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Faça-os sentir-se bem-vindosNosso Ministério do Reino — 1972 | janeiro
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Faça-os sentir-se bem-vindos
1 Quão felizes todos nós nos sentimos de que tantos recém-interessados freqüentam as nossas reuniões no Salão do Reino! A média da assistência ao estudo da Sentinela é de 127 por cento em comparação com o número dos publicadores, sendo ainda maior o número dos que ouvem as conferências públicas. Muitos servos de congregação, em muitas partes do país informaram a Sociedade que quase não passa semana sem que alguém pergunte para saber o horário das reuniões ou peça que alguém venha estudar com ele. Quão emocionante é ver tantos interessados estudar e freqüentar nossas reuniões!
2 Queremos que todos os que assistem às nossas reuniões se sintam bem-vindos. O que podemos nós mesmos fazer para deixá-los saber o que pensamos de sua presença? Primeiro, ao notar alguém que está sozinho, podemos dirigir-nos a ele, apresentar-nos cordialmente e dizer-lhe que temos prazer na sua vinda. Mesmo que tenhamos outros deveres a cuidar podemos cumprimentá-los e depois apresentá-los a outros, respondendo às suas perguntas. O mais importante é fazê-los sentir-se bem-vindos.
3 Muitos dos que começam a freqüentar nossas reuniões não estudam com ninguém. A Sociedade está recebendo um bom número de experiências tais como a seguinte, enviada por um servo de congregação: “Vi uma nova pessoa chegar ao Salão do Reino. Dirigi-me a ela, apresentei-me e dei-lhe as boas-vindas. Perguntei se estava estudando com as testemunhas de Jeová. Ela disse que não, mas que queria estudar e que o marido dela também o queria.” Anotou o nome e o endereço, e, no dia seguinte, o servo de congregação e sua esposa visitaram o casal, travaram conhecimento com eles, consideraram algumas verdades básicas e providenciaram um estudo sistemático da Bíblia por meio do livro Verdade.
4 Além de termos a alegria de fazer com que estas pessoas se sintam bem-vindas, temos também o prazer de nos fazer mutuamente bem-vindos às nossas reuniões. Quão felizes nos sentimos de ter o privilégio de nos reunirmos, de aprendermos mais sobre Jeová, e de nos considerarmos e estimularmos uns aos outros ao amor e a obras excelentes. (Heb. 10:24, 25) Se tomarmos a iniciativa de nos dirigir aos que começam a freqüentar as nossas reuniões e se continuarmos a mostrar nosso amor fraternal uns aos outros, todos nós nos sentiremos bem-vindos e teremos prazer em estar presentes. — João 13:34, 35.
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Na visita do servo de circuitoNosso Ministério do Reino — 1972 | janeiro
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Na visita do servo de circuito
As congregações estão aumentando e em alguns lugares o aumento tem sido tanto, que duas ou três unidades se reúnem no mesmo salão. Portanto na visita do servo de circuito, talvez seja necessário fazer ajustes nos horários da semana. Por exemplo, quando a outra unidade tem seu estudo da Sentinela no sábado à noite, no salão, não há objeção a que o servo de circuito tenha a costumeira reunião de sábado com a congregação em outra noite da semana, talvez na sexta-feira à noite. Isto evitará interromper o programa da outra unidade. Ele deve sempre verificar os registros da congregação na tarde de terça-feira. E, se possível, o servo de congregação, ou seu ajudante, deve gastar algum tempo com ele naquele dia, para cuidarem de pormenores em conexão com a visita da semana. O dia e a hora em que se realizam as reuniões não são vitais; o que é importante é que se realizem durante a semana todas as reuniões programadas.
Surgiram perguntas quanto ao trabalho do servo de circuito no domingo da visita a uma congregação que realiza o estudo da Sentinela e o discurso público sábado à noite. Naturalmente, deve haver arranjos para o serviço de campo no domingo, com o servo de circuito liderando as atividades. Na parte da tarde ou à noitinha o servo de circuito poderá visitar publicadores fracos ou uma família que não se reúne regularmente para o estudo da Bíblia. A visita do servo de circuito a uma congregação termina domingo à noite, mesmo que ele profira seu último discurso à congregação sábado à noite.
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Os que persistemNosso Ministério do Reino — 1972 | janeiro
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Os que persistem
1 Há muitos privilégios bons de serviço na organização de Jeová. O serviço de pioneiro e de Betel são exemplos deles. Muitos continuam nestes privilégios especiais já por cinco, dez, vinte ou mais anos, assim como os primitivos profetas e apóstolos persistiram na sua designação especial. O que habilita a tais pessoas a persistir?
2 Um fator vital é que têm alegria no serviço de Jeová. Conforme disse Neemias: “O regozijo de Jeová é o vosso baluarte.” (Nee. 8:10) Tal alegria lhes dá um senso de segurança e é fonte de energia. Mas, significa isso que nunca ficaram desanimados? Não. Até mesmo o fiel profeta de Jeová, Jeremias, ficou desanimado e certa vez pensou em desistir. Mas ele não agiu com precipitação e venceu seu problema. — Jer. 20:8, 9.
3 A falta de aceitação e a oposição fizeram com que Jeremias ficasse desanimado. O profeta Elias também ficou desanimado; sentiu-se solitário no serviço de Deus, não tendo, a bem dizer, ninguém com quem trabalhar. (1 Reis 19:9-18) Hoje em dia, os servos de Jeová ficam às vezes desanimados por motivos similares. Mas, os que persistem têm o “regozijo de Jeová”.
4 É evidente que tal regozijou não resulta apenas de se encontrarem pessoas semelhantes a ovelhas no ministério de campo. Não depende de se fazer trabalho que necessariamente é em si mesmo agradável. É verdade que dá ânimo encontrar pessoas que aceitam a verdade de Deus. Mas em alguns lugares há pouca aceitação. E depois há muita coisa a fazer para manter em operação os lares de Betel e as gráficas, para providenciar literatura bíblica, que constitui simplesmente trabalho árduo. O que habilita a alguns a permanecer em tais designações? “O regozijo de Jeová.” Tem tal regozijo?
5 Tal alegria não depende simplesmente da reação dos outros — quer aceitem publicações, quer um estudo bíblico domiciliar, e assim por diante. Nem depende de se terem conveniências pessoais, talvez um companheiro com quem trabalhar ou um carro. Não é alguma coisa que a pessoa tem quando se empenha em certas atividades teocráticas, mas que perde quando recebe outras designações.
6 O “regozijo de Jeová” que sustenta é o quinhão daqueles que aprendem a ver as coisas do ponto de vista de Jeová. São gratos por serem usados por Jeová, e as conveniências pessoais não influem nas suas decisões. (Sal. 110:3) Consideram-no um privilégio além de comparação contribuir em plena medida para o louvor de seu amoroso Deus, Jeová. O apreço pela sua relação com Jeová é o que os ajuda a persistir.
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Perguntas RespondidasNosso Ministério do Reino — 1972 | janeiro
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Perguntas Respondidas
● Devem as oitenta perguntas no livro “Lâmpada” ser consideradas em estudos bíblicos pessoais com os interessados?
O livro “Lâmpada” não se destina à distribuição pública geral. Por isso não é algo que oferecemos às pessoas como base para um estudo, quando começamos a visitá-las. Não há objeção a que seja usado para se responder a algumas de suas perguntas. Mas, para o estudante receber um exemplar pessoal dele precisa fazer um pedido ao servo de congregação, e fará isso só quando tiver feito bom progresso em direção à dedicação e ao batismo.
Não há nada de secreto quanto às respostas àquelas oitenta perguntas. Anima-se o estudante a estudá-las bem antes de os superintendentes recapitularem com ele a matéria em preparação para o seu batismo. Se o estudante precisar de ajuda nesta recapitulação, não há objeção a que considerem juntos esta matéria. Qualquer consideração da Bíblia e das publicações da Sociedade que explicam a Bíblia é sadia e deve ser estimulada. Mas, não é sábio passar por alto o estudo pessoal do livro “Verdade”, pensando que os pontos vitais possam ser aprendidos por se estudarem simplesmente as oitenta perguntas. Tampouco devemos recapitular estas oitenta perguntas dum modo que incentivemos a pessoa a decorar certas respostas. O importante é promover a compreensão e o apreço da verdade, e uma palestra em particular pode contribuir muito em realizar isso.
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