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Quem é o cabeça de sua casa?Despertai! — 1976 | 22 de julho
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e a expressão pessoais? De jeito nenhum. Os pais, porém podem dar-lhe certa responsabilidade e independência de tal modo que ele ainda saiba que não é o chefe. A mãe poderia perguntar, não: ‘O que deseja para o café da manhã?’, mas: ‘Hoje comeremos flocos ou papas de cereal. Qual desses você quer?’ Assim, concede-se ao filho certa medida de independência e escolha, mas, ao mesmo tempo, faz-se com que se conscientize de que não é o cabeça da família.
Ingrediente Essencial
Para que os filhos aprendam que não são o cabeça da casa, é preciso disciplina. Alguns pais objetam a isso. E pode estar certo de que muitos filhos também objetam. Todavia, observe os comentários dum psiquiatra infantil, Wayne Weisner:
‘Os filhos precisam de disciplina a fim de se tornarem civilizados. Eles até mesmo a desejam. Aceitam-na mui prontamente dos pais que são firmes, porém, sempre justos. Ambos os genitores devem estar em total acordo sobre qual deva ser a disciplina, de outra forma o radar do filho captará o desacordo, e um convite implícito à desobediência.’
Naturalmente, tais sentimentos são simples ecos do que Deus há muito fez registrar como o melhor proceder paterno: “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe.” — Pro. 29:15, Almeida, atualizada.
Admitidamente, há muitos lares em que os filhos são o cabeça, dando ordens e controlando seus pais. Mas, tais lares não são felizes. Os pais não são felizes. Os filhos não são felizes, nem serão. A Palavra de Deus mostra meridianamente que o maior êxito e felicidade resulta de o pai amoroso exercer sua chefia em ligação com uma esposa respeitosa e cooperadora. Este arranjo provê o clima seguro e a orientação firme com os quais os filhos se desenvolvem melhor em adultos equilibrados e maduros.
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Será seguro tomar remédios?Despertai! — 1976 | 22 de julho
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Será seguro tomar remédios?
SE EXAMINAR o armário do banheiro duma típica casa próspera, o que verá? Não raro está tão repleto de remédios que dificilmente sobra lugar até para uma escova de dentes. Parece ser uma fraqueza humana querer tomar remédios. Com efeito, o falecido e famoso médico canadense, Sir William Osler, certa vez ponderou que “o desejo de tomar remédio talvez seja a maior caraterística que distingue o homem dos animais”.
Nos Estados Unidos, cerca de Cr$ 100 bilhões por ano são gastos com remédios a fim de aliviar várias aflições. Os médicos prescrevem cerca de 2,4 bilhões de receitas por ano. E o uso de remédios sob receita, segundo se prediz, continuará aumentando à taxa de 9,5 por cento ao ano. Por quê?
Um motivo é que se descobrem remédios cada vez mais eficazes para combater muitas doenças. Mas, grandemente responsáveis são os esforços propagandísticos dos laboratórios farmacêuticos. Anualmente,
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