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  • g81 22/1 p. 32
  • Os computadores competem com seus fabricantes

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  • Os computadores competem com seus fabricantes
  • Despertai! — 1981
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Despertai! — 1981
g81 22/1 p. 32

Os computadores competem com seus fabricantes

✔ A maioria das pessoas ficam atônitas ao testemunhar uma demonstração do que os computadores podem fazer. Alguns aprimoramentos recentes aumentam tal impressão. Um repórter da revista Smithsonian fala dum aparelho experimental de reconhecimento da fala que ele viu. Um pesquisador falava o nome do repórter num microfone ligado ao terminal dum computador. Quase que de imediato, ele escreve: “‘Richard M. Restak’, corretamente soletrado, surgiu na tela.” O computador também exibiu corretamente uma carta modelo que lhe foi ditada. Restak afirma que em breve “máquinas baratas de reconhecimento da fala poderão estar disponíveis para ouvir uma carta ser ditada e produzir um rascunho dela, em questão de segundos”. Secretárias, mudem de lugar!

✔ Os computadores não só transferem o som para a página impressa, mas alguns produzem som à base de coisas impressas. A Biblioteca do Congresso dos EUA possui um aparelho para os cegos que lê em voz alta um livro aberto colocado com a face virada sobre um tomógrafo. Os circuitos desse aparelho, que produzem sons, são controlados “de forma bem parecida ao modo em que o cérebro humano controla os músculos do maxilar, da língua e da garganta, a fim de moldar o aparelho vocal para a produção da fala humana”, afirma Smithsonian. Pode até “variar a ênfase em determinados sons, dum modo similar ao inglês falado naturalmente . . . dando ênfase mais a algumas palavras do que a outras, e pausando em várias ocasiões para evitar uma fala “mecânica”, uma falha que existe em outros de tais aparelhos de leitura.

✔ Outras pessoas que têm graves deficiências físicas podem beneficiar-se de um sistema de computação que lhes permite datilografar simplesmente por mover seus olhos. O aparelho consegue seguir os movimentos dos olhos que se fixam brevemente em letras do alfabeto. Daí, datilografa as letras num ritmo que permitiu a alguns voluntários atingir velocidades de 18 palavras por minuto, depois de adquirirem prática. Outro sistema similar de computação para os deficientes físicos é instalado em cadeiras de rodas mecanizadas. Permite que os paralíticos dêem “ordens” às suas cadeiras de rodas sempre que desejarem movê-las, simplesmente por comandos orais.

✔ Um casal em Londres, segundo alegado, adaptou um computador doméstico para agir como babá para seu bebê. O pai do bebê, um consultor de computadores, programou o computador para responder no mesmo instante que Gemma, o bebezinho, chore, falando com ela em tom suavizante, usando as vozes parentais. A babá substituta também pode contar estórias para fazê-lo dormir, e ensinar três línguas ao bebê, quando a menininha começar a falar. Se os microfones e alto-falantes serão um substituto adequado para a ternura do contato humano é outra história.

✔ Um aperfeiçoamento mais ominoso provém da Austrália, onde se diz que um computador escreveu seus próprios programas para solucionar um problema de xadrez. Ross Quinlan, da Universidade de Sídnei, desenvolveu um sistema de “programação automática”. O programa do computador, escrito à máquina, era cinco vezes mais rápido do que o melhor programa que o próprio Quinlan conseguiria escrever para o mesmo objetivo. Alguns peritos receiam que tais sistemas pudessem desenvolver-se numa situação em que os humanos não mais pudessem entender o “raciocínio” do computador em decisões chaves. O professor Donald Michie, da Universidade de Edimburgo, Escócia, avisa que se deveria construir uma “janela humana” em todos os sistemas de computação, que permitissem as pessoas questionarem o aparelho sobre os motivos pelos quais chegou a certa conclusão.

✔ Mesmo em vista de tais impressionantes consecuções dos computadores, The Brain Book (O Livro do Cérebro) afirma que “em termos de complexidade e versatilidade, o cérebro humano ultrapassa de longe qualquer computador existente na terra”. Este volume recém-publicado observa que a velocidade dum computador nos cálculos e na lógica, passo a passo, é em muito sobrepujada pela capacidade do cérebro em “processar, integrar e sintetizar paralelamente informações, e subtraí-las das generalidades”. E os computadores não chegam nem perto da capacidade do cérebro em reconhecer um rosto ou um objeto instantaneamente. “Um computador transistorizado capaz de fazer tudo que o cérebro humano pode fazer não caberia dentro do Carnegie Hall”, observa The Brain Book, e pesaria mais de 10 toneladas, mesmo que se usasse o circuito miniaturizado, agora disponível. Com efeito, afirma esse livro, “todo o sistema telefônico mundial equivale apenas a cerca de um grama de seu cérebro — um pedaço do tamanho duma ervilha!”

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