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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1981
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1981
w81 1/6 p. 27

Por dentro das notícias

Péssimo Conselho dum Clérigo

◆ Há pouco tempo, numa coluna do jornal Star de Toronto, ”Clínica Jovem”, uma moça de 18 anos perguntou se a Bíblia proibia as relações sexuais antes do casamento. A resposta dada pelo clérigo anglicano Grahan Coter foi: “Não há na Bíblia nenhuma passagem específica que proíba as relações sexuais antes do casamento em todas as circunstâncias.” No entanto, cartas enviadas aos redatores salientaram que muitas passagens bíblicas específicas condenam mesmo as relações sexuais pré-maritais. O jornal procurou explicar que o clérigo não estava “defendendo as relações sexuais casuais”, mas que o problema era determinar “o que constitui casamento”.

Quanto ao “que constitui casamento”, a Bíblia diz: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” (Heb. 13:4) Para o casamento ser “honroso”, certamente precisa ter solidez legal e moral. Portanto, as relações sexuais pré-maritais não constituem nenhuma base para um casamento “honroso”. Este é o motivo de as Escrituras classificarem as relações sexuais fora do matrimônio como fornicação, aconselhando: “Fugi da fornicação.” A Palavra de Deus adverte também: “Nem fornicadores, . . . nem adúlteros . . . herdarão o reino de Deus.” — 1 Cor. 6:9, 10, 18.

Quando um clérigo procura acomodar uma geração promíscua por fechar os olhos à fornicação ou por obscurecer o que ela é, está dando um péssimo conselho. A jovem precisava de conselho sadio sobre a sabedoria de usar de autodomínio antes do casamento, que também seria esperado dela depois do casamento. Negar-se a encaminhar as pessoas a tal comportamento decente é um grande desserviço tanto a Deus como ao homem.

Batismo de Bebês?

◆ “O batismo de bebês tem de continuar sendo a prática na igreja católica”, observou o periódico National Catholic Reporter, dos E.U.A. Baseava-se na diretriz emitida pele Vaticano, reafirmando ser administrado logo após o nascimento, não adiado até que as pessoas atinjam a idade para usar critério”, comentou o jornal Times de Nova Iorque.

Batizavam-se bebês no cristianismo do primeiro século? Não, porque Jesus não ensinou o batismo de bebês, e ele mesmo foi batizado à idade de 30 anos. (Lucas 3:21-23) A Bíblia mostra que o batismo é apenas para aqueles com idade bastante para obterem um conhecimento exato do cristianismo e que, por isso, se oferecem para a imersão em água. Jesus mandou: “Ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as . . . ensinando-as a observar tudo o que vos mandei.” “Quando acreditaram . . . homens e mulheres começaram a receber o batismo”, não bebês. A Bíblia diz também: “Aqueles . . . que acolheram a sua palavra [i. e., a do apóstolo Pedro], foram batizados” — o que não se podia aplicar a bebês. — Mat. 28:19, 20; Atos 2:41; 8:12, Pontifício Instituto Bíblico.

O historiador religioso Neander disse do cristianismo do primeiro século “que a prática do batismo de bebês era desconhecida neste período”.

‘Obstáculo Para a Paz’

◆ As três grandes religiões ocidentais (as igrejas da cristandade, o islamismo, e o judaísmo) ‘constituem um obstáculo para a comunidade mundial, e, portanto, para a paz mundial’ disse Mortimer Adler, presidente da junta editora da Encyclopœdia Britannica. Num simpósio intitulado “Religião e Conflito Mundial”, realizado na Universidade de Idaho, E.U.A., Adler declarou que não pode haver comunidade mundial ou paz mundial até que essas religiões deixem de estar em conflito umas com as outras.

No entanto, a história mostra que o conflito por muito tempo foi parte integrante dessas religiões, e ainda é. Este conflito não é apenas de natureza doutrinal, mas amiúde envolve guerra literal entre uma e outra e dentro do seu próprio tipo. Um exemplo deste último caso é o apoio que as igrejas da cristandade deram a cada lado em ambas as guerras mundiais deste século. Também as nações muçulmanas têm combatido umas as outras em tempos recentes.

Visto que o ‘leopardo não pode mudar suas malhas’, essas religiões não se tornarão repentinamente pacificadoras. (Jer. 13:23) A história confirma isso. É por isso que a Bíblia inclui todas elas como sendo parte de “Babilônia, a Grande”, que há de ser eliminada à força pelo próprio Deus, na sua vindoura execução do julgamento contra todo este iníquo sistema de coisas. — Rev. 17:5, 16; 18:11-21.

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