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    Despertai! — 1977 | 22 de abril
    • do sumo sacerdote para se determinar a orientação de Deus. (1 Sam. 8:21, 22; 14:36-41; 1 Reis 18:36-45; Jer. 42:1-3) A violação da lei de Deus no tocante à aproximação correta trazia o castigo, como no caso de Uzias (2 Crô. 26:16-20), e podia resultar num completo corte de comunicação com Deus, como no caso de Saul. (1 Sam. 28:6; 1 Crô. 10:13) Que Jeová não permitiria a frivolidade no tocante à sua Soberana Presença é ilustrado no caso de Uzá, filho não sacerdotal de Abinadabe, que segurou a arca do pacto para endireitá-la, resultando que “se acendeu a ira de Jeová contra Uzá, e o verdadeiro Deus o golpeou ali pelo ato irreverente”. — 2 Sam. 6:3-17.

      Meros rituais e sacrifícios são insuficientes

      Ao passo que se tem argumentado que a adoração de Jeová se desenvolveu de uma adoração de rituais e sacrifícios para uma de requisitos morais, a evidência é toda adversa a isso. Simples rituais e sacrifícios, em si mesmos, jamais bastaram, e só forneceram uma representativa base legal de aproximação a Deus. (Heb. 9:9, 10) Em última análise, o próprio Jeová decidia a quem receberia, assim, o Salmo 65:4 declara: “Feliz aquele a quem tu escolhes e fazes chegar perto, para que resida nos teus pátios.” Fé, retidão, justiça, isenção de culpa de sangue, veracidade e obediência à vontade expressa de Deus foram continuamente destacadas como as credenciais exigidas para a aproximação a Deus, de modo que, não era simplesmente aquele que trazia dádivas ao Soberano Universal, mas o “de mãos inocentes e de coração limpo” que podia subir ao monte de Jeová. (Sal. 15:1-4; 24:3-6; 50:7-23; 119:169-171; Pro. 3:32; 21:3; Osé. 6:6; Miq. 6:6-8) Quando faltavam tais qualidades, os sacrifícios, o jejum, e até mesmo as orações tornavam-se detestáveis e sem valor aos olhos de Deus. (Isa. 1:11-17; 58:1-9; 29:13; Pro. 15:8) Quando se cometia um erro, o espírito abatido e o coração quebrantado tinham primeiro de ser manifestados antes de ser aprovada a aproximação. (Sal. 51:16, 17) O cargo sacerdotal não conseguia a recepção favorável perante Deus se tais sacerdotes mostrassem desprezo ao Seu nome e oferecessem sacrifícios inaceitáveis. — Mal. 1:6-9.

      A aproximação a Deus também é delineada como no sentido de apresentar-se perante um tribunal e aproximar-se do juiz para julgamento. (Êxo. 22:8; Núm. 5:16; Jó 31:35-37; Isa. 50:8) Em Isaías 41:1, 21, 22, Jeová manda que os grupos nacionais se aproximem, com seu caso controversial e seus argumentos, para serem julgados por Ele.

      BASE SUPERIOR PARA APROXIMAÇÃO SOB NOVO PACTO

      O arranjo do pacto da Lei com seus sacrifícios animais, como base legal pictórica, apontava para uma base superior de aproximação a Deus. (Heb. 9:8-10; 10:1) Esta surgiu por meio do novo pacto, mediante o qual todos deveriam ‘conhecer a Jeová, desde o menor até o maior deles’. (Jer. 31:31-34; Heb. 7:19; 8:10-13) Como único mediador desse novo pacto, Cristo Jesus tornou-se “o caminho . . . Ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6, 13, 14) A barreira que separava os judeus das nações gentias incircuncisas fora do pacto nacional de Deus com Israel, foi removida por meio da morte de Cristo, de modo que “por intermédio dele, nós, ambos os povos, temos a aproximação ao Pai, por um só espírito”. (Efé. 2:11-19; Atos 10:35) A fé em Deus como “o recompensador dos que seriamente o buscam” e no resgate é o pré-requisito para a aproximação pacifica e a acolhida bondosa de Deus, mediante Jesus Cristo. (Heb. 11:6; 1 Ped. 3:18) Os que se aproximam mediante Cristo Jesus como seu sumo sacerdote e intercessor sabem que “está sempre vivo para interceder por eles” (Heb. 7:25), e podem, confiantemente, ‘aproximar-se com franqueza no falar, do trono de benignidade imerecida’. (Heb. 4:14-16; Efé. 3:12) Não se aproximam com temor da condenação. (Rom. 8:33, 34) Todavia retêm o temor e a reverência piedosos merecidas por tal aproximação a Deus, “o Juiz de todos”. — Heb. 12:18-24, 28, 29.

      A aproximação cristã a Deus envolve sacrifícios e ofertas duma espécie espiritual. (1 Ped. 2:4, 5; Heb 13:15; Rom. 12:1) Mostra-se que, para a aproximação ao verdadeiro Deus, os templos materiais e as imagens de ouro, de prata e de pedra não trazem nenhum benefício. (Atos 7:47-50; 17:24-29; compare com Efésios 2:20-22.) Os amigos do mundo são inimigos de Deus; Ele se opõe aos soberbos, mas os humildes, com ‘mãos limpas’ e ‘coração puro’, podem ‘chegar-se a Deus, e ele se chegará a eles’. — Tia. 4:4-8.

      Os cristãos ungidos, chamados para uma esperança celeste, dispõem dum “caminho de entrada no lugar santo, pelo sangue de Jesus”, e, conhecendo bem o “grande sacerdote sobre a casa de Deus”, podem ‘aproximar-se com corações sinceros na plena certeza da fé’. — Heb. 10:19-22.

      Quanto à importância de a pessoa aproximar-se confiantemente de Deus, o salmista resume aptamente o assunto, dizendo: “Pois, eis que perecerão os mesmos que se mantêm longe de ti. Certamente silenciarás a todo aquele que te abandona imoralmente. Quanto a mim, porém, chegar-me a Deus é bom para mim. Pus o meu refúgio no Soberano Senhor Jeová, para declarar todas as tuas obras.” — Sal. 73:27, 28, veja ORAÇÃO.

  • ‘Palavras como aguilhadas’
    Despertai! — 1977 | 22 de abril
    • ‘Palavras como aguilhadas’

      ● O sábio Rei Salomão escreveu: “As palavras dos sábios são como aguilhadas.” (Ecl. 12:11) Uma aguilhada — uma comprida vara pontiaguda, às vezes com aguçada ponta de metal — era usada para mover e guiar os animais de tração. Similarmente, as palavras de pessoas sábias servem de modo estimulante para guiar e motivar os ouvintes a agir em harmonia com elas.

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