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  • Por que não consta na Tradução do Novo Mundo?
    A Sentinela — 1964 | 1.° de abril
    • exceções, êsses erros são inconseqüentes, consistindo na maior parte em erros de ortografia, em transposições de palavras ou no emprêgo de sinônimos.

      Deveras, os fatos acima servem para fortalecer a nossa fé na autenticidade e integridade geral das Escrituras Gregas Cristãs. Elas, deveras, citando-se o Professor Kenyon, “chegaram a nós substancialmente como foram escritas”. E tudo isto se aplica especialmente ao texto de Westcott e Hort, em que se baseia a Tradução do Nôvo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs.

  • Apreciação pela Tradução do Novo Mundo
    A Sentinela — 1964 | 1.° de abril
    • Apreciação Pela Tradução do Nôvo Mundo

      NUM MOTEL

      Um ministro pioneiro em Colorado, EUA, escreve: “Fui fazer uma visita com uma irmã a umas pessoas que têm um motel. Enquanto eu estava usando a minha Tradução do Nôvo Mundo das Escrituras Sagradas, o homem notou-a e perguntou por que era mais clara do que a Bíblia que êle tinha. Portanto, expliquei-lhe. Êle disse: ‘Desejo uma, e, aliás, quero uma para cada quarto do motel. Quanto custam?’ Informei-lhe que era um dólar. Êle disse: ‘Traga-me uma caixa.’”

      ESPERANDO O ÔNIBUS

      Certa irmã pioneira em Luisiana, EUA, entrou em palestra com uma senhora enquanto esperava o ônibus. “Disse-lhe que visitava os lares do povo diàriamente, incentivando mais leitura da Bíblia, visto que ela é o nosso Guia. Disse ela que não a lia muito, porque as palavras eram muito difíceis de entender. Eu lhe disse que tinha uma tradução em inglês moderno. Entramos no ônibus e sentamo-nos juntas e considerei o sermão com ela. Dai̇́, li alguns versículos onde se emprega a palavra caridade na Versão Rei Jaime, como em 1 Coríntios 13:1. Perguntei-lhe o que ela entendia que a palavra significasse. Ela falou de donativos. Mostrei-lhe na Tradução do Nôvo Mundo que a palavra realmente significa amor. Ela perguntou quanto custava a Bíblia. Eu disse um dólar. Ela me deu o seu nome e enderêço de modo que a pudesse entregar em sua casa. A outro mostrei a ‘Tabela dos Livros da Bíblia’, onde a pessoa pode aprender quem escreveu cada um dos livros, quando e onde. Êle ficou com um exemplar. De modo que utilizando as diversas sugestões da Sociedade, distribui̇́ 17 Bíblias.”

      EM TERRITÓRIO COBERTO FREQÜENTEMENTE

      Um relatório de uma congregação no Texas, falava sôbre o seu trabalho ministerial de 25 de dezembro: “Dezoito se reuniram no Salão do Reino, alguns dêles podendo passar o dia inteiro no serviço. Trinta e uma Bíblias foram colocadas! Em que tipo de território? Num território que tem sido coberto pelo menos uma vez por mês e com freqüência, cada três semanas! Certa dona de casa comentou: ‘Diversos da minha classe da escola dominical possuem um exemplar dessa Bíblia, e eu tenho procurado em tôdas as lojas um exemplar. Estou contente que chegou aqui.’”

      AOS QUE VÃO À IGREJA

      Um relatório vindo de uma congregação no Texas do leste conta como as pessoas ficaram surprêsas com o baixo preço de um dólar da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. O que dizer dessas donas de casa que se aprontavam para ir à igreja? Fêz-se uma breve apresentação da Bíblia, o que fêz que “muitas delas fôssem à igreja com a Tradução do Nôvo Mundo. Numa pequena cidade, quatro pessoas foram a uma igreja com as suas Bíblias verdes”.

      NO LOCAL DO TRABALHO

      A seguinte experiência veio da Carolina do Sul, EUA: “Trabalho para uma grande companhia de automóveis e guardo geralmente um exemplar da Tradução do Nôvo Mundo na gaveta da minha escrivaninha. Certo dia, um agente de vendas, olhando dentro da minha gaveta, viu a Bíblia e começou a folheá-la. Ficou muito interessado, de modo que se dirigiu a mim e perguntou se êle poderia obter um exemplar. Êle, por sua vez, colocou a Bíblia na gaveta da sua escrivaninha. Outro agente de vendas chegou e olhou dentro da gaveta da escrivaninha dêle e ficou muitíssimo interessado pela Bíblia. Dirigiu-se a mim e queria saber se poderia obter também um exemplar. Êste círculo continuou, e pude colocar sete Bíblias no escritório. Também, ofereci a Bíblia ao gerente. Êle disse que gostava da Versão Rei Jaime e que receava tentar coisa nova, visto que gostava das expressões poéticas daquela versão. Entretanto, êle me disse que levaria um exemplar para casa e a examinaria, e, ou me traria a Bíblia de volta no dia seguinte, ou um dólar. No dia seguinte, êle veio sem a Bíblia e com dois dólares. Êle queria mais um exemplar. Na oficina coloquei uma Bíblia com o gerente de serviço. Êle ficou extremamente interessado nesta tradução em idioma moderno, de modo que reuniu diversos mecânicos e até mesmo alguns fregueses e pediu-me que demonstrasse a Bíblia para êles, fazendo comparações com a Versão Rei Jaime e a Tradução do Nôvo Mundo. Fiz isto, e entre os mecânicos e os fregueses pude distribuir mais doze Bíblias, perfazendo o total de vinte e oito naquele mês.”

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1964 | 1.° de abril
    • Perguntas dos Leitores

      • Por que é que a Tradução do Nôvo Mundo, em Provérbios 27:6, reza: “Os ferimentos infligidos pelo que ama são fiéis, mas os beijos de quem odeia são coisas para ser rogadas”? Diversas traduções em diversos idiomas rezam que tais beijos são profusos, abundantes, falsos, enganosos, freqüentes, fartos, e assim por diante. — M. F., Estados Unidos.

      É verdade que muitas outras traduções inglêsas, bem como traduções em outros idiomas, não rezam do mesmo modo como a Tradução do Nôvo Mundo no texto principal, em Provérbios 27:6, relativo aos beijos de quem odeia. Entretanto, A Tradução do Nôvo Mundo das Escrituras Hebraicas, Vol. III (edição de 1957), contém uma nota marginal sobre Provérbios 27:6, que reza: “Segundo correções do texto hebraico pode rezar: ‘são excessivos’, ou, ‘são corrompidos’.”

      Alguns tradutores preferiram, pois, mudar a palavra hebraica implicada aqui. Êsses tradutores não aceitaram a palavra hebraica original, mas substituíram-na por um particípio hebraico que se parecia com a original, e que julgaram ser o modo original de rezar. Por exemplo, o Lexicon for the Old Testament Books, por L. Koehler e W. Baumgartner, sugere a palavra ra’a’, em substituição, na forma nifal (reflexiva). A palavra hebraica ra’a’ significa ser ruim, sem valor e por conseguinte enganoso.

      Agora a questão é se se deve usar esta palavra substituta no texto principal de uma tradução das Escrituras Sagradas ou reter a original. A palavra hebraica original no texto massorético é o particípio reflexivo do verbo athar, e, segundo o Lexicon já mencionado, essa palavra significa “ser rogado”. A Tradução do Nôvo Mundo adere, pois, à palavra original e a verte “ser rogadas”.

      Outra tradução que adere bàsicamente à palavra original hebraica é The Soncino Book of the Bible, que verte Provérbios 27:6 do seguinte modo: “Fiéis são os ferimentos de um amigo; mas os beijos de um inimigo são importunos.” A palavra “importunos”, naturalmente, transmite o pensamento de pedir repetidas vêzes ou de rogar. Esta mesma tradução tem também uma nota marginal sôbre Provérbios 27:6, que mostra o problema que os tradutores encaram: “Importunos. É incerto o que [o tradutor] tenciona com esta tradução. R. J. diz enganosos e N. R. profusos. . . . Os comentadores modernos emendam o texto para obter uma palavra mais comum significando ‘deceptivos’, como contraste de fiéis; mas Eitan e Ehrlich sustentam que a palavra hebraica, tem êsse significado [isto é, importunos] na analogia do [aparentado] árabe, embora cada qual a relacione com uma raiz árabe diferente.”

      Eis um exemplo, pois, em que os tradutores da Bíblia, não entendendo o que o escritor queria dizer, mudaram o texto, para que rezasse dum modo que para êles tenha sentido. Mas a idéia parece ser que o que ama infligirá um ferimento a alguém de modo fiel, para lhe fazer o bem. Por outro lado, se a pessoa deseja que quem a odeia lhe faça uma coisa boa e bondosa, terá de rogar-lhe, porque o seu ódio não o impele de modo natural a dar beijos a quem êle odeia. Pelo contrário, êle deseja agir de modo cruel. Portanto, a pessoa precisa importunar ou rogar ao que odeia para que lhe faça uma bondade. A pessoa talvez precise até rogar àquele que é indiferente. Na parábola da viúva e do juiz, Jesus Cristo contou a respeito de certo juiz que não temia a Deus nem tinha respeito algum pelo homem. Foi só porque a viúva continuou a rogar-lhe que o juiz finalmente anuiu aos apelos dela e cuidou de que ela recebesse o auxi̇́lio que lhe era devido. (Luc. 18:1-5) O juiz não tinha o coração nisso. Da mesma forma, mesmo que um odiador faça uma bondade a alguém, em resultado de se lhe rogar, talvez não tenha o coração nisso e faça isso só para se ver livre dos rogos. A pessoa não precisa rogar seu odiador para lhe infligir um ferimento; mas algo bom como um beijo, sim. Mas o que ama,

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