pensemos com oração na nossa fé e nas nossas obras.

      13. Segundo Jesus, o que fariam seus discípulos após a morte dele?

      13 Por ‘estarmos trabalhando arduamente e nos esforçarmos’, conforme disse Paulo, podemos ter participação no cumprimento duma verdade profética expressa por Jesus. Imagine só, pode ajudar a mostrar que as palavras de Jesus são verazes. Que palavras? As proferidas em resposta ao pedido de Filipe: “Mostra-nos o Pai.” (João 14:8) Jesus disse:

      “Quem me tem visto, tem visto também o Pai. . . . As coisas que vos digo não falo da minha própria iniciativa; mas o Pai, que permanece em união comigo, está fazendo as suas obras. Digo-vos em toda a verdade: Quem exercer fé em mim, esse fará também as obras que eu faço, e ele fará obras maiores do que estas, porque eu vou embora para o Pai.” — João 14:9, 10, 12.

      14, 15. Em João 14:12, será que Jesus queria dizer que seus seguidores realizariam milagres maiores? Por quê?

      14 Como podiam os discípulos de Jesus fazer obras maiores do que ele fez? Poderá participar em fazer tais obras maiores? A Bíblia revela que Deus habilitou alguns cristãos a fazer milagres, tais como expulsar demônios, curar doentes, e, em alguns casos, ressuscitar os mortos. Era para mostrar que ele lidava então com a congregação cristã e a abençoava. (Atos 3:2-8; 5:12-16; 9:36-40; 16:16-18) Mas, tratava-se de obras maiores do que as de Jesus? Ele curou a todos os que se chegavam a ele, e alguns mesmo à distância, alimentou milagrosamente a milhares, ressuscitou os mortos e controlou as forças da natureza. (Mat. 8:5-16, 23-27; 14:14-33; João 11:39-44) Além disso, os dons milagrosos do espírito que alguns cristãos possuíam iriam acabar ou desaparecer. (1 Cor. 13:8-10) Portanto, em que sentido fariam os cristãos obras maiores do que as de Jesus?

      15 Jesus falara o que seu Pai queria. Fizera o maior e mais duradouro bem, não pelos seus milagres, mas pelo seu maravilhoso ensino sobre o Reino.a (Luc. 4:32, 43) Depois de ter sido ressuscitado, Jesus comissionou seus seguidores a depois dele ‘fazerem discípulos de pessoas de todas as nações, ensinando-as’. (Mat. 28:19, 20) Sim, os cristãos deviam realizar uma enorme obra de testemunho. Seria em escala mais ampla do que a pregação de Jesus, por um período mais longo e a mais pessoas. Fariam assim obras maiores do que ele.

      16. Acabaria a obra de Jesus com a sua morte e ascensão ao céu?

      16 A obra de pregação e de ensino sobre o Reino, feita por Jesus, não havia de terminar com a sua morte e ascensão ao céu. De lá ele continuaria a dirigir a importante campanha educativa, mas por meio de seus seguidores. Lucas prossegue dizendo que Jesus, antes de sua ascensão, falou aos discípulos ainda mais “a respeito do reino de Deus”. (Atos 1:3) Por fim, ele lhes disse: “Sereis testemunhas de mim tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até à parte mais distante da terra.” — Atos 1:8.

      17, 18. No dia de Pentecostes de 33 E.C., como começaram os seguidores de Jesus a cumprir suas palavras sobre obras maiores?

      17 Em pouco tempo, eles começaram a fazer obras maiores do que Jesus. No dia de Pentecostes de 33 E.C., Jesus derramou espírito santo sobre os 120 discípulos que estavam esperando em Jerusalém. O que fizeram então? Multiplicar alimentos? Ensinar as pessoas a agricultura? Ou mesmo curar pessoas doentes? Não, eles começaram a falar, a proclamar “as coisas magníficas de Deus”. (Atos 2:1-11) O apóstolo Pedro deu então um testemunho tão convincente, que milhares de seus ouvintes aceitaram a Cristo.

      18 Deve ter sido uma tarefa bastante grande batizar tantos novos crentes naquele dia. É possível que se tenham dispersado para os diversos reservatórios existentes na cidade. Evidentemente, no fim do dia, os discípulos relataram o que havia sido feito, porque o relato diz que ‘os que abraçaram a palavra e foram batizados somaram cerca de três mil almas’. De cerca de 120 para 3.000 (um aumento de mais de 2.500 por cento) em um único dia. (Atos 1:15; 2:41) Deveras, eles haviam começado a fazer obras maiores do que Jesus.

      19. Tratava-se duma obra apenas para os apóstolos ou anciãos nas congregações?

      19 Mas alguns cristãos talvez pensem hoje: ‘Não sou nenhum Pedro ou Paulo. Não eram eles o tipo de pessoas que fariam obras maiores do que Jesus?’ Esta é uma pergunta válida. O livro de Atos mostra que os apóstolos, evangelistas especiais e anciãos espirituais nas congregações certamente se empenhavam na pregação do Reino. Mas, note o seguinte fato histórico relatado pelo discípulo Lucas. “Levantou-se grande perseguição contra a congregação que estava em Jerusalém; todos, exceto os apóstolos, foram espalhados através das regiões da Judéia e de Samaria.” (Atos 8:1) E o que fizeram estes cristãos espalhados, jovens e idosos, homens e mulheres? “Os que tinham sido espalhados iam pelo país declarando as boas novas da palavra.” (Atos 8:4) Sim, todos pregaram.

      20. Por que é agora especialmente importante que pensemos na nossa participação no cumprimento de João 14:12?

      20 Os verdadeiros cristãos realizam hoje a pregação e o ensino que Jesus iniciou, e que os seus irmãos e irmãs do primeiro século levaram avante. Mas os atuais eventos em cumprimento da profecia bíblica nos mostram que Deus, dentro em breve, trará o fim do atual sistema iníquo de coisas, acabando assim com a atual pregação das “boas novas do reino”. (Mat. 24:14) Portanto, cada um de nós pode perguntar-se: ‘Participo agora plenamente na obra vital de que Jesus falou em João 14:12? Trabalho arduamente e me esforço? Quando esta obra for terminada, terei a satisfação de ter tido plena participação nela?’

      QUANTO É QUE DEUS ESPERA?

      21-23. Que reavaliação de nossa situação podemos fazer?

      21 Para termos uma participação satisfatória na obra cristã da pregação, não devemos desconsiderar as obrigações bíblicas válidas quanto à nossa família, parentes, emprego ou escola. (1 Tim. 5:8) Deus tampouco quer que nos sintamos culpados com respeito a desincumbir-nos destas obrigações; devemos cumpri-las alegremente. Mas, às vezes podemos reexaminar nosso tempo e nossas atividades.

      22 Muitos de nós talvez possam tirar proveito de um equilibrado exame de si mesmos e de autodisciplina. Talvez ajude eliminar muitas das coisas não essenciais para manter um nível de vida decente.

      23 Ninguém deve criticar o que outros fazem neste sentido. O importante é que analisemos se nós, pessoalmente, ainda mostramos ter o vivo apreço pelo nosso papel em fazer obras maiores do que Jesus.

      24. Uma viúva pobre nos deu que exemplo bom?

      24 Pode ser que estejamos dando tudo o que podemos, embora seja menos do que a saúde e a situação de outros lhes permitam. Mas a própria quantidade não é o critério para a avaliação. Lembre-se do comentário favorável de Jesus a respeito da viúva pobre, que contribuiu duas pequenas moedas “de muito pouco valor”. Aquelas moedas (leptas) valiam cerca de uma 64.ª parte do salário de um dia. Quanto vale isso lá onde você mora? Jesus elogiou o proceder dela, porém, porque ela “lançou . . . tudo o que tinha, todo o seu meio de vida”. (Mar. 12:41-44) Nós também podemos ter certeza de tal aprovação, se dermos tudo o que temos — trabalhando arduamente e esforçando-nos — na obra de testemunho.

      25. O que fez Maria para Jesus, pouco antes da morte dele?

      25 Podemos recordar também que Maria, irmã de Lázaro, ungiu Jesus com um óleo perfumado muito caro. Alguns dos discípulos se queixaram disso, porque o óleo valia 300 denários. Tomando em consideração os sábados e as festividades, isso era o que um operário ganhava em um ano inteiro. Quanto ganha você ou um membro de sua família durante um ano? (João 12:3-8; Mat. 20:2) Jesus disse a respeito do esforço de Maria:

      “Ela fez uma ação excelente para comigo. . . . Ela fez o que pôde; antecipou-se em derramar óleo perfumado sobre o meu corpo, em vista de meu enterro. Deveras, eu vos digo: Onde quer que se pregarem as boas novas em todo o mundo, o que esta mulher fez também será contado em lembrança dela.” — Mar. 14:6-9.

      26, 27. Em que sentido era Maria exemplar?

      26 Note estas palavras: “Ela fez o que pôde.” Não há nenhuma evidência de que Maria tivesse poderes para realizar milagres; não podia ser apóstolo, nem ancião, quando se formou a congregação cristã; e é possível que não pudesse viajar muito com as “boas novas”. Mas, “ela fez o que pôde”. Qual é o sentido disso? Em algumas línguas, a expressão: “Faça o que puder” tem o sentido de: ‘Não se esforce demais; sossegue.’ Mas, Jesus não queria dizer isso. Maria havia realmente feito empenho. Alguns tradutores da Bíblia vertem essas palavras: “Ela fez tudo o que pôde”, ou: “Ela fez o que estava ao seu alcance.” — A Bíblia na Linguagem de Hoje; Missionários Capuchinhos.

      27 Dar tudo o que podia era normal para Maria, e não um acontecimento único. Maria havia mostrado anteriormente onde estava seu coração quando se sentou aos pés de Jesus para ouvir o seu ensino. (Luc. 10:38-42) Agora continuou a apoiar este pregador notável, Jesus. E o interessante é que Jesus ligou o ato de Maria com a pregação mundial, dizendo que, onde quer que se divulgassem as “boas novas”, ela seria lembrada. Ela estava interessada na pregação. Assim também Jesus, até a sua morte.

      28. Que espécie de religião é o cristianismo, com que significado para nós?

      28 Somos como aquelas duas mulheres que deram tudo o que tinham? Estamos intensamente interessados na obra de pregação que Jesus iniciou, quando esteve na terra, e que é agora continuada pelos cristãos em toda a terra? Devemos estar. Deus está. Quando o cristianismo se iniciou, no dia de Pentecostes de 33 E.C., era uma religião testemunhadora, e Deus a apoiou com o seu espírito. Ainda faz isso, porque Ele não mudou. Ainda é “Deus vivente”, tanto por estar vivo como por oferecer vida a todos os verdadeiros adoradores. De modo que o cristianismo, hoje, deve ser e ainda é uma religião testemunhadora. E os cristãos têm todos os motivos para serem trabalhadores entusiásticos no serviço de Deus, “que é Salvador de toda sorte de homens, especialmente dos fiéis”. — 1 Tim. 4:10.

  • “Ocupado na obra santa das boas novas”
    A Sentinela — 1981 | 1.° de abril
    • “Ocupado na obra santa das boas novas”

      “Benignidade imerecida . . . me foi dada da parte de Deus para ser servidor público de Cristo Jesus para as nações, ocupado na obra santa das boas novas.” — Rom. 15:15, 16.

      1, 2. Por que são importantes a fala e a conduta?

      OBTÊM-SE uma reputação a base do que se faz e fala. Muitas vezes, os outros podem formar opiniões sobre alguém e seus princípios, baseados no que o vêem fazer e o ouvem dizer. O Rei Salomão escreveu: “Já por suas ações dá-se a conhecer um menino, se puro e reto é o seu proceder.” — Pro. 20:11, Pontifício Instituto Bíblico; Mat. 7:16-20.

      2 O que significa isso para você, se for cristão? Não devem os outros poder notar de nossa conduta e fala que servimos o verdadeiro Deus, Jeová? A Bíblia assegura-nos que Deus é santo e puro, que seus princípios são justos e produzem o bem. (Isa. 6:3; Jó 34:10; Deut. 32:4) Se estivermos realmente absorvendo o espírito do que Deus é, isso deveria evidenciar-se na nossa vida. — Efé. 5:1.

      3, 4. (a) Que efeito foi produzido pela adoração e pela história de Israel? (b) Como devem outros ficar afetados por observarem o cristianismo?

      3 Ao passo que a verdadeira adoração se manifesta na vida humana, outros podem ser influenciados beneficamente. Por exemplo, por algum tempo, Jeová lidou principalmente com Israel. Ele Lhes disse: “Deveis mostrar-vos santos, porque eu, Jeová, vosso Deus, sou santo.” (Lev. 19:2; veja Êxodo 19:5, 6.) As leis alimentares, sanitárias e morais dadas por Deus aos israelitas ajudaram a protegê-los contra muitas das práticas aviltantes que eram comuns entre as nações circunvizinhas. Muitos estrangeiros podiam ver quão bem sucedido era o modo da adoração verdadeira, e como Deus guiava e protegia Israel. Isto os impressionava e induzia a muitos a adorarem a Jeová. — 1 Reis 8:41, 42; 10:1; Rute 1:16.

      4 O mesmo bom efeito resulta quando os verdadeiros cristãos levam sua vida em harmonia com as orientações de Deus. A vida transformada e a “conduta excelente” dos cristãos induzirá algumas testemunhas oculares a ‘glorificarem a Deus’. (1 Ped. 2:12, 15; 3:1, 2; Tito 2:7, 8; 1 Tes. 4:11, 12) Mas a Bíblia torna claro que o enfoque do cristianismo não é apenas levar uma vida moralmente limpa e desenvolver uma boa personalidade, que reflete os “frutos do espírito”. (Gál. 5:22, 23; Efé. 4:22-24) Importantes como sejam estes aspectos do cristianismo, ainda há uma obra extraordinária a fazer, se alguém quer ser verdadeiro seguidor de Jesus.

      A “OBRA SANTA DAS BOAS NOVAS”

      5. (a) O exemplo de Jesus mostra o que mais como importante para nós? (b) Por que é importante esta atividade?

      5 Jesus, como menino, e, mais tarde, como homem perfeito, honrava a seu Pai celestial. Seu modo de vida e sua personalidade deram um bom exemplo aos outros, induzindo muitos observadores a glorificarem a Deus. (Luc. 2:49, 52) Assim que ele foi batizado, Jesus ‘principiou a sua obra’, esforçando-se, ao andar “pregando as boas novas do reino”. (Luc. 3:23; Mat. 4:17, 23) Até mesmo treinou outros a participarem nesta obra, enviando-os para instruírem as pessoas. (Luc. 10:1, 8, 9) No começo, esta obra de ensino e de fazer discípulos era realizada apenas entre os judeus. Mais tarde, porém, foi ampliada, porque, conforme explicou o apóstolo Paulo em Romanos 15:8, 9, era da vontade de Deus que todos os povos da terra fossem ajudados para o glorificarem.

      6, 7. Que “obra santa” fez o apóstolo Paulo?

      6 O próprio Paulo trabalhou ativamente neste sentido. Em Romanos 15:16, ele se classificou como “servidor público de Cristo Jesus para as nações”. O que estava envolvido neste ‘serviço’? Ele acrescentou que estava “ocupado na obra santa das boas novas de Deus, a fim de que a oferta, a saber, estas nações, se mostrasse aceitável”. O que significa isso?

      7 Em Romanos 15:16, encontramos na Bíblia o único uso dum verbo grego (hierourgounta) que significa ‘trabalhar ou ocupar-se numa coisa sagrada’.a De modo que Paulo estava dizendo que estava ativamente ocupado na obra santa ou sagrada da pregação das boas novas de Deus, a mensagem cristã, as pessoas das nações. Os que aceitavam a mensagem e se tornavam cristãos eram como uma oferta feita a Deus, uma oferta que Jeová aprovava e que abençoava com o seu espírito. — Rom. 1:1, 16.

      8. Como realizou Paulo esta obra entre os judeus?

      8 Como é que Paulo e outros faziam esta “obra santa das boas novas de Deus”, pregando a mensagem cristã? As “boas novas” podiam salvar vidas, de modo que eles queriam contatar o maior número possível de pessoas. Ocasionalmente, Paulo, que era judeu, podia falar perante os judeus reunidos nas sinagogas. (Atos 13:14-42; 14:1; 18:4) Mas, podiam ele e os outros cristãos abranger a maioria das “nações”, os não-judeus?

      9. Que métodos podiam os primitivos cristãos usar para ajudar os não-judeus?

      9 Os cristãos podiam falar às pessoas em logradouros públicos, tais como feiras. (Atos 17:17-22) No entanto, é improvável que apenas isso alcançasse praticamente todas as pessoas. Que dizer de ir aos lares das pessoas, assim como fizeram os discípulos de Jesus, quando os enviou a pregar em diversas cidades? (Mat. 10:5-13; Luc. 9:2-6) Os primitivos cristãos usavam este método também, ao passo que se mantinham entusiasticamente ‘ocupados na obra santa’ da divulgação do cristianismo entre todos os povos.

      10. Que evidência há de que se dava testemunho de casa em casa para achar e ajudar os que não criam?

      10 Podemos ver isso dos comentários de Paulo perante homens que se haviam tornado anciãos na congregação de Éfeso. Falando sobre a sua pregação passada, quando lhe havia apresentado o cristianismo, Paulo disse: “Não deixei de pregar-vos as coisas que eram boas para as vossas almas, e ensinei nas ruas e de casa em casa, testemunhando assim tanto a judeus como a arameus [ou: gentios] sobre o arrependimento para com Deus e a fé no nosso Senhor Jesus.” (Atos 20:20, 21, traduzido do siríaco para o inglês por George M. Lamsa.)b É evidente que Paulo estava ali falando de seus esforços de pregar a esses homens quando ainda não eram crentes, pessoas que precisavam arrepender-se e ter fé em Jesus. Paulo ia aos lares de tais incrédulos. Não tinha nenhum motivo para hesitar em pregar a estranhos, porque fazia uma “obra santa”, aprovada e abençoada por Deus.

      11. (a) Como realizam os cristãos hoje esta “obra santa”? (b) Por que é importante participar na pregação de em casa?

      11 Também nos tempos modernos, as Testemunhas de Jeová têm estado ativas em dar testemunho de casa em casa, como modo principal de contatar pessoas e pregar a verdade de Deus. Naturalmente, cada cristão que sente a obrigação e o privilégio de proclamar as “boas novas” usará todas as oportunidades apropriadas para dar testemunho: a parentes, a colegas de escola ou de trabalho, a vizinhos e a estranhos, em palestra informal. Assim, mesmo em países em que a oposição extrema por parte de elementos religiosos fanáticos ou o estado policial tornam impossível ou inconveniente dar testemunho em público, de casa em casa, os cristãos continuam a fazer tudo o que podem para dar testemunho de outras maneiras. Não obstante, em todos os lugares onde não existem tais extremos, as Testemunhas de Jeová visitam sistematicamente cada lar. Isto resulta num ‘testemunho cabal’ e em contatarem muitos que de outro modo talvez não conhecessem os verdadeiros cristãos e ouvissem “as boas novas”. — Atos 4:19, 20; 20:21; veja Ezequiel 9:3, 4.

      É UMA MANEIRA EFICAZ DE DAR TESTEMUNHO?

      12-14. O que indica que esta pregação de casa em casa pode ser eficaz?

      12 Mas, é este método de evangelização ainda uma maneira eficaz de se ‘ocupar na obra santa das boas novas’? A evidência clama alto que SIM! Em 1977, o periódico Social Compass publicou o artigo “Testemunhas de Jeová no Japão”, escrito pelo sociólogo britânico Bryan Wilson. Escreveu que elas estão “muito mais determinadas na obra de evangelização do que qualquer das” ‘novas religiões’ do Japão. Fez também uma pesquisa que revelou:

      “A maioria [58,3%] dos que se tornaram Testemunhas declara que tiveram seu interesse despertado primeiro por receberem em casa a visita” duma Testemunha de Jeová.

      13 Até mesmo os religionários que se negam a aceitar o ensino bíblico divulgado pelas Testemunhas de Jeová reconhecem a eficácia da evangelização feita de casa em casa pelas Testemunhas. Lemos:

      “Talvez [as igrejas] estejam excessivamente negligentes com o que constitui exatamente a maior preocupação das Testemunhas — a visita aos lares, que cai dentro da metodologia apostólica da igreja primitiva. Enquanto que as igrejas, não em poucas ocasiões, se limitam a . . . pregar dentro de seu lugar de reunião, [as Testemunhas] seguem o método apostólico de ir de casa em casa.” — El Catolicismo, Bogotá, Colômbia, 14 de setembro de 1975.

      ‘Os católicos deveriam seguir o exemplo das Testemunhas de Jeová na evangelização, disse-se aos participantes do primeiro Congresso Nacional Sobre Evangelização.’ — Tribune de Minneapolis, E.U.A., 29 de agosto de 1977.

      14 A evangelização de casa em casa é tão característica das Testemunhas de Jeová, que em muitos países o morador abre a porta e diz: “Ah! deve ser Testemunha de Jeová.” Mesmo que não se considere mais nada da Bíblia, já se fez um bem. Chamou-se atenção para o santo nome de Deus, que merece ser santificado. E o morador ficou sabendo que os servos de Deus estiveram ali com a mensagem Dele. (Mat. 6:9; Isa. 12:4; Eze. 33:6-9, 29) Mas, conforme mostra a citação acima, amiúde produz muito mais.

      15. Como se faz esta obra eficaz em alguns lugares onde há obstáculos?

      15 O testemunho de pessoa a pessoa, nos lares, é tão útil e eficaz em contatar os outros, que as Testemunhas fazem grande esforço em participar nele, mesmo em condições difíceis. Foi assim num país africano, onde as autoridades proscreveram esta atividade baseada na Bíblia. Os cristãos locais sabiam que este método de evangelização é valioso, que devem “obedecer a Deus como governante antes que aos homens” e que devem aplicar o conselho de Jesus, de ser “cautelosos como as serpentes, contudo, inocentes como as pombas”. (Atos 5:29; Mat. 10:16, 17) O que deviam fazer?

      Providenciavam as coisas de modo que uns poucos deles dividiam entre si uma rua comprida ou uma certa parte segundo os números das casas. Um deles teria todas as casas terminadas em 2 (2, 12, 22, 32, etc.), podendo visitá-las em qualquer ordem que quisesse e quando pudesse. Outro tinha as casas terminadas em 3 (3,13, etc.), podendo visitá-las num dia diferente. Assim se podia dar um testemunho cabal.

      Usavam-se também maneiras diferentes de contatar as pessoas. Um cristão talvez levasse um pequeno cesto com ovos ou frutas, oferecendo-os à venda ao morador, mas a um preço superior ao do mercado. Faziam-se poucas vendas, porém, iniciavam-se muitas palestras sobre o alto custo e as dificuldades da vida atual, e, então, quando parecia favorável, sobre o cumprimento de profecias bíblicas.

      Ou um cristão que precisasse de comprar verduras aproveitaria isso para contatar as pessoas no seu “território”. Antes de ir à feira, talvez visitasse as casas com uma horta, perguntando sobre a possibilidade de comprar verduras. Quer se fizesse a compra, quer não, muitas vezes era possível manter uma palestra na qual se usavam idéias bíblicas.

      Desta maneira, os cristãos locais evitavam a hostilização de arruaceiros políticos, que antes haviam incomodado os que pregavam de casa em casa. Deu-se também um testemunho cabal na comunidade.

      16. Que outras adaptações podem ser feitas para que as testemunhas continuem a ser eficazes neste método de pregação?

      16 Talvez seja necessário uma adaptação diferente em outra parte. Nos anos passados, talvez fosse normal visitar os lares de manhã, quando muitos dos moradores estavam em casa. Mas, se as condições mudaram e a maioria deles está trabalhando nesta hora, significa isso que este método de pregação não é prático? Não, porque de que outro modo seria possível contatar todos — em cada lar e apartamento — dando-lhes a oportunidade de se beneficiarem com as “boas novas”? Talvez seja aconselhável fazer visitas às tardes ou às noitinhas, quando os membros da família estão em casa. O objetivo é contatar e ajudar tantas pessoas quantas for possível. — Veja Atos 16:13.

      17. Pensando no exemplo de Paulo, que ajustes pessoais podemos fazer na execução desta obra?

      17 O apóstolo Paulo estava disposto a adaptar seus métodos e maneiras para se ajustar aos seus ouvintes. Ele disse: “Faço todas as coisas pela causa das boas novas, para tornar-me compartilhador delas com outros.” (1 Cor. 9:19-23) Uma adaptabilidade similar pode ajudar hoje. Por exemplo, se você morar numa região em que a maioria das pessoas tiverem perdido o interesse na religião e na Bíblia, o que fará? Ajustar-se-á concordemente?

      Uma Testemunha da Bélgica relata: ‘Mantenho a Bíblia aberta na mão, mas não a identifico logo. Digo: “Enquanto esperava que chegasse à porta, li o que está escrito aqui . . . ‘Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra.’ [Mat. 5:5] Acha que ainda há pessoas de temperamento brando entre nós?” Isso invariavelmente dá início a uma palestra, sendo depois a Bíblia aceita mais facilmente.’

      A OBRA QUE DEUS ABENÇOA

      18. Que motivos temos para saber que Deus está interessado na “obra santa das boas novas”?

      18 Os cristãos, em todo o mundo, estão intensamente interessados “na obra santa das boas novas”. O mesmo se dá com Jeová Deus. Paulo disse que os novos cristãos resultantes de sua participação nesta obra eram como uma oferta aceitável para Deus, que derramou seu espírito sobre eles. — Rom. 15:16.

      19. Como pode esta obra ser eficaz mesmo quando a maioria não escuta?

      19 A aceitação e a bênção de Deus continuam para com esta obra de pregação, inclusive sobre a importante atividade de casa em casa, de achar e ajudar pessoas. Para citar um indício disso, um ministro que visita as congregações num grande distrito aceitou o convite de acompanhar um cristão em Maryland (E.U.A.) numa visita para dirigir um estudo bíblico. Ele diz:

      “Perguntei à moradora o que a motivara a estudar a Bíblia com as Testemunhas de Jeová. Ela disse que amiúde abria a Bíblia a esmo, apontando com o dedo para um versículo e lendo-o. Mas, raras vezes entendia o que lia.

      “Certo dia, ficou muito deprimida por causa dum sério problema familiar. Novamente abriu a Bíblia e escolheu um versículo. Não conseguia entendê-lo, e na sua depressão e desânimo começou a chorar. Orou a Deus para que lhe enviasse alguém para ajudá-la a entender a Sua Palavra. Assim que dissera isso, tocou a campainha da porta. Atendendo-a, encontrara uma Testemunha que começou por dizer: ‘Gostaria de entender a Bíblia?’ A moradora a puxou para dentro e iniciou-se imediatamente um estudo regular da Bíblia.”

      20-23. Que bênçãos podem advir da participação maior na pregação de casa em casa?

      20 Pode haver bons resultados mesmo quando parece que a maioria dos encontrados rejeita as “boas novas” que lhes estão sendo levadas.

      Uma adolescente estava indo de porta em porta, numa aldeia rural da África do Sul certo sábado de tarde. Ela obteve pouca reação favorável, porque uma organização religiosa, naquela comunidade, havia suscitado muito preconceito contra os úteis esforços cristãos das Testemunhas de Jeová. Uma porta após outra se fechava prontamente diante dela. Tudo parecia fútil.

      Mas, sem que o soubesse, olhos curiosos estavam observando duma janela do outro lado da rua. Uma senhora idosa observava a perseverança da Testemunha, apesar das reações desamistosas. Era bem evidente que esta cristã era diferente das outras jovens.

      Quando chegou à casa dela, a senhora idosa convidou a Testemunha a entrar. Embora a moça falasse principalmente inglês e a senhora africâner, puderam comunicar-se sobre uma importante mensagem bíblica para os nossos tempos. Mais tarde, um ministro de língua africânder cuidou desta interessada, e a senhora idosa concordou alegremente em ter um estudo regular da Palavra de Deus.

      21 Na realidade, a bênção de Deus sobre a “obra santa das boas novas” é sentida de muitas maneiras. Um ministro viajante, que visita congregações na região de Nova Orleans, Luisiana, E.U.A., escreveu: “O espírito evangelizador está ficando mais forte. As últimas oito ou nove congregações que visitamos têm gasto muito mais tempo na atividade de pregação. Com este esforço crescente são encontradas mais pessoas interessadas nas ‘boas novas’. E visto que os irmãos e as irmãs estão mais atarefados na proclamação das ‘boas novas’, torna-se realmente mais evidente o espírito de paz e alegria nas congregações.”

      22 Tal paz e alegria aumentam também na vida pessoal e familiar dos cristãos que pregam vigorosamente as “boas novas” e sentem a bênção de Deus. Ora, ainda haverá problemas e ansiedades na vida. Reconhecemos que estes estarão presentes enquanto formos imperfeitos e o atual sistema iníquo de coisas continuar. Mas, ao passo que o cristão fica mais ocupado na “obra santa das boas novas” ordenada por Deus, a vida se torna mais plena, mais rica e mais feliz. (Atos 20:35) Isto não é mera teoria. Funciona. Aconteceu assim com o apóstolo Paulo. Acontece hoje com milhões de Testemunhas de Jeová. Acontecerá com você.

      23 Outros também poderão notar que espécie de cristão você é. Observarão sua participação na obra de proclamar as “boas novas”. Verão a paz e a alegria que esta e outras atividades cristãs trazem na sua vida. Notarão as muitas maneiras em que reflete a personalidade cristã e os “frutos do espírito”. (Efé. 4:24; Gál. 5:22, 23) Sim, estará manifestando a muitos outros que é bem-sucedido em servir o Deus santo.

      24. O que poderá sentir por causa de sua plena participação nesta obra?

      24 Depois do comunitário de Paulo sobre estar “ocupado na obra santa das boas novas”, ele acrescentou: “Portanto, tenho causa para exultar em Cristo Jesus, no que toca às coisas referentes a Deus.” (Rom. 15:17) Que todos nós, como cristãos, trabalhemos também para podermos assim exultar em Cristo Jesus.

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