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  • Como utilizar melhor o seu tempo
    Despertai! — 1977 | 8 de fevereiro
    • “Só poderá fazer uma coisa de cada vez. Se tentar fazer uma coisa, enquanto se preocupa com outras tarefas . . . levará mais tempo no serviço que faz, e ficará numa situação ainda mais desvantajosa.”

      Prazos Podem Ser Proveitosos

      O Professor C. Northcote Parkinson comentou: “O trabalho se expande, de modo a preencher o tempo disponível para sua conclusão.” É provável que já tenha notado que, se tiver o dia inteiro para fazer algo, provavelmente passará o dia todo nisso; ao passo que, sob pressão, talvez terminasse a mesma tarefa dentro de algumas horas. Muitos verificaram que utilizar melhor o tempo exige a imposição de prazos razoáveis para si mesmos. Joseph D. Cooper escreve em How to Get More in Less Time (Como Conseguir Fazer Mais em Menos Tempo):

      “Há vantagens de fazer as coisas sob pressão. Consegue-se um espírito impulsionador que admite poucas ações marginais, menos interrupções . . . Seu ritmo se acelera, torna-se mais decisivo. Transmite a outros seu próprio esforço empreendedor. Desencoraja-os de interrompê-lo, ou, de outra forma, interferir no seu próprio ritmo de progresso.”

      Alguns poderiam temer que não conseguiriam trabalhar sob a pressão dum prazo. Mas, estabelecer limites razoáveis de tempo para cada passo dum projeto poderá, em realidade, servir para reduzir a intensidade da pressão mais tarde, por distribuí-la mais eqüitativamente por toda a tarefa. A pessoa que faz isso desafia a si mesma a manter-se dentro de seu planejamento de tempo. E que alívio é não ter de enfrentar o aperto frenético do último minuto!

      Quando fixar prazos, porém, evite ser por demais rígido. Revise-os se alguns se provarem inatingíveis. E não deixe de permitir certo tempo para contratempos e interrupções inesperadas. O consultor empresarial Mackenzie, supracitado, recomenda que a pessoa deixe 20 por cento de seu dia sem estar planejado de antemão, “justamente para poder enfrentar acontecimentos inesperados”.

      Tenha presente, também, que utilizar melhor o tempo não significa que cada minuto é gasto com algo. Eric Johnston, conselheiro de executivos, escreveu: “Cada homem, em algum ponto durante cada dia, deve reservar uma partícula de tempo em que não faz absolutamente nada. Isso mesmo — nada.” Períodos de descontração são indispensáveis. Revigoram tanto o corpo como a mente e habilitam as pessoas a voltar ao trabalho com incrementado interesse e determinação.

      Alguns Recursos de Tempo Amiúde Despercebidos

      Aqueles que desejam utilizar melhor o seu tempo farão bem em refletir sobre os recursos de tempo que amiúde são despercebidos. Considere alguns destes: Muitos no mundo industrializado dispõem de cerca de quarenta minutos desde a hora em que se levantam até que saem para o trabalho; quando chegam em casa, de volta do trabalho, talvez se passem outras quatro ou cinco horas até se deitarem. Isso equivale a bem mais de vinte horas por semana. Fins-de-semana de dois dias fornecem cerca de três meses por ano de tempo livre.

      Naturalmente, grande parte deste tempo é gasto em vestir-se, comer, dormir ou em atividades familiares. Mas, não poderia parte dele ser canalizada para a necessária leitura, aparar a grama ou fazer outras tarefas diversas que precisam de atenção?

      Facilmente despercebido, também, é o tempo gasto em esperar. Cada dia, milhares de pessoas esperam em filas, em salas de espera, ou por outros que devem comparecer para contatos. Num artigo intitulado “Conseguir o Máximo de Momentos Avulsos”, a autora comenta:

      “Nenhum de nós pensaria em jogar fora moedas de cinco, de vinte e cinco e de dez centavos de dólar que se acumulam em nossos bolsos. Mas, quase todos nós jogamos fora os trocados de tempo — cinco minutos aqui, quinze minutos ali — que se acumulam num dia comum. Calculo que provavelmente joguei fora um dia inteiro de trabalho no consultório do dentista, este ano que passou, desfolhando sem alvo velhas revistas.”

      A escritora do artigo supracitado tornou-se uma “observadora das esperas”, aplicando seu tempo de espera na escrita de cartas e em cuidar de outras correspondências. Ficou deleitada com os resultados.

      Como pode utilizar melhor seu tempo? Estabeleça alvos significativos e empenhe-se neles, passo a passo; impulsione-se a si mesmo por começar a trabalhar na hora e por estabelecer prazos realísticos para cada estágio de sua tarefa. A autodisciplina e a boa organização o ajudarão a usar sabiamente suas horas mais produtivas. E não deixe de aproveitar seu recurso de horas avulsas que, de outra forma, seriam desperdiçadas.

  • Deve ter no bolso uma calculadora de bolso?
    Despertai! — 1977 | 8 de fevereiro
    • Deve ter no bolso uma calculadora de bolso?

      O CASAL pensava comprar novo aparelho de jantar. Reduziu sua escolha a uma de duas opções. Mas, era preciso fazer muitos cálculos para comparar os preços de dois serviços que a esposa localizara. Veja qual acha que seria a melhor compra:

      Um estava à venda numa loja próxima, por US$ 55, não incluindo o imposto de vendas de 8 por cento. Ela viu o outro aparelho num catálogo alemão, e sua mãe poderia trazê-lo da Alemanha quando viesse visitá-los. Eles preferiam o modelo destes pratos, e o aparelho incluía uma cafeteira. O preço de catálogo era de 178 marcos alemães, embora talvez pudesse ser adquirido quando houvesse um desconto de 15 por cento. A taxa de câmbio nessa época era de 39 centavos de dólar para cada marco.

      Levaria muito tempo para calcular os dois preços? Neste caso, o marido pegou uma calculadora de bolso e, em poucos segundos, calculou ambos os preços. Não deu trabalho nenhum, mas era claro que iria significar algum trabalho para sua sogra!

      Ao calcular isso numa minicalculadora eletrônica, o marido juntava-se aos milhões de pessoas, em vários países, que usam tais aparelhos para fazer seus cálculos matemáticos diários.

      Muitas mulheres usam calculadoras para verificar os lançamentos nos cheques bancários, para fazer ajustes nos moldes de roupas e nas receitas, e para calcular as conversões em moedas estrangeiras quando viajam. Os homens as usam quando preenchem suas declarações de renda, quando determinam a quilometragem do carro ou quando calculam a quantidade de papel de parede, de madeira ou de tinta que precisam para decorar ambientes. Os estudantes usam calculadoras para acelerar seus deveres de casa, ou para reduzir os laboriosos cálculos manuais na aula de matemática.

      As calculadoras de bolso tornam-se cada vez mais populares graças a seu preço baixo. No início da década de 1970, uma delas talvez lhe custasse US$ 400. Mas, em muitos lugares, agora, pode-se comprar uma minicalculadora simples por quase o mesmo custo duma blusa ou camisa social. Diz-se que talvez, dentro em breve, custem somente US$ 5. Assim, cada

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