BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • w71 1/1 pp. 28-30
  • Devemos continuar a ser o que somos?

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Devemos continuar a ser o que somos?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1971
  • Subtítulos
  • Matéria relacionada
  • POR QUE UMA MUDANÇA RELIGIOSA?
  • SITUAÇÃO SIMILAR ATUALMENTE
  • É POSSÍVEL A MUDANÇA DE PERSONALIDADE
  • “A palavra de Deus é viva”
    A Bíblia — Palavra de Deus ou de Homem?
  • “A Palavra de Deus é viva e exerce poder”
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1990
  • Deve mudar de religião?
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1964
  • É muito difícil mudar de religião?
    Despertai! — 1971
Veja mais
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1971
w71 1/1 pp. 28-30

Devemos continuar a ser o que somos?

Há Motivos Válidos Para Uma Mudança?

MUITOS parecem pensar que devem continuar a ser o que são, pelo menos no que se refere à religião. Eles lhe dirão que seus pais e avós pertenciam a certa religião e que não vêem motivos para mudar. Também no campo da personalidade, alguns dirão, virtualmente: “Aceite-me como sou.” Parecem presumir que Deus os fez assim como são, e que por isso não há necessidade duma mudança.

Mas o que pensa sobre o assunto? É sábio o conceito de tais? Não concorda que há margem para todos nós mudarmos para melhor?

Fazemos mudanças em muitas questões comuns da vida. Por exemplo, agora que é adulto, não aceita toda idéia expressa por pessoas mais velhas com a mesma fé como quando era criança. Hoje em dia, quando elas fazem declarações, provavelmente avalia mentalmente a exatidão das suas declarações e decide se deve concordar ou discordar. Obtém constantemente mais conhecimento e experiência, e por isso está melhor preparado para chegar às conclusões baseadas em fatos. Na escola, sem dúvida, aprendeu coisas que seus avós não conheciam quando freqüentavam a escola. Se a informação for exata, então não desejará desconsiderá-la e apegar-se à idéia ensinada a uma geração anterior.

POR QUE UMA MUDANÇA RELIGIOSA?

Mesmo no campo da religião há motivos para se pelo menos considerar uma mudança de conceito. Muitos são o produto duma organização religiosa que os tomou pela mão na infância, abrigando-os cuidadosamente contra qualquer ensino que não fosse o seu próprio e prescrevendo exatamente o que tinham de crer. Foram doutrinados, assim como seus pais e avós, em tradições antiquíssimas.

Mas agora, a população educada e desperta faz perguntas esquadrinhadoras sobre tradições, credos, dogmas e ritos eclesiásticos, e as respostas não são sempre satisfatórias. As organizações eclesiásticas estão em fermentação, tão grande é a confusão de idéias. Os membros das igrejas pressupunham que idéias tais como abster-se de carne nas sextas-feiras, de orar a certos santos e de se proibir aos clérigos casar-se se arraigavam e fundavam nas Escrituras Sagradas. Agora, porém, aprendem que podem comer carne nas sextas-feiras, que alguns dos santos foram expostos como fraude, e ouvem uma agitação contínua por parte dos sacerdotes a favor do casamento dos clérigos. — 1 Tim. 4:1-3; Heb. 13:9.

Naturalmente, as pessoas inteligentes começam a perguntar-se quantos dos outros ensinos religiosos de sua igreja podem realmente suportar um exame cabal com a ajuda da Bíblia. Seria razoável evitar qualquer investigação desta espécie por medo de que outras perguntas incômodas poderiam surgir, que se poderia descobrir mais motivos para se fazer uma mudança de conceito religioso? Isto certamente não seria um proceder sábio. O apóstolo cristão Paulo recomendou aos seus co-adoradores: “Certificai-vos de todas as coisas; apegai-vos ao que é excelente.” — 1 Tes. 5:21.

Quando Jesus ministrava entre os judeus, há dezenove séculos atrás, a maioria deles confiava em que sua religião se havia originado de Deus. Não se incomodavam de verificar os ensinos tradicionais dos seus rabinos e compará-los com os escritos de Moisés e dos profetas. Não viam a necessidade de fazer uma mudança. Qual foi o resultado? A maioria deles pereceu ou ficou em escravidão quando os romanos pagãos invadiram e destruíram a sua nação.

Por outro lado, um pequeno restante de judeus acatou a mensagem de Jesus e de seus discípulos. Comparavam diligentemente as palavras dele com os seus próprios escritos sagrados e verificavam que eram verdadeiras. Portanto, quando sobreveio a devastação à sua terra, a Jerusalém e ao seu templo, eles estavam a salvo além das fronteiras da Judéia, tendo acatado a advertência de Jesus, de fugir no tempo designado. (Luc. 21:20-24) Não insistiram tolamente em continuar o que eram — devotos de um sistema de religião dado por Deus, que havia deteriorado ao ponto de ser rejeitado por Deus. — Mat. 23:37, 38.

SITUAÇÃO SIMILAR ATUALMENTE

Assim como os judeus fizeram naquele tempo, os que aderem às religiões da cristandade hoje em dia presumem que são o próprio povo de Deus. Acham-se muito mais favorecidos do que os povos do chamado paganismo. Parecem pensar que, por se usarem freqüentemente nos seus ritos de adoração as palavras “Deus” e “Cristo” tudo sairá bem. Ouvem também a mensagem de advertência da Palavra escrita de Deus, a Bíblia, ser diligentemente proclamada pelos seguidores hodiernos das pisadas de Jesus. São advertidos, à base da Bíblia, da iminente destruição de todos os sistemas religiosos falsos e dos seus aderentes por parte de Deus — mensagem amplamente proclamada pelas testemunhas de Jeová — mas a maioria não vê nenhuma necessidade de fazer uma mudança. Preferem continuar o que são.

É verdade que muitos adotam o conceito de que seus clérigos instruídos em faculdades devem saber mais sobre as Escrituras do que as testemunhas de Jeová. Mas não é também verdade que, quando Jesus esteve na terra, multidões preferiam confiar nos líderes religiosos profissionais em vez de dar atenção às palavras de Jesus e dos seus companheiros pescadores? Visto que tem diante de si as lições da história, não precisa cair no mesmo erro. Pode pelo menos prestar atenção e investigar.

A fim de se ter a aprovação e a bênção de Deus é preciso ‘persistir em examinar se se está na fé’. (2 Cor. 13:5) E isto não significa comparar a conduta com o que certa organização religiosa exige. Significa comparar a conduta com o que a Bíblia esclarece ser a vontade de Deus. É a Bíblia que pode endireitar todas as questões e assegurar-lhe a sua posição perante Deus. — 2 Tim. 3:16, 17.

É POSSÍVEL A MUDANÇA DE PERSONALIDADE

Não só o modo de pensar religioso, mas também em toda a personalidade se pode fazer uma mudança para melhor. E há muitas vezes bons motivos para se fazer tal mudança. A pessoa pode talvez ser geniosa ou dada a uma vida desregrada, ou pode estar inclinada a ser desonesta, orgulhosa, ou indisposta a aceitar conselho. Quando criança, é possível que se tenha sido criado sob a influência má dos que têm uma ou mais de tais características más. Mas quando a criança cresce, se mistura na sociedade humana e aprende por experiência, não precisa mais apegar-se ao mesmo velho conceito das coisas.

Há a experiência de uma jovem senhora que foi convidada por uma das testemunhas de Jeová a ter um estudo bíblico no seu lar. Ela respondeu: “Eu gostaria muito, mas realmente não presto. Sou má. Acho que não há esperança para mim.” Instou-se com ela para que experimentasse o estudo bíblico. O resultado foi bom, pois em pouco tempo ela limpou a sua vida, que havia sido até então imoral. Não continuou o que era. Tornou-se estudante assídua da Bíblia, associada com as testemunhas de Jeová, e obteve alegria e satisfação na vida. Não mais vivia apenas para satisfazer seu desejo de prazer sensual.

Tais mudanças de personalidade não são incomuns ou excepcionais. Lá no tempo em que o apóstolo Paulo pregava, em todo o mundo do Mediterrâneo, ocorriam tais mudanças. Ele escreveu em certa ocasião, depois de se referir a pessoas desregradas, a beberrões, injuriadores, fornicadores, adúlteros e extorsores: “Isso é o que fostes alguns de vós”, cristãos. (1 Cor. 6:9-11) Mas haviam feito tal mudança na sua personalidade, com a ajuda da Palavra e do espírito de Deus, e de companheiros piedosos, que então eram aceitáveis como seguidores de Jesus.

Naturalmente, não é fácil fazer tal mudança. Exige perseverança no estudo e na aplicação dos princípios aprendidos da Bíblia. E algumas religiões não estimulam tal estudo. De fato, dá-se a entender às pessoas que as orações feitas por sacerdotes religiosos as colocarão na situação direita perante Deus. Portanto, alguns membros de igreja raciocinam: Por que incomodar-me de fazer uma mudança se posso obter expiação do pecado por pagar regularmente pelas orações? No entanto, esta é apenas uma tradição inventada por homens. A Bíblia ensina que há apenas “um só mediador entre Deus e os homens, . . . Cristo Jesus”, e assim exclui a mediação dos sacerdotes como tendo qualquer mérito. — 1 Tim. 2:5.

Portanto, em vez de depender da longa história de suposta santidade atribuída a uma organização religiosa ou dos supostos poderes de seus clérigos, de colocar as pessoas em situação direita perante Deus, quanto melhor é aceitar o conselho inspirado do apóstolo Paulo: “Deveis por de lado a velha personalidade que se conforma ao vosso procedimento anterior” e “deveis ser feitos novos na força que ativa a vossa mente, e . . . vos deveis revestir da nova personalidade”. (Efé. 4:22-24) Sim, substituir os pensamentos e as tradições dos homens com os pensamentos de Deus, conforme encontrados nas páginas da Bíblia é o modo de se ‘ser feito novo’ na força que ativa a mente.

Se na sua atual associação religiosa não houver estímulo a um estudo regular e progressivo da Bíblia, por que continuar a ser o que é? Por que não fazer uma mudança? Deseja a vida eterna em paz e felicidade, não deseja? Pois bem, o caminho para tal objetivo meritório foi expresso por Cristo Jesus em termos claros e simples: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) A única fonte fidedigna de tal espécie de conhecimento é a Bíblia.

Verificará que o estudo das Escrituras em associação com as testemunhas de Jeová é muito satisfatório. Será ajudado a fazer progresso genuíno. Chegará a saber o que Deus realmente espera de sua pessoa. E ao passo que harmonizar a sua vida com os ensinos da Bíblia, seu conceito sobre religião e toda a sua personalidade passarão por uma mudança decidida, uma mudança para melhor.

Não, não é sábio ficar parado, não fazer progresso, apenas para continuar o que é. Deve fazer mudanças quando os ajustes o ajudem a harmonizar sua vida com a vontade de Deus.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar