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  • Quando precisa discursar perante uma assistência
    Despertai! — 1977 | 22 de outubro
    • mesmo quando isto não é possível, provavelmente conhecerá, pelo menos, a composição geral do grupo. Compõe-se a assembléia de vendedores, comerciantes, donas-de-casa ou de pessoas mais idosas? Pode determinar que aspectos de seu assunto seriam mais proveitosos e, assim, mais interessantes para eles?

      Assim, prepare-se bem, mas prepare-se para comunicar algo. Está seguro de que pode claramente identificar seus pontos principais? Se não puder, como é que seus ouvintes irão captá-los? Após determinar seus pontos principais, tem de calcular quanta matéria conseguirá transmitir no tempo concedido. Daí, pense em como poderá destacar essa mensagem. Tudo isso quer dizer, naturalmente, que terá de escrever seu discurso (ou, pelo menos, fazer algumas anotações) e colocar sua matéria em ordem lógica.

      Sem embargo, até mesmo os peritos discordam no que tange a quantas anotações usar enquanto discursa — incentivando desde ‘apenas algumas anotações’ até um manuscrito de palavra por palavra. Mas, concordam nos seguintes aspectos: Nunca fale apenas conforme se lembra; tenha algumas anotações como orientação. Não decore e recite seu discurso. Grande parte de sua assistência talvez fique ‘presa a cada palavra’, mas apenas para ver se você se lembra de todas elas!

      Daí, os que já viram um orador dinâmico em ação talvez argumentem que não se deve sublinhar uma mensagem definida, adaptada a uma assistência específica. Talvez exponham as virtudes do carisma, do ímpeto e do entusiasmo pessoais. Ainda assim, antes de julgar, examine o efeito desta ‘preparação dupla’ sobre o orador relutante.

      A Mensagem Vive!

      Se, ao proferir o discurso, concentrar a mente sobre o assunto que elaborou arduamente — e não em si mesmo — isto removerá grande parte do nervosismo e do medo da assistência. Decida que, muito embora se sinta fraco, sua mensagem será poderosa!

      Assim, se crê em sua matéria e está inteirado dela, naturalmente sentirá convicção — uma sinceridade de coração que as pessoas sentem e em que confiam. Por concentrar-se em suas informações, seu proferimento não deve perder o impacto emocional. Pelo contrário, deve deixar que suas emoções emanem do próprio assunto; daí, suas emoções, gestos e porte serão genuínos. Parecerá dedicado e será convincente. Reterá a atenção de sua assistência. Motivará as pessoas.

      Por outro lado, se estiver preocupado demais com suas roupas, com a impressão que causa ou com seu “estilo”, isso transparecerá em sua apresentação. Distrairá e obscurecerá o mesmo.

      Ademais, uma mensagem definida auxilia o proferimento por lhe dar melhor controle do seu tempo. Assim, não será longamente digressivo, como muitos oradores são. Por que não pratica o discurso em voz alta, verificando seu controle do tempo? A prática oral talvez pareça tola, mas, de acordo com muitos, ficará surpreso de ver como contribuirá para sua confiança e seu controle do tempo.

      As Armadilhas

      Há duas “zonas perigosas” das quais nos devemos desviar mediante esse enfoque da oratória pública. Uma delas é a tendência de enlevar-se com todos os fatos interessantes que sua pesquisa desenterrou e então comprimi-los num discurso que “prossegue sem fim”. Não, é mister lembrar que o vasto campo de sua pesquisa é prepará-lo — de modo que tenta pleno domínio do assunto e se sinta confiante. Em seu discurso, usualmente só disporá de tempo para explanar, no máximo, três ou quatro pontos principais.

      Em segundo lugar, quando está bem preparado, a tendência é tornar-se complicado demais, não só no número de pontos, mas em sua fraseologia. Evite palavras compridas ou terminologia que a assistência talvez não entenda. Mesmo num discurso técnico, quando discorre perante homens dum campo seleto, com freqüência surgem problemas devido a diferentes conceitos de certos “termos comerciais”. Assim, o orador sábio acatará o apelo por clareza feito por Paulo, escritor bíblico, há mais de 1.900 anos atrás: “Se a trombeta der um toque incerto, quem se aprontará para a batalha? Do mesmo modo, também, a menos que vós, por intermédio da língua, pronuncieis palavras facilmente entendidas, como se saberá o que se fala? Estareis, de fato, falando ao ar.” — 1 Cor. 14:8, 9.

      Ademais, se ceder a qualquer dessas armadilhas, talvez dê a impressão de desprezar sua assistência. Tal superioridade jamais ganha pessoas para seu ponto de vista. Antes, aliena-as. A realidade é: a simplicidade também transmite empatia. É óbvio que tenta comunicar algo e não desperdiçar o tempo das outras pessoas numa “viagem a seu ego”.

      Um homem, considerado Instrutor Magistral, mesmo por descrentes, foi Jesus Cristo. Ao ler seus discursos, é fascinante notar sua simplicidade e humildade. As pessoas se sentiam atraídas a ele. Ele ressaltava pontos óbvios. Ensinava verdades profundas em linguagem simples. (Mat., caps. 5-7) Quase dois mil anos depois, após incontáveis tentativas de obscurecer ou de torcer a natureza de sua mensagem, ela subsiste.

      Por todos esses motivos, ao passo que talvez jamais venha a sentir-se plenamente à vontade quando se trata de discursar em público, não se desespere. Apesar de um mundo transbordante do que certa autoridade chamou de ‘discursos mortíferos’, poderá suportar tal experiência e até mesmo revigorar a outros. Verificará que muitas pessoas estão ansiosas de aprender. Se realmente lhes disser algo, se mostrar que deseja dar-lhes algo, ficará surpreso com o resultado. Esse monstro chamado “Assistência”, afinal de contas, não é tão terrível assim.

  • Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    Despertai! — 1977 | 22 de outubro
    • Ajuda ao Entendimento da Bíblia

      (A matéria que segue foi extraída de Aid to Bible Understanding, Edição de 1971.)

      AMOM. [Continuação]

      4. Um deus local de Tebas, ou Nô-Amom, que ascendeu à posição de “rei dos deuses” sob o nome de Amom-Rá, e cujo sumo sacerdote se tornou o chefe de todos os sacerdócios egípcios. O nome egípcio deste deus aparentemente significa “o escondido”. Amom é geralmente representado como um homem que porta uma coroa encimada por duas plumas paralelas compridas. Como muitas das outras deidades egípcias, é freqüentemente exibido segurando a cruz ansata, o “signo da vida”. Amom, sua esposa Mut e Consu (seu filho com ela) compunham a tríade tebana.

      Em adição às muitas dádivas, grande parte dos despojos de guerra do Egito entravam para o tesouro de Amom (Amom-Rá), o “rei dos deuses”. Os sacerdotes devotados ao serviço desta deidade, portanto, tornaram-se poderosíssimos e riquíssimos. Visto que tiravam proveito das guerras do Egito, pode bem ter acontecido que as incentivavam. Isto é sugerido pelo arqueólogo inglês, E. A. Walls Budge, em sua obra, The Gods of the Egyptians (Os Deuses dos Egípcios), Vol. II, p. 12: “Há motivos para pensarmos que muitas das grandes surtidas egípcias na Síria e na Núbia fossem feitas tanto com o objetivo de suprir fundos Para a manutenção dos templos, e serviços, e sacerdotes de Amom-Rá, como para a glória e o prestígio do Egito. A servil homenagem que os reis Tutmés, e os Amenheteps, e os Ramessides, prestavam a Amom-Rá, e as copiosas dádivas para os santuários dele sugerem que eram seus sacerdotes que, em realidade, eram os causadores da guerra e da paz. Segundo registros egípcios antigos, no tempo de Ramsés III, as propriedades e as rendas de Amom só eram secundárias às do próprio Faraó.

      Com o tempo, os sumos sacerdotes de Amom, cujo cargo se tornara hereditário, exerciam até mesmo maior poder do que os faraós. Um deles, Hrihor, sucedeu ao último Ramsés no trono. No que diz respeito à medida em que os assuntos governamentais

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