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    Despertai! — 1980 | 8 de junho
    • feito pelo israelita natural. (Lev. 17:8, 9) Não poderia participar em qualquer adoração falsa. (Lev. 20:2; Eze. 14:7; Lev. 24:16) Exigia se dele que drenasse o sangue da caça morta, e ele seria “decepado” na morte se a comesse sem drená-la. (Lev. 17:10-14) Poderia obter o perdão, junto com o Israel natural, quanto à responsabilidade comunal pelos pecados. (Núm. 15:26, 29) Tinha de observar os processos de purificação, por exemplo, caso ficasse impuro por tocar num cadáver humano. (Núm. 19:10, 11) O residente forasteiro, a quem se podia dar o corpo de um animal que morrera por si mesmo, era, evidentemente, aquele que não se tornara ainda um adorador pleno de Jeová. — Deut. 14:21.

      Judicialmente, garantia-se justiça imparcial ao residente forasteiro nos julgamentos que envolviam um israelita natural. (Deut. 1:16, 17) Não devia ser defraudado nem sujeito a um julgamento pervertido, nem ter suas roupas tomadas em penhor. (Deut. 24:14, 17) Lançaram-se maldições contra aqueles que praticavam injustiça contra os residentes forasteiros. (Deut. 27:19) As cidades de refúgio para o homicida desintencional estavam disponíveis para o residente forasteiro e para o colono, bem como para o israelita natural. — Núm. 35:15; Jos. 20:9.

      Os residentes forasteiros, não possuindo nenhuma herança de terra, poderiam ser comerciantes ou trabalhadores contratados. Alguns eram escravos. (Lev. 25:44-46) Havia a possibilidade de se tornarem abastados (Lev. 25:47; Deut. 28:43) Em geral, contudo, a Lei os classificava entre os pobres e delineava arranjos para protegê-los e sustentá-los. O residente forasteiro podia partilhar dos dízimos providos a cada terceiro ano. (Deut. 14:28, 29; 26:12) As respigas do campo e do vinhedo deviam ser deixadas para ele. (Lev. 19:9, 10; 23:22; Deut. 24:19-21) Podia receber os benefícios do que crescia nos anos sabáticos. (Lev. 25:6) Obtinha proteção igual à dum israelita natural como trabalhador contratado. Um israelita pobre podia vender-se a um abastado residente forasteiro, caso em que o israelita devia ser tratado com bondade, como um trabalhador contratado, e podia ser recomprado a qualquer tempo por ele próprio ou por um parente, ou, no máximo, era liberto no sétimo ano de seu serviço, ou no Jubileu. — Lev. 25:39-54; Êxo. 21:2; Deut. 15:12.

      No período dos reis, os residentes forasteiros continuaram a usufruir de relações favoráveis. Na época da construção do templo em Jerusalém, foram convocados para ser trabalhadores da construção. (1 Crô. 22:2; 2 Crô. 2:17, 18) Quando o Rei Asa agiu na restauração da verdadeira adoração em Judá, os residentes forasteiros de toda a Terra Prometida se reuniram em Jerusalém, junto com os israelitas naturais, para fazer conjuntamente um pacto especial de buscarem a Jeová de todo o coração e de toda a alma. (2 Crô. 15:8-14) Depois de purificar o templo, o Rei Ezequias declarou uma celebração da Páscoa em Jerusalém, no segundo mês, enviando o convite por todo o Israel, convite este que muitos residentes forasteiros aceitaram. — 2 Crô. 30:25.

      Após a restauração do restante dos israelitas do exílio babilônico, encontramos de novo os residentes forasteiros junto com eles, associados na adoração verdadeira no templo, sendo constituídos de grupos tais como os netineus (“os dados”), escravos, cantores e cantoras profissionais, e os filhos dos servos de Salomão. Os netineus incluíam os gibeonitas, que tinham sido designados por Josué para servir permanentemente no templo. (Esd. 7:7, 24; 8:17-20; Jos. 9:22-27) Até a última menção deles, tais residentes forasteiros eram adeptos inseparáveis da adoração verdadeira de Jeová, junto com o restante dos fiéis israelitas naturais que voltaram de Babilônia. (Nee. 11:3, 21) No período pós-exílio, os profetas de Jeová reiteraram os princípios do pacto da Lei que salvaguarda vem os direitos do residente forasteiro — Zac. 7:10; Mal. 3:5.

      [Continua.]

  • Potente proteção contra pragas
    Despertai! — 1980 | 8 de junho
    • Potente proteção contra pragas

      Os cientistas, à procura de substâncias para combater as pragas da agricultura, interessaram-se profundamente no cinamomo das Índias Orientais. Dr. Martin Jacobson, químico do Departamento Federal de Agricultura dos EUA, isolou substâncias dessa árvore que protegem as safras da invasão de insetos. Um desses extratos, chamado “azedarachtin”, diz-se que é tão eficaz que os insetos nem mesmo tocam na planta protegida por ele. Por exemplo, o escaravelho-do-japão prefere passar fome a alimentar-se de plantas tratadas com essa substância extraída dessa árvore subtropical. “Os repelentes de insetos das plantas”, disse o Dr. Jacobson, “são alternativas ecologicamente boas para os pesticidas químicos”.

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