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  • A grande questão no Alasca: a quem deve pertencer a terra?
    Despertai! — 1970 | 22 de março
    • aplicado individualmente, poderiam passar anos para se determinar em tribunais quem teria direito a um terreno ou a uma concessão em dinheiro. Os tribunais teriam também de decidir a questão de se aqueles que são apenas parcialmente nativos seriam elegíveis.

      Os alasquenses aguardam ansiosamente a solução desta grande questão que envolve a posse de terras.

  • Encontrando e andando com Deus
    Despertai! — 1970 | 22 de março
    • Encontrando e andando com Deus

      EM 1891, eu era rapazinho, e minha família morava na Holanda. Certa noite, um de meus irmãos voltou para casa e disse a meu pai que lera no jornal a respeito de uma “nova religião” nos Estados Unidos que não cria num inferno ardente, mas sim na ressurreição dos mortos. Meu pai exclamou que nos EUA sempre havia algo novo, e não se falou muito mais no assunto. Lembro-me de que esta breve palestra suscitou meu interesse em tal “nova religião”.

      Quando atingi os dezoito anos, o ministro da Igreja Reformada Holandesa e os anciãos me visitaram. Tentaram persuadir-me a me tornar membro da igreja deles. Recusei-me porque achava que havia algo de radicalmente errado nas igrejas. Cerca de um ano depois, um ministro de outra igreja me visitou com a mesma intenção. Embora meus irmãos e minhas irmãs tivessem aderido à igreja, eu ainda declinei fazê-lo. Arrazoava que não possuía aquilo que eu procurava.

      No entanto, alguns anos depois, em 1903, comprei uma bicicleta, principalmente visando comparecer a outras igrejas. Nenhuma delas me satisfez como sendo a verdadeira. Agora determinara encontrar aquela “nova religião” a respeito de que meu irmão falara com papai. Fui para os Estados Unidos no ano seguinte, e me estabeleci em Iowa. Visto que não sabia ler inglês, não conseguia entender muita coisa nos jornais. Entretanto, realmente notei os sermões impressos sobre a religião que procurava, mas não compreendi isso então. Eram sermões de Charles T. Russell.

      Quando tinha vinte e cinco anos, casei-me, e eu e minha esposa nos mudamos para outra cidade em Iowa. Ali, por fim, encontrei um dos Estudantes da Bíblia, agora conhecidos como testemunhas de Jeová. Falou-me sobre a volta de Jesus Cristo. Fiquei surpreso de saber que se aproximava rapidamente o “tempo do fim” deste sistema iníquo de coisas. Depois de uma palestra feliz, perguntei-lhe onde obtivera todo esse conhecimento. Disse-me que estava a meu alcance, visto que havia livros do Pastor Russell, que eu poderia obter e estudar. No dia seguinte nos encontramos de novo e ele me deixou um livro intitulado “O Plano Divino das Eras”, impresso em holandês. Quanto apreciei ler este maravilhoso livro! Sabia agora que Deus se deixara ser encontrado por mim. (1 Crô. 28:9) Pouco depois Jeová me deu oportunidade de mostrar minha apreciação pela sua bondade amorosa.

      Cerca de dois meses depois, os Estudantes da Bíblia me perguntaram se permitiria a realização de uma reunião pública em minha casa por um dos representantes viajantes da Sociedade Torre de Vigia. Não só eu disse que sim, mas fui de casa em casa em minha vizinhança, convidando todos os meus vizinhos a comparecer. Quão emocionado fiquei de ver meu lar repleto de ouvintes atentos! O orador proferiu seu discurso sobre A Descendência de Abraão no idioma holandês.

      Por fim, em 1917, pudemos organizar uma congregação, ou classe, como era então chamada, entre todas as pessoas interessadas que encontramos. Agora podíamos trabalhar em harmonia com as instruções que recebíamos da sede. Parte de nosso trabalho naquele tempo era ficar em pé diante das portas das igrejas aos domingos de manhã e entregar panfletos às pessoas que saiam. Logo depois a Sociedade enviou-nos um representante viajante para nos visitar. Ele proferiu discursos na cidade vizinha perante assistências que tínhamos arranjado de antemão. Sim, nosso trabalho começou a florescer. Muitas pessoas sinceras que buscavam a verdade de Deus se juntaram a nós e nos ajudaram em nossa obra de pregação e de ensino. Na verdade, era surpreendente ver o que foi conseguido no decorrer dos anos mediante o espírito santo de Jeová!

      Minha amada esposa e nossos oito filhos trabalhavam todos junto comigo na pura forma de adoração. Quando todos os meus filhos atingiram a idade de entendimento, dedicaram-se a Jeová, simbolizando isso pelo batismo em água. Quando meus filhos se casaram, eles também criaram seus filhos como eu os havia criado, sim, no caminho da verdade que conduz à vida eterna. Que alegria é, atualmente, ver trinta e um netos e vinte e quatro bisnetos servirem todos como testemunhas de Jeová! Alguns deles se acham em posições de responsabilidade em suas congregações e outros são pregadores de tempo integral.

      Tenho oitenta e seis anos de idade e rememoro os anos com coração alegre. Deus se deixou ser encontrado por mim e me tem abençoado com bênçãos inimagináveis. Minha família ocupa um lugar em Sua sociedade teocrática aqui na terra e todos aguardam a vida eterna no novo sistema de Deus, onde poderão todos louvar o Deus que ‘não está longe de cada um de nós’. — Atos 17:27. — Contribuído.

  • Apreciar os banquetes de Deus
    Despertai! — 1970 | 22 de março
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      Apreciar os banquetes de Deus

      ENTRE as parábolas que Jesus Cristo deu se achava uma a respeito de certo homem que preparara um banquete ou “lauta refeição noturna” para muitos convidados que convidara. A parábola diz: “Ele enviou seu escravo na hora da refeição noturna para dizer aos convidados: ‘Vinde, porque todas as coisas estão agora prontas.’ Mas todos em comum começaram a escusar-se.” — Luc. 14:16-20.

      Qual é o significado desta parte da parábola?a O certo homem que proveu a “lauta refeição noturna” não poderia ser outro senão Jeová Deus, o Dador de “toda boa dádiva e todo presente perfeito”. (Tia. 1:17) Isto também se torna evidente por uma parábola similar em que um rei faz uma ceia de casamento para seu filho. (Mat. 22:2) O escravo por meio do qual notificou os convidados de que a “lauta refeição noturna” estava pronta seria, logicamente, Jesus Cristo, que mandou os convites para o seu Pai celeste. E o que é a “lauta refeição noturna”? Representaria as oportunidades de se pôr em linha para o reino dos céus. — Mat. 4:17.

      Quando foi feito este primeiro convite para se tornar parte do reino dos céus, e a quem? Parece que Jesus fez este convite durante os três anos e meio que pregou. Durante esse tempo, foram os líderes religiosos que, acima de todos os demais, tiveram a primeira oportunidade de se pôr em linha para o reino dos céus. Estavam a par das Escrituras Hebraicas e, por conseguinte, estavam em melhor posição de apreciar o convite. Isto é também indicado pelo fato de que Jesus disse a certa pessoa a quem curara que não contasse isso a ninguém mais, mas que se apresentasse ao sacerdote. — Mat. 8:4.

      Que estes tinham a primeira oportunidade de se pôr em linha para o reino celeste é também evidente das palavras de Jesus a tais líderes religiosos, no fim de seu ministério: “O reino de Deus vos será tirado e será dado a uma nação que produza os seus frutos.” “Jerusalém, Jerusalém, . . . quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo de suas asas! Mas vós não o quisestes.” Os líderes religiosos não o queriam. Interessavam-se mais nos seus empreendimentos e bens egoístas de que no reino de Deus. — Mat. 21:43, 45; 23:37, 38.

      A parábola prossegue, dizendo: “O escravo chegou-se assim e relatou estas coisas ao seu amo. O dono de casa ficou então furioso e disse ao seu escravo: ‘Vai depressa para as ruas largas e

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