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  • O proveito de se viver para o novo mundo de Deus
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1960
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1960
w60 1/11 pp. 660-665

O proveito de se viver para o novo mundo de Deus

1. O que disseram Tiago e Paulo sobre a Ira, a contenda e o uso errado da língua?

NÃO é verdade que hoje em dia, neste mundo, as pessoas ficam prontamente iradas, perdendo o controle sobre o seu gênio? Isto leva muitas vezes a linguagem ríspida e abusiva, e mesmo a palavras impróprias e sujas. Tal linguagem mostra falta de bondade e de consideração para com os outros, e é apenas evidência de que a amargura, o ciúme e a contenda são parte das más condições em volta de nós. Tiago, o escritor bíblico, pergunta por isso: “Quem dentre vós é sábio e entendido? Que mostre ele, pela sua conduta correta, suas obras, com mansidão que é própria da sabedoria. Mas, se tendes ciúme amargo e contenda em vossos corações, não vos jacteis, nem estejais mentindo contra a verdade. Esta não é a sabedoria que vem de cima . . . Pois onde há ciúme e contenda, ali há também desordem e toda coisa vil.” (Tia. 3:13-16, NM) É por isso que Paulo disse corretamente, em Efésios 4:29-32 (NM):“Não proceda da vossa boca nenhuma declaração torpe, mas toda a declaração que é boa para a edificação, conforme haja necessidade, para que transmita aos ouvintes o que é favorável. . . . Sejam tiradas dentre vós toda a amargura maliciosa, e ira, e cólera, e gritaria, e linguagem abusiva, junto com tudo o que é injurioso. Mas, tornai-vos bondosos uns para com os outros, ternamente compassivos, perdoando-vos livremente uns aos outros, assim como também Deus, mediante Cristo, vos perdoou livremente.”

2. Que conselho se deve seguir quando se fica temporàriamente vencido pela ira?

2 Mesmo quando se torne necessário dar correção ou repreensão, como no caso de pais aos filhos, ou um superintendente cristão a alguém na congregação, a linguagem não deve refletir um espírito descontrolado. Quando alguém se sente momentaneamente vencido pelo calor da ira, é o tempo de ficar calado até que a ira se tenha acalmado e se possa falar sobre o assunto com o devido equilíbrio. Sob tais circunstâncias, é preciso ser “vagaroso para falar”, antes lembrando-se que “um homem irado suscita briga”. Para obtermos a aprovação de Deus, precisamos aprender a viver em paz, ser pacíficos, pois “felizes são os pacíficos, porque serão chamados ‘filhos de Deus”. — Tia. 1:19; Pro. 15:18; Mat. 5:9, NM.

3, 4. Que outras coisas não podem existir na sociedade do Novo Mundo?

3 Há ocasiões em que talvez se seja corretamente movido pela justa indignação contra o que é errado e mau. Mas, ser movido à indignação contra o que é errado, por causa do amor a Jeová e ao que é direito, e por se estar incomodado de ver o Seu nome e povo ser vituperado, é diferente de ser movido à ira devido ao orgulho ferido ou ao ódio a outra pessoa, ou para encobrir o temor de ficar exposto em algum proceder errado.

4 Tudo o que obrar contra a paz e a ordem do arranjo de Deus para a vida de seu povo não pode existir na sua já formada sociedade do Novo Mundo. Isto significa que tais coisas como a briga ou a bebedeira (que muitas vezes leva à luta) não são parte do modo de vida do Novo Mundo. — Rom. 13:13.

PRINCÍPIOS PARA O MATRIMÔNIO E PARA O COMPORTAMENTO MORAL

5. Para que fim fez Deus os dois sexos, e que limitação impas ao privilégio da união sexual?

5 Quando Deus, originalmente, colocou o homem e a mulher no jardim paradísico do Éden, era Seu propósito que se reproduzissem e multiplicassem, para se tornarem uma sociedade de pessoas que por fim povoariam a terra inteira com uma raça justa. A fim de que se pudessem multiplicar, Deus os criou com a capacidade de se reproduzirem, e foi por isso que ele criou os dois sexos, o masculino e o feminino. Pela união sexual entre homem e mulher gerariam filhos segundo a sua espécie. Isto seria direito e correto para eles, não havendo nada para se envergonhar por isso, e se intencionava, por isso, que fosse para eles uma experiência agradável. Mas, Deus impôs certas limitações ao exercício do privilégio da união sexual. Esta era licita apenas dentro do arranjo marital — o marido com a sua própria esposa, e a esposa com o seu próprio marido.

6. (a) Era o propósito de Deus que se praticasse a poligamia em Israel? (b) Que disse Jesus sobre o casamento e o divórcio, em Mateus 19:4-9?

6 Embora Deus permitisse por certo tempo que os israelitas praticassem a poligamia, não era esta o propósito de Deus para eles, nem lhes ordenou que adotassem esta prática. Quando primeiro instituiu o matrimônio, Deus deu a Adão apenas uma esposa. E por isso foi que Jesus disse trais tarde a respeito do costume judaico da poligamia e do divórcio: ‘Não lestes que quem os criou fê-los no princípio macho e fêmea, e disse: “Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua esposa, e serão os dois uma só carne”? Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus juntou, não o separe o homem.’ Disseram-lhe: ‘Por que, então, prescreveu Moisés que se desse certificado de repúdio e que se divorciasse dela’ Ele lhes disse: ‘Moisés, em consideração da dureza de vossos corações, vos fez a concessão de vos divorciardes de vossas esposas, mas não foi assim desde o princípio. Eu vos digo que qualquer que se divorciar de sua esposa, a não ser por motivo de fornicação, e casar com outra, comete adultério.’ — Mat. 19:4-9, NM.

7. (a) Com quem somente pode o homem ou a mulher ter relações sexuais? (b) Qual é a única base para o divórcio que permite um novo casamento?

7 Os princípios bíblicos em relação ao matrimônio são realmente muito simples. O cristão pode ter apenas uma esposa viva, e a cristã pode ter apenas um marido vivo. O homem pode ter relações sexuais apenas com sua esposa e não com outra mulher; a esposa pode ter relações sexuais apenas com seu marido e não com outro homem. Os dois tornaram-se uma só carne. Quando um dos cônjuges morre, então, naturalmente, termina o matrimônio, e o cônjuge sobrevivente pode casar-se novamente. (Rom. 7:2, 3) Mas, enquanto ambos vivem, a única base bíblica para o divórcio que admite um novo casamento é a violação das limitações do matrimônio quer pelo homem, quer pela mulher, por causa de relações sexuais com outra pessoa, tornando-se assim uma só carne com aquela outra pessoa, cometendo adultério. Quando a pessoa casada tem relações sexuais com outra pessoa que não seja seu cônjuge, viola e profana a lei de Deus referente ao matrimônio. (Heb. 13:4) A Bíblia não permite que o matrimônio seja terminado por um divórcio por qualquer outra razão, tal como a incapacidade de ter filhos, a diferença de religião, doença ou enfermidade crônica, crueldade, e assim por diante. Quando alguém obtém um divórcio por quaisquer destas razões mencionadas, não está biblicamente livre para se casar de novo e estaria cometendo adultério se o fizesse.

8. Que proceder deve ser seguido por pessoas não casadas ou pelos noivos?

8 Visto que as relações sexuais são permitidas apenas no estado casado, significa que as pessoas não casadas não as podem ter. Os que concordaram em casar-se, isto é, os que são noivos, precisam, portanto, cuidar de sua conduta e exercer a devida restrição, esperando até depois do casamento para entrarem na relação íntima que cabe de direito apenas aos casados. Qualquer relação sexual imprópria da parte de pessoas não casadas ou solteiras é fornicação e é condenado por Jeová Deus. Foi por isso que Paulo escreveu aos efésios que deram as costas ao velho mundo e ao proceder dele: “Não sejam nem mencionadas entre vós fornicação e impureza de toda espécie . . . Pois sabeis isto, . . . que nenhum fornicário, nem pessoa impura, nem pessoa gananciosa — o que significa ser idólatra — tem qualquer herança no reino do Cristo e de Deus.” — Efé. 5:3-5, NM.

9. Qual tem sido o resultado da falta de respeito que há neste mundo pelos princípios de Deus quanto ao matrimônio? Como se mantém a sociedade do Novo Mundo Isenta de práticas erradas?

9 A falta de respeito mostrada por este velho mundo para com os princípios justos de Deus, que governam o matrimônio, tem levado a toda espécie de dificuldades: matrimônios rompidos, lares desfeitos e filhos tornando-se maus por causa da falta de cuidado, do treinamento e do exemplo por parte dos pais. Os que desejam ver a vida no novo mundo de Deus, onde o matrimônio existirá apenas em harmonia com a lei divina, não podem copiar o proceder pervertido deste mundo em tais assuntos. Mesmo agora, enquanto ainda vivem neste mundo, os que vivem para o novo mundo precisam seguir os princípios de Jeová referentes ao matrimônio e ao comportamento moral. Por isso é direito e correto que as congregações cristãs estejam alertas para manter limpa a associação, expulsando do seu meio os que deliberadamente praticam tais atos errados. — 1 Cor. 5:11, 13; 6:9, 10.

10. Por que é correto registrar legalmente o matrimônio?

10 Por causa da seriedade do matrimônio e para protegê-lo contra qualquer abuso dos seus direitos e privilégios, é correto que o casamento entre homem e mulher seja devidamente registrado e reconhecido pela comunidade. Na maioria dos países, o casamento precisa ser registrado junto às autoridades locais do governo e se torna assim oficialmente reconhecido, recebendo o casal uma certidão de casamento.

11. Qual é a base para um matrimônio bem sucedido, e que mudanças podem tornar-se necessárias se a família há de viver junta em harmonia com os princípios bíblicos?

11 A base para um matrimônio bem sucedido é o amor e não a satisfação egoísta da paixão carnal. Em algumas comunidades tem sido costume os homens desprezarem as mulheres como sendo muito inferiores a eles, mesmo ao ponto de se considerar a mulher como alguma propriedade, em vez de como ajudadora e companheira. Em tais circunstâncias não há participação comum na vida, assim como Deus intencionou o casamento. Conformar-se aos requisitos da vida do Novo Mundo significa uma mudança completa na atitude para com o matrimônio e as responsabilidades para com o cônjuge. O marido precisa reconhecer que sua esposa não é apenas uma escrava ou criada. Ela também pode receber de Jeová Deus as mesmas bênçãos de vida que ele, e a adoração e o serviço dela são igualmente aceitáveis e agradáveis a Jeová. Quando tanto o homem como sua mulher começam a aprender a esperança do Novo Mundo, eles têm algo para partilhar, algo em que podem cooperar juntos. O homem animará a sua mulher, falará com ela sobre as suas esperanças e sua obra cristã. Em vez de negligenciar a sua esposa, para estar com seus amigos mundanos, o homem verá a necessidade de aprender a conviver com sua esposa e seus filhos como família, treinando-os em casa a estudar a Bíblia e na adoração verdadeira de Deus. A mulher, por outro lado, mostrará amor e o devido respeito por seu marido, cooperando com ele na criação dos filhos na “disciplina e no conselho de autoridade de Jeová”. Deste modo, o marido, a esposa e os filhos sentem-se atraídos em amor e compreensão, em bondade e espontaneidade, vivendo e trabalhando juntos para o novo mundo. — Efé. 5:22, 23, 28, 33; 6:l-4, NM.

12. Por que é necessário que os cristãos, hoje, travem “uma luta árdua pela fé”?

12 Hoje em dia praticam-se toda espécie de imoralidades neste mundo iníquo: relações sexuais licenciosas entre jovens solteiros, homens e mulheres casados tendo relações sexuais com outros, e há casos em que os casados até concordam em trocar de esposa e de marido para saciar seus desejos egoístas. As mentes de alguns são tão pervertidas, que procuram induzir os outros a tais práticas erradas sob o manto de falso ensino religioso. Todas estas coisas são perversas e violam os princípios divinos do matrimônio. Não é de admirar-se, então, que o apóstolo escrevesse que tais “estão mentalmente em escuridão e alienados da vida que pertence a Deus . . . Tendo ficado além de qualquer senso moral, entregaram-se a conduta desenfreada, para cometerem com avidez toda espécie de imundície”. (Efé. 4:18, 19, NM) E o discípulo Judas avisou o povo de Deus de que tais homens até se ‘introduziriam furtivamente’, “homens ímpios, que convertem a benignidade imerecida de nosso Deus em desculpa para conduta desenfreada”. E, por isso, Judas admoestou os cristãos a quem escreveu a que travassem “uma luta árdua pela fé. — Jud. 3, 4.

13. Descreva as condições existentes na terra quando a iniqüidade tiver sido completamente eliminada.

13 Quão bendito será o tempo quando a terra estiver de uma vez para sempre livre de tais transgressões; quando a honestidade, a integridade e a retidão estiverem florescendo, e quando não houver mais o mentir, o roubar e o enganar; quando as pessoas tratarem entre si com confiança, não com dúvida e suspeita; quando, em vez dos sons ríspidos da ira, da briga e da linguagem abusiva houver um ambiente calmo e feliz de amor, bondade e consideração; quando a vida em família florescer em pureza moral e os filhos forem criados com afeição e treinamento sadio, para usufruírem as bênçãos duma terra paradísica! Que mudança isto será, em contraste com o mundo atual! Descrevendo esse tempo, Apocalipse 21:3, 4 (ALA) declara: “Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram.”

14, 15. (a) Por que é sábio escolher viver agora para o novo mundo da promessa de Deus? (b) Se desejarmos viver para o novo mundo, a que ordens devemos obedecer, conforme declaradas por Pedro e Paulo?

14 Não deseja viver em tal mundo? Se desejar, então desejará também começar agora a viver para este novo mundo. Que proveito há em dedicarmos todo o nosso tempo e energias às coisas deste velho mundo? O sábio Salomão respondeu àquela pergunta: “Que mais tem o homem de todo o seu trabalho, e da fadiga do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol? Porque todos os seus dias são dores, e a sua ocupação é desgosto; até de noite não descansa o seu coração: também isto é vaidade.” (Ecl. 2:22, 23, Al) Viver para o novo mundo não resulta em vaidade, mas traz a recompensa da vida eterna em verdadeiro contentamento e felicidade.

15 O tempo que nos sobra para nos desviarmos do modo de vida das nações e vivermos em harmonia com os princípios justos do novo mundo é muito curto. Quanto àquele que deseja adotar tal proceder, o apóstolo Pedro escreve que deve viver, “no tempo que ainda lhe resta na carne, não mais para os desejos dos homens, mas para a vontade de Deus”. Esta é uma ordem bem positiva, mas quantos a cumprem? Pergunte-se a si mesmo: Cumpro eu esta ordem? O apóstolo dá ênfase adicional à sua ordem por dizer: “Porque já basta o tempo passado em que tendes feito a vontade das nações.” Este é exatamente o argumento que Paulo apresentou na sua carta aos efésios: “Mantende estrita vigilância quanto a como andais, para que não sejais como pessoas insensatas, mas como sábias, comprando o tempo oportuno para vós mesmos, porque os dias são iníquos. Por esta razão, deixai de ser desarrazoados, mas continuai a perceber qual é a vontade de Jeová.” — 1 Ped. 4:2, 3; Efé. 5:15-17, NM.

COMO FAZER A MUDANÇA PARA A VIDA DO NOVO MUNDO

16. Como somente podemos aprender a viver para o novo mundo e continuar a fazer isso?

16 Não podemos em nossas próprias forças fazer esta mudança da vida do velho mundo para a vida do Novo Mundo. O apóstolo avisa que temos um grande adversário, Satanás, o Diabo, o qual, junto com os seus iníquos espíritos demoníacos, engana as nações e se esforça em fazer que todos façam o mal, não o que é bom. Para vencermos todos os seus enganos e laços, precisamos mais do que apenas um desejo, da nossa parte, de fazer o que é direito. Precisamos da ajuda de Jeová, e esta ele fornece gratuitamente aos que realmente desejam adorá-lo e servir-lhe: Ele provê conhecimento acurado por meio de sua Palavra, a Bíblia, e por estudarmos a Bíblia, chegamos a compreender a Sua vontade e o seu propósito. Por intermédio do seu espírito santo, que é a invisível força ativa de Deus, ele nos fortalece e nos dá o poder para fazermos a sua vontade. Por meio da sua organização visível entre as sua fiéis testemunhas na terra; ele nos orienta e dirige no uso prático do conhecimento adquirido e nos une com outros que agora vivem para o novo mundo. Pelo estudo diligente da Palavra de Deus, buscando a ajuda do espírito santo e de Sua organização, podemos revestir-nos “da completa armadura de Deus”, resistindo assim à influência perversa de Satanás e do seu mundo mau. — Efé. 6:10-18, NM.

17. (a) Isenta-nos de todas as obrigações para com o atual sistema de coisas o fato de vivermos agora para o novo mundo? (b) Quais são algumas das maneiras em que cumprimos a ordem de Jesus, em Mateus 22:21, de ‘pagar de volta a César as coisas de César’? (c) Como damos “a Deus as coisas de Deus”?

17 Nosso viver para o novo mundo não significa que estejamos automaticamente livres de quaisquer obrigações para com o atual arranjo dos homens neste mundo. O cristão recebe muitos benefícios dos serviços prestados pelos governos humanos. Por exemplo, há leis para impedir que os perversos prejudiquem os outros e causem dano à sua propriedade, e a polícia está aí para aplicar estas leis e proteger o povo contra os criminosos e manter de outro modo a ordem na comunidade. Provêem-se hospitais, escolas e outros serviços que beneficiam a todos. Por causa de tais serviços, os governos exigem o pagamento de impostos. Os cristãos são pacíficos, obedientes às leis, e pagam seus impostos. Não procuram enganar os governos deste mundo no que é do direito deles. Seguem o princípio especificado em Mateus 22:21 (NM): “Pagai, pois, de volta a César as coisas de César.” Em harmonia com este princípio, por exemplo, as testemunhas de Jeová cumprem as leis que regulam a adquisição de propriedade para a construção de Salões do Reino, ou para a realização de assembléias grandes e ordeiras. No entanto, não transigem por pagar a César aquilo que realmente pertence a Deus, mas pagam de volta “a Deus as coisas de Deus”. É por isso que se apegam à ordem bíblica de pregar as boas novas do reino de Deus mesmo quando os governos comunistas ou totalitários procuram proibir-lhes isso, e não violam a sua neutralidade cristã, não se envolvendo, por isso, nas disputas internacionais ou inter-raciais deste velho mundo. Acima de tudo, dão a sua adoração exclusivamente a Deus, visto que pertence de direito a ele e não aos homens. — Atos 5:27-29.

18. (a) Mesmo se começarmos agora a viver para o novo mundo, por que não é isso razão para nos gabarmos? (b) De que podemos dar prova pelos nossos sinceros esforços de procurar fazer o que é direito?

18 Ao vivermos para o novo mundo, não devemos fazê-lo de orgulho ou por nos acharmos virtuosos aos nossos próprios olhos. A questão não é tentar provar que somos melhores ou mais justos do que os outros, para que nos possamos gabar. Nunca devemos comparar aquilo que somos, ou aquilo que tentamos fazer, com o que outros homens imperfeitos estão fazendo. Antes, devemos usar como medida de comparação o perfeito exemplo de Cristo Jesus, o qual fez sempre a vontade de seu Pai e foi perfeito no seu viver para o novo mundo. Falta-nos muito para chegarmos a essa norma, não é verdade? Por isso não temos nada de nos gabar. Não merecemos a maravilhosa dádiva da vida eterna. Antes, a vida eterna no novo mundo é o resultado da benignidade imerecida de Deus. (Efé. 2:8-10, NM) Embora imperfeitos, podemos demonstrar que temos a espécie certa de coração. Pelo nosso apoio integral aos propósitos de Jeová e seu reino sob Cristo Jesus, e pelos nossos sinceros esforços de procurar praticar agora a justiça, podemos mostrar que somos a espécie de pessoas que sabem avaliar a bondade de Deus e seus princípios de vida, e isto continuaremos a fazer quando as condições do Novo Mundo estiverem plenamente em vigor na terra. É agora correto buscar a paz e segui-la. Pois os olhos de Jeová estão sobre os justos’. (1 Ped. 3:11, 12, NM) Isto significa não ser cristão apenas de nome, não ser apenas membro em alguma organização, mas, antes, significa ser adorador genuíno de Deus, em espírito e em verdade.

19. Que convite se faz aqui a todos os que amam a justiça?

19 Oferece-se assim uma emocionante oportunidade! Vivemos agora nos portais dum novo mundo de justiça. Será um dos que entrarão nas suas bênçãos de vida sem fim? Esperamos que sim. As testemunhas de Jeová são muito gratas pela oportunidade de lhe poderem transmitir esta perspectiva feliz. Convidam-no a associar-se com elas, a aprender junto com elas o conhecimento acurado da vontade de Deus, para usufruir a mesma fé confiante na esperança do Novo Mundo, sim, e para participar com elas na declaração pública desta esperança a outros. Faça que sua vida valha a pena, por viver agora para o novo mundo!

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