BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • A escola de Gileade forma 101 marcadores-auxiliares
    A Sentinela — 1968 | 15 de novembro
    • declaração apreciativa, o programa do dia não findou ainda. Mais ainda viria à tarde.

      Para o gôzo de todos os presentes, diversos formandos fizeram excelentes apresentações musicais. Entre elas se achavam vívidas canções em espanhol, executadas por um grupo de formandos que haviam estudado tal idioma na escola.

      Entremeadas nestas apresentações musicais foi feita uma paródia que fazia pensar e que representava como os diversos estudantes prepararam uma demonstração na sala de aula que mostrava como o inteiro livro de Primeira Coríntios é proveitoso. Depois de palestrarem, decidiram dramatizar uma cena hipotética na congregação coríntia do primeiro século. Isto mostrava como a carta de Paulo, entre outras coisas, cuidava da questão de divisões na congregação, como aconselhava a ação contra certo membro imoral da congregação, e como fornecia conselhos para aquêles que possuíam consortes descrentes. Com perícia, transmitiram o ponto principal, de que os princípios contidos na Bíblia são proveitosos para todos nós.

      O ponto destacado no programa vespertino foi o impressionante desempenho, em trajes típicos, de cenas da vida da filha de um juiz no antigo Israel, o Juiz Jefté. Foi um drama emocionalmente comovente e que inspirava fé, uma apresentação inteiramente deleitosa.

      Com o fim do drama, a turma inteira subiu à tribuna e cantou tocante canção de despedida. Daí, o presidente da Sociedade, em suas observações finais, os admoestou a “continuar neste excelente trabalho”. Sua oração final pôs um ponto final a êste esplêndido programa de formatura da quadragésima quinta turma de Gileade.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1968 | 15 de novembro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Será que Jesus participou do pão e do vinho ao instituir a refeição noturna do Senhor? — M.  C., EUA.

      Não, o registro de como Cristo instituiu a comemoração de sua morte, ou a refeição noturna do Senhor, não declara que êle mesmo comeu o pão ázimo e bebeu o cálice de vinho. Nem há base bíblica para pensar que o faria.

      Reza o relato apresentado em Marcos: “Enquanto continuavam a comer, tomou um pão, proferiu uma bênção, partiu-o e o deu a êles, e disse: ‘Tomai-o, isto significa meu corpo.’ E, tomando um copo, rendeu graças e o deu a êles, e todos [êles] beberam dêle. E disse-lhes: ‘Isto significa meu “sangue do pacto”, que há de ser derramado em benefício de muitos. Deveras, eu vos digo: De modo algum beberei mais do produto da videira, até o dia em que o beberei novo no reino de Deus.’” — Mar. 14:22-25; Mat. 26:26-29.

      Alguns acham que, por Jesus ter dito: “De modo algum beberei mais do produto da videira”, deve ter tomado dos emblemas da Comemoração. Mas, lembre-se, haviam acabado de celebrar a Páscoa judaica anual. Como parte da celebração, Jesus bebeu vinho e comeu pão ázimo. Referindo-se a isso, Cristo disse que êle não compartilharia de nôvo com êles tal alegria, conforme simbolizada pelo fruto da videira, até que dominasse qual rei e exercesse seu poder régio para despertar da morte a seus seguidores ungidos. (Sal. 104:15; Rev. 11:17, 18) Jesus partilhara do vinho da páscoa, mas não há razão para se crer que tomasse os emblemas da Comemoração.

      Queira notar que o relato diz que Jesus deu os emblemas a “êles” e que “êles” beberam o vinho emblemático. Quais símbolos durante a celebração da Comemoração, o pão ázimo representava o corpo de Jesus, e o vinho representava o seu sangue.

      O Senhor Jesus não teve de aceitar nem compartilhar os benefícios do sacrifício de seu próprio corpo e sangue. Deu sua “carne a favor da vida do mundo”. (João 6:51) Sacrificou seu sangue e sua carne para expiar os pecados das criaturas humanas arrependidas, mas pecaminosas. (Heb. 9:12-14; 10:10) Como humano perfeito, não precisou dos benefícios resgatadores dêsse sacrifício, de modo que pôde dizer a seus seguidores que o sacrifício era feito “em vosso beneficio”, e não em meu beneficio. (Luc. 22:20) Cristo podia sacrificar sua humanidade, e o sangue no qual a vida da humanidade se encontra, porque não precisaria de tais coisas quando ressuscitado qual espírito, tendo em vista a vida celeste. — 1 Cor. 15:45, 50.

      Mas, muito embora não precisasse dos benefícios do que era simbolizado pelos emblemas, não os tomaria como exemplo para os apóstolos? Não,

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar