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  • Compreensão do espírito dos “bons tempos” antigos
    A Sentinela — 1978 | 15 de junho
    • brilhar. O temor de Jeová e puro, permanecendo de pé para todo o sempre. As decisões Judiciais de Jeová são verdadeiras; mostraram-se inteiramente justas. . . . Há grande recompensa em guardá-las.” — Sal. 19:7-11.

      Por estudar e aplicar a Palavra de Deus, você, leitor, poderá tirar intensa satisfação emocional e espiritual. Quando se faz isso como família, assim como o próprio Jeová recomenda, todos os membros dela se achegam mais um ao outro e também mais ao seu Pai no céu. Portanto, embora não se renuncie às realizações e aos benefícios do progresso material do homem, não se fica sendo frustrado materialista ou sonhador com o passado.

      Há também a bênção resultante de se tornar parte dum grupo de pessoas que têm verdadeira amizade entre si. No seu livro Movimentos Religiosos na América Contemporânea (1974; em inglês), Lee R. Cooper apresenta suas observações sobre Testemunhas de Jeová, negras, vivendo numa grande cidade. Ele chegou a ver que, “na sua própria vida congregacional, as Testemunhas constituem uma comunidade genuína de confiança e aceitação”. E ele chegou à conclusão de que “as Testemunhas de Jeová oferecem [à pessoa] uma estratégia alternativa da vida, que dá aos seus aderentes um modo de encontrar uma identidade e amor-próprio, uma comunidade de aceitação e uma esperança para o futuro”. Esta esperança gira em torno da promessa de Deus, de eliminar não só os aspectos indesejáveis do progresso tecnológico do homem, mas também os efeitos da imperfeição humana. É verdade que o tempo atual é corretamente descrito na Bíblia como os “últimos dias”, que se destacam por muitos serem ‘amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, desobedientes aos pais, ingratos, sem afeição natural, não dispostos a acordos, sem autodomínio, obstinados, mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus’. (2 Tim. 3:1-4) Mas, Deus assegura-nos que ele mudará as coisas dentro em breve.

      Realizará isso por eliminar a iniqüidade da face da terra e por estabelecer uma nova ordem de justiça. Descrevendo este tempo, que a evidência mostra ser iminente, Revelação 21:4 diz: “E [Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” Uma profecia similar, em Isaías 65:17, declara: “Pois eis que crio novos céus e uma nova terra; e não haverá recordação das coisas anteriores, nem subirão ao coração.” As condições que Deus proverá serão tão cabalmente melhores, em todos os sentidos, em comparação com o que anteriormente existia, que não haverá motivos para ter saudade. Sim, naquele tempo, não haverá nenhum impulso para se ansiar a volta dos “bons tempos” antigos.

      Se quiser saber mais sobre os bons tempos vindouros, as Testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a estudar a Bíblia, para que também possa achar grande satisfação na vida atual e ter a assegurada “esperança para o futuro”, que é um aspecto reconhecido da vida que elas levam.

  • Cerveja na antiguidade
    A Sentinela — 1978 | 15 de junho
    • Cerveja na antiguidade

      ● A referência à cerveja, na Bíblia, é a uma bebida de teor alcoólico bastante reduzido, produzida à base de trigo ou outros cereais, com baixa fermentação.

      Tabuinhas cuneiformes revelam que a arte da fabricação da cerveja à base de cereais já era praticada na antiga Mesopotâmia no terceiro milênio A. E. C. Quando Abraão chegou ao Egito pela primeira vez, ele provavelmente encontrou a cerveja ali já como bebida comum. Diz-se que Ramés III, numa data posterior, tanto prezava a cerveja, que oferecia por ano 113.560 litros dela aos seus deuses. Foram encontradas muitas canecas de cerveja com bico coador, dos filisteus. Pelo que parece, aquelas diversas nações tinham uma grande variedade de cervejas, para todo paladar — cerveja doce, cerveja preta cerveja perfumada, cerveja espumante, cerveja temperada — servida quente ou fria diluída ou grossa e pegajosa. — Isa 1:22; Osé. 4:18; Naum 1:10; Ajuda ao Entendimento da Bíblia, em inglês, p. 206.

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