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As responsabilidades familiares de manter pura a adoração de JeováA Sentinela — 1963 | 1.° de dezembro
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estudo da família e que ouça, embora não participe na palestra do grupo. Os pais devem exigir com firmeza que êle leia a Bíblia e as publicações que a explicam, tais como as revistas A Sentinela e Despertai! e outras ajudas bíblicas. Se o menor desassociado tiver perguntas, êle pode perguntar a um dos pais em particular e êste lhe mostrará como achar as respostas ou ele mesmo lhas dará, e só. Isto, junto com o menor freqüentar às reuniões cristãs, ajudará a sua restauração. (Tia. 5:20) Os pais devem compreender a seriedade da dedicação e do batismo do filho e reconhecer que a dedicação a Jeová põe a criança sob os arranjos disciplinares de Jeová, quando as leis dêle são violadas.
Com referência à relação entre marido e mulher, as palavras de Jesus em Mateus 19:5, 6 precisam ser obedecidas. Ninguém pode separar marido e mulher, nem mesmo se um dos dois fôr desassociado. A exceção, naturalmente, é quando houve adultério. Neste caso, o cônjuge inocente pode separar-se se assim desejar. (Mat. 19:9) Ao assistir às reuniões congregacionais no Salão do Reino, o marido, a mulher e os filhos devem permanecer juntos, não se separando por causa de um ser desassociado. Não envolve qualquer comunicação espiritual neste caso. Estão meramente sentados juntos qual família. Não se deve mexer com o laço familiar. Todavia, seria incorreto o cônjuge de boas relações tentar forçar os irmãos na congregação a se associarem com o cônjuge desassociado, quando palestra com êles. Embora permaneça a unidade familiar, contudo, o membro excomungado não pode associar-se com os membros da congregação.
Mas será que se aplica êste princípio de ficarem juntos a um casal de noivos, sendo um dêles desassociado? Não, pois o casamento não foi realizado. O cristão deve separar-se de alguém desassociado. “Saí do meio dêles e separai-vos.” (2 Cor. 6:17) Se o cristão desrespeitar isto, casando-se com alguém desassociado, êle também poderá ser desassociado.
Embora os laços familiares consumados permaneçam intatos quando alguém é desassociado e as funções normais da casa continuem diàriamente como de costume, há algo que termina. É a comunicação espiritual entre o desassociado e os outros do círculo familiar. Assim, semelhante aos exemplos mencionados acima, sendo alguém desassociado, não mais se palestra com êle sôbre assuntos que envolvem a adoração.
Portanto, se a mulher fôr excomungada, o marido continuará a dirigir o estudo bíblico familiar com os filhos e em ocasiões apropriadas dirigirá os filhos em oração. A espôsa pode sentar-se e ouvir a oração ou acompanhar o estudo, recebendo assim informação valiosa, mas êle não pode participar na palestra.
Se o marido fôr desassociado, a mulher e os filhos ainda estarão sujeitos ao cabeça em assuntos familiares. Tal chefia não é cancelada. A espôsa não se torna o cabeça da casa nos deveres diários. Mas se o marido desejar sinceramente fazer o que é direito, tomará ações necessárias para reconciliar-se com Jeová e com a sua organização visível. Reconhecerá que não está qualificado para dirigir os assuntos familiares espirituais. Todavia, a espôsa, em ocasião conveniente, quando o marido não estiver para manobrar a situação, arranjará um estudo bíblico com os filhos.
O mesmo princípio se aplica às refeições. Não se deve ter associação espiritual nesta ocasião. O cabeça desassociado não está em condição de dirigir a sua família em oração, nem pode corretamente pedir que outrem represente a família em oração, sendo que assim o estaria fazendo sob a sua direção. Os que desejam orar devem fazê-lo particularmente. Todavia, na sua ausência, os fiéis membros dedicados da família podem associar-se em oração.
Se o chefe excomungado da casa insistir em fazer oração nas refeições, os membros dedicados da família não dirão “Amém” no fim da oração, nem ficarão de mãos dadas, como alguns têm costume, pois assim participariam espiritualmente. Poderão inclinar a cabeça e fazer as suas próprias orações em silêncio a Jeová. Se êle insistir em expressar seu conceito sôbre assuntos religiosos, não se pode impedir que assim o faça na sua própria casa; mas os fiéis membros cristãos da família não são obrigados a participar na palestra. Mostrarão respeito pelo decreto que desassocia o malfeitor da organização de Deus. “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” — Atos 5:29.
É responsabilidade séria os cristãos manterem pura a adoração de Jeová. Para fazer isto, o cristão obedecerá aos requisitos justos de Jeová, até mesmo quando membros de sua própria família são cortados da organização visível de Deus. O amor a Deus vem em primeiro lugar. O cristão toma medidas apropriadas para mostrar que concorda com os caminhos de Jeová, agradando-lhe assim e mantendo a adoração pura.
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“Publicamente e de casa em casa” — SuíçaA Sentinela — 1963 | 1.° de dezembro
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“Pùblicamente e de Casa em Casa” — Suíça
A seguinte experiência mostra que é frutífero os irmãos falarem sôbre a verdade nos lugares públicos. O servo de circuito e sua espôsa não puderam fazer refeição na casa em que tinha sido programada devido a doença e então lhes foi indicado uma pensão, onde comiam um pioneiro especial e uma pessoa de boa vontade. E então os quatro estavam sentados à mesa e palestravam sobre assuntos bíblicos. Não muito distante dêles estava sentado um senhor com uma longa barba branca que òbviamente ouvia parte da palestra. O referido senhor, ao sair do refeitório, colocou na mesa dos irmãos uma folhinha com um texto bíblico e uma observação de que o povo daquela cidade não era mau, mas que se devia ter paciência e amor para com êles.
No dia seguinte houve uma interessante palestra entre o pioneiro especial, a pessoa interessada e êste senhor idoso enquanto faziam a refeição. Êle demonstrou real interêsse pela verdade e aceitou o convite para assistir a cerimônia do Memorial. Depois desta primeira visita às testemunhas de Jeová, êle não mais perdeu uma reunião. O pioneiro especial começou um estudo bíblico com êle e três semanas depois, durante uma assembléia de circuito, acompanhou o irmão no serviço de campo. Êle se sentiu como em casa entre os da sociedade do Nôvo Mundo e disse que tinha estado a buscar pessoas desta espécie tôda a sua vida. Continuou então a progredir e, ao se aproximar a assembléia de distrito, expressou desejo de se batizar. O pioneiro explicou-lhe então a seriedade do batismo, indicando-lhe que a pessoa precisa ‘despir-se da velha personalidade’; a isto, o homem interessado apareceu logo no dia seguinte com a barba completamente raspada! Também largou de fumar e foi batizado. Quando o servo de circuito visitou de nôvo aquela congregação, depois de apenas uns cinco meses, ficou bastante comovido ao ouvir êste nôvo irmão comentar o texto diário na reunião de serviço. Não mostra também esta experiência que é bom as pessoas interessadas ser trazidas à congregação tão logo quanto possível? — Anuário de 1963, página 271.
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A verdade se espalha rapidamente — Guiana InglesaA Sentinela — 1963 | 1.° de dezembro
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A Verdade se Espalha Ràpidamente — Guiana Inglêsa
Certa publicadora começou a estudar o livro “Seja Deus Verdadeiro” com uma senhora numa vila de seis casas. Gostando do estudo, ela falou com a vizinha, então começou a estudar o folheto “Estas Boas Novas do Reino”. Outra também queria aprender, portanto estudaram o livro Paraíso com ela. Daí, outra família quis estudar. Agora, há quatro estudos freqüentados por representantes das seis famílias. Quatro destas pessoas se tornaram publicadores e uma se batizou. A verdade se espalha ràpidamente entre as pessoas semelhantes a ovelhas! — Anuário de 1963, em inglês, pág. 89.
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