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Unidos na Adoração do Único Deus Verdadeiro
uw cap. 17 pp. 132-138

Capítulo 17

“Tende intenso amor uns pelos outros”

1, 2. (a) O que muitas vezes impressiona os novos que vem às reuniões das Testemunhas de Jeová? (b) Que outra evidência desta qualidade observam eles nas nossas assembléias?

QUANDO alguém vai pela primeira vez a uma reunião congregacional das Testemunhas de Jeová, muitas vezes fica profundamente impressionado com o amor demonstrado ali. Observa-o na cordial associação e nas boas-vindas dadas a ele pessoalmente.

2 Nas nossas assembléias, os visitantes notam também que a maioria dos presentes é muito bem comportada. Um jornalista escreveu a respeito de uma dessas assembléias: ‘Ninguém estava sob os efeitos de drogas ou de bebidas alcoólicas. Não havia berros, nem gritaria. Ninguém empurrava. Ninguém acotovelava. Ninguém praguejava, nem amaldiçoava. Não se ouviam piadas obscenas, nem palavrões. Não havia fumaça enchendo o ar. Não havia furtos. Ninguém jogava garrafas no gramado. Era realmente algo incomum.’ Tudo isso evidencia amor da espécie que ‘não se comporta indecentemente e não procura os seus próprios interesses’. — 1 Cor. 13:4-8.

3. (a) O que se deve evidenciar com o tempo quanto à nossa demonstração de amor? (b) Em imitação de Cristo, que espécie de amor devemos cultivar?

3 O amor é a qualidade que identifica todo genuíno cristão. (João 13:35) E ao passo que nos desenvolvemos espiritualmente, devemos expressá-lo de modo mais pleno. O apóstolo Paulo orou para que o amor de seus irmãos ‘abundasse ainda mais e mais’. (Fil. 1:9; 1 Tes. 3:12) Pedro exortou também os companheiros cristãos a deixarem que seu amor abrangesse a “associação inteira dos irmãos”. (1 Ped. 2:17) Nosso amor deve induzir-nos a fazer mais do que simplesmente assistir às reuniões com pessoas que fazemos pouco empenho em conhecer. Deve incluir mais do que apenas dizer de vez em quando um cumprimento amigável. O apóstolo João mostrou que ele deve ser abnegado. Ele escreveu: “Por meio disso chegamos a conhecer o amor, porque [o Filho de Deus] entregou a sua alma por nós; e nós temos a obrigação de entregar as nossas almas pelos nossos irmãos.” (1 João 3:16; João 15:12, 13) Ainda não fizemos isso. Mas, daríamos realmente a nossa vida pelos nossos irmãos? Ora, até que ponto fazemos empenho extra para ajudá-los agora, mesmo quando talvez não seja conveniente?

4. (a) De que outra maneira talvez vejamos que podemos expressar mais plenamente o amor? (b) Por que é vital termos intenso amor uns pelos outros?

4 Junto com atos que refletem um espírito abnegado, é também importante ter sentimentos genuinamente cordiais para com os nossos irmãos. A Palavra de Deus nos exorta: “Em amor fraternal, tende terna afeição uns para com os outros.” (Rom. 12:10) Todos nós a temos para com determinadas pessoas. Poderíamos incluir mais outros no grupo para com o qual temos tal afeição? Com a aproximação do fim do velho sistema, é vital que nos acheguemos cada vez mais aos nossos irmãos cristãos. A Bíblia alerta-nos a isso, dizendo: “Tem-se aproximado o fim de todas as coisas. . .. Acima de tudo, tende intenso amor uns pelos outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados.” — 1 Ped. 4:7, 8.

5. Por que seria errado esperar que não surjam problemas entre os membros duma congregação?

5 Naturalmente, enquanto formos imperfeitos, haverá ocasiões em que faremos algo que ofenda outros. Eles também pecarão contra nós de diversas maneiras. (1 João 1:8) O que deve fazer, quando se encontra em tal situação?

O QUE FAZER QUANDO SURGEM PROBLEMAS

6. (a) Por que talvez o conselho bíblico nem sempre concorde com as nossas inclinações? (b) Qual será o resultado se o aplicarmos?

6 As Escrituras fornecem a orientação necessária. Mas o que elas aconselham talvez não coincida com o que nós, como humanos imperfeitos, estamos inclinados a fazer. (Rom. 7:21-23) Não obstante, empenharmo-nos seriamente nisso evidenciará nosso sincero desejo de agradar a Jeová e melhorará também a qualidade de nosso amor aos outros.

7. (a) Caso alguém nos magoe, por que não devemos retaliar? (b) Por que não devemos simplesmente evitar o irmão que nos ofendeu?

7 Às vezes, quando alguém é magoado, ele procura meios de se vingar daquele que o ofendeu. Mas isso apenas piora a situação. Caso se precise dum revide, devemos deixar isso entregue a Deus. (Pro. 24:29; Rom. 12:17-21) Outros talvez procurem excluir o ofensor de sua vida, evitando o contato com ele. Mas não podemos fazer isso com co-adoradores. A aceitabilidade de nossa adoração depende em parte de amarmos os nossos irmãos. (1 João 4:20) Podemos honestamente dizer que amamos alguém com quem não queremos falar ou cuja presença nos perturba? Precisamos enfrentar o problema e solucioná-lo. Como?

8, 9. (a) Se tivermos motivo de queixa contra um irmão qual é a coisa certa a fazer? (b) Mas o que se dá quando ele repetidas vezes pecou contra nós? (c) Por que devemos tratar do assunto desta maneira, e o que nos ajudará a fazer isso?

8 O apóstolo Paulo escreveu sobre isso: “Continuai a suportar-vos uns aos outros e a perdoar-vos uns aos outros liberalmente, se alguém tiver razão de queixa contra outro. Assim como Jeová vos perdoou liberalmente, vós também o fazei.” (Col. 3:13) Consegue fazer isso? Mas o que acontece quando essa pessoa peca repetidas vezes contra você, de diversas maneiras?

9 O apóstolo Pedro tinha a mesma pergunta, e ele sugeriu que talvez devesse perdoar ao irmão até sete vezes. Jesus respondeu: “Eu não te digo: Até sete vezes, mas: Até setenta e sete vezes.” Mas, por quê? Jesus explicou isso com uma ilustração que salienta a enormidade de nossa dívida para com Deus, em comparação com o que algum homem possa dever-nos. (Mat. 18:21-35) Todos os dias pecamos de muitas maneiras contra Deus — às vezes por um ato egoísta, freqüentemente pelo que dizemos ou pensamos, bem como por não fazermos o que deveríamos fazer. Na nossa ignorância, talvez nem nos demos conta de que algumas das coisas que fizemos eram erradas, ou no afã da vida talvez não pensemos bastante seriamente no assunto. Deus poderia exigir a nossa vida em compensação pelos nossos pecados. (Rom. 6:23) Mas ele tem continuado a ser misericordioso para conosco. (Sal. 103:10-14) Portanto, de modo algum é desarrazoado que ele exija de nós que tratemos uns aos outros de modo similar. (Mat. 6:14, 15; Efé. 4:1-3) Quando fazemos isso, em vez de abrigar ressentimentos, evidenciamos que desenvolvemos a espécie de amor que “não leva em conta o dano”. — 1 Cor. 13:4, 5; 1 Ped. 3:8, 9.

10. O que devemos fazer quando um irmão tem alguma coisa contra nós?

10 Pode haver ocasiões em que nos damos conta de que, embora nós não sintamos amargura para com nosso irmão, ele tem algo contra nós. O que devemos fazer? Devemos sem demora falar com ele e esforçar-nos a restabelecer relações pacíficas. A Bíblia exorta-nos a tomar a iniciativa. (Mat. 5:23, 24) Isso talvez não seja fácil. Requer amor conjugado com humildade. São estas qualidades bastante fortes em você para fazer o que a Bíblia aconselha? Este é um objetivo importante que devemos procurar atingir.

11. Se um irmão fizer algo que nos perturbe, o que se deve fazer a respeito disso?

11 Por outro lado, pode ser que alguém está fazendo algo que perturba você — e possivelmente outros. Não seria bom que alguém falasse com ele? Talvez. Se você pessoalmente lhe explicar o problema de maneira bondosa, isso talvez traga bons resultados. Mas, primeiro deveria perguntar-se: ‘É aquilo que ele faz realmente antibíblico? Ou é o problema causado na maior parte porque a minha formação e instrução são diferentes das dele?’ Neste caso, tenha cuidado de que não estabeleça as suas próprias normas e depois julgue por elas. (Tia. 4:11, 12) Jeová aceita imparcialmente pessoas de todas as formações e é paciente com elas, ao passo que se desenvolvem espiritualmente.

12. (a) Se houver um caso de grave transgressão na congregação, quem deve cuidar disso? (b) Mas em que circunstâncias cabe a responsabilidade de agir primeiro àquele contra quem se pecou? Com que objetivo?

12 No entanto, se alguém na congregação se envolver em grave transgressão, isto requer pronta atenção. Mas da parte de quem? Usualmente da parte dos anciãos. Todavia, se envolver um assunto comercial entre irmãos, ou possivelmente o abuso da língua dum modo que feriu seriamente alguém, então aquele contra quem se pecou deve primeiro esforçar-se a ajudar o ofensor em particular. Para alguns, isto pode parecer difícil. Mas é o que Jesus aconselhou em Mateus 18:15-17. O amor ao irmão e o desejo sincero de continuar a tê-lo como irmão ajudarão a fazer isso dum modo que, se possível, toque o coração do errante. — Pro. 16:23.

13. Caso surja um problema entre nós e outro irmão, o que nos ajudará a encarar corretamente o assunto?

13 Quando surge um problema, quer grande, quer pequeno, somos ajudados se nos esforçamos a entender como Jeová o encara. Ele não aprova o pecado em nenhuma forma, mas o vê em todos nós. No seu tempo devido, os que são impenitentes na prática do pecado serão eliminados de sua organização. Mas que dizer dos demais de nós? Todos nós somos alvos de sua longanimidade e misericórdia. Ele estabelece o modelo a ser imitado por nós. Quando o imitamos, refletimos seu amor. — Efé. 5:1, 2.

PROCURE MANEIRAS DE ‘ALARGAR-SE’

14. (a) Por que exortou Paulo os coríntios a ‘se alargarem’? (b) Como indicam os textos mencionados aqui que todos nós faremos bem em pensar nisso?

14 O apóstolo Paulo havia passado muitos meses edificando a congregação em Corinto, na Grécia. Trabalhara arduamente para ajudar os irmãos ali e os amava. Mas alguns deles não morriam de amores por ele. Eram muito críticos. Ele os exortou a ‘se alargarem’ em expressar afeto. (2 Cor. 6:11-13; 12:15) Faremos bem em considerar até que ponto expressamos amor a outros e em procurar modos de ‘alargar-nos’. — 1 João 3:14; 1 Cor. 13:3.

15. O que nos poderá ajudar a aumentar em amor por alguém a quem talvez não nos sintamos pessoalmente atraídos?

15 Há na congregação alguns aos quais temos dificuldade de nos achegar? Se fizermos um empenho extra de não fazer caso de transgressões menores da parte deles, assim como gostaríamos que eles também o fizessem para conosco, isto nos poderá ajudar a melhorar a relação com eles. (Pro. 17:9; 19:11) Nossos sentimentos para com eles podem também melhorar se procurarmos as suas boas qualidades e nos concentrarmos nelas. Já observamos a maneira em que Jeová usa esses irmãos? Isto certamente fará aumentar nosso amor a eles. — Luc. 6:32, 33, 36.

16. Encarado de modo realístico, como podemos ‘alargar-nos’ em mostrar amor aos de nossa congregação?

16 Deve-se admitir que há limitações no que podemos fazer para os outros. Talvez não possamos cumprimentar todos em cada reunião. Pode não ser possível incluir todos quando convidamos amigos para uma refeição. Todos nós temos amigos íntimos com os quais passamos mais tempo do que com outros. Mas, poderíamos ‘alargar-nos’ neste respeito? Poderíamos gastar apenas alguns minutos, cada semana, para chegar a conhecer melhor alguém na congregação que não tem sido amigo íntimo nosso? Poderíamos ocasionalmente convidar a um destes a trabalhar conosco no ministério de campo? Se realmente tivermos intenso amor uns pelos outros, certamente encontraremos um meio de fazer isso.

17. Quando estamos entre irmãos com que nunca nos encontramos antes, o que mostrará se temos intenso amor também a eles?

17 As assembléias cristãs oferecem uma bela oportunidade para ‘alargarmos’ nosso amor. Poderá haver milhares de pessoas presentes. Não podemos entrar em contato com todos. Mas podemos comportar-nos dum modo que mostre que colocamos o bem-estar deles à frente de nossa conveniência, mesmo que nunca nos encontramos antes com eles. E podemos tomar interesse pessoal neles nos intervalos das sessões por tomar a iniciativa de conhecer alguns dos em volta de nós. Virá o dia em que todos os que viverem na terra serão irmãos e irmãs, unidos na adoração do Deus e Pai de todos. Quanta alegria dará chegar a conhecê-los todos, com suas muitas e diversas qualidades! O intenso amor a eles nos induzirá a querer fazer isso. Por que não começar desde já?

RECAPITULAÇÃO

● Quando surgem problemas entre irmãos ou irmãs, como devem ser resolvidos? Por quê?

● Ao passo que nos desenvolvemos espiritualmente, de que maneira deve desenvolver-se também nosso amor?

● Como é possível mostrar intenso amor a mais do que apenas os do círculo de nossos amigos íntimos?

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