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As igrejas da África pesam o passado e o futuroA Sentinela — 1975 | 1.° de julho
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de Igrejas era: “Não Vivemos Mais Para Nós Mesmos . . . mas Para Cristo.” Então, quais foram os exemplos e os ensinos do próprio Cristo, segundo os quais seus verdadeiros discípulos devem viver?
Cristo Jesus disse que ‘seu reino não fazia parte deste mundo’, e em parte alguma autorizou ele seus discípulos a servir de precursores para os sistemas políticos do mundo ou para seu estilo de “civilização”. (João 18:36; 15:19) Antes, deviam indicar o reino de Deus, mediante Cristo Jesus, como o meio pelo qual todos os amantes da justiça, não importa de que família, tribo, nação ou continente, “serão libertos da escravização à corrução e terão a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. — Rom. 8:21; Rev. 7:9, 10; 14:6.
Aqueles verdadeiros discípulos indicavam assim uma libertação maravilhosa, que não somente libertará as pessoas da opressão e exploração humana, mas que também as libertará da escravização à imperfeição, à doença e à própria morte. (Rev. 21:4) Ao anunciarem e promoverem o governo messiânico de libertação, de Deus, os verdadeiros discípulos de Cristo não usariam armas carnais, mas sim espirituais, armas que não prejudicam os inocentes, nem causam sofrimento brutal e pesar. (2 Cor. 10:4, 5; Efé. 6:10-17) Como ‘soldados excelentes de Cristo Jesus’ não tentariam misturar o cristianismo com o comercialismo, como aconselhou o inspirado apóstolo Paulo a seu colaborador e co-missionário Timóteo. — 2 Tim. 2:3, 4.
Será que há hoje na África e no resto deste planeta pessoas que vivem segundo estes princípios do verdadeiro cristianismo e que moram em união, sem barreiras de tribalismo, racismo, nacionalismo ou sectarismo?
Milhares de africanos de todas as tribos e de todas as partes daquele continente associam-se hoje com as testemunhas cristãs de Jeová pelo próprio motivo de verem que estas põem tais princípios em operação na sua vida. Fazendo assim, não adotam a “importação estrangeira” da “religião do homem branco”, mas adotam a adoração do Criador do céu e da terra, Jeová Deus, Aquele que não faz distinção e que “não é parcial, mas, em cada nação, o homem que o teme e que faz a justiça lhe é aceitável”. — Atos 10:34, 35.
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Enfrentando a tensãoA Sentinela — 1975 | 1.° de julho
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Enfrentando a tensão
“O coração calmo é a vida do organismo carnal”, diz a Bíblia. (Pro. 14:30) A calma das pessoas hoje em dia sofre forte ataque por parte da tensão da vida moderna. O que acontece ao “organismo carnal” sob tal pressão?
A pulsação se acelera, a pressão do sangue aumenta, a digestão diminui e há várias outras mudanças. Segundo um recente livro inglês intitulado Tensão, quando não há alívio, estas reações do corpo continuam e produzem um efeito cumulativo, “esgotando o motor do corpo sem nos levar a parte alguma”.
A tensão prolongada pode causar sério dano — desde úlceras até dores fortes de cabeça e perturbações cardíacas. Qual é a solução?
Muitos recorrem aos tranqüilizadores e calmantes. Mas, conforme salientaram os autores de Tensão, “estas pílulas nunca realmente resolvem coisa alguma, apenas a obscurecem”.
O remédio, segundo os pesquisadores, é chegar à causa da tensão e então ajustar a vida para trazer alívio ou ajustar a atitude, para reduzir o efeito sobre a mente e o corpo.
Algumas coisas na vida estão simplesmente além do controle humano para mudar. E ajustar a atitude exige perspicácia quanto aos motivos dos problemas da vida e algo sólido em que apoiar as esperanças de algo melhor. “O poder desvanecente da religião”, observa o livro Tensão, “é um dos motivos de a vida se ter tornado tensa no mundo ocidental”. Mas a religião fundada na verdade não verá seu poder desvanecer. Esta verdade encontra-se na Palavra de Deus, indicando o caminho para a ‘calma do coração’, que contribui para a saúde da mente e do corpo. — Pro. 3:4-8; Mat. 6:25-34; Fil. 4:6, 7.
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