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Ficar ileso — enquanto milhares caemA Sentinela — 1975 | 15 de março
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Ficar ileso — enquanto milhares caem
“Mil cairão ao teu próprio lado e dez mil à tua direita; não se aproximará de ti.” — Sal. 91:7.
1. Ao comparar Jeová com uma ave poderosa, como adotou o salmista o ponto de vista de Deus, conforme expresso mediante Moisés?
QUANDO o escritor inspirado do Salmo 91 comparou Jeová Deus a uma ave de asas poderosas, ele adotou o próprio ponto de vista de Deus. Depois de Deus ter levado o povo de Israel ao monte Sinai, ele mandou que Moisés lhes dissesse: “Vós mesmos vistes o que fiz aos egípcios, para vos carregar sobre asas de águias e vos trazer a mim.” (Êxo. 19:4) Quarenta anos depois, Ele inspirou Moisés a cantar perante Israel: “Assim como a águia remexe seu ninho, paira sobre os seus filhotes, estende as suas asas, toma-os, carrega-os nas suas alas, somente Jeová o guiava, e não havia deus estrangeiro com ele.” — Deu. 32:11, 12.
2, 3. (a) Que comparação entre Deus e uma ave poderosa se faz com relação à sua “mulher” celestial, em Revelação, capítulo 12? (b) Portanto, ao lermos agora o Salmo 91:4, em que ave podemos pensar?
2 Segundo o quadro profético de Revelação 12:6, 14, depois que a “mulher” celestial de Deus deu à luz o reino messiânico e teve de fugir para o “ermo”, a fim de ficar isolada, Deus proveu-lhe os meios para uma fuga veloz: “Deram-se à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse ao ermo, para o seu lugar; ali é que ela é alimentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, longe da face da serpente.” Que bela comparação se faz assim entre Jeová Deus e a “grande águia”, rei das aves, senhor do céu, monarca do ar!
3 Podemos pensar nesta ave real, pois, ao lermos a seguir as palavras inspiradas do Salmo 91:4: “Com as suas alas impedirá a aproximação a ti, e tu te refugirás debaixo das suas asas. Sua veracidade será um escudo grande e um baluarte.”
4. (a) A que se referem as alas da ave e o que pode fazer a ave parental com elas? (b) Que aproximação a nós é impedida pelas “alas” que Deus estende sobre nós?
4 As “alas” mencionadas ali referem-se às partes extremas das asas durma ave e a ave pode abrigar e proteger debaixo delas seus filhotes, perto de seu corpo. Assim, a ave pode impedir que predadores se cheguem aos seus filhotes. Também nós, quais aves novas, desamparadas, podemos abrigar-nos sob as alas estendidas da simbólica ave protetora, Jeová Deus, e usufruir ali nossa segurança espiritual. É exatamente como o salmista Davi disse a Jeová: “Todos os que se refugiaram em ti se alegrarão; por tempo indefinido gritarão de júbilo. E impedirás a aproximação a eles, e os que amam o teu nome se regozijarão em ti.” (Sal. 5: cabeçalho, 1, 11) Impedidos de se aproximar a nós, os que querem causar-nos dano espiritual não podem causá-lo. Não podem arrebatar-nos da organização de Deus. O grande “passarinheiro”, Satanás, o Diabo, é mantido à distância.
5. Onde se encontra o único refúgio seguro contra a organização de Satanás, e como foi isto belamente ilustrado no caso de Rute?
5 Iguais a filhotes de ave em perigo, não temos outro lugar ao qual fugir em busca de segurança senão o Deus Todo-poderoso. “E tu te refugiarás debaixo das suas asas.” (Sal. 91:4) Visto que há apenas duas organizações, a de Deus e a de Satanás, achar assim refúgio seguro contra a organização de Satanás exige que sejamos levados à organização de Deus, de segurança espiritual. Quão belamente isto foi ilustrado no caso da moabita Rute, que abandonou os deuses falsos de Moabe e acompanhou sua sogra enviuvada, Noemi, a Israel! Boaz, que mais tarde se tornou marido de Rute, disse-lhe em apreço: “Jeová recompense teu modo de agir e haja para ti um salário perfeito da parte de Jeová, o Deus de Israel, debaixo de cujas asas vieste refugiar-te.” (Rute 2:12) Como recompensa para ela, Jeová escolheu Rute como esposa para Boaz, a fim de contribuir para a linhagem ancestral de Jesus Cristo. — Mat. 1:5-25.
6. Além de encontrá-la sob as “asas” de Jeová, sob as “asas” de quem mais encontram os adoradores de Jeová ao mesmo tempo, segurança espiritual?
6 O próprio Jesus Cristo aproveitou a semelhança duma ave e de seus filhotes ao dizer a Jerusalém, que o rejeitara qual Messias: “Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo de suas asas! Mas vós não o quisestes.” (Mat. 23:37) O livro de Lamentações (4:20) fala a respeito do Ungido ou Messias de Jeová como sendo “o próprio fôlego das nossas narinas, o ungido de Jeová, . . . aquele de quem dissemos: ‘A sua sombra viveremos entre as nações.’” De modo que hoje, os israelitas espirituais e seus companheiros terrestres, que se refugiam sob as “asas” de Jeová, ao mesmo tempo abrigam-se sob o Messias de Jeová, o Senhor Jesus Cristo, quais pintinhos sob as asas da galinha. O refúgio que procuram ali para ter segurança espiritual não lhes falha.
O MOTIVO DE SE FICAR LIVRE DO MEDO DE DANO ESPIRITUAL
7, 8. Que qualidade de Jeová é para nós como um escudo grande e como o carateriza?
7 Descrevendo adicionalmente a proteção para haver segurança espiritual, o salmista se volta então do mundo das aves para o mundo da guerra. Referindo-se ainda ao Deus Altíssimo, o salmista acrescenta: “Sua veracidade será um escudo grande e um baluarte.” — Sal. 91.4
8 A veracidade de Deus é associada com sua benevolência. (Sal. 40:10, 11; 57:3; 61:7; 86:15) Ele reconhece sua obrigação de ser veraz para com os que o adoram e que confiam nele. Isto carateriza Seu trono. (Pro. 20:28) Ele sempre se mostra veraz à sua promessa a nós. Mostra ser veraz ao seu nome Jeová e torna-se o que precisa tornar-se em nosso favor. Esta qualidade Dele serve para nossa proteção espiritual. É como um grande escudo para nós, e Ele se torna para nós escudeiro Sua veracidade é demonstrada em ação fiel e leal a nosso favor. Assim ela nos escuda.
9. Como serve a veracidade de Jeová qual “escudo grande”, e, da nossa parte, o que tem de acompanhá-la?
9 Este escudo da veracidade divina apara os dardos ardentes ou projéteis ardentes do Grande Adversário e também rechaça os golpes ou absorve as estocadas da espada inimiga. Podemos depender da veracidade protetora de Deus. Temos de depender dela e ter fé nela. Acompanha a nossa fé, que também deve ser qual “grande escudo” na “armadura completa” que Deus nos fornece. (Efé. 6:11-16) Nossa fé na “sua” veracidade qual escudo (i. e, de Deus) nos livrará do medo. — Gên. 15:1; Sal. 84:11.
10. De que utilidade em tempo de guerra e o baluarte e como é a veracidade de Deus assim para nós?
10 Um baluarte é proteção muito maior do que um escudo. Na guerra, é uma obra defensiva preparada em volta da posição a ser defendida. Diz ao inimigo que avança sobre a terra: “Até aqui pode chegar, mas não mais adiante!” A veracidade de Jeová é assim. Sua veracidade é muito necessária neste tempo, que é descrito em Revelação como o tempo em que a grande Serpente, Satanás, o Diabo, trava guerra contra os remanescentes da “semente” da “mulher” celestial de Deus. Atrás do baluarte da veracidade de Deus, podemos manter-nos firmes e rechaçar o avanço e o ataque de nossos inimigos espirituais. Este baluarte divino é inexpugnável, invencível; por isso, permaneçamos atrás dele. Em harmonia com a veracidade, lealdade e fidelidade de Deus, ele nunca nos abandonará neste dia de batalha espiritual. Seu “baluarte” nos assegura a Vitória!
11. O espírito de que ordem é a motivação para o que o salmista diz então de modo lógico no Salmo 91:5, 6?
11 O espírito da ordem divina: “Não tenhas medo!” é a motivação do salmista, ao passo que prossegue logicamente: “De noite não terás medo de alguma coisa pavorosa, nem de dia da flecha voadora, nem da pestilência que anda nas trevas, nem da destruição que assola ao meio-dia.” — Sal. 91:5, 6.
12. O que aumenta o terror da escuridão da noite, e o que, a respeito de Jeová, à noite, remove o temor de pavorosas coisas noturnas?
12 A escuridão da noite tende para aumentar o pavor que se sente numa vizinhança perigosa ou em tempo de perigo, porque na escuridão não podemos ver nenhum inimigo de tocaia, nem objeto prejudicial. Mas, embora estejamos num período de escuridão moral e de densas trevas espirituais dos grupos nacionais terrestres, Jeová nunca fica sonolento nem adormece como guardião de seu povo. (Isa. 60:2; Sal. 121:4) Por isso nunca está desatento às coisas iníquas que seus inimigos procuram fazer secretamente, como que sob o abrigo da escuridão. As coisas ocultas, pavorosas ou aterrorizantes, pelas quais o inimigo procura danificar ou destruir nossa espiritualidade, não devem ser temidas. Com forte confiança, podemos adotar as palavras de Davi no Salmo 64:1, 2: “Ouve, ó Deus, minha voz na minha preocupação. Resguarda a minha vida do pavor do inimigo. Que tu me escondas da palestra confidencial dos malfeitores, do tumulto dos que praticam o que é prejudicial.”
13. Embora não tenhamos pavor, o que temos de fazer enquanto confiamos em Deus?
13 Podemos ter a certeza de que as coisas pavorosas tramadas pelos inimigos, sob o abrigo de sua palestra confidencial, falharão em atingir seu objetivo, quando lançadas repentinamente. Embora não temamos tais coisas procedentes de fontes ocultas, nunca devemos ficar desprevenidos, ao continuamente confiarmos no Deus da veracidade.
14. Por que não tememos a ‘flecha voadora de dia’?
14 No entanto, há também perigos de dia, quando podemos ver coisas ameaçadoras. Embora esperemos tais coisas e nos apercebamos delas, não devemos ficar paralisados de medo. Neste tempo de guerra espiritual, “de noite não terás medo de alguma coisa pavorosa, nem de dia da flecha voadora”. (Sal. 91:5) Por quê? É porque estamos atrás do “grande escudo” da veracidade, lealdade e fidelidade de Jeová, que pode tornar sem efeito as flechas voadoras do inimigo. O dia é o período para se fazer pontaria certa com as flechas.
15. Quais são as ‘flechas’ que voam de dia e quem são os arqueiros?
15 Na guerra espiritual travada contra nós, estas ‘flechas’ são injustificados ataques verbais, acusações falsas, propaganda mentirosa, calúnias maliciosas, difamações crassas, ameaças intimidadoras de violências, aplicação errônea da lei nos tribunais, sim, forjar o mal por lei, ‘forjar a desgraça por meio de decreto’ contra os inocentes! (Sal. 94:20) O ungido Davi, no Salmo 64:3-5, descreve os arqueiros inimigos como sendo os “que afiaram a sua língua como uma espada, que apontaram suas flechas, a fala amarga, para atirar de esconderijos sobre alguém inculpe. De repente atiram contra ele e não temem. Atêm-se à má fala; fazem declarações sobre encobrir laços. Disseram: ‘Quem os vê [os laços]?’”
16. Apesar de tais ‘flechas’ inimigas, como têm passado as testemunhas de Jeová atrás de Seu “escudo grande”?
16 Apesar de todas estas figurativas ‘flechas’ que voaram de dia desde o ano de 1919 contra as testemunhas cristãs de Jeová, estas não cessaram na sua adoração do único Deus vivente e verdadeiro, nem na proclamação das boas novas de seu reino messiânico em todo o mundo. Foi como Jeová disse aos que agora pertencem à sua organização: “Nenhuma arma que se forjar contra ti será bem sucedida, e condenarás toda e qualquer língua que se levantar contra ti em julgamento.” (Isa. 54:17) Sem temer as ‘flechas’ inimigas, as testemunhas de Jeová têm prosseguido atrás do “grande escudo” de Jeová, e os arqueiros inimigos mostraram ser falsificadores, ao passo que os adoradores de Jeová foram vindicados e mantidos espiritualmente vivos.
17, 18. A “pestilência que anda nas trevas” procede de que fonte, destina-se especialmente a quem e não se permite ser curada entre quem, por que meios?
17 O salmista contrasta novamente a escuridão com a luz, e os perigos associados com cada uma, porque diz: “Não terás medo . . . da pestilência que anda nas trevas, nem da destruição que assola ao meio-dia.” — Sal. 91:5, 6.
18 A “pestilência” mencionada aqui, assim como a do Sal 91 versículo três, não é uma pestilência enviada por Jeová sobre seus inimigos terrestres ou sobre os que lhe são desobedientes. É uma pestilência mundana que se desenvolve no meio das trevas deste mundo moral e religiosamente doente. Destina-se a infeccionar e a abater não só mundanos, mas especialmente os adoradores de Jeová. Ronda as “trevas” morais, sociais, políticas e religiosas deste mundo na sua noite de iminente ruína, e as pessoas do mundo não permitem que se dissipem as trevas cheias de pestilência por meio do “sol da justiça” que tem “cura nas suas asas”, seus raios curativos. (Mal. 4:2) Além disso, somos informados em 2 Coríntios 4:4 que “o deus deste sistema de coisas tem cegado as mentes dos incrédulos, para que não penetre o brilho da iluminação das gloriosas boas novas a respeito do Cristo, que é a imagem de Deus”.
19, 20. O que é a “pestilência” mencionada ali e o que leva à sua difusão?
19 As trevas resultantes levam à difusão da figurativa “pestilência”. Aumentando os terrores das trevas, esta pestilência ataca na escuridão, quer dizer, durante a situação em que a mente e o coração das pessoas estão obscurecidos quanto ao verdadeiro Deus e sua personalidade, seu propósito e suas provisões amorosas. Assim, nestas circunstâncias, a pestilência produz uma condição mortalmente doentia da mente e do coração dos infeccionados. (1 Tim. 6:4) Assim se torna evidente que a figurativa “pestilência” consiste nas doutrinas morais e religiosas inspiradas pelos demônios, que procedem mediante agências humanas do que Efésios 6:12 chama de “governantes mundiais desta escuridão, . . . as forças espirituais iníquas nos lugares celestiais”.
20 O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo a respeito de estes anjos demoníacos espiritualmente doentios, insinuarem seus ensinos insalubres entre os professos cristãos: “Nos períodos posteriores de tempo alguns se desviarão da fé, prestando atenção a desencaminhantes pronunciações inspiradas e a ensinos de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras.” — 1 Tim. 4:1, 2.
21. Até onde se espalhou esta “pestilência” que infesta as trevas?
21 Fiel à profecia, esta pestilência de ensinos morais e religiosos inspirados pelos demônios, incluindo tradições criadas pelos homens, contrárias à Bíblia, espalhou-se além do paganismo em toda a cristandade. Deste modo, os que vão à igreja, na cristandade, foram infeccionados e levados à sua condição religiosa, doentia, pondo em perigo a sua salvação. Mas Deus nos esclareceu contra as “trevas” que geram a pestilência.
22. Quanto à “destruição que assola ao meio-dia”, com que podemos razoavelmente compará-la?
22 Que dizer, porém, da “destruição que assola ao meio-dia”, da qual os verdadeiros cristãos atrás do “grande escudo” da “veracidade” de Deus não têm medo? O meio-dia, a parte mais luminosa dum dia ensolarado, é exatamente o contrário das trevas da noite. (Jó 11:17) Contudo, há uma ‘assolação’, uma “destruição”, que acompanha o brilho e o calor deste “meio-dia”. É paralela à ‘flecha que voa de dia’. A “destruição” ali não descreve algo visível ou tangível, contudo, assola assim como assoladores que atacam ao meio-dia. (Jer. 6:4; 15:8; 20:16) Pode-se entender razoavelmente que se refira ao flagelo altamente contagioso, epidêmico, que abate a muitos, despojando-os da vida.
23. O que é o “meio-dia” mencionado ali e o que é a “destruição que assola” durante ele?
23 O “meio-dia” ali é no sentido mundano. A luz brilhante é a chamada “iluminação” da Era Cerebral do mundo, de sua era nuclear, era espacial. Suas doutrinas e sua propaganda gabam-se do intelectualismo humano e são materialistas. Os que se deixam doutrinar assim sofrem espiritualmente a destruição, porque é contrário à Palavra de Deus, à sua adoração e ao seu reino messiânico. Por isso é pestífero, e muitos ficam confusos e perdem a fé por causa das “contradições do falsamente chamado ‘conhecimento’”. (1 Tim. 6:20, 21) No fim, as vítimas sofrem a amargura do desapontamento e da frustração. O mundo atual colhe os frutos amargos por deixar-se levar pelo intelectualismo humano. Os brilhantes cientistas e filósofos políticos, educacionais e sociais apenas aumentaram o ‘calor’ na sociedade mundana. Poluíram com sua doutrina atéia o ambiente mental e moral no qual a sociedade hodierna vive.
24. Quando ficou especialmente exposta esta “destruição que assola ao meio-dia”, e que iluminação espiritual foi contrastada com ela?
24 A espiritualmente mortífera “destruição que assola ao meio-dia” foi exposta especialmente pela “quarta praga” descrita em Revelação 16:8, 9. A tigela desta “praga” começou a ser esvaziada sobre o “sol” do intelectualismo humano em 1925, no congresso de Indianápolis, Indiana, E. U. A., das testemunhas de Jeová, nos meados do ano. Naquele mesmo ano, explicaram-se à base da descrição profética em Revelação 12:1-13 o nascimento do reino messiânico de Deus e a expulsão de Satanás e seus demônios do céu. A vitalizadora iluminação espiritual dos adoradores de Jeová foi assim posta em contraste com a iluminação modernista, sábia segundo o mundo, dos despojados da vida espiritual pela “destruição” no seu meio-dia.
SOBREVIVÊNCIA ESPIRITUAL NO MEIO DE PERIGOS AMEAÇADORES
25, 26. Quem são os “mil” que “cairão ao teu próprio lado”, em que sentido caem e por quê?
25 As ameaças já descritas para a vida espiritual são coisas não temidas pelos que estão “no lugar secreto do Altíssimo” e “sob a própria sombra do Todo-poderoso”. O salmista dá agora garantia inspiradora de fé, nas suas palavras seguintes dirigidas a estes como classe: “Mil cairão ao teu próprio lado e dez mil à tua direita; não se aproximará de ti.” — Sal. 91:7.
26 Aqueles de quem se diz que estão do “próprio lado” dos adoradores dedicados de Jeová Deus seriam as pessoas da cristandade e do judaísmo, que professam adorar o Deus da Bíblia Sagrada. Estes ‘caem’ na morte espiritual, porque não estão no lugar de segurança espiritual de Jeová. Por isso, ficam expostos às coisas espiritualmente mortíferas, descritas pelo salmista, a coisa pavorosa da noite da terra, a flecha voadora de dia, a pestilência que infesta as trevas, a “destruição que assola ao meio-dia”. Não tomaram realmente a Deus por seu “refúgio” forte.
27. Quem são os “dez mil” que caem “à tua direita”?
27 Como se mil para um não fosse um contraste bastante grande, o salmista diz que os que caem serão “dez mil à tua direita”. Como no caso do Deus Todo-poderoso, a “direita” é representativa da mão e do lado que são mais fortes. (Sal. 98:1) Portanto, aqueles a quem tivemos de oferecer resistência espiritual mais forte, por causa de sua maior força religiosa, caem porque não são aprova do mundanismo, do modernismo, da propaganda anti-religiosa, da teologia popular e das doutrinas e práticas religiosas, inspiradas pelos demônios. Não foram imunizados pela ajuda do espírito de Deus.
28. Como tem acontecido literalmente que dez mil caíram à direita do restante ungido, e a quem suscitou Deus como companheiros do restante?
28 Hoje em dia, quando contrastamos o número relatado dos do restante ungido do Israel espiritual, por volta de dez mil, com os bilhões de membros da religiosa Babilônia, a Grande, podemos ver que é literalmente verdade que dez mil caíram à direita deste restante da “semente” da “mulher” de Deus. (Rev. 12:17) Mas, em lugar destas dezenas de milhares que caíram na morte espiritual à mão direita deste restante, Jeová Deus suscitou uma “grande multidão” de crentes semelhantes a ovelhas, que dedicaram sua vida a Jeová Deus mediante Jesus Cristo, o Pastor Excelente. (Rev. 7:9-17; João 10:16; Mat. 25:31-46) Jeová os tem suscitado como companheiros do restante, especialmente a partir do ano de 1935. Hoje ascendem a centenas de milhares, de modo que as testemunhas cristãs de Jeová ascendem agora a mais de dois milhões, que proclamam o reino de Deus.
29. A quem não se aproximou aquilo que é destrutivo, arruinador da fé, de procedência mundana, mas a quem se aproximou?
29 Aos que caíram espiritualmente, aproximou-se aquilo que é destrutivo, arruinador da fé, de procedência mundana, mas aos que estão no lugar de segurança espiritual de Deus, ‘não se aproximara deles. Desde o ano de após-guerra de 1919 E. C., os do restante têm aceito a cura espiritual provida pelo Grande Médico, Jeová Deus. (Sal. 103:1-3) Mas isto não se dá na cristandade, conforme predito em Isaías 6:9-12; Mateus 13:14, 15. Por conseguinte, os mais de um bilhão de membros da cristandade sucumbem às influências e pressões espiritualmente ruinosas deste mundo cheio de moléstias. Mas Deus imunizou seu restante e a “grande multidão” de seus companheiros cristãos. Deus não permite que se aproxime o contágio mundano ao seu lugar de imunidade espiritual. Permanecerem obedientemente no “lugar secreto” de Deus os mantém a salvo e bem.
30, 31. (a) Os que estão “no lugar secreto do Altíssimo” olham e vêem a retribuição oportuna de quem? (b) Como e por que veio sobre tais a retribuição?
30 Depois de morarem agora já por muitos anos em confiança “no lugar secreto do Altíssimo”, os do restante ungido do Israel espiritual, e, ultimamente, os da “grande multidão” de suas co-testemunhas, têm observado a veracidade do que o salmista inspirado disse a seguir: “Apenas estarás olhando com os teus olhos e estarás vendo a própria retribuição feita aos iníquos.” — Sal. 91:8.
31 É evidente que o Deus Altíssimo não classifica aqui os que estão no seu “lugar secreto” junto com os “iníquos”, que estão lá fora e que fazem parte deste mundo iníquo. Especialmente agora, perto do fim deste sistema condenado de coisas, os que se entregaram aos modos deste mundo iníquo colhem os frutos de seu proceder em retribuição. A devida retaliação sobrevêm aos mundanos, ao passo que seus problemas se multiplicam nos assuntos políticos, comerciais, morais, sociais e religiosos. Ceifam aquilo que semearam. A sociedade moderna, que se tornou muito permissiva na chamada “nova moralidade”, na “revolução sexual”, não pode imunizar os sexualmente pervertidos contra ‘receberem em si mesmos a plena recompensa, que se devia ao seu erro’. — Rom. 1:27; Luc. 21:25, 26.
32. Já antes da “grande tribulação”, os que estão no “lugar secreto” vêem a diferença entre quem, quanto às conseqüências?
32 Os sábios segundo o mundo tornam-se vítimas de suas próprias tramas. Os que rejeitaram a sabedoria da Palavra de Deus e se expuseram às maquinações de Satanás tornaram-se joguetes de todo engano injusto para com os que estão perecendo, em retribuição por não terem aceito o amor da verdade, para que fossem salvos”. (2 Tes. 2:9, 10) Já antes da iminente “grande tribulação”, os protegidos por Jeová olham e vêem com os seus olhos a diferença, quanto às conseqüências “entre o justo e o iníquo, entre o que serve a Deus e o que não o serviu”. — Mal. 3:18.
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Benefícios e recompensas por estar espiritualmente seguroA Sentinela — 1975 | 15 de março
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Benefícios e recompensas por estar espiritualmente seguro
1. Quem são os que estão seguros contra os perigos do mundo à deriva?
A SEGURANÇA materialista, física, da humanidade está entrando em colapso, mas a segurança espiritual mostra ser uma proteção contra os perigos morais, sociais, políticos e religiosos deste mundo à deriva. Espiritualmente seguros estão os que colocam em primeiro lugar na sua vida as coisas espirituais especificadas na Palavra Sagrada de Deus. Sabem que Deus cuidará de todas as outras necessidades.
2, 3. Como fizeram realmente os do restante e da “grande multidão” de Jeová seu “refúgio”?
2 No que se refere a darmos a Deus o lugar de destaque em nossa vida, o escritor inspirado do Salmo 91 prossegue, dando-nos um senso de segurança por dizer: “Visto que disseste: ‘Jeová é meu refúgio’, fizeste do próprio Altíssimo a tua habitação; nenhuma calamidade te acontecerá, e nem mesmo uma praga se chegará à tua tenda.” — Sal. 91:9, 10.
3 Que idéia maravilhosa, tornarmos este Deus Altíssimo ‘nossa habitação’! Isto se dá não só por se dizer a Jeová: “Tu és meu refúgio”, mas também por realmente fazer Dele o lugar onde procuramos nosso abrigo seguro. Com destemor, bem publicamente, os do restante ungido do Israel espiritual de Deus declararam que Jeová é seu refúgio, especialmente a partir do ano de 1925. Os da “grande multidão”, que surgiu recentemente, que se juntaram aos do restante em adorar a Jeová qual Deus, imitaram o restante em proclamar e fazer Dele seu refúgio, e por isso sua “habitação”.
4. Em prol de que questão destacada estão unidos estes dois grupos no seu proceder?
4 Estes dois grupos têm proclamado unidos que o Altíssimo, Jeová, é o Soberano Universal. Na questão agora em disputa entre a governança de toda a terra por Deus e a governança humana, tomaram sua posição a favor da soberania de Jeová. Anunciam continuamente, em todo o mundo, que o reino messiânico de Deus, às mãos de seu Filho Jesus Cristo, é a única esperança para a humanidade aflita. Habitam em Jeová como a única Fonte de toda a segurança. Seus interesses eternos agora e no futuro estão seguros Nele!
5. Que espécie de calamidade não sobrevêm aos que fazem de Deus o refúgio de sua vida?
5 As calamidades estão aumentando para este mundo iníquo, não só nos assuntos políticos e econômicos, mas são muito mais prejudiciais nos assuntos morais, sociais e religiosos. No entanto, para os que fazem do único Deus vivente e verdadeiro, Jeová, o refúgio de sua vida, “nenhuma calamidade te acontecerá”. Quer dizer, nenhuma das calamidades descritas nos versículos precedentes do Salmo 91. Naturalmente, podem compartilhar com o público em geral das calamidades naturais em grande escala, tais como inundações, furacões, terremotos, epidemias, falta de alimentos, estragos causados por guerras internacionais e intertribais, e revoluções políticas, mas isto não destrói sua espiritualidade, nem enfraquece sua fé e confiança no Deus Todo-poderoso. E podem restabelecer-se material e fisicamente de tais calamidades terrenas.
6. Por que é mais séria a calamidade espiritual e quem são os que a sofrem?
6 A calamidade espiritual, porém, é diferente. Dela não há restabelecimento, como no caso da religiosa cristandade e do judaísmo. Estes grupos religiosos, iguais ao paganismo, não são espiritualmente prósperos. Continuam no seu estado religioso doentio, enfermo, aguardando-os calamidade destrutiva na vindoura “grande tribulação”. (Mat. 24:21, 22; Rev. 7:14) A calamidade aguarda todos os que não se refugiam em Jeová e que não habitam nele.
7. (a) Quais são as “pragas” figurativas que contaminam o mundo semelhante a uma cidade? (b) Em que proceder esta a segurança para nós, que moramos como que em tendas quais residentes forasteiros?
7 Os que com plena confiança habitam no Deus Altíssimo são representados como residentes forasteiros, habitando em tendas neste atual sistema de coisas, fora dos limites da cidade. (1 Ped. 2:11; Heb. 11:8-10) A estes, como classe, faz-se a promessa divina: “E nem mesmo uma praga se chegará à tua tenda.” (Sal. 91:10) Entre as “pragas” espiritualmente prejudiciais que agora grassam no mundo semelhante a uma cidade estão coisas contagiosas tais como o nacionalismo, o patriotismo fanático, o ensino da evolução como fato, o materialismo egoísta, o vício das drogas, a mania das transfusões de sangue, práticas espíritas, a moderna “nova moralidade sexual”, o amor aos prazeres mais do que o amor a Deus, o sectarismo religioso, o “Alto Criticismo” da Bíblia, a adoração da “vaca sagrada” da ciência, também a adoração da “fera” política e a adoração de sua “imagem” do após-guerra, as Nações Unidas, sucessoras da Liga das Nações. (Rev. 9:20, 21; 13:1-18) Apenas se os que fazem de Jeová seu refúgio mantiverem sua “tenda” armada longe da “cidade” deste mundo continuarão livres do contágio das muitas “pragas” deste. Por isso, mantenhamos a distância, como não fazendo parte deste mundo. — João 17:14-16; veja Hebreus 11:9, 10.
PROTEÇÃO ANGÉLICA PARA NÃO CAIR
8. De que precisamos mais, em vez da mera orientação humana, e esta disponível a nós?
8 Ao andarmos neste mundo de perigos espirituais, precisamos de mais do que da orientação humana para que nossos caminhos agradem a Deus. Tal orientação sobre-humana nos é assegurada, pois, conforme acrescenta o salmista, “dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos”. — Sal. 91:11.
9. Isto nos faz lembrar de que promessa feita ao Israel carnal, e de que ministério prestado a Jesus, bem como de que garantia com referência aos seus seguidores semelhantes a crianças?
9 Esta promessa nos faz lembrar que, mediante o profeta Moisés, Deus disse à nação do Israel carnal: “Eis que envio um anjo diante de ti para guardar-te pela estrada e para introduzir-te no lugar que preparei. Pois meu anjo irá adiante de ti e deveras te levará.” (Êxo. 23:20, 23; 32:34; 33:2) Também, depois de o Filho de Deus, Jesus Cristo, ter rechaçado três tentações que lhe foram apresentadas no ermo da Judéia, uma das quais envolvia o Salmo 91:11, 12, “o Diabo deixou-o então, e eis que vieram anjos e começaram a ministrar-lhe”. (Mat. 4:1-11) Com referência aos que seguiam a Jesus quais crianças, Jesus disse: “Os seus anjos no céu sempre observam o rosto de meu Pai, que está no céu.” (Mat. 18:10) Estes anjos celestiais estão agora sob ordens divinas com respeito ao restante dos israelitas espirituais e seus companheiros leais.
10. A que “caminhos” se aplica a tarefa dos anjos de “te guardar em todos os teus caminhos”?
10 A tarefa destes anjos, “para te guardar em todos os teus caminhos”, aplicar-se-ia aos “caminhos” tomados pelos adoradores de Jeová em harmonia com a Sua palavra revelada, e, portanto, que têm a Sua aprovação e orientação. Seus anjos não acompanhariam o “restante” e a “grande multidão” de seus companheiros em caminhos que fossem diferentes — egoístas e obstinados. — Mat. 13:41, 42.
11. De que modo indica a profecia de Jesus sobre a “terminação do sistema de coisas” e do mensageiro que voava no meio do céu que há envolvimento angélico com os seguidores dele na terra?
11 A própria profecia de Jesus sobre o “sinal da [sua] presença e da terminação do sistema de coisas” predisse claramente que ele enviaria seus anjos para o ajuntamento dos membros escolhidos do Israel espiritual. Os anjos também estariam com ele ao vir para separar as pessoas das nações quais ovelhas e cabritos. (Mat. 24:3, 31; 25:31, 32; Rev. 7:1-8) O último livro da Bíblia, a Revelação dada mediante Jesus ao apóstolo João, revela definitivamente que os anjos celestiais estariam envolvidos com o restante ungido do Israel espiritual nas suas atividades terrestres, durante esta “terminação do sistema de coisas”. Por exemplo, no cumprimento da visão de João, a respeito do anjo que voava no meio do céu com boas novas eternas a proclamar a todos os habitantes da terra, indicam-se a orientação e a proteção angélicas para os adoradores de Jeová, que fazem esta obra na terra. (Rev. 14:6, 7) Há, porém, mais do que isso:
12. Segundo Revelação, quando os do restante daquele tempo começaram a derramar as “últimas sete pragas”, por que devem ter tido orientação e proteção angélicas?
12 Quando as “últimas sete pragas” começaram a ser derramadas durante os anos de 1922-1928 E. C., mediante o “restante” ungido daquele tempo, deve ter havido orientação e proteção angélicas. Isto é lógico, porque Revelação, capítulos 15-17, revela que as “tigelas” ou “taças” cheias da ira de Deus foram seguradas e manobradas por anjos celestiais, que receberam estes vasos das mãos de Deus. Por agirem assim nos caminhos de serviço de Deus, os adoradores de Jeová têm assegurada a proteção angélica. — Sal. 34:7; Heb. 1:13, 14.
13. O que colocam os agentes terrestres de Satanás no caminho dos que andam nos “caminhos” de Jeová o que diz sobre isso o Salmo 91:12?
13 Os “caminhos” tomados por nós, como adoradores de Jeová Deus, estão no meio deste sistema mundano de coisas, do qual Satanás, o Diabo, é o “deus”. (2 Cor. 4:4) Por isso, é de se esperar que os agentes terrestres deste falso deus coloquem no nosso caminho pedras figurativas, para que os adoradores de Jeová tropecem e caiam desastrosamente. Mas, com respeito a tais causas de tropeço, o salmista fala mais a respeito dos anjos de Jeová, dizendo: “Carregar-te-ão nas suas mãos, para que não dês com o pé numa pedra.” — Sal. 91:12.
14. No primeiro século de nossa Era Comum, o que veio a ser uma “pedra contra que se esbarra” para a nação do Israel carnal, e por quê?
14 Isto significa que estes anjos celestiais nos sustentarão, nos apoiarão, para que não sejamos afetados por tal “pedra”. Lá no primeiro século de nossa Era Comum, os israelitas apóstatas, “ambas as casas de Israel”, não tiveram tal auxílio angélico contra tropeçarem para a ruína espiritual. Tropeçaram sobre o verdadeiro Messias de Jeová, Jesus Cristo, que era para eles “como pedra contra que se esbarra” e “como rocha em que se tropeça”, conforme predito em Isaías 8:14. (1 Ped. 2:7, 8) Sua rejeição de Jesus, como o Messias, prejudicou espiritualmente o povo judaico circunciso até o dia de hoje. No entanto, esta não é a “pedra” de que fala o Salmo 91:12.
15. De que modo é diferente a “pedra” de Salmo 91:12, e como pode isto ser ilustrado?
15 Esta “pedra” é algo da parte do Grande Adversário de Jeová, Satanás, o Diabo; portanto, quando se aceita o que esta “pedra” é, perde-se o favor de Deus. Esta é dessemelhante da “pedra” messiânica do primeiro século, a qual, se aceita pela nação judaica, serviria para terem o favor contínuo de Deus. Mas lá naquele tempo, os judeus nacionalistas seguiram messias falsos, não da parte de Deus. Olhando também para o nosso tempo, Jesus Cristo advertiu seus discípulos contra falsos messias ou cristos nesta “terminação do sistema de coisas”. (Mat. 24:3, 5, 23-26) Fiel à predição, surgiram tais “falsos cristos”, não especialmente na forma de homens individuais, mas na de sistemas políticos e econômicos, aos quais se atribui poderes messiânicos e mediante os quais se esperam bênçãos messiânicas. Por exemplo, assim como quando Nikita Krushchev prometeu que o comunismo russo do seu tipo estabeleceria um paraíso para o povo. E como poderíamos esquecer que, em dezembro de 1918, o Conselho Federal das Igrejas de Cristo na América aclamou a proposta Liga das Nações como “a expressão política do Reino de Deus na terra”?
16. Graças aos anjos, quais são algumas das ‘pedras’ nas quais as testemunhas de Jeová não deram com o pé para cair?
16 Os anjos de Jeová têm fielmente ‘carregado Seus adoradores nas mãos’, de modo que estes não deram com pé “numa pedra” desta espécie, nem perderam Seu favor. Em novembro de 1939, quando se expressaram publicamente em aderência a “neutralidade” cristã para com todas as controvérsias mundanas, isto os fortaleceu no seu proceder já escolhido da recusa do recrutamento militar, tanto em tempo de paz como em tempo de guerra. Depois da Primeira Guerra Mundial surgiram ditadores em governos políticos, tais como Adolfo Hitler, que intentou restabelecer o Santo Império Romano da Nação Teutônica, por mil anos. Mas as testemunhas cristãs de Jeová nunca cederam diante de tais ditadores, como tomando o lugar do verdadeiro Messias de Jeová, Jesus Cristo. Em tempos de prova, a respeito da supremacia da lei do Deus Altíssimo, tomaram as palavras dos apóstolos de Cristo e disseram a políticos, juízes e policiais: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” (Atos 5:29) Graças aos anjos de Jeová, nem mesmo “uma pedra” tal como proibições e proscrições deles e de sua pregação do reino de Deus fizeram Seus adoradores tropeçar e cair.
SEGUROS CONTRA ATAQUES ABERTOS E SECRETOS
17. Quanto à espécie de linguagem, em que é o Salmo 91:13 semelhante a Lucas 10:19?
17 Perto do fim do ano 32 E. C., Jesus Cristo enviou setenta discípulos como evangelizadores do reino messiânico de Deus. Falando-lhes evidentemente em linguagem simbólica, ele disse: “Eis que eu vos tenho dado autoridade para pisardes serpentes e escorpiões sob os pés, e sobre todo o poder do inimigo, e nada, de modo algum, vos fará dano.” (Luc. 10:19) De modo similar, em sentido simbólico, o salmista diz então à classe que fez de Jeová sua habitação: “Pisarás no leãozinho e na naja; pisotearás o leão novo jubado e a cobra grande.” — Sal. 91:13.
18. Como foi figurativamente pisado o “leãozinho”?
18 O leãozinho faz um ataque aberto, frontal, expondo-se. Assim também os poderosos estados políticos têm recorrido à ação legislativa que menciona a vítima por nome. Eles têm abertamente criado leis destinadas contra as testemunhas de Jeová. Ou têm aplicado leis nacionalistas contra elas. Com que objetivo, Para devorá-las, assimilá-las, fazê-las religiosamente subservientes ao Estado, torná-las uma instituição religiosa, nacional, arrancada do corpo mundial das testemunhas de Jeová que é regido de Deus para baixo. As testemunhas leais de Jeová rejeitaram tal arranjo totalitário, controlado pelo Estado. De modo teocrático, atêm-se firmemente à Regência de Deus!
19. Como foi figurativamente pisada a “naja”?
19 Dessemelhante do leãozinho, a naja ou cobra venenosa ataca no escuro, de tocaia. É perigosa, igual a uma “serpente à beira da estrada”, com a qual se comparou a tribo de Dã, e que “morde os talões do cavalo”. (Gên. 49:16, 17) Ataques venenosos, inesperados, como os da naja foram feitos contra as testemunhas de Jeová, intencionalmente vitimadas, ao passo que realizam sua obra pública de proclamar de casa em casa o reino de Deus, mesmo em países onde vigoram religiões estatais. Ocultando-se atrás do Estado, qual executor para eles, os clérigos da cristandade fizeram ataques ocultos contra as testemunhas de Jeová por meio de políticos, legisladores, autoridades policiais e juízes de tribunais. (Sal. 94:20) Mas, no que se refere às testemunhas de Jeová, estas não ficaram paralisadas de medo pelo veneno dos ataques injustos. Continuaram a acatar a lei e a recorrer pacificamente aos tribunais, pelos seus direitos constitucionais, apelando para a Carta de Direitos concedida pelo Estado. Levaram aos tribunais mais altos dos países sua luta jurídica para estabelecer e defender por lei a liberdade de religião e o direito de pregar o reino de Deus. (Fil. 1:7, 16) Seus esforços foram muitas vezes coroados de vitória!
20. Apesar da proscrição de suas publicações bíblicas, como conseguiram as Testemunhas ainda fazer discípulos?
20 Quer os inimigos tenham usado ataques abertos, frontais, quer ocultos, sorrateiros, foram pisados pelas testemunhas marchantes do Deus Altíssimo. Quando suas publicações foram proscritas, continuaram a prosseguir com sua obra bíblica de fazer discípulos de Cristo por usarem apenas a Bíblia na sua obra de testemunho. O resultado foram discípulos! — Mat. 28:19, 20.
21. Como pisoteiam os adoradores de Jeová o simbólico “leão novo jubado”?
21 O salmista aumenta a intensidade das figuras de retórica quando, num paralelismo, fala de pisar “o leão novo jubado e a cobra grande”. O leão novo jubado deve ser mais velho e também de aspecto mais feroz do que apenas o leãozinho; e a cobra grande seria um réptil monstruoso, que a Versão dos Setenta grega dos Salinos chama de “dragão”. No entanto, não importa quão impressionante o aspecto, quão feroz o simbólico leão novo jubado seja, ao fazer seu ataque aberto, frontal, os adoradores de Jeová pisoteiam este atacante perigoso. Continuam na marcha, obedecendo o Deus Altíssimo como Governante Soberano em vez de a homens leoninos ou a organizações leoninas feitas pelo homem. Dão ao leonino César apenas o que pertence a César, de modo algum retendo de Deus nada que lhe pertença, dando-lhe tudo o que Lhe pertence. (Atos 5:29; Mat. 22:21) Por isso, não são espiritualmente feridos pela ação ameaçadora do “leão”.
22. Como pisoteiam os adoradores de Jeová a simbólica “cobra grande”?
22 A dragontina “cobra grande” nos faz lembrar o pai do “descendente” da serpente, Satanás, o Diabo, a “serpente original”. (Gên. 3:15; Rev. 12:9) O salmista o retrata aqui, não como “monstro marinho”, mas como monstro terrestre, como réptil de tamanho incomum, bastante comprido para enrolar-se em volta dum homem e afim de esmagá-lo e devorá-lo. (Jer. 51:34) Portanto, quando os adoradores de Jeová discernem que Satanás, o Diabo, por meio de sua monstruosa organização mundial, procura envolvê-los e esmagá-los com pressões mundanas, e devorá-los na sua organização controlada pelos demônios, livram-se e pisoteiam esta “cobra grande”. Evitam todas as formas de espiritismo e resistem a elas, não permitindo assim que os demônios assumam sutilmente o domínio de sua mente e vontade. (Luc. 10:17) Uma coisa é certa, os do restante ungido dos co-herdeiros de Cristo precisam fazer isso se quiserem participar no cumprimento de Romanos 16:20, de se esmagar em breve Satanás debaixo de seus pés. Precisam agora tomar medidas positivas contra este “dragão” vermelho e mantê-lo sempre debaixo dos pés. — 1 Ped. 5:8
AMAR A DEUS E CONHECER SEU NOME
23. O que diz Deus no Salmo 91:14 com respeito aos que O amam pelo que Ele é?
23 Satanás, o Diabo, nega que as criaturas humanas possam amar a Deus, o Criador, simplesmente pelo que Ele é. Mas o Deus Altíssimo aprecia o verdadeiro amor até mesmo de criaturas terrestres Suas. O salmista mostra como Deus expressa seu apreço, ao representar então Deus como falando e dizendo a respeito de Seus adoradores amorosos, qual classe: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” — Sal. 91:14.
24. Portanto, em vez de apenas para achar segurança espiritual, por que se refugiam Nele os Seus adoradores?
24 Os adoradores do único Deus vivente e verdadeiro afeiçoaram-se dele porque ele é a personificação mais elevada do amor. Agarram-se ou apegam-se a ele afetuosamente, seu coração simplesmente abrindo-se-lhe de modo espontâneo. Ordena-se-lhes que o amem, mas amam-no porque ele os amou primeiro e expressou este amor por meio de seu Filho unigênito, Jesus Cristo. (Deu. 7:7; 10:15; Mar. 12:29, 30; 1 João 4:19) De modo que não é apenas por uma questão de achar segurança espiritual que se refugiaram Nele.
25. De que proveu Jeová escape para seus adoradores, e que dizer do futuro?
25 Na retribuição de afeto para com eles, Deus, o Todo-poderoso, proveu aos seus adoradores o meio de escaparem de serem cativos religiosos deste mundo, sim, e de serem exterminados. Em testemunho disso, seus verdadeiros adoradores existem hoje neste tempo mais perigoso e aumentam em número. A capacidade dele de prover escape em casos futuros de necessidade ainda é tão grande como antes!
26. Qual é o argumento feito por Jeová dizer: “Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome”?
26 Os que adoram o Deus Altíssimo com espírito e verdade nunca serão eliminados da face da terra. Senão, o nome dele seria eliminado da terra. Este é o argumento ao dizer ele com respeito ao grupo de seus adoradores: “Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” — Sal. 91:14.
27. Em 1925, começou a focalizar-se a atenção em que, resultando em que artigo na Sentinela de 1.º de janeiro de 1926, em inglês?
27 A partir do ano de 1925 E. C., os do restante ungido do Israel espiritual notaram que as Escrituras indicavam que havia chegado o tempo para Deus fazer um nome para si, em todo o mundo. (Jer. 32:20; Isa. 63:12) Isto focalizou a atenção no nome pessoal de Deus, Jeová. Portanto, logo no começo do ano seguinte, os leitores da Sentinela foram confrontados com a pergunta desafiadora: “Quem Honrará a Jeová?”, que foi o título do artigo principal publicado na edição inglesa da revista de 1.º de janeiro de 1926.
28. Em 1928, para mostrar que os adoradores de Jeová tinham “chegado a conhecer” Seu nome, o que fizeram no congresso da A. I. E. B. em Detroit?
28 Menos de três anos depois, mostrando que haviam “chegado a conhecer” o nome divino, a Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia, reunida num congresso internacional em Detroit, Michigan, E. U. A., nos meados de 1928, adotou com grande aclamação uma “Declaração Contra Satanás e a Favor de Jeová”. Esta proclamação, reproduzida em forma impressa, foi depois distribuída em todo o globo, em dezenas de milhões de exemplares. Naquele ano assinalado de 1928, houve 44.000 Estudantes da Bíblia que se apresentaram para o serviço de campo, a fim de cuidar desta distribuição. Ainda mais tarde, o que aconteceu para atingir o clímax?
29, 30. (a) Para anunciar ainda mais o nome divino o que foi feito com o título de primeira página da Sentinela, em 1939? (b) Fez Jeová um nome para si, e, em caso afirmativo, por meio de quem?
29 Na tarde de domingo, 26 de julho de 1931, num congresso internacional da A. I. E. B., em Columbus, Ohio, E. U. A., adotou-se de coração a Resolução a favor da adoção do Novo Nome, testemunhas de Jeová. Esta Resolução foi depois adotada pelas congregações em todo o mundo, identificando daí em diante sua organização religiosa como testemunhas de Jeová. Para divulgar ainda mais o nome divino, em 1.º de março de 1939, alguns meses antes de irromper a Segunda Guerra Mundial, a revista oficial das Testemunhas saiu com um novo título: “A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová.” E agora, neste ano crítico de 1975, pode-se perguntar: Será que o Deus Altíssimo da profecia fez para s; um nome? A resposta é óbvia: Sim! Por meio de quem? Não pela cristandade, nem pelo judaísmo, mas pelas testemunhas cristãs de Jeová!
30 Deveras, proteger Jeová seus adoradores por terem “chegado a conhecer meu nome” tem significado proteger seu próprio nome e possuir meios para proclamar seu nome “em toda a terra”. — Rom. 9:17; Êxo. 9:16.
31. Em nome de quem estão decididos a andar e que nome invocam por ajuda?
31 A decisão destas testemunhas cristãs de Jeová é agora a de Miquéias 4:5: ‘Todos os povos, da sua parte, andarão cada um no nome de seu deus; mas nós, da nossa parte, andaremos no nome de Jeová, nosso Deus, por tempo indefinido, para todo o sempre.” Continuarão a invocar o Seu nome por ajuda, com plena confiança no que ele diz a seguir, no Salmo 91:15: “Ele me invocará e eu lhe responderei. Estarei com ele na aflição. Socorrê-lo-ei e glorificá-lo-ei.”
SOCORRO E GLORIFICAÇÃO
32. como mostra Jeová que ele não renunciou aos que O invocam como suas testemunhas, e como mostrará isso ainda?
32 Por causa da crescente hostilidade do mundo contra eles e porque Satanás, o Dragão, guerreia incessantemente contra eles, os adoradores de Jeová já sofreram muita aflição. Mas, fiel à sua palavra, Jeová sempre esteve com eles, nunca renunciando a eles como Suas testemunhas. Na enorme aflição que ainda os aguarda, quando este mundo iníquo chegar ao seu fim em destruição total, Jeová estará com seus adoradores e dará isto a conhecer milagrosamente! Em vez de deixá-los serem destruídos ingloriosamente por todos os seus inimigos visíveis e invisíveis, Jeová diz: “Socorrê-lo-ei e glorificá-lo-ei”, ou: “De honras o cumularei.” — Liga de Estudos Bíblicos.
33, 34. Depois de terem sido socorridos de que modo é que os adoradores de Jeová são glorificados por Ele?
33 A glorificação prometida aqui não necessariamente significa a glorificação dos membros do restante ungido do Israel espiritual no céu, com o Rei reinante, Jesus Cristo. Esta virá no tempo devido de Jeová, depois duma prometida “longura de dias”.
34 Mas Ele já socorreu brilhantemente seus adoradores na terra e isto lhes deu glória espiritual, para a honra de Seu nome. Depois de tais socorros divinos, foram privilegiados a gloriar-se sobre os seus inimigos, que são também inimigos Dele. Até o dia de hoje, foram honrados com serviço adicional na terra, como Suas testemunhas e proclamadores de Seu reino messiânico, invencível. Naturalmente, durante a vindoura “grande tribulação” do mundo e de sua culminação na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon, haverá o maior e mais notável socorro deles por parte de Jeová. Por isso, sobreviverão àquela “grande tribulação” que destruirá o mundo e compartilharão a glória do lado vitorioso nesta Guerra de todas as guerras! Serão honrados com a entrada na nova ordem de Deus para esta terra.
35. Vivem assim para usufruir que glória na terra, e o que, da parte de Deus lhes torna isso possível?
35 Viverão assim para usufruir a glória de serem aqueles a quem o Deus Altíssimo socorre enquanto guerreia vitoriosamente para a vindicação de sua soberania universal e a santificação de seu nome meritório. (Rev. 16:14, 16; Eze. 38:23; Sal. 83:18) A salvação que ele lhes dará tornará isso possível. Jeová diz, por meio de seu salmista, na conclusão deste salmo primoroso: “Eu o fartarei com longura de dias e o farei ver a salvação por mim.” — Sal. 91:16.
36. Quando se abriu à vista do restante a perspectiva de sobreviver à guerra de Deus no Har-Magedon e até que ponto podem ser fartados com longura de dias na terra?
36 Só a partir do fim do ano de 1928 abriu-se ao entendimento espiritual do restante ungido do “Israel de Deus” a perspectiva de sobreviver à “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon, e entrar aqui na terra na nova ordem justa de Jeová. (Veja The Watch Tower, de 15 de dezembro de 1928, página 376, parágrafos 35, 36.) E agora, no ano de 1975, alguns milhares dos do restante ungido, ainda vivos nesta terra, aguardam o cumprimento desta perspectiva alegre. A crescente “grande multidão” de seus companheiros semelhantes a ovelhas aguarda com eles entrar na Nova Ordem sem interrupção de vida. Na Nova Ordem, Jeová Deus aumentará a “longura de dias” do restante ungido na terra ao ponto de fartar os membros dele. Resta a ver se serão ainda retidos aqui na terra para ver o começo da ressurreição dos mortos terrestres e para conhecer testemunhas fiéis dos tempos antigos, pré-cristãos. Gostariam disso, antes de serem tirados do cenário terrestre para a recompensa celestial junto a Cristo.
37. Com que “longura de dias” será possível fartar os membros da “grande multidão”?
37 Os da “grande multidão”, ao permanecerem fiéis ao Soberano Universal Jeová Deus até mesmo durante a prova decisiva após o fim do reinado milenar de Cristo sobre a humanidade, serão fartados com “longura de dias” pela vida eterna, vida sem fim no terrestre Paraíso de Prazer, sob a soberania universal de Jeová. Oh! quão recompensadora é a adoração de Jeová.
38. Se alguém dos que ‘moram no lugar secreto’ morrer em fidelidade antes do fim da guerra de Deus, no Har-Magedon, e do lançamento de Satanás no abismo, por que não refuta isto a toda importância da segurança espiritual?
38 Apreciamos e desejamos agora sinceramente a segurança espiritual provida por Jeová Deus? Não é esta espécie de segurança toda-importante, se quisermos ser protegidos para as gloriosas recompensas que Ele tem em reserva para todos os seus adoradores fiéis? Todos os que em confiança permanecerem no lugar de segurança espiritual de Jeová, ‘morando no lugar secreto do Altíssimo’, serão levados a “ver a salvação por mim”, por Jeová (Sal. 91:16) Isto se cumprirá, mesmo que os dias da pessoa em fidelidade sejam cortados pela morte antes de a Nova Ordem justa ser realmente introduzida, após a “guerra” de Jeová no Har-Magedon e o encarceramento de Satanás e seus demônios no abismo. (Rev. 20:1-6) O Deus Todo-poderoso ainda pode prover salvação da morte em fidelidade pela prometida ressurreição dos mortos. Os que abandonarem o lugar divino de segurança espiritual nunca atravessarão a vindoura “grande tribulação” com a aprovação de Deus, nem verão a salvação por Ele!
39. Que prazer devemos querer que Jeová tenha no caso de cada um de nós, e como podemos fazer com que Ele o tenha?
39 Jeová terá prazer em fazer-nos ver a salvação por Ele e mediante Jesus Cristo, seu Filho. Deixemos amorosamente que Ele tenha este prazer divino, no caso de cada um de nós. Podemos fazer isso por permanecermos dignos no “lugar secreto” de segurança espiritual, que ele proveu para Seus adoradores fiéis. — Pro. 21:31; Rev. 7:9-17.
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Ampliado o Corpo Governante das Testemunhas de JeováA Sentinela — 1975 | 15 de março
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Ampliado o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová
A família de Betel de Brooklyn, Nova Iorque, ficou encantada ao saber, em 28 de novembro. que os seguintes irmãos foram constituídos membros do Corpo Governante das testemunhas de Jeová. Eles servirão agora ao lado daqueles que já servem no Corpo Governante. Os novos membros são os seguintes W. Lloyd Barry, atual superintendente de filial no Japão: John C. Booth, que trabalha no escritório da Fazenda da Torre de Vigia: Ewart C. Chitty, de Londres, na Inglaterra, que é secretário-tesoureiro da Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia; Charles J. Fekel, de Brooklyn, Nova Iorque, que trabalha no departamento de composição da gráfica de Brooklyn; Theodore Jaracz, dos Estados Unidos, que serve como superintendente de circuito: Karl F. Klein, do Betel de Brooklyn, que trabalha no escritório: Albert D. Schroeder que tem servido como Instrutor na Escola do Ministério do Reino e Daniel Sydlik, que trabalha na gráfica do Betel de Brooklyn. Todos estes irmãos morarão por fim no lar de Betel em Brooklyn e assistirão às reuniões regulares do Corpo Governante das testemunhas de Jeová, realizada nas manhãs de quarta-feira, às oito horas. Também presidirão em rodízio semanal a mesa de Betel, em ordem alfabética, segundo o último nome.
O Corpo Governante compõe-se agora de dezoito membros, todos ungidos, e os outros dez são os seguintes: Frederick W. Franz, Raymond V. Franz, George D. Gangas, Leo K. Greenlees, John O. Groh, Milton G. Henschel, William K. Jackson, Nathan H. Knorr, Grant Suiter e Lyman A. Swingle.
Usufruem deveras a alegria de servir as testemunhas de Jeová em todo o mundo na sua qualidade de Corpo Governante, e suas deliberações sobre assuntos espirituais continuarão a mostrar-se muito benéficas para todas as testemunhas de Jeová, as quais usufruem o paraíso espiritual no qual se encontram hoje os que amam a Jeová.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 15 de março
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Perguntas dos Leitores
● Qual é o conceito das testemunhas de Jeová sobre assistir ao casamento de conhecidos ou parentes do mundo?
No caso de menores que pretendem estar presentes, a decisão final cabe aos pais. Senão, é uma questão de decisão pessoal, para a qual cada cristão deve estar disposto a assumir a sua própria responsabilidade. No entanto, há princípios bíblicos e uma ampla variedade de circunstâncias que devem ser tomados em consideração.
A cerimônia de casamento talvez seja realizada num edifício religioso e por um clérigo. Isto a tornaria bastante diferente duma cerimônia puramente civil. O verdadeiro cristão não pode com boa consciência juntar-se ou participar em quaisquer orações ou atos religiosos de que sabe que são contrários ao ensino bíblico. Nem está interessado em ver quão perto pode chegar aos atos apóstatas sem ultrapassar a linha de demarcação. Ele tem a obrigação
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