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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
w79 15/7 p. 15

Por dentro das notícias

Diminui a Esperança Para o Esperanto

● No último dezembro, a “língua internacional” chamada, esperanto completou seus primeiros 100 anos de existência com muito pouco destaque. O Jornal Daily Telegraph de Londres noticiou que “não houve celebração, nem cartões de aniversário natalício, nem mesmo um telefonema de um dos 1.500 membros da Federação Britânica de Esperanto”. O inventor do esperanto o projetou como língua universal na esperança de que ajudasse a acabar com todas as guerras. (A palavra significa literalmente: “Aquele que espera.”) O secretário geral da Federação admite: “Aceitamos agora que ele estava errado.”

Uma língua falada por todos certamente seria de grande benefício. Mas, os ódios e as guerras existentes até mesmo entre os que falam a mesma língua tornam óbvio que as idéias de homens bem-intencionados não podem acabar com as guerras. Só nosso Criador Aquele que “faz cessar as guerras até a extremidade da terra” tem o poder de fazer o que é necessário. Prometeu fazer isso, não por meio de quaisquer programas sociais, mas, antes pelo julgamento e pela “destruição dos homens ímpios”, que fomentam as divisões entre os seus próximos. — Sal. 46:9; 2 Ped. 3:7.

Compreensão da Declaração do Papa

● O novo papa, João Paulo II, declarou: “(Há) ação repressiva e discriminatória praticada contra um vasto número de cidadãos, que tiveram de suportar toda da espécie de opressão e até mesmo a morte, simplesmente para preservarem seus valores espirituais mas que, apesar disso, nunca deixaram de cooperar em tudo o que serve ao verdadeiro progresso civil e social de seu país.”

O jornal Buenos Aires Herald, num editorial sobre isso, declarou: “O Papa, obviamente, referiu-se de modo específico à perseguição religiosa nos países comunistas. Mas, lamentavelmente, quase cada palavra que proferiu podia ser aplicada hoje à Argentina. . . . a liberdade religiosa é negada a vários milhares [mais de 30.000] de Testemunhas de Jeová neste país.”

O editorial observou que as Testemunhas são presas, espancadas, e seus filhos expulsos da escola; no entanto, “são pessoas trabalhadoras, honestas e tementes a Deus. . . . e sua religião se baseia nos ensinos da Bíblia. Se todas as outras democracias modernas estáveis e pluralistas do mundo podem tolerar as Testemunhas de Jeová, não há motivo pelo qual este governo não o possa fazer”.

“A questão toda poderia ser sanada por algumas poucas medidas sensatas, que permitiriam às Testemunhas de Jeová a liberdade religiosa que o Papa reivindicou. Há bons argentinos que só pedem ser deixados servir seu Deus e seu país, nesta ordem. De fato, o patriotismo ficaria provavelmente fortalecido se houvesse mais ênfase na dedicação íntima e no compromisso com o país e sua constituição, e menos na ostentação da observância de símbolos.”

O Hinduísmo Católico da Índia

● “É difícil de acreditar”, relatou o Jornal The Indian Express de Bombaim, “mas é verdade que sacerdotes e freiras cantam bajãs [cânticos religiosos] agachados descalços no chão, realizam ‘arati’ [balouçam um prato com incenso e cânfora acesos] em vez de balouçarem turíbulos [incensários]”, e seguem outras práticas hindus. O jornal observou que “não é agora nada incomum, nas igrejas de Querala, com sua vetusta tradição de 2.000 anos, ouvir o hino upanixade ‘asatho ma sad gamaya, thamaso ma jyothirgamaya, mruthvorama amrutham gamaya’ entoado antes da celebração da santa missa”.

O Cardeal Joseph Parecattil, católico romano, da Índia, supostamente “forte defensor da indianização da igreja”, declara que “este movimento, por fim, está destinado a vencer”. Segundo o Express, o Cardeal Parecattil disse que “era somente próprio recorrer aos ricos recursos do hinduísmo” para certos aspectos do culto católico entre os indianos.

Não importa quão liberal tal filosofia possa parecer, será que reflete o verdadeiro conceito cristão sobre a adoração? Dificilmente. A Bíblia de Jerusalém, versão católica, ordena: “Não formeis parelha incoerente com os incrédulos. Que afinidade pode haver entre a justiça e a impiedade? Que comunhão pode haver entre a luz e as trevas? . . . Que relação entre o fiel e o incrédulo?” — 2 Cor. 6:14-18.

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